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No Fim de Semana Ela Domina
Fisicamente, minha esposa e eu somos como o dia e a noite. Eu sou loiro, claro, alto e musculoso, enquanto Sônia é a mais perfeita visão da beleza. Ela possui apenas 1.52m, tem olhos e cabelos negros, cujos cachos recaem sobre sua pele morena e sedosa, além de magníficos seios e perfeitas e incrivelmente torneadas pernas. Normalmente, sou eu quem inicia nossos contatos sexuais mas tenho, também, um desejo intenso de ser dominado. Então, nos finais de semana, a Rainha Sônia surge de nossas mais secretas fantasias e assume o controle de nossa vida sexual. Nestas ocasiões, eu torno-me seu escravo sexual e devo agir somente conforme sua vontade e prazer, caso contrário, serei severamente punido. Para manter meu controle, a Rainha Sônia estabeleceu três regras simples:
1-) Eu devo servi-la de todas as formas e, seus orgasmos sempre devem estar em primeiro lugar.
2-) Eu não devo ter prazer ou ejacular sem sua permissão.
3-) Se, sentir que estou prestes a ejacular, devo informá-la e, assim, ela decidirá se é o momento correto.
Nas tardes de sábado, quando ela retorna da aula de ginástica, devo encontrá-la já totalmente nu junto à porta de nossa casa e, de joelhos, cumprimentá-la, beijando seus pés. Depois de despi-la, eu sirvo-lhe uma taça de vinho branco ou um martini doce, enquanto ela indica o que vestirei. Minhas vestes, na maior parte das vezes, resumem-se a uma coleira com guia e uma sunga em couro com abertura frontal que, acoplada a um anel de couro que envolve e imobiliza meus testículos e pênis, deixa-os completamente à mercê de minha senhora. Ela, então, senta-se e estende para mim sua mão direita aberta. Eu devo aproximar-me e colocar minha masculinidade na palma de sua mão, um sinal de submissão, que indica que agora meu corpo a ela pertence. Firmemente, ela apalpa e aperta meus testículos e meu pênis, imobilizados pelo anel de couro, obtendo deste uma forte ereção. Após isso, a Rainha Sônia tortura-me, golpeando minha ereção com seus dedos e unhas. Por fim, vendo uma grande quantidade de líquido lubrificante envolver e escorrer por toda minha glande, dá-se por satisfeita e imobiliza meu pênis junto à parte externa da sunga, envolvendo-o através de 3 tiras de couro ajustáveis. Sônia delicia-se brincando com minha virilidade. Ciente que Deus deu ao homem ``duas cabeças´´ mas sangue suficiente para utilizar apenas uma de cada vez, ela sabe que eu satisfarei qualquer um de seus desejos enquanto mantiver-me neste estado de excitação.
Neste momento, Sônia pede que eu recite as Três Regras e declare minha completa submissão à seus caprichos, enquanto espanca dolorosamente meu pênis imobilizado com um chicote curto de nove fios. Pondo a guia em minha coleira, ela senta-se sobre minhas costas e obriga-me a transportá-la, como um cavalo, até o banheiro. Após preparar seu banho, adicionando na banheira seus sais preferidos, acendendo velas aromáticas e ajustando a temperatura da água, Sônia ordena que eu fique de joelhos à sua frente enquanto ela faz uso do sanitário, então, ela solicita que eu limpe com minha língua as últimas gotas de néctar dourado que pendem em seus lábios vaginais. Como uma leoa que demarca seu território, ela usa suas fragrâncias e aromas corporais para imprimir em minha mente sua dominação e controle. Durante seu banho, devo permanecer próximo, cuidando de manter seu copo de bebida sempre cheio e, descrever a ela minhas faltas e infrações cometidas durante a semana, pelas quais eu serei punido. Quando sai da banheira, solicita que eu seque seu corpo com uma toalha e, cavalgando-me novamente, conduz-me até o quarto onde devo vesti-la apropriadamente para o início de minha disciplina semanal. Vestida toda em vinil negro, com sapatos de salto alto, meias 7/8, cinta ligas, top e uma linda calcinha com correntinhas na parte frontal, Sônia transforma-se na mais poderosa das fêmeas, que subjuga-me e obriga-me a total servidão. Atando meus pulsos e tornozelos por correntes que fixa em minha coleira ela, com uma mão espanca meus mamilos, enquanto com a outra aperta e tortura meu pênis. Sinto um misto de pânico e terror enquanto sou vendado e tenho meus mamilos presos por garras, cuja dor que provocam não pode ser descrita. Sônia, então, deita-me de bruços, enquanto imobiliza-me, fixando as correntes das pulseiras e tornozeleiras de couro em ganchos na parte inferior da cama.
