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A Curra Anunciada de Um Jovem - Parte 2
No fim da primeira parte de nossa história, O acabara de ser estuprado por dois homens fortes e musculosos. Um deles negro, o outro branco, que o dominaram na rua, quando ele saia de um caixa eletrônico e o levaram para o seu próprio apartamento.
O ainda estava amarrado àquela posição incômoda: deitado de barriga para cima sobre a cama, com as suas pernas bem abertas e levantadas presas pelos tornozelos firmemente atados às colunas de metal da cabeceira; os braços esticados para o alto, os pulsos atados juntos a barra de ferro horizontal da cabeceira da cama. O também usava uma mordaça de argola, que o obrigava a permanecer com a boca aberta, mas que o impedia de articular qualquer palavra, apenas emitir gemidos. Enquanto o negro havia sodomizado O; o branco gozara dentro de sua boca, forçosamente aberta pela argola da mordaça.
- Você é muito gostoso, cara. Acho que dá pra gente se aproveitar mais um pouco de você. Ainda está cedo disse o estuprador negro, com olhar de desejo.
O estuprador branco começou a acariciar a bunda de O arreganhada; depois, a parte interna de suas coxas.
- Saca só a bunda dele... Todo depilado desse jeito, parece até a bunda de uma mina.
O branco, excitado, deu uma mordida de leve na bunda de O.
- Que tesão... disse ele. Eu podia comer esse cara a noite inteira.
Não havia nem cinco minutos que O havia sido currado e já começara a ficar excitado novamente. Seu sexo voltara a enriquecer e estufar o pequeno tapa sexo, a única peça de roupa que ele vestia.
- Olha só: o viadinho já tá ficando novamente de pau duro observou o negão.
- Eu também ressaltou o branco.
- Está na hora de dar um passeio com esse cara. sentenciou o negro. Desamarra ele da cama ordenou.
Enquanto o estuprador branco desamarrava um dos tornozelos de O com cuidado para que ele não tentasse nenhuma gracinha como chutes no ar; o negão retirou a mordaça de argola de dentro da boca de O.
- Está na hora de trocar essa sua mordaça por uma mais eficiente... disse.
- Por favor, já chega suplicou O, em total desespero. Vocês já fizeram o que tinham de fazer. Agora, por favor, me soltem e vão embora!!
- Embora?! exclamou o negão. Nós mal começamos com você. Agora, cale essa boca!
- Mas...
O tentou argumentar, mas o negro enfiou em sua boca uma mordaça em formato de pênis, que penetrou-a tão fundo que quase provocou ânsias em O. O Negão tratou de afivelar bem a mordaça, apertando-a na altura da nuca da vítima. Era difícil até mesmo gemer com aquele pênis vermelho de silicone dentro de sua boca, e daquela maneira. O outro estuprador, branco, terminou de desamarrar a outra perna de O da cabeceira da cama. Mas antes que pudesse amarrar os tornozelos do rapaz juntos novamente, O, num reflexo, deu um chute, tentando se libertar. Isso irritou um bocado o Negro. Ele e o comparsa logo dominaram O novamente, cada um deles segurando uma de suas pernas, já que O ainda tinha os pulsos amarrados à cama.
- Seu veado, não devia ter feito isso!! Agora, vamos ter que ser um pouco mais radicais com você!
O Negão retirou um lenço de uma bolsa e abriu um vidro de clorofórmio.
- Agora, cheira isso, sua bicha enrustida!
E pousou o pano embebido em clorofórmio sobre o nariz de O. Lentamente, sua vista foi ficando turva, seu corpo mole e O perdeu a consciência.
