Back to Browse

Nascida Para Ser Escrava

- Tire a roupa, minha escrava. Hoje vamos começar o seu adestramento... Com estas carinhosas palavras, começo a introdução de minha nova escrava no mundo da servidão, do prazer e da submissão. Ela hesita um pouco, fica sem jeito como todas as escravas iniciantes, mas começa a obedecer. Primeiro ela tira as sandálias e as coloca num canto do quarto, depois tira a calça jeans e a camiseta e joga em cima das sandálias. Como uma boba, sem saber o que fazer, ela fica de pé, parada à minha frente de calcinha e sutiã. Olho para ela da cabeça aos pés bem demoradamente, analisando seu corpo, seus gestos e faço uma cara de desaprovação... - Você acaba de cometer seus dois primeiros erros como escrava. Primeiro erro: Quando seu Dono mandar tirar a roupa, tire toda a roupa, não fique parada à frente de seu Dono de calcinha e sutiã... Envergonhada e cabisbaixa, ela tira tudo. Nua em pêlo, fica parada de pé a minha frente, novamente sem jeito e com cara de boba. - Segundo erro minha cara: Conforme tínhamos conversado anteriormente, escrava minha não tira as sandálias dos pés, gosto que minha escravas use sandálias. Quero vê-la de sandálias nos pés, sempre... Ela caminha até as sandalinhas de couro e as calça delicadamente. Seus gestos são inseguros, bobos, desajeitados, submissos, como se estivesse com receio de fazer alguma coisa errada e com medo da desaprovação dos outros. - Outra coisa, não fique de pé feito boba em frente ao seu Senhor... Acabando de tirar a roupa, ajoelhe-se imediatamente e fique esperando as ordens. - Sim meu Senhor, perdoe os meus erros... Ela se ajoelha como se fosse rezar. Fica bonitinha assim ajoelhada e submissa. - Uma escrava não é desculpada ou perdoada. Você vai aprender que uma escrava sempre deve ser castigada pelos erros que comete. Ainda mais quando está sendo adestrada, faz parte do aprendizado. Você vai pagar pelos seus erros, minha querida... Dez chibatadas pelo primeiro erro e mais dez por ter tirado as sandálias dos pés. - Tudo isso meu Senhor? Não é um pouco demais? Ainda não sei nada, é minha primeira vez como escrava. Estou aprendendo... - Mais dez chibatadas por me questionar. Total: 30 chibatadas... Uma escrava não deve achar seu castigo muito ou pouco. Aliás não deve achar nada... Só deve obedecer sem questionar. Uma escrava deve aceitar a vontade de seu Senhor. Se estiver sendo castigada e sentir que não for agüentar mais o castigo, apenas fale a palavra chave conforme combinamos antes. - Sim meu Senhor, desculpe... - Calma minha escrava... Você ainda tem muito o que aprender. Sento na cama. Mando que se ajoelhe bem à minha frente. Ela obedece. Observo seu corpo e seus gestos... Ela está de cabeça baixa olhando para os meus pés... Boa menina, bem submissa... Já estou começando a gostar dela. Adoro quando uma escrava se ajoelha à minha frente, nua, apenas de sandálias nos pés. Vou testá-la. Quero ver suas reações às minhas ordens: - Beije os meus pés, escrava. Adoro quando uma escrava beija e acaricia os meus pés... Ela se curva e primeiro beija o meu pé direito. Depois beija o meu outro pé com carinho, bem devagar e suavemente. - Senhor, devo tirar as suas sandálias para beijar os seus pés? - Não precisa minha querida escrava... Quero ficar de sandálias mesmo. - Senhor, posso perguntar mais uma coisa? - Sim minha escrava, pergunte... - Como dominador, o Senhor não deveria usar botas? Porque usa sandálias? - Eu gosto muito de usar sandálias minha querida, elas me excitam... As sandálias em meus pés me fazem fantasiar que sou um poderoso Senhor Romano pronto para castigar a sua bela escrava. Adoro fantasiar que estou na Roma Antiga dos Imperadores, minha mente voa. E você vai fazer parte da minha fantasia... Mas continue, não pare, você está indo muito bem... Ela acaricia suavemente os meus pés, seus gestos são bem delicados e meigos. - Adoro suas sandálias de couro e seus pés, meu Imperador, eles são tão bonitos e másculos... Vou beijar e lamber os seus pés todinhos, meu Senhor... Gostei muito do elogio, ela começou bem. Ela segue beijando e lambendo meus pés e o couro de minhas sandálias. - Agora deite-se