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Suellen, uma linda jovem francesa de 19 anos, veio passar uns meses no Brasil, ela veio por meio de intercambio, na qual a professora de francês é minha amiga desde a infância, onde ela estava hospedada. Por motivos familiares a professora precisou viajar urgente, deixando a Suellen hospedada em casa. Meio tímida demorou um pouco para se familiarizar em casa, mas com a conversa logo ela se soltou, ela me contou como é a vida em Paris onde ela mora com os pais e dois irmãos, teve a infância no interior da França onde o avô tem uma fazendinha de parreiras. A noite convidei para jantar num restaurante, pois não sou um bom cozinheiro, logo saímos e fomos para um boate onde nos divertimos até altas horas. Chegamos em casa era cinco horas da manhã de domingo, ela seguiu para o quarto de hospedes e eu fui tomar um relaxante banho no meu quarto e depois dormir. Logo pela manhã, umas nove horas, passei em frente ao quaro dela e reparei que a porta estava entreaberta, espiei pela fresta e notei como seu corpo era exuberante, ela estava dormindo de lado, num baby-doll azul celeste de rendinhas em azul escuro, transparecendo toda silhueta do seu corpo, e que corpo... ela tinha um par de pés pequenas e delicadas, pernas lisinhas e torneadas, parecia pernas de bailarina, bumbum redondinho e perfeitas, cintura fina, par de seios empinados, rosto que lembra um pouco a Juliana Paes, com lábios grandes e carnudos, e longos e fartos cabelos castanhos. Fiquei admirando a moça dormindo por alguns minutos... Depois fui preparar um café da manhã. Saímos para passear no shopping, ela adorou muito, ficou impressionado com nossos costumes, pois ela achou pessoal daqui muito alegre e cativo. Na segunda feira, deixei-a na escola de idiomas na qual ela veio como intercambista, e fui trabalhar como sempre faço de segunda a sexta feira. Na hora do almoço passei em um sex shop já com as segundas intenções, comprei vários apetrechos, dentre elas, mordaças em forma de pênis, capuz em couro com amarras e apenas orifício para respiração, plug, vibrador cordas etc. Naquela noite sem ela saber, coloquei um sonífero na refrigerante dela na hora do jantar e aguardei seu efeito enquanto ela assistia novela no sofá da sala, em pouco mais de meia hora já havia caído no sono profundo. Fiquei alguns minutos apenas olhando ela dormir como um bebê. Depois comecei a acariciar a sua pele delicada e sedosa e por fim tirei toda a roupa dela, deixando-a completamente nua, descobri que ela tem xaninha depilada, maravilhosa. Carreguei-a com cuidado para o meu quarto, coloquei a de bruços na cama e prendi seus pulsos nas costas com um par de algemas em couro, passei uma cinta cheia de argolas em torno da cintura e atei as algemas na fivela. Peguei uma corda e dei algumas voltas por cima dos seios e também por baixo, e arrematei com nó bem firme nas costas, amarrei os cotovelos juntos e atei a corda em torno do seu tórax, ela podia se debater, mas não havia como se desvencilhar das amarras. Peguei outro pedaço de cordas e passei entre as amarras do cotovelo e passei por ombros e atei na frente entre as cordas que passavam por cima e por baixo dos seus seios. Coloquei a mordaça, o qual ocupou todo interior da boca dela e afivelei-a na nuca, depois encapuzei a cabeça, apertando bem as amarras do capuz por trás da cabeça para deixar bem justo e para completar passei a “coleira” que faz parte do capuz, entorno do pescoço e prendendo-a com um cadeado que acompanhava. Mesmo que ela tentasse remover capuz não seria possível sem remover o cadeado da coleira. Para completar, passei KY no plug e enfiei no cuzinho dela, entrou apertado. Ainda coloquei afastadores no joelho e nos tornozelos impossibilitando-a de fechar as pernas. Fique ali cerca de uma hora contemplando aquela escultura de mulher, toda amarrada e exposta, indefesa, quando começou a recobrar os sentidos. Ela gemia e virava cabeça de um lado para outro, no momento que teve noção da real situação, começou a se debater freneticamente, soltava hurros abafado por mordaça, suas mãos tentavam em vão se libertar, deixando libido nas alturas. Comecei a acariciar suas coxas, ela tomou um susto, tentou falar algo, indecifrável, continuei calado, passei os dedos na xaninha, e comecei a passar a língua no bico dos seios. Ela se acalmou um pouco, sua xaninha começava a ficar úmida e os gemidos que ela soltava já não era mais de medo, mas de prazer. Fiquei ali brincando com o plug e passando a língua no clitóris, os quais podiam se notar os perinhos do braço ficar toda arrepiada. A sua respiração começava a ficar compassadas, ela havia se entregado, não havia como lutar contra as amarras que o prendiam seus braços, e nada podia ver, nem gritar. Introduzi o vibrador na xaninha e liguei no máximo, ela soltou hurro e se contraiu. Mas reparei que estava tentado tirar os “brinquedinhos“, então peguei outro pedaço de corda e passei nas argolas da cinta e por entre as pernas, forçando instrumentos no seu interior. Suellen protestou, se contorcendo e dificultando o trabalho, então dei algumas tapas nas ancas, o qual me pareceu que ela tinha chorado. O vibrador na sua vagina ia surtindo os efeitos, ela soltava gemidos longos e compassados, coloquei-a de pé do lado da cama e passei uma corda em uma das argolas estrategicamente preso no teto do quarto e prendi