Quando acordou, O já estava em outro lugar. Não era o seu apartamento, ele tinha certeza. Parecia um motel. Mas era diferente. Estava em um quarto temático, sado-masoquista. Haviam correntes que pendiam do teto, pôsteres nas paredes de mulheres e homens amarrados e amordaçados. O ainda recobrava a consciência e olhava ao seu redor quando, de repente, se deparou com a figura de um homem vestindo uma espécie de maiô preto, bem cavado nas laterais, com uma mordaça de couro tapando-lhe toda a boca e amarrado ao que parecia ser um estrado de cama, colocado de pé. O homem era O, refletido em um dos espelhos do motel. A mordaça ainda era a em formato de pênis mas que por fora era um quadrado de couro preto, O pode perceber pelo gosto e pelo modo incômodo como ela penetrava em sua boca. Os braços de O estavam atados separados, abertos, cada um dos pulsos preso a uma das extremidades daquele quadro. As pernas também estavam separadas e abertas. Mas os pés de O é que o incomodavam muito. Foi quando ele olhou para baixo e viu. Haviam calçado em cada um de seus pés um sapato de salto alto. Mas estes eram diferentes. Eles mantinham os pés de O inteiramente esticados, em ponta, como as sapatilhas de uma bailarina, só que apoiadas por saltos bem longos e finos. O mal conseguiria se equilibrar sobre eles, não fossem os seus pulsos estarem presos no alto. Pelo reflexo de outro espelho, posicionado atrás de O, ele podia ver suas costas. O maiô que lhe vestiram não só era cavado como atrás se enfiava pelo meio de suas nádegas. De fato, O podia sentir, agora, a malha roçando o interior de seu rego, inteiramente depilado e liso. Mas não era só. O sentiu algo mais, dentro de si. O seu rabo havia sido preenchido com alguma coisa, parecia bem larga, mas estava firme dentro dele. Deveria ser um plug anal pois um consolo comum não ficaria parado em seu reto por muito tempo, logo deslizaria para fora. Mas um plug, cujas extremidades eram mais finas e o seu meio largo, este sim poderia ser enterrado dentro dele. O tentou se mexer. Debateu um pouco preso às cordas. Tentou gritar, gemeu o mais alto que pode. Ficou um tempo assim, a debater-se quando entraram no quarto os dois homens semi-nus. Eram os mesmos: o negão, e o branco de cabelos longos. A visão daqueles homens era ao mesmo tempo aterradora e excitante. Seus corpos eram perfeitos, inteiramente malhados, tórax e coxas bem definidos; abdômen em gomos, inteiramente raspados e reluzentes. E ainda por cima, usavam pequenos tapa-sexos enterrados na bunda. O negro aproximou-se de O e falou em seu ouvido. O arrepiou-se por inteiro.
- A Bela Adormecida acordou? Dormiu bem? Está preparado pra brincar um pouco mais?
Enquanto o Negro começou a cochichar no ouvido de O todas as sacanagens e sujeiras que eles pretendiam fazer com ele; o branco despejou um óleo sobre O e começou a passar nele, massageando sua bunda, passando os dedos pelo seu rego, enfiando as mãos sob o maiô preto e acariciando seu tórax, estimulando os mamilos de O já arrebitados.
- E aí, veadinho? Tá gostando da nossa recepção calorosa? Adorei você nesses saltos. Sabe como chamam: ballet shoes, sapatos de balé. São mais pra mulheres, mas ficaram ótimos em você, assim como essa malha: você ficou uma delícia dentro dela. Ah, eu também tomei a liberdade de enfiar um plug anal no seu cuzinho. Achei que você ia gostar de ser alargado um pouco antes da gente comer o seu rabo novamente.
O debateu-se, preso as cordas e gemeu o mais alto que pôde.
- Você já deve saber que eu adoro quando você se debate e luta desse jeito. Geme mais, meu gostoso. Não vai adiantar nada. Eu vou te comer de qualquer jeito. Você vai fazer o que pra se libertar? Não tem saída, você agora é o meu escravo branco. Relaxa e aproveita. Não é todo dia que dois caras como nós comem você, não é?
A essa altura, o pau de O estava completamente duro. A malha do maiô não o deixava mentir.
- O cara já tá todo excitado, louco pra ser enrabado. Mas ainda é cedo pra isso.
- Deixa que eu cuido desse pau!
O estuprador branco enfiou a mão por dentro do maiô fio dental de O e puxou o seu caralho enrijecido para fora. Então, abocanhou-o com gosto. Começou a chupar O de uma forma como nenhuma mulher havia feito, até então. Ele chupava a glande, engolia o pau quase inteiro dentro de sua boca, tirava o de sua boca e deixava que sua saliva escorresse pela cabeça lisa, lubrificando-o e voltava a engoli-lo. O se contorcia de prazer, esquecia até mesmo a dor de ficar na ponta dos pés, de ter que forçar as cordas em seus pulsos para manter-se equilibrado sobre aqueles saltos-altos. Enquanto o branco chupava O com vontade, o negão enfiou as mãos por dentro do maiô e passou a acariciar os mamilos de O, apertando-os e torcendo-os de vez em quando. Então, o branco passou uma de suas mãos por debaixo de O e segurou a base do plug anal, que penetrava aquele homem totalmente indefeso. Passou a fazer movimentos leves puxando o plug para fora e para dentro, num vai e vem que foi crescendo, crescendo. O estava totalmente a mercê daqueles homens: o plug anal dentro dele, arregaçando seu cu; seu pau chupado com selvageria; seus mamilos entre carícias e beliscões. Um tempo nisso e O logo gozou, soltando um longo gemido. Logo em seguida, sentiu vergonha de si mesmo. Como podia gozar ao ser violentado daquela maneira? Já se arrependera profundamente de ter contratado aqueles homens para o serviço. Aliás, nem sabia se realmente eram os homens que contratara. O tinha namorada, pensava em se casar. E estava ali, fazendo o papel de mulherzinha para aqueles caras.
