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O Médico Sádico

Eu tenho 18 anos mas aparento menos porque não sou muito alto e quase não tenho pelos pelo corpo, nem mesmo no púbis. Eu fui criado com muito rigor, principalmente pelo meu pai, que me ensinou a ser um menino obediente. Depois que ele nos deixou ha um ano, eu sinto às vezes falta de alguém que me domine, mas nunca comentei com ninguém. Talvez isso explique o que aconteceu na semana passada, quando eu fui ao médico para fazer um exame de rotina que o colégio pediu. Quando entrei no consultório, ele mandou eu me sentar e começou a fazer perguntas. Chegou uma hora que ele comentou que eu era muito delicado, expliquei que era por causa da minha criação, mas ele insistiu: - Você nunca foi mulherzinha para ninguém? Eu tive vontade de sair da sala, mas alguma coisa naquele homem não deixou. Ele era bem mais alto e mais forte do que eu e devia ter perto de 50 anos. Seu aspecto era bem enérgico. - Não, doutor, eu juro. - Nem sente vontade? - Nnnnão, claro que não. Na verdade, eu gosto de obedecer mas nunca pensei em sexo com outro homem. - Obedecer como? me explica isso. - Eu não sei bem, doutor, são só coisas que eu imagino, um homem mandando em mim... Ele abriu um largo sorriso e me mandou voltar para a sala de espera. Disse que o meu exame poderia ser demorado e era melhor ele atender os dois pacientes que estavam esperando para depois cuidar de mim. Uma hora depois, ele terminou, dispensou a secretária e me mandou entrar. Parecia um pouco aborrecido mas eu achei que era cansaço que ele estava sentindo. Estranhei que ele não estava mais com a roupa de médico, ele estava só de roupão. Ele explicou que tinha tomado um banho e mandou eu tirar a roupa e eu fiquei só de cueca. Ele não disse nada, só me deu um tapa na cara que me jogou no chão. - Você diz que gosta de obedecer então porque não tirou a cueca? eu disse pra ficar nu, moleque. Eu me levantei e peguei a minha roupa pra me vestir de novo. Eu estava chorando mas ele deu uma gargalhada. E mais outro tapa, desta vez mais forte. - Você pode chorar, eu até gosto. Mas não pensa em sair daqui porque nós estamos sozinhos talvez até no edifício inteiro. A essa hora, todo mundo já encerrou e foi pra casa. Então, vai me obedecer ou quer apanhar mais? Larguei a roupa de volta e tirei a cueca. Meu pau, que já não é grande, estava do tamanho de meio dedo mindinho. - O que é que o senhor quer que eu faça? - Quero que você seja meu escravo por uma hora ou duas... o tempo que eu desejar... até eu me sentir satisfeito... - O senhor vai me machucar? - Um pouquinho... mas você vai gostar... A essa altura, ele já estava me pegando pela nuca. A mão dele mexia no meu pinto, que começou a ficar durinho. Então de repente ele deu um tapa na minha bunda. Apertou o meu saquinho e deu outro tapa, com mais força. - Sentiu tesão, viadinho? eu vou te ensinar a ficar com este pinto duro quando estiver apanhando de mim. Então ele sentou na cadeira, abriu o roupão e me deitou na coxa dele, a minha bunda ficou de fora e ele começou a alisar as minhas coxas, subiu pra bunda, de vez em quando ele mexia no meu piru. Às vezes ele dava uma palmadinha e me chamava de escravinho gostoso. Na posição que eu estava, comecei a sentir o pau dele vibrando na minha barriga e aí o meu pinto ficou durinho de vez, então ele começou a me dar palmadas na bunda, ele dava três ou quatro e parava pra me alisar e sentir se eu ainda estava de pinto duro. Aí ele começou a aumentar a força das palmadas, eu pedi pra parar mas ele só me avisou pra não gritar senão eu ia apanhar de chicote, então eu só chorava baixinho. De repente ele parou de bater e começou a enfiar o dedo no meu cu. Eu dei um gritinho mas logo me lembrei da ameaça do chicote e fiquei calado. Ele enfiava o dedo todo e puxava até quase sair e depois socava de novo. Aos poucos eu percebi que a dor continuava mas eu estava gostando, o meu piru estava bem duro, então eu comecei a roçar a barriga no pau dele que estava muito duro e quente. Ele percebeu que eu já tinha entrado na dele e mandou eu me ajoelhar no chão entre as pernas dele. Foi a primeira vez que eu vi o caralho dele e vi bem de perto. Ele agarrou o meu queixo e me obrigou a abrir a boca com os dedos na minha bochecha e entra enfiou a piroca na minha boca. Eu já sabia o que é que ele queria e comecei a chupar. Eu nunca tinha feito aquilo mas estava gostando de ser escravo daquele homem. De repente ele puxou a minha cabeça pra trás e começou a bater no meu rosto. - Você é um putinho mesmo e agora vai ser a minha mulherzinha. Pede, escravo! - Pede o que, doutor? - Pede pra eu te fuder, pra arrombar o teu cu. Vamos, pede, implora. Cada vez que ele falava, batia no meu rosto. Então eu pedi pra ele enfiar aquele caralhão no meu cuzinho virgem. Então ele tirou o roupão e ficou nu também. Abriu um pote com um creme branco e lambuzou o caralho. Ele me jogou em cima do braço do sofá de jeito que o meu cu ficou virado pro alto, veio por trás e foi enfiando. Eu pedia pra ele parar um pouco mas ele me batia na bunda e nas costas, me chamava de viado e continuava me rasgando. Ele socava o pau com força e foi empurrando mais depressa até que falou "agora eu vou gozar no cu da minha putinha" e eu senti os jatos de porra me inundando. Aos poucos ele foi parando de me fuder e tirou o pau do meu cu. Me agarrou pelo cabelo até eu ficar bem perto do caralho.. Ele ainda estava pingando, todo lambuzado de porra. Ainda bem que não estava sujo de cocô, porque eu já estava adivinhando o que ia acontecer: - Agora lambe o meu caralho, escravo. Deixa tudo limpinho. Lambe o meu saco, os meus pentelhos. Suga o resto de porra que ainda tem pra você. Vamos logo putinho. Me deu mais dois tapas na cara e enfiou a piroca na minha boca. Eu fiz tudo do jeito que ele mandou, ele me xingava e gemia até que mandou eu parar e me vestir. Eu pedi pra ele me deixar tomar um banho mas ele disse que não e ainda disse pra eu não lavar o cu quando chegasse em casa, que era pra porra dele ficar dentro de mim. Quando eu já estava vestido, ele disse pra eu telefonar no dia seguinte e marcar com a secretaria dele a última consulta da sexta feira porque ele queria continuar a se divertir comigo. Eu falei: - Dr, o senhor disse que era só por duas horas. Ele deu uma gargalhada e falou: - Seu viadinho imbecil, eu vou te usar até enjoar de você. Você ainda vai levar muita porrada e pica no cu. Vou te ensinar a agradar um macho. Agora vai pra casa e não esquece de marcar a consulta senão você se arrepende. Ele abriu a porta do consultório e me botou pra fora. O meu cu ardia, a minha boca estava com gosto do caralho dele e eu sabia que ia ficar todo dolorido das pancadas que ele me deu. Será que eu devo marcar mesmo outra consulta?