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Uma Aventura com Mistress Márcia - Parte 1

A estória a seguir é uma obra de ficção escrita e dedicada à nobreza de uma Dominadora que, assertiva e entusiasta praticante do BDSM, é modelo de comportamento a ser seguido por todas aquelas mulheres que desejam através da força de sua feminilidade afirmarem-se como verdadeiras Rainhas. - Parker Meu coração exultava mais e mais a medida que os marcos quilométricos da estrada iam passando. A mente, envolta no torpor da ansiedade, frente ao desconhecido. Nada me separava do chão e, contudo, nunca senti-me tão distante dele. Trago na valise os objetos de culto e desejo, que aguardam, silenciosos, serem despertados para a eclosão de prazeres e sentimentos ainda incompreensíveis para a maioria dos mortais. Eu vivo no limite. E, com essa certeza, eu chego aos limites da cidade. Não tenho olhos para observar as casas baixas e as ruas retas, ansioso que estou para encontrar o local exato onde o fascínio e a magia transbordam do mundo virtual para o mundo real. Inspiro profundamente o ar, saindo do automóvel que me sufocava. Não reparo nos detalhes do local pois meus sentidos somente despertam quando ouço a chave girar na fechadura. Encontro minha Musa, e identifico-A de pronto. Seu magnetismo pessoal lança chispas no ar, formando uma delicada atmosfera de brilho e sedução em Seu redor, envolvendo-A e coroando Seus cabelos curtos e negros. Inebriado pelo perfume que Ela exala, o chão foge à meus pés. Caio de joelhos à sua frente, beijando, sôfrego, Suas sandálias, molhando Seus delicados dedos, cujas unhas estampam o carmim, mesma cor que cobre Seus lábios. Rápida, ergue-me pelos cabelos e, de chofre, impele-me a adentrar em seus domínios, onde nada mais de importante existe, exceto os desejos da Rainha. Ágil, Mistress Márcia toma meus ombros em suas mãos e, girando-me nos calcanhares, força meus olhos a encontrarem os Seus, crispados de fúria: - Que tipo de imbecil você pensa que é, hein? Quer me difamar em todo o bairro, quer? Não percebe que moro em uma cidade pequena, da qual gosto muito, e que esta não comporta esse seu exibicionismo barato? Aproximando-se de meu rosto e colocando o Seu dedo indicador na base de meu queixo, acrescentou: - Se quer me servir, aprenda logo: Você só irá fazer o que eu quiser, quando eu quiser e do jeito que eu mandar. Entendeu, parker?! - Sim Senhora. - Respondi, prendendo as palavras entre os lábios. - Eu não ouvi, parker! - Sim Senhora ! - Respondi, agora clara e abertamente. - Quando se dirigir a Minha Pessoa, não resmungue, ouviu?! Você deve falar somente quando eu permitir ou quando eu me dirigir a você. E, respeitando-me de forma inquestionável, deve responder somente o que for solicitado, de forma clara e concisa. Você aceita isso, escravo?? - Sim Senhora, aceito! - Agora está bem melhor. Vejo que rapidamente vamos nos entender... E, concluindo acrescentou: - Bem, então vamos ver que tipo de submisso é você... Nos minutos que se seguiram, Mistress Márcia exigiu-me que eu me despisse e examinou minuciosamente meu corpo, especialmente o peito, os genitais, as nádegas e o ânus. Satisfazendo-Se em observar que eu havia depilado-me por completo, como Ela previamente solicitou. Mas algumas coisas a desagradaram: - parker, vejo que você não foi sincero com sua Mistress. Como pode omitir este detalhe? - E, apontando para meu sexo, acrescentou: - Raras vezes vi um pênis tão pequeno. Não me admiras encontrar-se nesta posição de submisso, verdadeiro capacho de Mulheres Superiores e conhecedoras de Seus atributos Reais. Então minha Rainha tomou e apertou meu sexo em Suas mãos e, aguardando alguns segundos até que o ápice da ereção fosse atingido, continuou: - Veja, mesmo totalmente ereto esse membro é inútil! É tão pequeno que mal deve ultrapassar uns 13cm. Minha mão o encobre quase por completo! – e prosseguiu - Não conseguindo nunca satisfazer plenamente as Mulheres exigentes e sabedoras do prazer maior, decidiu-se por rastejar entre Suas pernas, à cata de migalhas, à espera de que alguma destas dedicasse-lhe atenção, mesmo que para isso tenhas que se