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Um Sonho
Foi num fim de semana prolongado. Saímos bem cedo na sexta e fomos para uma praia deserta. MA RA VI LHO SA.
Eu estava de motorista e a Senhora fez a viagem inteira, aproximadamente três horas e meia, no banco de trás descansando os pés em meu ombro.
Era mais ou menos dez horas da manhã quando chegamos ao paradisíaco cenário. Saí do carro, abri a porta para que a Senhora pudesse descer, descarreguei sua pouca bagagem. Abri a porta da cabana de praia, antecipadamente reservada, e esperei que a Senhora entrasse antes. A cabana era interessante tinha boas condições de hospedagem, mas estava, talvez por ordens suas, inabitável. A bagunça era generalizada, sujeira, desarrumação e desordem que arrancaram da Senhora expressões de espanto, indignação e nojo. Recebi a ordem para entrar e aproximar-me da Senhora.
Ao postar-me diante da Senhora recebi um tapa no rosto e duas ordens.
- Dispa-se e depois trate de deixar esse pardieiro em condições para me receber.
Assim que acabei de me despir a Senhora saiu. Antes, porém, ordenou.
- Pegue a rede e arme-a lá. Apontou para duas árvores na praia a pouco mais de quinze passos da entrada da cabana. Imediatamente apanhei a rede, pedi licença e saí para armá-la no local indicado e na altura que eu sabia agradaria a Senhora.
Na volta encontrei-a apenas com a parte de baixo do biquíni, num delicioso topless. Tentei desviar o olhar e, entre sorrisos, a Senhora disse:
- Adoro topless e por isso escolhi esse local. Aqui posso bronzear os seios, tranqüila e sossegadamente. Entorpecido com aquela visão, devaneei por alguns segundos até voltar à realidade ao som de sua voz.
- Encontre meus chinelos e coloque-os em meus pés.
No segundo seguinte já estava ajoelhado colocando os chinelos em seus pés e a Senhora, por provocação, balançava sensualmente os dedinhos dificultando a minha tarefa apenas para que eu pudesse ter seus pés nas mãos por mais tempo. Quando, enfim, conclui a tarefa aproximei a boca para beijar-lhe os pés, fui repelido pela Senhora, com força, empurrando-me com os pés no rosto. Perdi o equilíbrio e acabei caindo. A Senhora passou sobre mim, sem pisar e saiu dizendo somente.
- Agora faça o que mandei e me chame quando tiver terminado.
Comecei, freneticamente, a arrumação da cabana, vez ou outra, porém, espiava a Senhora deitada na rede, desfilando na praia, ou tomando banho de mar. Uma visão do paraíso. Em determinado momento ouvi a Senhora me chamar com firmeza. Eu conhecia aquele tom e soube, na hora, que havia algo errado. Apressei-me em atendê-la o mais rápido possível.
Quando cheguei perto, a Senhora disse com autoridade, mas sem alterar o tom da voz.
- Você se esqueceu de passar o protetor solar, idiota. E, novamente, me esbofeteou. E continuou.
- Vamos faça isso agora, seu irresponsável.
Tentei, em vão, explicar que seria necessário voltar à cabana para buscar o protetor, mas antes que concluísse a frase...nova bofetada.
- E o que está fazendo ainda aqui, incompetente? Vamos, anda e não demore.
Pedi licença e saí correndo, alucinado, para cumprir mais essa ordem, mas no desespero, no meio do caminho, levei um baita tombo na areia. Mesmo assim, muito rápido, estava de volta. Mais quatro tabefes
1 - Por ter se esquecido de passar o protetor.
2 - Por não ter trazido o protetor quando te chamei a primeira vez.
3 - Pelo tombo.
4 - Pela demora
A cada tapa eu baixava a cabeça e agradecia. Quando a Senhora já havia terminado de me bater, sem levantar a cabeça, pedi permissão para aplicar o protetor. A Senhora acomoda-se na rede e com apenas um aceno de cabeça autoriza a aplicação do protetor. Com a Senhora refestelada na rede comecei a passar o protetor. Primeiro no pescoço, depois nos ombros, nas costas, nos braços, nas mãos, nas nádegas, nas pernas. A Senhora virou-se e divertiu-se com meu tesão.
Cuidadosamente, retomei a tarefa, passei protetor em seu rosto, nas laterais do tronco, na virilha, na barriga. Nos seios parei por algum tempo, divertida, a Senhora num sinal mandou que eu continuasse. Passei nas pernas e, carinhosamente, nos pés.
