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A Noite I Concurso de Contos e Poesias BDSM - Participante
Depois de um dia cheio de reuniões com chefe, clientes Elias se direciona para a garagem do prédio onde ficava a empresa que trabalha dois anos e meio, e ao entrar no seu carro o celular toca, mas ele não sabia que era pois o celular não identificou a chamada que tinha recebido naquele momento.
Elias atende ao telefone que era uma mulher com uma voz adorável que inicialmente não reconhecera, mas aos poucos ele se lembrou desta mulher e dos momentos mais extasiantes e assustadores que provocou um frio na barriga no momento que esta mulher convidou para ir ao apartamento dela para conversar um pouco.
Sem pensar Elias disse que daqui a cinco minutos estaria chegando no apartamento dela e no caminho ele não conseguia para de recordar dos momentos que passara com ela; já fazia dois anos que não se falavam, contudo Elias não esquecera do caminho para chegar no apartamento dela; assim dando quatro minutos chega na frente do prédio e essa mulher morava no primeiro andar, ele entra no prédio e ao chamar o elevador se lembra que ia pela escada, como sendo um hábito adestrado por ela se direciona para a escada. Quando chega na primeira curva se depara com ela usando uma saia curta e uma camiseta branca. Ela se aproxima de Elias que em logo seguida dá um rápido beijo na boca dele.
Pelos velhos tempos disse ela com um sorriso no rosto, o seu gosto não mudou, ficou melhor a completou o seu pensamento. Assim essa mulher que encantava Elias nas mais variadas maneiras sobe a escada.
E no apartamento ela ordena que pegue a sacola que deixara na cama no quarto da empregada, antes que fosse fazer o que fora ordenado Elias pede a permissão da forma que fora adestrado, ficando de joelhos com a cabeça baixa, depois que ela dá a permissão Elias vai para o quarto da empregada, pega a sacola, traz a sacola para a sala sem olhar o conteúdo e na sala de visita a Franciane, conhecida como Anitra Domme Negra, estava só de calcinha preta, Elias entrega a sacola excitado pelo o que via, sem a ordenação ele fica de joelhos e recebe a velha coleira que ele já usara noutros momentos.
Depois de colocar a coleira Anitra passa as suas mãos na face e logo em seguida dá um tapa na face dele esse tapa é para não esquecer como eu sou disse ela com um tom severo. Senta no sofá enquanto que ele fica ali de joelhos na espera das próximas ordens, você deve estar pensando o motivo de ter pedido você vir até aqui? Vou ser bem objetiva, quero ter você como meu primeiro escravo, e hoje tem uma festa disse ela severamente.
Compreendo Senhora responde Elias.
Ótimo, então quero que use o que estiver na sacola ordena Anitra.
Elias pega a sacola e retira o que estava na sacola: cinto de castidade, uma venda, cordas. E depois tira a sua roupa, que em logo seguida Anitra coloca nele o cinto de castidade que apertava o pênis dele. E depois ela faz uma inspeção completa e termina com um beijo delicioso no seu escravinho.
Elias volta a ficar de joelhos no lado esquerdo do sofá enquanto que a sua Senhora fazia algumas ligações e passando algum tempo Anitra volta a contemplar o seu escravinho e diz daqui um pouco vamos para o local da festa, e ele ao escutar isso fica apreensivo com o que poderia vir pela frente.
Passando uma hora o telefone de Anitra toca e ela fica uns quarenta minutos falando no telefone, que depois a Domme Negra se aproxima e coloca uma venda nos olhos e pela guia que em logo seguida coloca na coleira, leva Elias até na garagem que naquele momento já estava estacionado um carro grande, com um porta-malas grande, a Domme Negra prende com as cordas o Elias no interior do porta-malas.
Elias vendado começou a ficar excitado com esse momento, os seus braços presos, as suas pernas também estando presas, ele mal consegue escutar a Domme Negra conversar com a outra pessoa, que pela voz parecia ser um homem. Partem do local e por meia hora Elias não sentia dificuldade em tentar ficar no lugar, mas eles pegaram uma estrada de terra batida em logo seguida da meia hora de asfalto, e nessa estrada de terra batida Elias sente os solavancos que o carro dava.
Assim que esse carro chega no local a Domme Negra salta do carro, caminha até ao porta-malas, tira o Elias que sentia o seu corpo dolorido, mas ela não retira a venda dos olhos e em logo seguida se direcionam para uma casa, na varanda a Domme Negra e a pessoa que trouxe até nesse local conversam por pouco tempo, mas somente ela e Elias entram no interior da casa.
E no interior da casa tinha duas mulheres que estavam completamente nuas e sentadas no sofá. Ao verem Elias ficam olhando e uma delas fala olha só amiga Domme Negra que beleza, e a Domme Negra completa esse vai ser a nossa festa, e Elias estava com seu pênis duro e com o cinto de castidade doía, que consequentemente provocava uma grande excitação nas três mulheres.
Domme Negra segurando a guia leva Elias para um quarto que ficava no segundo andar, e nesse cômodo tiram a venda do Elias e, uma das duas tira o cinto de castidade que prendia o pênis dele, e logo em seguida a Domme Negra ordena que ficasse de quatro.