humilhar e se submeter a castigos, caprichos e vaidades, não é mesmo, escravo? - Sim, Senhora Márcia, há muito eu me humilho e rastejo ante as Mulheres Poderosas e Dominadoras. Nestas Mulheres as qualidades femininas são infinitamente superiores e, assim, Elas podem dispensar, sem prejuízo próprio, uma pequena fração destas qualidades com servos imprestáveis como eu. - Muito bem, seu inútil! Agora chega de blá-blá-blás... Eu gosto de ver os escravos em ação! Assim, indicando-me uma sacola que encontrava-se ao lado do estofado, a Senhora Márcia pediu que eu me vestisse com as peças que ela continha. Incentivado por suas palavras, prontamente cobri meu corpo com uma blusinha branca de manga curta bordada, uma mini-saia preta plissada que, com não mais de 22 cm de cumprimento, mal encobria minhas nádegas e uma calcinha fio-dental que invadia meu espaço mais íntimo e aprisionava deliciosamente meu sexo. Uma peruca morena com franjinha e fios cortados na altura dos ombros encobriu meus cabelos masculinos e, nos pés, meias 3/4 brancas e sapatinhos de verniz de salto, completaram o modelo ``garotinha'' que tanto Mistress Márcia aprecia. Feliz com o resultado de minha feminização, a Rainha ainda acrescentou um batom vermelho à composição, exclamando: - Perfeito! Vamos começar a trabalhar. Eu não quero ver você ``parada'', viu parker? Eu quero ver você mexendo essa sua bundinha, trabalhando e rebolando, se não você vai apanhar como nunca apanhou antes, entendeu? Antes mesmo que pudesse responder, Ela já antecipou minha concordância e prosseguiu: - Na lavanderia há um balde de roupas para você lavar. Minha roupas são muito especiais e delicadas, logo, lave-as com muito cuidado e esmero! – concordei com a cabeça e ela continuou - No armário da lavanderia há uma vassoura, um rodo, alguns panos, flanelas, um frasco de cera líquida e um lustra-móveis. Tire o pó dos móveis e passe lustra móveis neles. Varra a sala de estar, a sala de jantar, e aplique cera no chão. Retire o lixo dos banheiros e da cozinha e, por fim lave a louça que está sobre a pia da cozinha e guarde a louça seca. Iniciei as tarefas com afinco e, mal pude me conter em observar como a Mistress Márcia, de forma astuta e brilhante tudo previamente preparou. No balde de roupas, repousavam apenas uma dúzia de conjuntos de lingerie usados por aquela que agora impunha seus desejos sobre mim. Imaginem meu prazer em poder tocar, ensaboar e lavar cada uma daquelas delicadas peças, sentindo o aroma de seu corpo ainda nelas fixado. Estendi as roupas no varal, sob os olhares curiosos da Senhora Márcia que, não deixou de notar a indisfarçável ereção que erguia parte da minha mini-saia. Porém, antes de iniciar a limpeza das salas e banheiros, Mistress Márcia chamou-me e explicou: - Me proporciona muito prazer ver uma ‘putinha’ como você lavando minhas roupas e cuidando de minha casa, contudo, tenho hora marcada na depilação e na manicure e, enquanto lá estiver, quero que você deixe tudo ``brilhando'' aqui, ouviu bem, ‘mocinha’? - Sim, Senhora Márcia. Eu cuidarei muito bem de sua casa, pode deixar... - É o que eu espero, viu? Pois hoje é um dia muito especial para mim e eu não estou afim de perder meu tempo aplicando castigos em ‘escravas relapsas’ como você. - E finalizou - Eu devo me ausentar por cerca de 3 horas, retornando por volta das 17:00hs. Quando eu chegar quero ver tudo pronto, entendido? Meneei a cabeça e, mesmo antes de ouvir o ruído da porta fechando-se atrás de mim, mergulhei no clima ``empregada'' e, utilizando todos os conhecimentos que adquiri em anos morando só, fiz tudo com muito carinho. Limpei os tapetes, varri as salas e os quartos, limpei as janelas, o tampo de vidro da mesa de jantar, tirei pó dos móveis, limpei-os com lustra-móveis, varri a varanda, passei cera e, por fim acendi algumas velas aromáticas, deixando-as em locais estratégicos da residência. Evidentemente, a casa de Mistress Márcia não estava suja, tudo não passou de mais uma ação para me atiçar os sentidos, servindo-a e desfrutando de sensações embriagadoras. Sempre pensando em tudo, as xícaras e copos na pia foram cuidadosamente deixados ``sujos'' com marcas de batom. No cesto de lixo do banheiro haviam 2 preservativos usados. Sobre a cama uma toalha cuidadosamente envolta com seu perfume. Aos pés da cama, uma camisola repousava, convidativa. Inúmeros detalhes, enfim, todos ardilosamente preparados para seduzir-me, fascinar-me e, ainda mais tornar-me submisso à Seus encantos. Um pouco antes da 17:00hs, Mistress Márcia retornou e informou que, enquanto inspecionaria o resultado de minhas atividades, deveria me banhar, pois não queria nenhuma ‘menina vulgar’ e suja perto dela. Não sem antes recomendar: - E limpe bem direitinho esse rabinho, porque posso me interessar em usá-lo mais tarde, entendeu, ‘mocinha’? Lavei-me o mais rápido que pude, na ânsia de não deixar a Rainha Márcia esperando-me. Quando, nu e indefeso, aproximei-me dela, senti algo de errado. Ela virou-se e arrastando-me pelas orelhas, mostrou-me: - Veja seu inútil! Você acha que isso é limpeza? Só se for na sua casa! - E, dirigindo-me à outro local - Olhe aqui, olhe ! Isso está limpo? Não havia nenhuma sujeira, claro. Mas, rápido entendi ‘o jogo’ e me desesperei: - Sinto muitíssimo, Mistress, se você permitir eu limparei agora. Perdoe-me, por favor não me castigue. - Eu detesto escravos insolentes! E você foi advertido disto! Eu não quero me transtornar agora, parker, porque hoje é um dia especial. Não fosse por isso, seu imprestável, eu arrancaria lágrimas de seus olhos. Neste momento, utilizando de sua especial sensibilidade de Domina Suprema, Mistress Márcia captou em meus olhos o intenso desejo de ser espancado por aquela Deusa. Não perdendo nenhum segundo que pudesse corromper a atmosfera sensual que se formara, Ela disparou: - Você é uma putinha suja! Quero ver se você se lavou direitinho como Eu Te pedi. - Vamos! Ponha-se quatro sobre a mesinha de centro, abaixe a cabeça e empine este rabinho, rápido! - Viu só, sua porquinha! Nem o rabinho você sabe lavar! - bradou, mentindo. E sentenciou - parker, você será punido pela sua insolência, por sua má higiene e, principalmente, por me desobedecer, coisa que não tolero de nenhum escravo. Busquei, como solicitado os objetos em Seu quarto e os dispus sobre o estofado. Mistress Márcia prendeu pulseiras em meu punho e as fixou em ganchos especialmente instalados acima da porta do corredor. Para impedir que fechasse minhas pernas contra Sua vontade, nelas fixou tornozeleiras que dispunham de uma barra metálica entre elas, para manter minhas pernas abertas. Assim, eu me encontrava nu, imobilizado e com a parte posterior de meu corpo inteiramente exposta aos caprichos de uma verdadeira Rainha. Mistress Márcia começou com um par de ``floggers'', açoite de múltiplos fios que, através das alças que existem em seus cabos eram, por Ela, habilmente girados no ar. Ambos instrumentos golpeavam toda a extensão de meu corpo, ora alternadamente, ora simultaneamente. Subindo e descendo lentamente, de modo que cada pequena porção de minha pele recebesse muitos golpes no menor espaço de tempo possível. A medida que passava-se o tempo, a Senhora Márcia intensificou a força dos golpes, como que dizendo `Hora do Show’ e aumentou a velocidade, mais e mais... Logo os floggers, que formavam círculos pretos no ar, passaram a produzir dolorosas marcas vermelhas em minhas costas, coxas e, especialmente, nádegas. De minha parte, com muito custo continha qualquer forma de verbalização de meu desespero e pranto, seja por interjeições ou palavras de misericórdia. Satisfeita com os desenhos que produziu em meu corpo e, definindo que meu corpo necessitava de mais atenção, a Rainha Márcia empunhou Seu chicote de montaria (riding crop) e começou a fustigar minhas nádegas com golpes rápidos e precisos. Não tardou para que inúmeros vergões delas brotassem o que não impediu-A de prosseguir seu intento. Depois de longos minutos, nos quais sufoquei em minha garganta inúmeros gemidos de dor e desespero, a Mestra calou seu chicote e, conhecedora da sensibilidade dolorosa que nestas partes dos corpo se instala quando submetidas ao espancamento, passou a acariciar as extensas marcas que havia provocado. - Estas são as marcas de sua