- Agora pode ir, a Senhora disse. - Estou cansada e com fome. Quero comer e descansar. Vá e não demore com a arrumação. Depois completou. - Como você foi negligente em relação ao protetor serei mais severa na avaliação de seu serviço na cabana. Agora vá.
Confesso que foi trabalhoso, mas deixei a cabana um brinco. Limpa, arrumada, organizada e cheirosa.
Assim que terminei o trabalho de limpeza, achei prudente preparar uma leve refeição para o provável caso da Senhora voltar com fome e querer comer alguma coisa antes do banho. Como fui muito bem treinado, foi o que aconteceu. Poucos minutos depois de tudo limpo, lanche preparado, ouvi a Senhora chamar-me uma única vez e corri para atendê-la. Dessa vez com cuidado para não cair novamente. A Senhora já estava satisfeita com mar e areia e desejava voltar à cabana. Ajudei-a a levantar-se da rede, recolhi todas as suas coisas; esteira, guarda-sol, frasqueira e a acompanhei até a entrada da cabana. Antes que a Senhora chegasse à entrada, coloquei-me em posição de guarda, abri a porta para a Senhora e esperei que entrasse antes de mim. Eu havia tomado o cuidado de deixar uma vassoura à porta, pois eu sabia que quando a Senhora entrasse, certamente ia deixar areia cair e que em sua inspeção a areia derrubada seria levada em conta. Na medida em que a Senhora caminhava, inspecionando cuidadosamente cada milímetro da cabana, ia derramando areia e eu atrás limpando, mantendo o mesmo asseio. Depois de zelosa inspeção, a Senhora parou perto da pia, me mandou guardar a vassoura, parar diante da Senhora e então disse:
- Excelente trabalho, não fosse por isso. Nessa hora a Senhora limpou, com as mãos, o grosso da areia que permanecia em seu corpo, derrubando-a ao chão para onde apontou. Desferiu-me uma bofetada em cada face e concluiu.
- Por esse descuido. Vamos limpe isso, agora. Depois veja algo leve para eu comer, estou morta de fome.
Antes mesmo de eu começar a limpeza, a Senhora tirou a parte de baixo do biquíni e jogou em minha cara.
- Quero que lave isso. Mais tarde, quem sabe, eu queira usar novamente. Seco. Antes acenda um cigarro e leve junto com o lanche na varanda. Estarei te esperando.
Havia, na varandinha uma poltrona que eu havia preparado, justamente para seu descanso enquanto esperasse eu lhe servir o lanche e preparar seu banho. Peguei o lanche, preparei rapidamente uma deliciosa caipilima, com pouquíssimo açúcar que eu sei que é como a Senhora adora, acendi seu cigarro, peguei um cinzeiro, coloquei tudo numa bandeja e levei até a Senhora. Ajeitei a bandeja sobre uma mesinha antecipadamente preparada e quando ia me retirar a Senhora me mandou esperar e me aproximar. Eu pensei que, por algum motivo, ia levar nova bofetada. Silenciosamente tentei adivinhar a razão, mas não encontrei. Lembrei que se a Senhora quisesse, mesmo sem razão, iria bater apenas pelo prazer de me ver agradecendo por apanhar. Tenso e de cabeça baixa me aproximei, aí a Senhora levou lentamente os pés até meu pau, dizendo:
- Este pauzinho está tão murchinho. Vamos ver se ele cresce?
Desnecessário dizer que a ereção foi automática, mas tão logo eu me excitei a Senhora, rindo, tirou os pés e mandou que eu me ajoelhasse. Foi o que fiz.
- Como você foi um bom menino até aqui, acho que merece o prêmio de ter meus pés em sua cara por alguns segundos.
A Senhora passeou divertidamente os pés em meu rosto limpando nele o que havia sobrado de areia. Eu ia lamber seus pés, mas a Senhora, preocupada, impediu dizendo para esperar o banho. Peguei seus pés, limpei com as mãos o pouco de areia que ainda havia sobrado, limpei o chão e pedi autorização para ir preparar seu banho. Mas uma vez a Senhora, com os pés, empurrou o meu rosto com força e disse enquanto eu me erguia:
- Vá e não demore. Quero exatamente a temperatura que eu gosto. Nem um grau a mais, nem um grau a menos.
