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A Maior Humilhação
Estava seguramente assustada enquanto esperava por Ele. Sentada numa esplanada ela olhava para todo o lado e para nenhum á espera de o reconhecer em algum lado. Só O havia visto uma vez, numa foto muito pequena e estava com o medo
Ele chegou enfim, ainda com o fato de trabalho
Via-se bem que era Superior, Majestoso até
O Senhor havia chegado e era altura de se levantar e dirigir a Ele
Olhou para ela e disse-lhe:
- Olá cadela, pronta para começar a fazer a descida?
Ela corou e anuiu com a cabeça. Ela sabia ao que Ele se referia
A descida
Isso assustava-a tanto e dava-lhe tanto gozo ao mesmo tempo
A descida
Os primeiros passos da entrega
Os primeiros degraus da decadência, da degradação
No fundo ela estava contente, ia finalmente obedecer a um Dono
Entregar-se sem reticencias, para que Ele fizesse dela o que entendesse
Quando começaram a andar, ela pensou que se tivesse uma cauda estaria de certeza a abanar nesse preciso instante.
Ele levou-a então até ao carro. Lá dentro Ele disse-lhe para ela tirar a saia e a camisola.
- Despe-te!! Tira tudo!!! As cadelas não andam na rua vestidas. TIRA!!!
Ela corou mais uma vez e obedeceu. Tirou tudo enquanto ele começava a tirar o carro dali
Quando entraram na via rápida ela estava toda nua e sentada no banco da frente
Estava um dia quente e ela via que toda a gente nos outros carros a via também. Olhavam para ela, para o peito dela, Sentiu vergonha e tapou o peito com as mãos. Antes que desse conta, sentiu um estalo forte na cara.
- O que é isso? Vergonha? Huh? Cadela!!! Uma puta relaxada como tu? Tens vergonha? Tens? Pois muito bem, agora vais abrir as pernas, colocar as pernas no tablier do carro. Pernas bem abertas!!! PERCEBESTE???? BEM ABERTAS!!!! Toda a gente vai ver a cadela que és!!!
Ela corou mais uma vez, e obedeceu
A face vermelha não a deixava esquecer do poder da mão do seu Senhor.
Levantou uma perna e depois a outra e meteu-as em cima do tablier
Exactamente como o Dono lhe tinha mandado fazer
Os carros passavam por eles e apitavam, todos viam o sexo dela aberto e exposto. Ela quase chorava de vergonha e humilhação
Pararam num sinal vermelho e ao lado deles um camião. Ela julgou que ia morrer de tanta vergonha e cerrou um pouco as pernas
O Dono bateu-lhe mais uma vez, desta vez na perna, deixando uma marca vermelha e quente na coxa dela
ela tremeu com o impacto e sentiu as lágrimas a quererem aparecer
abriu as pernas
o mais possível e encostou-se para trás, julgando que estava a ser uma boa submissa
e mais uma vez o estalo repete-se.
- Julgas que estas com quem? Huh? Cadela ordinária??? Alguém te deu ordem para relaxares? Costas direitas!!!! Rápido
Endireitou as costas e quando se mexeu percebeu que estava completamente molhada, como uma verdadeira cadela com cio que ela sabia que era
O Dono mandou então que ela se virasse de costas para o vidro e que mostrasse o cu a todos os que passavam por eles de carro. Virou-se e colocou os joelhos no banco e apoiou os barcos na parte de cima do banco expondo a todos o cu. Os apitos não se fizeram demorar e a humilhação e vergonha pela qual estava a passar eram horríveis, enormes e tão saborosas
Sentiu-se tão degradada, tão porca, tão disponível, tão decadente
que não conseguiu impedir que o líquido do sexo lhe escorresse pelas pernas abaixo.
Ele continuou a conduzir durante mais duas horas
a mostrar a toda a gente a cadela que tinha ao lado dele
e a ela só lhe faltava abanar a cauda