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Uma Festa SM na Fazenda
A Senhora Sarita decidiu que passaríamos este fim de semana na fazenda de uma Domme amiga, a Senhora Clarity.
Foi-me ordenado que levasse duas camisolas, minha peruca, meu tapa-sexo e o uniforme de criada porque minha função seria servir às Dommes convidadas.
Eu deveria levar minhas bolinhas tailandesas enfiadas no rabo durante toda a viagem.
O sábado se apresentou ensolarado e a fazenda, em um recanto no interior do estado, iluminava-se sob os raios dourados do sol. Um tapete verde e amplo se estendia até ao horizonte. Haviam pequenas construções espalhadas.
A casa principal era em estilo antigo mas, excelentemente conservada.
O acesso era por meio de uma alameda com árvores bem altas e de amplas copas.
Ao chegarmos, fomos recebidos por alguns escravos que vestiam apenas tapa-sexos e sandálias de couro cru. Levaram as bagagens e nos indicaram o quarto em que estaríamos hospedados.
Assim que entramos, reparei na beleza dos aposentos. Madeira clara nos móveis,
tapetes por toda parte, adereços antigos e sofisticados.
No quarto havia uma cama, um armário, uma poltrona, uma mesa redonda e duas cadeiras. Um tapete ocre cobria quase todo o assoalho. A colcha e as cortinas num tecido cor de marfim com flores em vários tons de rosa e amarelo. Do teto pendiam um delicado lustre transparente e algumas correntes.
Ao longo da parede, acima e abaixo, horizontalmente, corriam duas ripas aonde estavam presas algumas argolas e ganchos.
Num canto, ao chão, um tapete felpudo branco e duas vasilhas de comida para cães.
No banheiro, havia uma banheira e chuveiro, além das peças essenciais.
O escravo que havia trazido nossas bagagens perguntou se minha Senhora precisava de algo. Ela pediu um suco de frutas que, rapidamente, lhe foi servido.
Minha Rainha gosta de lugares iluminados e arejados. Imediatamente, abri a janela para que ela descortinasse a linda vista que era oferecida.
Senhora Sarita sentou-se na poltrona e mandou que eu lhe fizesse massagem nos pés cansados da viagem. Esta ordem traz subentendida uma deliciosa lambida e várias chupadas em seus dedinhos, lambidas em suas solas.
``Prepare meu banho'' ordenou. Enchi a banheira de água morna, coloquei os sais e as pétalas de rosa que são da sua preferência. Tirei-lhe a roupa e embrulhei-a no roupão de seda.
``De joelhos'' mandou.
Sentou-se na poltrona, abriu as pernas e me ofereceu sua xana para que a minha língua se deliciasse em dar-lhe todo o prazer possível e, ainda, bebesse o néctar que resultasse do seu clímax. Com todo o prazer que sinto em fazê-la feliz, degustei cada centímetro daquela pele quente, sorvi seu clitóris mansa e sofregamente, deliciei-me em circular aquela fenda molhada que ela só me oferece, para penetração, em ocasiões especiais como se fosse um prêmio. Senhora Sarita se movia compassadamente e gemia em estertores de prazer. Quando o orgasmo chegou um uivo rouco ressoou pelo aposento, o corpo de minha adorada Dona estremeceu e o líquido mais afrodisíaco me foi oferecido até a última gota. Após alguns minutos, ela afastou meu rosto e se dirigiu ao banheiro para usufruir do relaxante banho.
Quando me encaminhei para prepará-la, ela me ordenou que ficasse de quatro na cama. Prontamente me coloquei à espera. Ela retirou as bolinhas tailandesas e depilou, todo o meu rabo, com cera fria.
Depois de vesti-la e calçá-la, do modo apropriado, recebi ordem para me preparar.
``Tome seu banho, vista somente a camisola azul, coloque a peruca, quero você bem maquiado e esteja descalço'', explicou ``eu o espero naquele galpão... daqui a 20 minutos... uma menina muito linda'', sorriu e apontou para uma construção abobadada, pintada de cinza e telhas bem escuras.
Foi tempo mais do que suficiente para me relaxar numa chuveirada morna, me maquiar e vestir para ela.
Não havíamos conversado nada sobre esta estadia. Eu não tinha a menor idéia do que me esperava mas, a confiança em minha Dona, era suficiente para me manter tranqüilo e disposto.