Agilmente me ergui e fui preparar-lhe o banho. Peguei as toalhas (uma para o corpo, uma para o rosto e outra para os cabelos), xampu, condicionador, sabonete líquido, creme para o corpo, creme para os pés e o meu termômetro que, providencialmente, eu sempre carrego comigo para medir a temperatura da água de seu banho. Os cremes eu coloquei ao lado da cama, no quarto, para eu aplicar depois na Senhora, o resto coloquei no box para que nada faltasse em seu banho. Do lado de fora deixei o chinelo de sua preferência e medi a temperatura da água com o termômetro que guardei depois. Antes de ir buscá-la, pensei comigo, nunca imaginei que uma pequena cabana, numa praia erma pudesse ter tanta estrutura e me dar tanto trabalho. Sorri e conclui meu pensamento. Mas isso aqui tem sido o paraíso para mim. Adoro servir minha dona. Fui até a Senhora que sorriu ao me ver me aproximar e perguntou:
- Pronto cachorrinho? Meu banho está preparado? Assenti com a cabeça. - Mas eu estou tão cansada para ir andando e, ao mesmo tempo, tão necessitada de um banho. Não sei o que fazer, cachorrinho.
Aproximei-me da Senhora, me coloquei de quatro e esperei a Senhora montar em mim. Com todo o cuidado carreguei-a em meu lombo, da varanda ao banheiro (felizmente a distância não era grande) e dei-lhe um banho relaxante. Comecei pela cabeça e fui descendo. Quis parar mais tempo nos seios, nas nádegas, na vagina e nos pés, senti que a Senhora também desejava isso, mas temi castigos e continuei no mesmo ritmo. Ensaboei-a e enxagüei-a delicadamente e com capricho. Pude sentir seus músculos relaxarem. Ao perceber que já estava satisfeita desliguei o chuveiro, enxuguei-a, coloquei os chinelos em seus pés, vesti um roupão de banho na Senhora e me coloquei de guarda diante da porta esperando a Senhora sair antes de mim para, em seguida, acompanhá-la.
A Senhora deitou-se na cama, abriu, provocativa, o roupão e antes que pudesse dar a ordem eu já estava alisando seu corpo com as mãos cheias de creme. A Senhora apenas virava o corpo ou erguia as pernas ou braços indicando, dessa forma, onde queria que eu passasse o creme. Depois do creme no corpo eu peguei o outro bastão e delicadamente comecei a passar em suas mãos e depois, com muita calma, em uma suave massagem, em seus pés. A Senhora adormeceu depois de dizer.
- Vou descansar um pouco, mas ao acordar quero uma bela refeição para repor minhas energias. Quero o máximo de silêncio...e dormiu.
A comida estava bem adiantada. Conferi apenas alguns detalhes e pude velar seu sono. A vontade que tive era acariciar seu corpo inteiro, beijar-lhe os pés, deitar-me ao seu lado, protegê-la. Mas eu sabia que não devia fazer isso. Meu lugar nunca foi na cama, ao seu lado, mas sim no chão ao lado dela.
A Senhora adormeceu pesadamente. Preparei a mesa de maneira elegante, castiçal e flores (a Senhora havia pensado em cada detalhe. Nada faltou para um serviço bem feito). Fiz uma salada leve e um prato quente (peixe com molho de camarão e arroz) e vinho branco era a bebida. Na sobremesa, a Senhora teria sorvete. Dúvida enorme passou a povoar meu pensamento. Qual a atitude correta para aquela situação? Acordá-la para que pudesse desfrutar de tudo o mais fresco possível ou esperar a Senhora acordar naturalmente? Refleti e considerei a possibilidade de ser punido tanto num caso como em outro, optei então em que a punição ocorresse o mais breve possível. Carinhosamente acordei a Senhora que ao despertar, para minha surpresa, apenas perguntou preguiçosamente:
- A comida está pronta, cachorrinho?
- Está sim, Senhora. Respondi. Preferi não comentar sobre a hesitação que eu acabara de ter. Felizmente agradei a Senhora. Foi esse meu último pensamento antes de colocar o chinelo em seus pés e receber o prêmio.
- Cachorrinho! Já tomou seu banho?
- Não, Senhora. Respondi.
- Vá. Você deve estar cansado. A mesa está posta?
Pegar suas mãos e acompanhá-la até a mesa foi minha resposta. Esperei a Senhora sentar-se à mesa. Servi-lhe o vinho e com um simples aceno de mão a Senhora me liberou para o banho.
- Cinco minutos, cachorrinho. Depois o quero aqui, sob a mesa.
