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Conheci M., uma linda moreninha e minha bondagette, em Uruaçu, Goiás. Foi no verão de 1999, quando eu fazia um trabalho na região. Desde então, ela tem sido a minha parceira nas fantasias mais gostosas envolvendo Bondage. Desta vez, relato uma tarde ``quentíssima´´ que tive com ela em São Paulo, em meados de dezembro de 2002. Naquela tarde, encontrei-me com ela num conhecido café no Cambuci e fomos a um motel da Av. Ricardo Jafet. Fazia três semanas que estávamos tentando nos ver. Devido à costumeira correria de final de ano, nossas agendas não coincidiam para um encontro. O tesão reprimido era grande. No meu caso, tão grande, que nem esperei que ela se despisse inteira. Ainda de calcinha e sutiã, M. teve as mãos amarradas às costas e comecei e acaricia-la intensamente. Enfiei as mãos dentro do sutiã e descobri os seus lindos seios, durinhos, no tamanho ideal para amassar nas mãos ou chupar. Ao mesmo tempo, nossos lábios se encontraram em beijos frenéticos, ardentes. Minhas mãos adentraram sua calcinha para checar se ela havia atendido a um pedido meu. Logo, senti nos dedos a xoxotinha lisinha, depilada. Ela havia atendido! Fiquei muito feliz e beijei-a loucamente nos seios, no pescoço, na nuca e nos lábios. Ela já estava ofegante, começando a se excitar. Era muito bom saber que ela realmente gosta daquilo, de ser imobilizada e acariciada. Em seguida, desamarrei-a para que pudesse tirar o sutiã e a calcinha. Depois, voltei a amarra-la e levei-a ao banho. Foi muito gostoso dar-lhe banho, acariciando aquele lindo corpo sob a ducha morna. Passei bastante sabonete entre as suas coxas, abracei-a por trás e fiz o meu pau deslizar naquele espaço apertado, esfregando entre a entrada da xoxotinha e o cuzinho. Fiquei com uma enorme vontade de comer-lhe o cuzinho ensaboado ali mesmo, em pé, mas me segurei. A tarde iria ser longa... Eu a adoro e tenho o maior carinho por ela, mas, quando a vejo amarrada, viro um selvagem e faço coisas que nem sempre ela aceita bem, embora ela mesma espere que eu aja como um selvagem com o seu corpo imobilizado...É disso que ela gosta. Enxuguei-a carinhosamente e levei-a para a cama, onde beijei seu corpo todo, fazendo-a estremecer quando meus dedos tatearam na xoxota lisinha. Sentindo-a bem excitada, desamarrei-a e a convidei para uma transa normal. Queria que ela tivesse primeiro o prazer de um orgasmo, antes do nosso selvagem amor atado... Ela me fez um gostoso boquete, deixou-me doido de tesão e veio sobre mim, na posição do ``coqueirinho´´. Segurou meu pau com a mão e orientou a penetração, deliciosa, quente, tão esperada. Ela se mostrou um furacão, movimentando-se loucamente e me beijando com ardor. Era a maravilhosa interação dos nossos corpos. Eu me segurei com dificuldade para não gozar. Depois de um frenético final, gemendo muito, ela soltou um gritinho, um suspiro e relaxou, deixando-se cair sobre mim. Abracei-a firme e longamente, curtindo aqueles momentos tão gostosos, principalmente para ela, que ainda se deliciava em gozo. Depois de alguns minutos de descanso, amarrei-a novamente, mãos às costas e os pés bem juntinhos. Então, comecei a acaricia-la, beija-la e abraçá-la. Agarrei-a por trás, de lado, e penetrei naquela xoxotinha ainda molhada do gozo. Ela gemia deliciosamente. Ao mesmo tempo, eu sussurava em seus ouvidos coisas do tipo: ``Meu bem, você está pronta para sofrer com a comida do bumbum?´´, anunciando a dor iminente e inevitável. Com mãos e pés amarrados, estava totalmente indefesa e seria obrigada a dar o cuzinho. Ela respondia chamando-me de ``safado´´, ``malvado´´, em tom bem malicioso. Sabia que isso me excita muito. Sua única defesa contra as minhas intenções eram os gritos, mas, tratei de amordaçá-la bem. Enfiei um chumaço de gaze em sua boca e a cobri com dois bons pedaços de silver tape. Não dava mais para falar ou gritar; só gemer. M., que não gosta de ser amordaçada, fez careta, mas não reclamou. Eu havia pedido duas latas de refrigerante e dois copos com gelo e limão. Peguei um cubo de gelo e me aproximei dela. Ela arregalou os olhos e gemeu alto quando eu encostei o gelo em seus peitinhos. Fui correndo o gelo pela sua barriga e, quando eu o enfiei no apertado vão de suas coxas, ela se apavorou. Começou a se debater e soltar gritos abafados. Não parei, e enfiei o gelo na xoxotinha quente e molhada. Ela empinou os quadris, apertou ainda mais as coxas e tentou virar de lado, mas eu a segurei. Da xoxotinha, desci para o cuzinho e tentei enfiar-lhe o gelo, mas ela conseguiu impedir com as mãos amarradas. Ao mesmo tempo, se debatia, tentando tirar a minha mão do espaço entre as coxas. Mais uma vez, enfiei o gelo na xoxotinha. Ela esperneou e gemeu até eu dizer que o gelo havia derretido todo. Quando tirei a mão, olhei para o seu rosto, rindo maliciosamente. Ela riu também, indicando que havia apreciado a ``tortura´´. Na próxima, enfiarei um cubo na