Ainda sinto o desconforto do contato de meus mamilos contra os lençóis, quando ela informa que decidiu que minha punição pelas minhas faltas será de vinte golpes de chicote de montaria. Mas, como delicia-se em ver minhas nádegas em brasa, declara que aplicará mais vinte golpes extras, apenas para seu deleite. A Rainha Sônia aplica os primeiros dez golpes com suavidade, empregando, em seguida, mais força a cada novo golpe. Se eu tive na última semana um comportamento especialmente mau, os últimos golpes serão aplicados com toda a força. Depois do quadragésimo golpe, Sônia gentilmente acaricia as marcas e vergões que ela produziu em minhas nádegas enquanto obriga-me a beijar o chicote de montaria, bem como agradecê-la por sua benevolência. Ela sabe que eu torno-me mais submisso e solícito após a punição mas, um pouco mais de humilhação ainda se faz necessário para minha total obediência. Desatando-me da cama e, retirando a venda de meus olhos e as garras de meus mamilos, ela ordena que eu permaneça de joelhos, com o corpo inclinado para a frente, mantendo minhas nádegas, vermelhas pelo açoite, o mais alto possível. Então, com óleo, ela lubrifica meu ânus e introduz nele um grande plug, que pelo seu formato, permanece retido dentro de mim, alargando e, dolorosamente, pressionando meu interior. Inutilmente, tento resistir impulsionando meu corpo para frente, mas ela segura-me firmemente pela sunga, cujo anel de couro aperta-se ainda mais em torno de meus testículos. Sônia conhece-me bem, e sabe que esta violação de minha masculinidade fará seus desejos e ordens serem mais rapidamente assimilados pela minha mente submissa. Para manter-me ainda mais em elevado estado de excitação, minha subjugadora remove sensual e delicadamente seu top de vinil e expõe para mim seus maravilhosos seios, provocando-me. Então, gira meu corpo, deita-me de costas e senta-se sobre meu tórax, pressionado o plug de encontro ao meu ânus, ao mesmo tempo que espanca novamente meu pênis com o pequeno chicote de nove fios. Enquanto deleita-se com meu sofrimento, eu imploro o privilégio de poder beijar e lamber seu ânus e sua depilada e maravilhosamente perfumada vagina. Poder adorar com sua língua o mais sagrado templo da feminilidade é, sem dúvida, a maior honra que um escravo sexual pode obter. A Rainha Sônia, sabendo o quanto eu adoro satisfazê-la oralmente, inclina-se mais próximo à minha face permitindo que eu aspire as fragrâncias de seus orifícios através da estreita faixa de sua calcinha sem, contudo, deixar-me tocar qualquer parte de seu corpo.
Permanecemos assim por alguns minutos até ela observar que o tratamento com o chicote que aplicou em meu pênis já provocou neste uma dessensibilização suficiente. Então, cedendo à meus apelos, ela conduz-me até a cabeceira da cama, apoia-se no espaldar, ordena que eu remova sua calcinha de vinil e, finalmente, senta-se sobre meu rosto. Eu saboreio, então, cada milímetro de suas carnes. Sônia possui uma das mais lindas e perfeitas vaginas que já vi. Eu adoro sentir seus lábios intumescerem em meus lábios, enquanto minha língua gentilmente explora todos os seus mais secretos recônditos. Sinto um enorme tesão por todo meu corpo quando sorvo as gota de seu prazer, observando seu clitóris aumentar a cada maior nível de excitação que alcançamos. Neste momento eu estou no paraíso. Tenho minha cabeça firmemente apertada entre as coxas de minha Rainha, sinto as marcas do espancamento em minhas nádegas, o plug ainda violando meu ânus, meu pênis inchado de tesão em luta para desfazer-se da amarras em que se encontra e minha boca promovendo intenso prazer à minha adorada subjugadora.