- Agora, que você gozou, sua bicha, e tá com o seu caralho molinho de novo, vamos te fazer sofrer um pouco... E sabe por que? Porque você merece e a gente adora te ver sofrer!
Os dois homens logo trataram de desamarrar os pulsos de O, que mantinha seus braços suspensos, e que o ajudava a se manter sobre aqueles saltos altos em ponta, os tais ballet-shoes. Mas logo o amarraram novamente. Enquanto o branco segurava o dorso de O, o negão prendeu os pulsos de O amarrados às suas costas. Não contente com isso, pegou outra corda, passou-a pelos seus braços, logo acima da altura dos cotovelos e apertou também, o máximo que pode. Aquilo fazia com que os ombros de O fossem para trás. E para completar, outra corda passava pelos ombros dele, dando a volta pelas suas axilas depiladas e indo até as cordas, onde era amarrada nas cordas que atavam seus braços. Era bem incômodo. Mas ficaria pior. O negão, que mostrava uma habilidade e talento incrível para amarrar, jogou uma corda por sobre a parte superior do estrado. Enquanto o branco segurava uma das extremidades, o negão amarrou a ponta solta passando-a por entre as cordas que atavam os pulsos de O. Depois, o branco pegou a outra ponta, que ele puxou com firmeza levantando ao máximo os braços de O para trás e amarrou a ponta nas cordas que passavam pelos seus braços. Era como se O estivesse agora suspenso pelos braços, levantados por trás dele. Isso o obrigava a tombar para frente, oferecendo a banda para os seus algozes.
O negão pegou uma tesoura e aproximou-a dos mamilos de O, que estremeceu assustado.
Então, ele puxou a malha do maiô e cortou um circulo exatamente sobre os mamilos, deixando-os a mostra.
O branco já trouxe dois prendedores de seios com regulagem presos a uma correntinha cromada. O Branco roçou a correntinha gelada sobre os mamilos de O.
- Isso é gostoso, não é? comentou o negão.
- Mas o que eu vou fazer agora não vai ser nem um pouco. disse o branco.
Ele já beliscou o primeiro biquinho do peito de O com o primeiro prendedor. O gemeu, se curvou de dor ainda mais. O Negão aplicou um tapa forte em uma das nádegas brancas de O.
- O que será que dói mais, bichinha? Eu acho que você gosta dos dois...
O mal teve tempo de sentir a sua bunda em brasa, porque o outro prendedor já beliscou o seu outro mamilo. Presos aos bicos dos peitos de O os prendedores deixavam a correntinha prateada pender no vazio. O negão passou a divertir-se puxando-a, balançando-a, o que fazia os prendedores morderem e beliscarem com mais força os biquinhos do peito de O. Por um instante, então, O pode se admirar a sua imagem refletida nos espelhos naquela posição incômoda. Apesar da dor, a imagem era extremamente excitante. Nunca pensou que a sua imagem amarrado daquela maneira como costumava ver as fotos de sites da internet, poderia deixá-lo de pau duro. O tinha vontade de se comer, se pudesse, se duplicaria e foderia muito o seu próprio cú, sem piedade. O tinha um corpo um pouco feminino, até. Uma bunda arrebitada, pernas longilíneas, era sarado mas não muito musculoso. E depilado daquela maneira, bezuntado em óleo, sentia-se o próprio objeto sexual. O então, mesmo naquela posição incômoda, passou a curtir se olhar nos espelhos, que o revelavam em vários ângulos: de costas, com o maiô enfiado em sua bunda e o plug anal enterrado em seu reto; de perfil, equilibrando-se delicadamente sobre os saltos de mulher, o dorso inclinado para a frente; de frente, as pernas bem abertas, pisando na ponta dos pés e com os braços erguidos para trás e suspensos no estrado. O passou a se contorcer, a rebolar. Podia sentir o plug dentro dele, penetrando mais fundo quando ele se inclinava mais para a frente e o maiô fio dental enfiado na bunda empurrava o plug. Começou a curtir a sensação daquela mordaça em forma de penis preenchendo a sua boca. Começou a emitir gemidos sensuais olhando com tesão para os homens que o mantinham amarrado daquela maneira.