Tomei um reconfortante banho rápido e mesmo mal enxuto enfie-me sob a mesa onde a Senhora ainda se alimentava.
- Acha que permiti que tomasse banho apenas porque sou boazinha, cachorrinho? Errado. Sou boazinha também, mas agora quero brincar, mas eu queria você limpinho. Vou balançar as pernas e você terá que conseguir beijar meus pés sem machucar e sem colocar as mãos. Cada vez que conseguir ganha uma migalha do que eu estou comendo, cada vez que me machucar ganha um tapa no rosto com a sola do pé. Prepare-se, vou começar. A Senhora começou a balançar os pés, trocando-os a todo instante, dificultando de todas as maneiras o cumprimento da ordem que me deu. Sempre com muito cuidado eu ia tentando beijar seus pés. Quando eu conseguia, a Senhora me dava, com as mãos, um pedaço do que estivesse comendo, mas ganhei pelo menos uns vinte tapas.
Não machuquei, com certeza, mas vez ou outra a Senhora dava um gritinho fingindo dor e me batia na cara com a sola do pé que estivesse mais perto. Em determinado momento a Senhora, que estava só com o roupão colocou ambos os pés no chão, afrouxou o roupão e bem diante de meu rosto abriu as pernas expondo seu sexo delicioso a poucos centímetros do meu rosto.
- Veja, sinta o cheiro de sua dona, cachorrinho. Pode aproximar-se cachorrinho.
Aquele cheiro era inebriante. Não me contive e fui sugar aquela seiva, mas a Senhora fechou as pernas com força, prendendo meu rosto antes que eu pudesse encostar na Senhora. Depois puxou fortemente os meus cabelos e disse.
- Você recebeu ordens apenas para tocar meus pés. Coloquei os dois no chão e não obedeceu. Olha que fui generosa parei de balançar porque queria te dar o resto da minha comida. Mas, você, cachorrinho não obedeceu, então vai ficar sem comer até a próxima refeição. Vamos, levante-se, vá buscar umas roupas para eu vestir e a chave do carro. Vou dar uma saidinha para fazer umas compras na cidade. Nada de praia, televisão ou comida. Se quiser pode beber água, ir ao banheiro e ler alguma coisa. Ai de você se me desobedecer.
Quando eu voltei com suas roupas a Senhora havia guardado tudo na geladeira e trancado-a com um cadeado. Um copo de água, um livro e uma coleira estavam sobre a mesa. Depois de vesti-la, a Senhora me encoleirou de maneira que eu só pudesse ir ao banheiro ou ao filtro beber água. Pegou as chaves e saiu. Olhei no relógio que apontava dezesseis horas, deitei sob a mesa, exausto, com fome, sem sede e, devido a sua demora, acabei adormecendo.
Acordei muitas horas depois (olhei outra vez no relógio e era meia noite) quando a Senhora chegou e me despertou com um pacote na mão.
- Eu disse que você podia dormir?
Confesso que meu corpo tremeu de pavor. Pensei que iria tomar uma enorme surra ali mesmo. A Senhora percebeu, claro. Felizmente apenas riu e concluiu:
- Também não disse que não podia.
Em seguida a Senhora me libertou, liberou-me para ir ao banheiro e ajeitar a sua sacola em algum canto. A sacola que havia trazido era de um sex shopping e estava repleta de objetos. Disfarcei meu sorriso e pensei.
Oba! Vai usar tudo comigo no resto do fim de semana. Fui ao banheiro e enquanto urinava um pensamento constante me perturbou:
Pôxa! Será que ela levou todo esse tempo num sex shopping? Tive vontade de perguntar, mas, acertadamente, declinei dessa idéia. Não! Não é da minha conta.
Quando voltei a Senhora pediu para esquentar o jantar, ficou algum tempo no banheiro, voltou e jantou. Dessa vez, me permitiu comer numa cumbuca, no chão, ao seu lado, na mesa.
Estava morto de fome e, rapidamente, comi tudo. Noutra cumbuquinha tomei a água que eu mesmo tinha colocado por ordem da Senhora. Depois do jantar, a ordem:
- Pegue a sacola que eu trouxe das compras e traga-a para mim.
É agora. Pensei, eufórico.
Trouxe a sacola, a Senhora deitou-se no sofá, mandou que eu ficasse agachado aos seus pés e começou a olhar um a um os objetos que tinha comprado.
- Enquanto eu analiso com mais calma esses objetos, você pode, cachorrinho, lamber os pés da dona.
Foram os melhores momentos do meu dia. Autorização para lamber os pés da minha dona.