xoxotinha e outro no cuzinho... Abracei-a e continuei a acariciar aquele corpo gostosíssimo, comendo também a sua xoxotinha quentinha e apertadinha. Ela só reagia gemendo e se debatendo quando eu bolinava os bicos dos seios, empinadinhos de tesão. Ela os tem muito sensíveis, e não suporta que se mexa muito neles. Depois de algum tempo, passei um pouco de Vick Vaporub no dedo. Quando ela viu isso, ficou apavorada, gemeu e balançou a cabeça, pedindo para que eu não fizesse aquilo. Foi inútil. Enfiei fundo o dedo no seu cuzinho. Ela gemeu alto e se contraiu, tentando arrancar o meu dedo do seu bumbum com as mãos, mas eu as segurei. Tirei o dedo e a ouvi choramingar e se debater. Deu para ouvir um raivoso e abafado ``Aaai! Tá ardendo! Tá ardendo!´´. Em seguida, desamarrei seus pés, coloquei-a de costas e penetrei novamente na sua xoxotinha. Logo, tirei o pau, passei gel em seu cuzinho e abri bem as suas pernas, dobradas na posição do ``frango assado´´. A minha intenção era penetra-la no cuzinho naquela posição, para depois ergue-la e fazê-la sentar-se no meu colo, de frente para mim e com o pau enfiado até o saco naquele bumbum gostoso. Entretanto, ela reagiu, gemendo muito. Dava para ouvir através da mordaça: ``Assim não! Assim dói!´´. Tentei convencê-la de que aquilo era a mesma coisa de ficar de quatro, mas ela foi irredutível. Continuou a protestar. Mesmo assim, eu estava disposto a penetrá-la. Segurei-a e tentei comer aquele bumbum tentador, mas ela esticou as pernas e ergueu os quadris, choramingando e gemendo muito. Resolvi não insistir, mas eu ainda conseguirei isso... Deitei-a de lado, coloquei-me de joelhos entre as suas coxas e tentei comer o seu bumbum, mas ela não aceitou aquela posição. Parecia sentir muita dor, gemendo bastante. Então, deitei-a de lado, abracei-a por trás, pedi que dobrasse bem as pernas e penetrei no seu cuzinho. Uma penetração difícil. Ela gemeu alto e tentou impedir, esticando as pernas. Foi pior para ela, pois com as pernas esticadas o cuzinho fica apertado e a dor é bem maior. Com as mãos atadas, ela arranhou a minha barriga com força, protestando. Porém, logo eu estava num ``bombar´´ frenético dentro daquele bumbum maravilhoso, e ela parecia gostar. Gemia baixinho e me olhava com olhar lânguido. Só gemia alto e protestava quando eu fazia movimentos amplos com o pau, quase tirando e logo enfiando até o fim. Ela dizia que isso doía muito. Isso me dá muito prazer, mas não faço muito para não machucá-la. Depois de uns bons minutos, ouvi-a balbuciando desesperada: ``Tira essa coisa da minha boca!´´. Parece que ela suporta a mordaça até um certo tempo. Depois, entra em desespero para se ver livre dela. Tirei a silver tape que cobria a sua boca e ela imediatamente cuspiu o chumaço de gaze. Passei a ouvir seus gemidos em toda a intensidade e gostosa sensualidade. Ela dizia: ``Não pára, não pára! Mais forte, mais forte!´´. Eu correspondia, ``bombando´´ como um verdadeiro selvagem naquele cuzinho apertadinho. De vez em quando, ela parecia sentir dor, e gritava, protestando: ``Aaai,...ai...ai...goza logo...aaai...tá doendo!´´. Apesar disso, ela jamais me pediu para parar ou tirar o pau. Nunca vi mulher igual. Eu estava demorando para gozar e, se eu reduzia o ritmo das ``bombadas´´, ela parecia sentir mais dor. Ela gritava e me olhava de lado, com olhar de súplica, dizendo: ``Aaai....tá doendo! Como você é ruim! Malvado! Aaai...aaai...aai...´´. Dizia que queria nascer homem na próxima encarnação e eu nascesse mulher, para ela ``retribuir´´ a crueldade...Eu ria e dizia que esta era a minha última encarnação...e segurava os biquinhos dos peitos para que ela gemesse mais... A uma certa altura, perguntei a M. se poderia, no lugar das ``bombadas´´ vigorosas do meu pau dentro dela, eu poderia fazer movimentos mais lentos e ``rasos´´, perto da entrada do cuzinho. Ela concordou e disse que estava gostoso assim. Porém, não demorou, e começou a reclamar de dor e me chamar de ``malvado´´, meio chorosa. Com as pernas, envolveu a minha perna esquerda e a apertou com força, ao mesmo tempo em que gemia. Era uma tentativa de aliviar a dor. Por várias vezes, eu quis tirar o pau, com medo de machucá-la, mas ela não deixou. Sempre dizia: ``Não, não, não tira! Se tirar, você vai querer enfiar de novo e vai ser pior!´´. Eu não faria isso, mas ela não se convenceu. No fundo, ela gosta disso. Ela já me disse que sente um misto de prazer e dor quando indefesa e submetida dessa forma. Depois de um longo tempo sentindo aquele belo corpo gemendo e se debatendo junto ao meu, finalmente a minha excitação chegou ao auge e gozei deliciosamente. Ela, sentindo as golfadas dentro dela, mostrou-se aliviada, parou de gemer e suspirou várias vezes. Senti seu corpo, antes contraído, amolecer nos meus braços... Desamarrada, ela se aconchegou nos meus braços e ficamos abraçados por um bom tempo. Como dois amantes apaixonados, unidos por apertados ``laços´´ de amor... Fim