devoção, parker. Eu aprecio muito isso em um escravo. – E, deslizando os dedos por minhas nádegas, indagou - Você gosta de ter a sua bundinha marcada por uma Rainha, não gosta? - Sim Senhora – respondi com a voz embargada que mal atravessava a boca seca e os lábios febris – eu aprecio muito ser corrigido e espancado por uma Rainha, sempre que ela assim desejar. - Isso mesmo, escravinho. Depois de ter atravessado esta porta – disse apontando para a porta de entrada – você se tornou meu objeto de prazer, com o qual eu posso fazer tudo o que desejar.... Tudo o que eu quiser... Na hora em que eu quiser... Pelo tempo que eu desejar... Eu ouvia Suas palavras como um mantra distante, uma suave canção hipnótica, enquanto sentia sua mão invadir minhas nádegas e tocar meu ânus. Com minhas nádegas em chamas e meu ânus massageado, senti um alívio percorrer meu corpo e deixei-me relaxar, mantendo meu corpo suspenso exclusivamente pela tensão em meus braços. Percebendo que estava excitando-me demais com aquilo tudo, Mistress Márcia rapidamente retirou sua mão e, lembrando-me do falsa ``má higiene'', ordenou-me, após remover-me da imobilização, acompanhá-la ao banheiro. Lá chegando, Ela retirou de uma gaveta uma mangueira, uma bolsa para água quente e outros objetos. Vendo-os imediatamente concluí que deveria ser sujeitado a um enema. A Rainha Márcia utilizou água morna e uma infusão de camomila e ervas previamente preparada. Segundo Ela, além de possuir propriedades calmantes, esta infusão possuía, também, um adorável aroma natural. Nunca havia permanecido tanto tempo com líquidos dentro de meu corpo. Mas, o profissionalismo da Mistress Márcia era reconfortador. Ela realizou em mim três duchas completas de 10 minutos cada, sem praticamente nenhum desconforto, higienizando por completo o meu rabinho. Durante o intervalo entre a primeira e segunda ducha anal, a Rainha obrigou-me agradece-La pela lição aplicada e pela correção imposta através do espancamento, o qual fiz com prazer, mostrando minha gratidão pela oportunidade que esta Domme oferecia-me, visando aprimorar meu comportamento e, assim, melhor servir à Superioridade natural Feminina. No intervalo que antecedeu a terceira ducha, Mistress Márcia impôs Sua condição de Dominadora, instalando uma larga coleira de couro negro em meu pescoço e exigindo ouvir de meus lábios o juramento de fidelidade a Sua Realeza. Esta cerimônia não teve como objetivo tornar-me seu escravo permanente visto que Mistress Márcia já possui um escravo devotado exclusivamente à Ela mas, foi realizada para selar meu compromisso em servi-la incondicionalmente naquela tão aguardada noite. Concluída a terceira ducha, a encantadora Rainha respirou profundamente e exclamou: - Ok, agora eu quero que meu escravinho venha cuidar de sua nova Dona! - E provocou-me - Você quer tratar, embelezar e paparicar sua Mistress, não quer?? - Claro, minha Senhora – respondi prontamente – Estou ansioso para isto! Passei as próximas 2 horas em pleno êxtase. Desfrutei da companhia daquela encantadora Mistress, lavando, inicialmente, Seus delicados pés, com produtos esfoliantes, emolientes e hidratantes, deixando-os limpos, suaves e perfumados. Depois, removi todos os traços da cera depilatória em Suas pernas, axilas, virilha e partes íntimas. A visão de Seu corpo nu, as sutis curvas de seus seios, o aroma em seus cabelos e a ternura em sua voz, ordenando-me fazer isto ou aquilo embriagou-me os sentidos e resultou em explosiva e duradoura ereção. Deitada, e ordenando que massageasse todo Seu corpo com óleos e essências vegetais, a Rainha Márcia notou o persistente gotejar de fluidos que, expelidos de meu pênis, ora pingavam em direção ao chão, ora encontravam abrigo na suavidade se Sua pele. E então, observou: - parker, parker... Preciso dar um jeito nisso. Como meu escravo, você não deve sentir prazer, a menos que eu conceda a você a permissão necessária. E, no momento, eu não quero que você sinta prazer. Levantando-se, dirigiu-se ao Seu quarto, e de lá retornou trazendo em suas mãos um estranho artefato: uma espécie de sunga em couro com um orifício na parte frontal para a saída do