A Senhora pegou e olhou detalhadamente objeto por objeto. Alguns eu sabia muito bem o que eram e para que serviam, outros nem desconfiava. A Senhora os analisou cuidadosamente, depois separou em três pequenos montes. Eu estava me divertindo em seus pés (A Senhora, quando queria que eu beijasse outro ponto virava os pés apenas indicando onde queria tê-lo beijado, depois se ajeitava novamente e eu ficava beijando aquele ponto, quando queria que eu beijasse o outro pé, descruzava as pernas e cruzava novamente), mas ao mesmo tempo curioso em descobrir o que a Senhora havia comprado, como usaria todo aquele arsenal e o que significava aquela separação em três montes. Meus pensamentos borbulhavam.
Será um para cada dia? Serão todos para usar comigo? Será que vem mais alguém? A curiosidade me fez parar, por segundos, o que estava fazendo.
Excitei-me, a Senhora percebeu e disse autoritária.
- Vamos, continue. Porque parou? Mandei parar? Recomecei.
Foram quase duas horas nesse jogo delicioso, de repente a Senhora levantou-se dizendo:
- Cansei.
Pensei comigo.
É agora.
- Vá fazer minha cama. Quero dormir, amanhã o dia será difícil para você. Faça uma caminha para você ao lado da minha cama.
Frustrado e com raiva obedeci, ainda pensando que durante a noite ela iria me fazer uma surpresinha.
Fiz as camas, tirei a roupa da Senhora. Guardei com cuidado. A Senhora deitou-se nua.
- Faça uma massagem em mim. Quero relaxar bastante antes de dormir. Depois pode deitar, mas fique atento. Se eu precisar de você durante a noite eu o acordo.
Não consegui conter o sorriso de esperança. Fiz a massagem com satisfação até que a Senhora estivesse bem relaxada. Deitei excitado esperando a Senhora precisar de mim. Adormeci e acordei, frustrado, na manhã seguinte bem cedo e pensei.
Se ela não vai me usar porque viemos para cá, então?
Só então me dei conta que estava sendo usado o tempo todo e que o erotismo era apenas vontade minha e que poderia não acontecer. Essa conclusão, estranhamente, também me excitou.
No segundo dia tudo foi exatamente igual. Praia, protetor, tapas, comida, banho, caipilima, vinho branco, cremes, privações. Eu a cada ordem que cumpria me excitava e tomava um tapa com outra ordem.
- Trata de amolecer esse pau. Você só pode ficar excitado se eu quiser, quando eu quiser e como eu quiser. Entendeu?
De vez em quando, em meus afazeres, a Senhora se aproximava e passava a mão na minha bunda com malícia ou me encoxava ou fungava em meu pescoço ou ainda tocava meu pau.
Eu arrepiava inteiro e a Senhora se divertia. Entre risos e sussurros a Senhora dizia:
- A putinha está excitada, é? Doidinha para dar para a Dona, não é? Calma. Eu vou te comer quando eu quiser. Só quando eu quiser.
Meu pau latejava e parecia que ia estourar. A Senhora rindo dizia.
- Viu? Quando eu quero, do jeito que eu quero.
No terceiro dia, recebi a ordem de deixar tudo pronto para irmos embora. A Senhora segurou algumas coisas. As roupas que usaríamos e o que eu deveria preparar para o almoço, entre elas.
Antes de almoçarmos a Senhora pegou a sacola e me entregou. Eu já conformado com aquele fim de semana, maravilhoso é verdade, mas frustrante por outro lado, estranhei. A Senhora me manda verificar o que tem dentro. Eram as lingeries vermelhas que estavam na sacola e que eu tinha visto no primeiro dia. A Senhora me fez vesti-las, colocou uma música da Gretchen e disse:
- Quer que eu te coma, cachorrinho? Quer? Então vai ter que fazer uma perfomance para mim. Bem putinha, bem vadia, bem rampeira e bem safada. Se eu gostar você vai ter o que quer.
Aí a Senhora, com olhar perverso, mostrou o consolo que usaria em mim. Naquele momento tudo o que acontecesse seria lucro para mim. Essa certeza fez com que eu tivesse performance relaxada, sensual e erótica, por isso, perfeita. Ao final da música eu já estava completamente nu e rijo. Ouvi a ordem que estive esperando o fim de semana inteiro.
- Agora vá rebolando e de quatro até o quarto.
Ali, meu fim de semana prolongado teve seu ápice.