Com seus lábios e clitóris completamente intumescidos e seus fluidos gotejando em minha língua, Sônia contrai seu corpo em espasmos e sua vagina explode de prazer na minha boca. Muitas vezes a Rainha Sônia não satisfaz-se com apenas este orgasmo, obrigando-me a servi-la oralmente por mais de uma hora, ou até obter dois ou três orgasmos. Para mim pouco importa quanto tempo ela deseje este serviço íntimo, eu sempre saboreio cada minuto, excitando-me com a idéia de poder servir à minha Rainha. Depois de recuperar-se, ela desata meu pênis e testículos e monta sobre mim, em superior posição. Alertando-me para não ejacular sem sua permissão ou serei castigado, a Rainha Sônia esfrega seus sucos em minha glande e, deixando-se cair, lentamente introduz meu pênis em sua aveludada vagina. Por minha vez, eu devo empurrar minha pélvis para cima, garantindo a minha adorada senhora uma profunda penetração. Eu sinto minha glande pulsar envolta pelos músculos de minha Rainha que relaxam-se e contraem-se em um frenético ritmo. Então, Sônia começa a cavalgar-me, mantendo meus pulsos imobilizados pelas suas mãos. Nestes momentos ela cerra seus olhos e entra em um frenesi. Todo seu corpo agita-se e pulsa, seus cabelos espalham-se sobre meu peito em ondas, como as vagas de um oceano. Sua respiração vacilante fica entrecortada por palavras e murmúrios sem nexo que saem de seus lábios até que, por fim, um violento orgasmo sacode seu corpo. Beijando-me, como que agradecendo pelo prazer recebido, a Rainha Sônia declara que chegou a hora de aliviar meu tesão. Ela finalmente permitirá minha ejaculação mas, como sempre, do modo mais submisso e humilhante possível. Mandando-me permanecer de quatro sobre a cama, minha Rainha apanha um longo pênis de látex com uma empunhadura em uma das pontas. Retirando o plug de meu ânus ela lubrifica e introduz lentamente o consolo em meu orifício. Inicialmente, sinto-o dolorosamente penetrando-me mas, após alguns minutos, suaves vibrações de prazer percorrem meu corpo. Esta sensação prazerosa intensifica-se conforme a Rainha Sônia amplia seus movimentos. Ela não permite que eu me toque ou roce meu pênis contra a cama mas, enquanto seus movimentos vão tomando mais ritmo e velocidade, sinto meu pênis gotejar de tanto prazer e excitação. Sônia, então, empunha o cabo do consolo com mais vigor, imprimindo a este força e velocidade surpreendentes. Não posso mais resistir. O pênis de látex massageia meu interior e minha próstata com tal energia que meu corpo todo começa a tremer e implorar por um orgasmo. Sônia, percebendo meu estado e deliciando-se com minha incapacidade de satisfazer-me, ainda mantém-me neste estado por alguns minutos até que, então, ela apalpa e aperta meus testículos promovendo em meu pênis uma imediata ereção. Então, usando apenas o dedo indicador, minha Rainha percorre delicadamente a parte inferior de meu pênis, da raiz à glande e desta novamente à raiz. Não são precisos mais do que quatro ou cinco movimentos de seu dedo para que eu ejacule dolorosa e fartamente. Recolhendo um pouco do sêmen expelido na palma de sua mão, a Rainha Sônia obriga-me a lambê-lo, sorvendo-o até a última gota. Não posso descrever o poder narcótico que estas sessões promovem em mim. Depois de ser imobilizado, humilhado, açoitado, penetrado e utilizado como instrumento de prazer sexual pela minha Rainha, sinto-me completamente realizado e extasiado.
Eu amo muito a minha doce Rainha. Simplesmente desejo adorá-la e satisfazê-la e, espero, continuemos expandindo e explorando ainda mais estas eróticas e exóticas escapadas sexuais.