de bruços no chão! Ordeno. Ela obedece. Observo suas belas costas e seu belo traseiro. Não vejo a hora de começar a chicoteá-la... Ainda sentado na cama, piso sem fazer força, em suas costas e em sua bunda. Passeio pelo seu corpo com minhas pés. Gosto de pisar em minhas escravas, mas o faço delicadamente, sem forçar, sem machucar, apenas gosto de ter o prazer de pisar no corpo nu de minha escrava... Direciono meus pés para o seu rosto... Ela tem a iniciativa de beijá-los e acariciá-los. Bom, adorei o carinho nos pés, já ganhou uns pontinhos comigo... Pego a mochila que está na cama, tiro dois chicotes e mais duas correias de couro que vou usar para amarrá-la. Ela levanta um pouco a cabeça e observa atentamente um pouco assustada. Noto um ar de grande excitação misturado com medo em seus olhos, vejo que ela está curtindo muito toda a situação, está gostando de ser dominada, realmente percebe-se que ela quer entrar de cabeça nisso. - Vejo que você está um pouco assustada, na primeira vez isso é normal. Relaxe que eu não vou fazer nada que você não queira. - Sim, meu Senhor. Estou ansiosa para começar... - Primeiramente vou colocar estas correias nos seus pulsos e nos seus tornozelos e vou amarrá-la à cama... Ela prontamente me oferece os seus pulsos juntos num ato que é pura submissão. Gostei... Peço que se ajoelhe novamente e amarro seus pulsos na cama. Aperto com firmeza suficiente para que ela não se solte, mas sem machucar. Depois amarro seus tornozelos um com o outro. Os pés calçados nas sandalinhas de couro ficam bem juntinhos, uma beleza. Ela fica linda, ajoelhada e amarrada à cama, como se estivesse em posição de oração, bem submissa. Observo-a demoradamente... Uma escrava-gata, totalmente submissa, amarradinha e de joelhos, indefesa, à minha disposição... Havíamos conversado muito antes de nos encontrarmos e partirmos para a ação. Perguntei a ela várias vezes: Tem certeza que quer se tornar uma escrava? Você tem consciência do que está fazendo? Quando uma pessoa se entrega ao prazer da escravidão, forças muito complexas começam a agir e tomam conta da gente, dominação e submissão são coisas que estão muito além de nosso controle, não tem volta... - Uma boa escrava deve ser capaz de ser amarrada e ficar na posição em que o seu Senhor determinar... Faz parte de seu adestramento. Quando seus joelhos doerem fale, que eu dou permissão para mudar de posição... - Sim meu Senhor... Pego o chicotinho de couro com apenas um tira, bem light, para escravas iniciantes... Fico rodeando pra lá e pra cá com o chicote na mão, observando seu corpo por alguns minutos, como um antigo Senhor de Engenho observando sua negra predileta. Ela olha o chicote na minha mão, olha em meus olhos e faz cara de assustada... - Uma escrava não deve encarar o seu Senhor, é sinal de insolência! Ainda mais quando estou com o chicote na mão... Cuidado escrava! - Perdão Senhor, não quero ser insolente... - Agora quero que fique agachada! Ela obedece. Minha escrava agora está amarrada e agachada. Uma posição bem humilhante, observo por mais alguns minutos. Suas pernas começam a tremer, é difícil ficar nesta posição por muito tempo. - Pode ficar de pé, escrava! Ela obedece. A cama é um pouco baixa e como os seus pulsos estão amarrados, ela fica com as costas bem arqueadas, bem curvadas mesmo, seu lombo está totalmente exposto ao meu chicote. Aliso suas costas levemente com a ponta do chicote. Ela fica surpresa com o gesto carinhoso. Eis aí uma boa posição, decido que assim ela receberá as suas primeiras chibatadas. Fico rodeando mais um pouco e ela me acompanha com os olhos, cabeça baixa, olhando apenas para os meus pés. - Comece a rezar, escrava! Agora vai começar o seu castigo! A chibata vai comer no seu lombo! Primeiramente serão dez chicotadas pelos seus erros inicias, depois mais dez chibatadas por ter tirado as sandálias e mais dez por ter me questionado. Dependendo do seu comportamento, veremos o que vem a seguir... Ela ouve quieta e se encolhe toda. Fecha os olhos esperando a primeira chibatada... Aplico a primeira, de leve, mas com firmeza, nas suas belas costas... Slapt! Ela respira e relaxa... - A primeira