na corda que atava os cotovelos, obrigando-a ficar na ponta dos pés e numa posição meio desconfortável. Para completar, prendi os mamilos com uma presilha própria e com pesinhos na ponta. Ela gemia gostosa, fiquei brincando com as presilhas, ao mesmo tempo acariciando o clitóris com a língua entre as cordas que prendiam instrumentos no seu interior. Não agüentei de tesão, soltei as amarras que prendiam o vibrador e enfiei o pau duro na xaninha e gozamos gostoso. Logo depois notei que ela ficou relaxada, entorpecida pelo orgasmo, então a soltei do teto, despencou em meus braços toda amolecida, libertei calmamente seus braços e as pernas. Imediatamente tentou em vão remover o capuz, tateando as amarras atrás da cabeça, mas o capuz estava bem preso na sua cabeça, pois os nós do cadarço que mantinham o capuz justo na sua cabeça ficavam em baixo da coleira que estava firme em volta do seu pescoço, cuja fivela era preso por um cadeado. A sua respiração era ofegante descompassado, provavelmente o pavor já havia tomado conta de si, pois nada podia se ver, nem escutar direito, muito menos pedir por ajuda, pois o interior da sua boca estava tomado por uma mordaça. Enquanto ela tentava se desvencilhar inutilmente do capuz, preparei um banho com sais na banheira de hidromassagem, conduzi-a pelo braço, meio receosa, ela me seguiu, coloquei a na banheira, e deixei-a relaxar um pouco, entrei também na banheira e delicadamente a esfreguei todo seu corpo com as mãos, pude sentir cada palmo da sua pele macia e sedosa. Fique por de trás dela, falei no ouvido dela pra se comportar direitinho, assim eu a livraria do capuz o mais rápido possível, ela concordou com polegar da mão. Então, removi o plug que ainda estava enfiado no seu cuzinho e enfiei o meu pau duro, ela gemeu gostosa, segurei-a pela cinta em torno da cintura e soquei o pau pra dentro até gozar gostoso. Ela literalmente gozou também de tanta tezão que a sentia. Feito o trabalho, saímos do banho e enxuguei-a com uma toalha, também fiz o mesmo, depois coloquei um roupão e conduzi-a nua de volta para o quarto. Já era tarde da noite, então, antes de dormir, para manter aquela maravilha de cuzinho e vagina arrombada, peguei uma cinta de castidade, onde tinha dois plug infláveis atado estrategicamente na cinta. Ela aguardava de pé, então pedi para afastar as penas e a introduzi os plug, primeiro no cuzinho e depois na vagina, fixei bem as cintas na cintura para evitar remoção. Coloquei deitada de bruços na cama, prendi novamente seus pulsos com algemas de couro e fixei nas argolas da cinta, e finalmente inflei os plug com a bombinha que o acompanhava. Fui bombeando até que ela começou a gemer de dor, desinflei um pouquinho e a deixei ali deitada na cama, agora de barriga para cima. Deitei abraçada nela, fiquei chupando suas tentinhas e acabei caindo no sono, mas foi um sono perturbado, pois ela não dormia e também ficava se mexendo o tempo todo e também gemendo, talvez por causa dos plug, o capuz e a mordaça, que provavelmente a incomodava muito. Só por causa disso resolvi deixar encapuzada e com cinto por mais um bom tempo. Já de manhã, ela não tinha dormido nada, muito menos eu, mas como já era quase a hora de acordar. Então me levantei e peguei as cordas e amarrei os tornozelos dela nos pés da cama e depois com outra corda passei por cima dos seios e por baixo dos braços e puxei para cima e amarrei na cabeceira da cama, de modo que seu corpo ficasse esticado. Ela protestou fazendo sinal de negativo com a cabeça e continuava a gemer, mas disse que ficaria assim até eu voltar do trabalho, porque não me deixou dormir a noite toda. Naquele dia trabalhei como se fosse qualquer dia, apesar de estar ansioso pra chegar logo final do expediente para ver a doce Suellen toda indefesa e pronta pra me deliciar. Mas justo nesse dia não passava a bendita hora, o dia parecia mais longo que as outras. Finalmente fiquei o cartão e voltei ansioso para casa. Cheguei em casa e entrei no quarto, ela ainda esta do mesmo jeito que a deixei, também não tinha como se mexer. Tomou susto quando acariciei seus seios, presumi que já era de bom tamanho o castigo que lhe apliquei, então, a soltei as cordas e libertei-a, da cama depois, coloquei-a de bruços e soltei o cadeado que prendia fivela da coleira e desatei laços das amarras que prendia o capuz. A sua expressão era de alivio, os olhos estavam recoberto remelas, seu delicado rosto estava marcado pelas costuras e dobras do capuz, desatei as cintas que prendiam suas algemas. Ela tentou de imediato alcançar a mordaça, mas as algemas o impediam, Então tentou alcançar as fivelas do cinto de castidade que ficam em frente. Ajoelhada sobre a cama e com muita dificuldade soltou-a e removeu chorando, pois o plug estava inflado e muito grande no seu interior, fazendo com que doesse muito. Soltei as algemas e de imediato ela removeu a mordaça. Naquela noite tivemos uma longa conversa e ficamos combinados que ambas as partes não revelaria nada para conhecidos próximos, depois tivemos uma deliciosa noite de amor. Depois de alguns dias ela partiu de volta para seu país natal, hoje ela é casada com um rico dono de um Chateau, mae de dois filhos. Por ironia do destino, sou casado com cunhada de um dos irmaos dela e atualmente trabalho no Chateau do marido dela. Quando ele viaja a negocios, temos ainda noites picantes de bondage e shibari.