- Esse cara tá me deixando cheio de tesão - comentou o branco, que enfiou a mão dentro do tapa sexo, botou o pau pra fora e começou a se masturbar.
O negão pegou, então, um chicote e começou a espancar as nádegas de O.
- Toma isso, minha escravinha branca! Arrebita essa bundinha gostosa! dizia o negão a cada chibatada.
O já gemia como uma mulher chegando ao orgasmo. Os estupradores ficaram enlouquecidos de tesão e na frente de O começaram a se beijar, a se agarrar. O branco sentou de pernas abertas diante de O puxou o tapa sexo de lado e arreganhou o seu cu para ele. Em seguida, lubrificou ele mesmo a entrada do seu cú com KY. O seu rabo depilado brilhava. O negão, por sua vez, tirou o tapa-sexo ficando inteiramente nu. Ficou de pé com a bunda voltada para o rosto de O, inclinou-se para a frente e lubrificou o próprio anus também com um gel. Depois enfiou nele mesmo um outro plug transparente. O delirava de tesão. Nunca havia assistido a dois homens fazendo aquilo diante dele. O Negou com o plug enfiado no cú, deitou-se sobre o branco de barriga para cima e pernas abertas e meteu em seu reto com o seu caralho grosso. Começou a comer o comparsa, com muita vontade. Os dois gemendo de tesão, O também. Depois de foder o branco naquela posição por um tempo, o negão tirou o pau. O branco ficou de quatro, de perfil para O e o Negão veio por trás e o fodeu novamente no rabo. Enquanto estapeava a bunda do parceiro com uma das mãos, o negão puxava-o para trás pelos cabelos com a outra. Era uma transa selvagem. O desejou ser o homem branco, que delirava enquanto era comido com gosto. Desejou ser o negão, que metida com selvageria assustadora. Aqueles homens lindos, transando em sua frente deliciou O. Mas ele sentia-se ao mesmo tempo privilegiado de estar na posição em que estava: amarrado, amordaçado, escravo dos desejos sexuais incontroláveis de outros homens. De repente, o negão parou de dar tapas na bunda do amigo e passou a masturbá-lo enquanto o comia. E assim, em alguns instantes eles gozaram. Deitaram-se no chão acabados, o negão por sobre o branco com seu pau ainda dentro do companheiro. Mas O estava na secura, não havia gozado e protestava com gemidos.
- Quer gozar também? perguntou o negão, olhando para trás.
E O assentiu com a cabeça, já louco de tanto tesão e não se importando mais com o que pudesse lhe acontecer. Tudo o que o queria naquela momento era ser fodido por trás, como uma veadinho. Era sentir um pau grosso, quente e úmido penetrando o seu rabo, entrando fundo dentro dele e saindo num vai e vem cadenciado e gostoso. Queria sentir-se escravo daqueles homens, mas liberto de seus desejos mais perversos e secretos. Queria que lhe tirassem aquela mordaça de pênis e colocassem um de verdade em sua boca para que ele o chupasse com sofreguidão. O gemia e rebolava implorando que eles o comessem quando, para o seu espanto, a porta se abre e quem entra é a sua namorada. Vestida como uma dominatrix, de corpete de viniu preto que deixava os seis a mostra e usando uma cinta-pinto com um caralho de borracha de tamanho generoso. O ficou em choque. Ela se aproximou dele.
- Quem diria... Voce aqui, implorando por um caralho... E você nunca me deixou te amarrar. Era sempre eu quem tinha que me oferecer pra você, rebolando pra você com aquelas calcinhas minúsculas, deixando que você me amordaçasse, me amarrasse, brincasse comigo. Pois agora o jogo mudou. Pelo jeito, você gosta tanto de um caralho quanto eu. E eu acho até que se excita bem mais usando um fio dental que me vendo fazer um striptease pra você.
O geme como que pedindo perdão.
- Pode deixar. Eu vou te dar o que você quer.
A namorada de O lubrificou o caralho de borracha com um gel. Retirou o plug do anus de O, depois bezuntou a entrada do seu cu. Ele retesou a sua bunda, constrangido, gemeu como numa súplica para que ela não o humilhasse daquela maneira. Mas ela não teve pena dele. Pelo espelho O a viu posicionar o pinto na entrada de seu cu e forçá-lo dentro dele. Até que ele sentiu o caralho de borracha ultrapassar o seu anel e escorregar queimando para dentro dele. Sua namorada o estava comend. E ela parecia gostar daquilo. E O, mesmo dolorido, estava adorando.
(continua)