chibatada a gente nunca esquece... Ela acena a cabeça com um gesto de submissão. Dou a segunda chibatada... Slapt! Ela respira fundo... A terceira ... Slapt! Ela respira mais fundo... A quarta... Slapt! Ela sente mais... Vou aumentando a força... A quinta... Slapt! Ela geme... Ahnn... Sexta... Slapt! Ela geme mais... Ahnn... Sétima... Slapt! Ai! Oitava... Slapt! Ahn! Nona... Slapt! Ahnnn! Ela se contorce toda e geme gostoso... A décima chibatada vai bem na bunda... Slapt! Ahnnn! Ela reage bem mais... - Gostou da chibata na bunda hein escrava? Vai tomar mais dez! Prepare-se! Slapt! Slapt! Slapt! Passo a chicotear a bunda dela, agora com mais vigor, aumentando a força a cada chicotada... Slapt! Slapt! Slapt! Acabo de aplicar mais dez chibatadas em sua bunda. Sua reação é maravilhosa. A cada chibatada ela geme e se contorce bem gostoso. Além disso, ela bate o pé no chão ou esfrega um pé em sua própria perna após cada chibatada, como quem faz quando está procurando um certo alívio em si mesmo. Muito sensual... - Já foram mais dez. Agora ajoelhe-se para receber as ultimas dez... Ela se ajoelha e abaixa a cabeça, não diz nada, mas sua linguagem corporal diz: Pode me chibatar mais que eu estou pronta! Slapt! Slapt! Slapt! Capricho nas chibatadas com gosto. Ela geme gostoso... - Ahnnn! Ahnnnn! Quando estava quase acabando as ultimas dez chibatadas, ela começou a gritar: - Senhor! Me faz gozar! Não agüento segurar mais! Me come, meu Senhor! Quero gozar! Não esperava essa reação... Vi que ela estava gostando muito de ser chicoteada, mas não tinha percebido que ela tinha ficado tão excitada assim. Era a sua primeira vez como escrava. Fiquei surpreso com tanta vontade... - Calma! Mal começamos... Você vai ter que aprender a segurar a sua vontade de gozar, minha escrava! - Então me chibata mais meu Senhor! Dou uma chibatada realmente forte... Slapt! -Ahhnnnn... Ela geme tão gostoso, que eu não resisto e dou mais uma chibatada bem forte... Slapt! - Ahhnnnn... Me chicoteia mais, meu Senhor! Não para! Acaba comigo! Ela está gostando mesmo e pedindo mais... Não posso parar... Acabo dando mais umas vinte chibatadas nela, perdi a conta. Muito gostoso vê-la ali amarrada, se contorcendo toda e gritando sob o poder da minha chibata. Paro e a faço mudar de posição. Ela descansa um pouco... Agora a amarro na cama deitada de bruços. Pego o chicote de couro preto com várias tiras e recomeço o açoite... - Até agora foi só adestramento, escrava... Agora é que o castigo vai começar de verdade! Slapt! Slapt! Slapt! Ela esfrega sua xana na cama, como quem está querendo gozar... Slapt! Slapt! Slapt! Ela geme e grita a cada chicotada... Slapt! Slapt! Slapt! As tiras do chicote pegam sua bunda... Slapt! Slapt! Slapt! As tiras pegam suas costas, em seu lombo nu... Mudo-a de posição novamente... Slapt! Slapt! Slapt! Agora chicoteio suas coxas, suas pernas... Slapt! Slapt! Slapt! Chicoteio seus tornozelos e seus pés dentro das sandálias... Slapt! Slapt! Slapt! Agora a chibata castiga seus peitos, sua barriga... Slapt! Slapt! Slapt! Por fim, chibato sua xana... Slapt! Slapt! Slapt! Ela geme, grita e fica toda molhada... - Ahhnnnn... Socorro! Putz! Era nossa palavra chave... Estava gostando tanto de chibatá-la que viajei no tempo e me imaginei um Senhor Romano chicoteando a sua escrava preferida. Nem notei que estava a mais de uma hora e meia chibatando a pobrezinha... Isso porque era apenas a primeira vez dela... Imagine então as próximas sessões de chibata, como é que não vão ser... - Senhor... Me faz gozar, não agüento mais a chibata... Preciso gozar... Nem me dou ao trabalho de desamarrá-la da cama... Pulo pra cima dela, agora somos Senhor e escrava unidos no prazer, os dois de sandálias nos pés e gozamos juntos... Não sabia que ela teria essa reação tão positiva e não imaginava que ela iria gostar tanto assim desta experiência tão louca para alguns, mas tão vital para outros como respirar... A escravidão é um dom, só esperando para ser revelado. Descobri uma garota que tinha nascido pra ser escrava... Uma alma escrava nata, perfeita. Talvez nem ela soubesse, mas só estava esperando alguém para lhe indicar o caminho.