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Condicionando Escravos
Sou uma Dominadora que tem exercido sua natural superioridade feminina por mais de cinco anos desenvolvendo, para tanto, junto com outras Rainhas, métodos e técnicas próprias na lida com os escravos pessoais. A fim de melhor submeter os servos insolentes, especialmente os que relutavam em controlar seus impulsos de prazer, tentamos castrá-los. Logo, porém, observamos que os escravos submetidos à esta técnica ficavam preguiçosos e perdiam sua motivação para implorar e servir. Por outro lado, também abríamos mão de uma eventual relação sexual que, por vezes e, mesmo com um escravo, pode ser muito prazerosa. Tentamos, também, deixá-los mais femininos e dóceis através de injeções de hormônios. Contudo, novamente, em um curto espaço de tempo o escravo perdia a habilidade de manter seu pênis ereto o que, conseqüentemente, reduzia sua performance. Em nosso ideal nós desejávamos um homem submisso que, mesmo mantendo inalterados seu desejo sexual e sua capacidade de servir, fosse completamente incapaz de sentir um orgasmo.
Após inúmeros experimentos, desenvolvemos uma técnica simples e de surpreendente resultado. Iniciamos por selecionar os candidatos potenciais, fazendo-os masturbarem-se frente à nossa frente. Para nós, os melhores submissos são aqueles que já possuem um natural retardamento ejaculatório, ou seja , os que podem permanecer masturbando-se por, no mínimo, 30 minutos sem atingir o orgasmo. O próximo passo é condicionar o escravo a associar ejaculação com dor. Para obter isso nós os deixamos masturbarem-se à vontade com eletrodos ligados em seus genitais. Um dos eletrodos de cobre é fixado na glande e o outro nos testículos. Em cada momento que o escravo começa a ejacular, uma corrente elétrica é aplicada, deste modo o infeliz submisso sente mais agonia que prazer. Este procedimento deve ser repetido muitas vezes até o escravo perder totalmente sua capacidade de sentir prazer. Quando isto ocorre, nada mais pode ser feito. O corpo simplesmente recusa-se à permitir qualquer forma de alívio ao submisso. Quando chega próximo do momento do clímax, o pênis do escravo simplesmente começa a amolecer, deixando-o completamente frustrado. Nós temos treinado e condicionado desta forma um escravo muito bem dotado por cerca de nove meses. Ele é capaz de nos penetrar, bem como outras Rainhas, por horas a fio, sem experimentar um orgasmo sequer. Nós sentimos um prazer indescritível quando, após ter nos saciado completamente, o vemos incapaz de aliviar seu próprio tesão. Assim, ele permanece sempre pronto para nos adorar e servir. A manutenção deste escravo também é muito simples. Depois de cerca de quinze dias de serviços sexuais, o pênis do escravo começa por perder sua capacidade de manter-se ereto por muito tempo. Nesta hora, ele necessita ser "ordenhado" para recuperar sua potência. O processo da "ordenha" consiste em deitá-lo de costas em uma mesa, mantendo suas pernas imobilizadas no alto. Após isso, deve-se masturbá-lo e, simultaneamente, introduzir em seu ânus um grosso vibrador, potente o suficiente para estimular sua próstata. Com este processo nós temos recolhido mais que um quarto de xícara de sêmen por "ordenha". Para nosso maior prazer, claro, obrigamos o escravo a ingerir todo o sêmen expelido. Este nosso escravo, além de suas qualidades, possui boa aparência e, bem maquiado e vestido passa-se por um travesti. Nós o mantemos sempre completamente depilado, inclusive nos genitais. No rosto, optamos pela depilação definitiva, a fim de eliminar de vez os problemas com a barba. Por muito tempo ainda, consideramos a opção de aplicar hormônios femininos em seu corpo pois, desejávamos muito que ele desenvolvesse seios. Hormônios, contudo podem arruiná-lo. Assim, para o problema da falta de seios, planejamos em breve submetê-lo à um implante de silicone. Apenas imagine um mundo onde todos os homens fossem condicionados desta forma. Eles permaneceriam todo o tempo completamente disponíveis para satisfazer nossos desejos, caprichos e necessidades, ao invés de, como hoje, ficarem a maior parte do tempo pensando neles mesmos.