Sem atrasos, me apresentei no galpão. Assim que entrei, percebi a penumbra que envolvia o ambiente. O aroma dos incensos dominava o ar. Uma música, nada suave, servia de fundo. Tochas estavam colocadas nas paredes e ardiam com formas misteriosas. Um daqueles escravos me pegou
pela mão e me colocou no centro do que parecia ser um picadeiro. Olhei no em torno e vi, sentadas, seis Dommes, três conhecidas (entre elas a Senhora Sarita) e as outras que jamais vira antes. Todas elas vestidas à caráter, como minha Rainha, algumas com uma taça na mão. Ao lado, mesinhas com aperitivos e beberagens.
Domme Clarity chegou perto de mim e passou a alisar meu corpo com toques suaves. ``Huuummmm...que mocinha linda temos aqui!'', e sorria satisfeita. ``Sabe que não deve se mostrar excitada, minha jovem.''
Aí começa minha tortura. Mãos hábeis a me tocar, a minha situação submissa e o perfume destas maravilhosas mulheres, tornam impossível o controle da excitação. Fiquei a meio pau lutando para não exagerar na ereção.
Uma chicotada na bunda murchou, rapidamente, minha animação. Depois disso mais toques suaves e, a cada ereção, mais chicotadas. Meu medo era envergonhar minha Rainha. Eu deveria mostrar mais controle, como havia sido ensinado. Aquela era uma situação inusitada e contribuiu para esse deslize.
Um dos escravos me prendeu numa corrente que pendia do teto e fiquei quase na ponta dos pés, meio que pendurado. Fui vendado e a partir daí só sensações nas mãos daquelas Senhoras.
Fui surrado infinitas vezes por variadas mãos. Para alegria das Dommes, meu pau pingava.
Ouvi uma voz esganiçada dizer: ``A menina já está pronta para brincarmos, vejam só''.
Muitas risadas se fizeram ouvir. Uma mão forte apertou meu traseiro:
``Está pedindo..menina...está?'' um som rouco bem perto do ouvido.
``Pedindo?'' balbuciei.
Tapas estalaram em meu rosto.
``Cala a boca, estúpida'' alguém falou. Mais apertões na minha bunda e por fim, alguém me soltou daquelas correntes e me pôs de joelhos. Fui conduzido a chupar consolos de várias formas e tamanhos. Quase engasguei com um deles e levei alguns tapas na cara.
``Menina moleirona...não sabe abrir bem essa boca?'' ouvi de uma voz áspera.
Suspenderam-me de novo. Fez-se silêncio. Alguns intermináveis minutos sem som algum.
A música retornou mais alta e encorpada.
Mãos me alisavam as costas, boca mordia meus mamilos, alguém abocanhou meu pau, um par de mãos separou minha bunda e dedos lambuzados de creme invadiram meu rabo.
Um vai e vem frenético e mais dedos a cada investida. A dor começou a incomodar. Por fim,a mão inteira estava dentro de mim. Uivei alto, muito alto.
A mão, dentro de mim, se aquietou. A boca em meu pau continuava seu trabalho, aos poucos relaxei e a mão foi retirada.
Silêncio outra vez.
Veio uma sensação de desamparo, meu rabo doía terrivelmente e ninguém para falar ou me ouvir. Foi quando uma voz mansa e conhecida chegou ao meu ouvido: ``Estou orgulhosa da minha menina''. Meu coração pulou. Ela estava feliz. Minha dor lhe dera alegria. Minha emoção não tinha tamanho. Ela estava orgulhosa de mim.
``Fica aí que já retornamos'', ela disse. E o silêncio se fez novamente.
Haviam aliviado a pressão das correntes e consegui me manter sentado no chão. Não sei o quanto de tempo fiquei ali e nem sei se, realmente, eu estava sozinho ou se algum daqueles escravos havia permanecido ali comigo.
A fome e a sede rondavam meu estômago. Não entendia esse ``desprezo'' da minha Rainha. Em outras ocasiões eu já havia ficado ``esquecido'' mas era em nosso ambiente, na masmorra dela. Ali, naquele lugar desconhecido, eu estava meio angustiado. Estava quase adormecendo quando senti, bem próximo do nariz, um cheiro de frango assado. ``Uaaauuu...algo para comer'' pensei, de imediato, e abri a boca para comê-lo.