pênis. Vestindo-a, como ordenado, brevemente percebi Suas intenções. Meu pênis ao atravessar o orifício, deparou-se com uma estrutura metálica, semelhante a uma gaiola cilíndrica, que envolvia-o. Esta porém apresentava um pequeno comprimento (aproximadamente uns 7cm). Assim, caso manifestasse uma ereção, esta seria incompleta e limitada pela estrutura. Duas grandes fivelas nas laterais da sunga fixaram-na firmemente em meu corpo, impedindo-me de obter alguns milímetros a mais de prazer. Assim, com meu desejo aprisionado e contido, prossegui realizando no corpo de Mistress Márcia toda sorte de massagens que, ao longo de muitos anos dedicados a serviço do Poder Feminino, pude aprimorar. Eu podia ver a luz e o brilho da satisfação estampadas em seu rosto, confirmando minha expectativa de proporcionar a Ela prazeres ainda não experimentados. Após uns 40 minutos, a doce Senhora pediu-me para a banhasse, o que fiz com muito prazer em uma banheira de águas mornas, coloridas e aromatizadas por sais de banho e pétalas de rosa. Removi, cuidadosamente, toda presença de óleo de Seu corpo, ensaboando-A e enxaguando-A com muito carinho e cuidado. Depois disso, envolvi Seu admirável corpo em felpuda toalha, sequei-O e sobre ele espalhei uma loção hidratante pós-banho. Vestida apenas com um robe curto, a Rainha a qual eu me devotava conduziu-me pela coleirinha, de quatro, até seus aposentos íntimos. Lá, pediu que eu buscasse na sala minha valise e, sobre a cama expusesse as vestimentas a qual fui orientado trazer. Atendi suas ordens e, temeroso de sua reação, fui removendo as peças e arrumando-as sobre a cama. Logo, 4 conjuntos de roupas completos encontravam-se sob atento exame da Mistress Márcia. Após alguns minutos, ela os julgou e escolheu: - Gostei muito de todos, parker. Vejo que não poupou esforços em adquirir o que há de melhor, qualidade que, como você bem sabe, eu muito aprecio. Porém, acho que ocasião exige negro, assim, ordeno que você vista-me com este conjunto. – disse, apontando para aquele em renda, sirê e tule. Em minutos eu me ajoelhava a Seus pés e emoldurava o sublime corpo de Mistress Márcia com uma calcinha fio dental em tule e renda finamente bordada, com um detalhe de cristal na parte da frente e uma pequena rosa negra bordada sobre o alto do cós, na parte de trás, exatamente na linha divisória da marca do bronzeado formada por seu biquini. Ajustei a calcinha em suas laterais e dei-me satisfeito por ter deixado a Rainha Márcia ainda mais bela. Esta sensação logo chegou à minha sunga, onde meu aprisionado pênis, investia, furioso, contra a armação de metal. Logo, tive que novamente conter meus ímpetos naturais, que impeliam-me a acariciar e beijar os seios que eu, então, escondia sob aquele magnífico soutien meia taça, ricamente decorado, em cujo colo residia luminosa e discreta pedra em cristal. Terminei de vestir a Senhora Márcia com uma calça cintura baixa transparente em tule rendado e uma mini-blusa no mesmo material que, com gola, mangas longas e amarrada logo abaixo do busto, deixava exposta Sua adorável cintura. Aproveitando o calor que a noite inspirava, Mistress Márcia ordenou-me calçar seus pés com exótica e brilhante sandália plataforma, de fino e aguçado salto. Depois de adornar Seu corpo com um colar e um par de brincos de, igualmente, resplandecentes cristais, Mistress Márcia informou-me: - Agora é hora de recompensá-lo, parker. – E, sorrindo, maliciosamente prosseguiu - Eu vou permitir que você adore meus pés e minhas mãos. Mas, aviso, faça isso com devotamento e cuidado! Se eu perceber qualquer sinal de desrespeito, eu irei castigá-lo duramente por isso. Exatamente como pedido, eu fiz. Ajoelhado ante a beleza infinita daquela Deusa que consumia meus pensamentos agradeci, profundamente, Sua benevolência e, sem demorar-me, tomei Suas mãos nas minhas e beijei-As com carinho e dedicação. Curvado, toquei meus lábios em Seus pés parcialmente expostos, beijei toda a extensão de suas sandálias e toquei, com suavidade, a ponta de minha língua em cada um dos dedinhos de seu pé. Foi quando o ruído da campainha despertou-me e me trouxe de volta à razão. Continua...