Enquanto que Elias estava de quatro, as três mulheres falavam baixo, mas em seguida uma delas fala quero que cumprimenta a Sra. Margarida antes que ele falasse algo sente o seu cuzinho sendo preenchido por um plug aclopado numa cinta, mas não permitir que fale, quero que cumprimente chupando a Sra. Gisele e com isso Elias estava preenchido por trás e na sua boca estava preenchida com outro plug. Assim Margarida e Gisele começam fazer os movimentos vai e vem que ia tirando gemidos abafados pelo plug que estava preenchendo a boca de Elias.
Aos poucos uma grande frenesi estava aparecendo quando as duas Dommes que estavam se deliciando com Elias começam a gritar e gemer de prazer até o gozo maravilhoso que elas tenham nesse momento que estava enchendo aquele quarto naquela casa num lugar distante da cidade.
Com esse gozo Margarida e Gisele estavam satisfeitas com o inicio da noite, mas elas estavam com intenções mais apimentadas, que início fala Domme Negra segurando o seu chicote, as duas Dommes que estavam se deliciando com Elias liberam paras a Domme proprietária desse escravinho, que no primeiro momento com seu chicote bate duas vezes na bunda de Elias que por conseqüência tira um ai sussurrado pelo escravo.
Mandei soltar esse ai? Pergunta Domme Negra severamente. E no momento que menos esperava Elias sente a sua bunda arder outra vez com o chicote batendo fortemente, que dessa vez não soltou sussurro, aprendeu então complementa Domme Negra, que em logo seguida começa a chicotear doze vezes, que na qual provocou nas três Dommes uma grande excitação.
E nesse momento o pênis de Elias estava duro como uma pedra e louco para gozar, mas, no entanto, não tinha recebido alguma ordem para gozar. To vendo que estás com vontade para gozar, mas não agora fala Margarida, e ele ao escutar essa ordem sussurra um sim Senhora que por conseqüência a Domme Negra chicoteia mais três vezes fortes provocando mais excitações nas pessoas que encontravam naquele quarto.
Com a sua bunda avermelhada e ardente Elias sente a Domme Negra passar a sua mão fria nessa parte do corpo, na bunda, provocando um gemido maravilhoso que deixou as três Dommes num ponto enlouquecedor.
Enquanto que a Domme Negra fazia massagens na bunda de Elias a Margarida pega pregadores de roupa e coloca nos mamilos dele que consequentemente provoca na terceira Domme a pegar uma vela e pingar nas costas dele. Cada pingo da cera, massagem, pressão nos mamilos Elias estava ficando cada vez mais excitado.
E a excitação dessas pessoas estavam ficando na flor da pele e implorando por um gozo fulminante, mas as Dommes viam que esse momento estava um pouco longe para o escravinho ter, contudo elas estavam querendo outro gozo. E com essa vontade Gisele ordena que Elias colocasse a sua boca na vagina da Domme Negra, assim ele faz o que fora ordenado colocando a sua boca naquela parte que é tão desejado por ele, e começa a chupar, beijar, lamber aquela vagina. Cada chupada, beijo e lambida que ele dava na vagina da Domme Negra ela soltava gemidos e se contorcia maravilhosamente que deixava todos enlouquecidos. E nessa loucura toda a Gisele pega um cinto com um pênis de borracha se aproxima do cuzinho de Elias, penetra enquanto que ele fazia o sexo oral. Em logo seguida Gisele dá ao inicio dos movimentos vai e vem.
Com a chupada e os movimentos que a Gisele fazia no cuzinho de Elias obtenham um gozo maravilhoso quando já passava das onze e meia da noite, e as três Dommes dão banho no Elias que depois ordenam que vestisse o cinto de castidade e fosse para a sala de visita esperar por elas.
Depois de duas horas as três Dommes descem e elas só estavam usando uma calcinha minúscula de cetim que deixou Elias mais ainda excitado. Domme Gisele se aproxima dele, passa suas mãos no peito, na barriga até chegar na área genitália, contudo nesse lugar ela fez nada.
A festa meu caro apenas está começando Comentou Domme Margarida com um ar de felicidade. As Dommes Gisele e Negra sentam no sofá, tiram as calcinhas e depois a Domme Gisele coloca a venda nos olhos de Elias.
Elias vendado é levado para o sofá, e é ordenado que chupasse cada uma que depois ele teria que advinhar quem seriam. Assim Elias com muito gosto ele executa o que fora ordenado, e quando terminou a sua tarefa sentindo o gozo de cada uma delas teve que advinhar quem seria cada uma delas, a Domme Gisele tira a venda e fala e podes dizer quem é a primeira, a segunda e a terceira Domme?, Elias olha para elas, assim que ele tenta abrir a sua boca para pronunciar algo, um som baseado numa melodia da A manha do Peer Gynt de Grieg começa a penetrar nesse cômodo que aos poucos iluminava aquele quarto provocando um efeito libertador e aos poucos Elias se via na sua sala de trabalho falando ao telefone com a Anitra no inicio da tarde depois do almoço... ...sonho ou realidade? O que vocês acham?