Despejaram um pouco de ração na minha língua e pingaram algumas gotas de água.
Mais vezes aproximaram de mim comidas aromáticas e, quando abria a boca, só recebia ração e água.
De repente, o ambiente se encheu dos sons deliciosos da vozes daquelas damas.
``Mais festa!!!'' alguém gritou.
Tiraram a minha venda e pude perceber que todas as Dommes haviam trocado de roupa e estavam em trajes de festa. Fiquei enciumado. Quem havia vestido a minha Rainha? Só eu deveria ter esse privilégio.
Fui colocado numa espécie de cavalete que deixava minha bunda empinada. Meus testículos e meu rabo ficavam em evidência
Senti pingos de vela espalharemse pelas minhas costas. Foram se encaminhando para a minha bunda e meu saco foi premiado com pingos, em abundância. Isso dói mas dá para acostumar. Mais velas por um bom tempo.
Domme Clarity me colocou para chupar um consolo e mãos lambuzadas de creme iniciaram uma massagem na minha bunda. Meu rabo foi invadido por dedos e consolos de vários tamanhos.
``Isso ...linda menininha. Veja como somos boazinhas para você. Pode se regalar com esse cu tomado por nós'', e riam a valer.
``Vamos rebolar, vamos'' continuava a voz.
Rebolei como uma puta no cio.
``Vamos, rebola mais, putinha.''
Eu estava dolorido do fisting daquela manhã, mas mesmo assim suportei àquelas investidas, sem reclamar.
Quando ficaram satisfeitas de comer meu rabo, fui esticado em alguma coisa que se assemelhava a uma cama de pregos. Nunca havia experimentado algo tão doloroso. Lágrimas me vieram aos olhos mas, meu desejo de não envergonhar minha Rainha, me fez suportar mais este castigo, sem reclamar.
``Você tem um belo espécime, Sarita. A menina é muito boa mesmo''.
Estas palavras valeram todos os sacrifícios. Minha Dona podia sentir orgulho de mim.
Fiquei ali enquanto escarificavam um outro escravo. Fui retirado daquela peça e minha dona mandou que eu retornasse ao quarto e a esperasse. Sei que devo esperá-la, sempre, abaixado, de quatro. Assim fiz.
Quando ela chegou fui conduzido ao banheiro e recebi ,como prêmio por minha performance, um delicioso banho dourado. Ela havia bebido bastante e havia abundância daquele precioso líquido para mim. Banhei-me e bebi o suficiente para matar a sede que havia me consumido todo o tempo em que estivera no galpão.
``Vamos dormir'', ela falou.
Tirei a roupa dela e a vesti com uma camisola branca, longa e transparente.
``Sua cama está ali'' e me indicou o tapete felpudo que eu já havia reparado quando da nossa chegada. Eu sonhava com um banho mas este benefício não me foi concedido.
Meu corpo parecia chumbo, dormi rápida e pesadamente.
Acordei antes da Senhora Sarita e me atrevi despertá-la com carinhos e lambidas nos pés, senti que ela havia despertado e estava satisfeita com o carinho. Dei corda ao meu atrevimento e subi meus carinhos por suas coxas até encontrar sua xana. Ela suspirou.
``Vá tomar banho'', ela disse.
No banho, relembrei minha aventura do dia anterior e fiquei muito satisfeito por estar cumprindo meu papel de escravo a contento.
Quando voltei ao quarto, minha Rainha estava completamente nua e de pernas abertas disse: ``Venha''.
Não preciso dizer do meu contentamento ao poder tocar todo o corpo da minha Dona. Poder beijá-la inteira, morder-lhe o pescoço, chupar-lhe os seios, acariciá-la sem restrições. Finalmente poder penetrá-la, sentir as palpitações da sua xana, os seus apertões no meu pau, sua lubrificação perfumada.
Seu abraço, suas mordidas, seu beijo me elevam em alegria e este nosso gozo, juntos, não se compara a qualquer outro momento em que eu possa usufruir da sua companhia.
Sem tempo para terminar, ficamos longo tempo nessa intimidade gostosa. No final, como fui ensinado, deitei no chão ao lado da cama.
``Prepare meu banho.''
E o ritual do banho foi cumprido à risca.
Bateram à porta e ela foi atender, embrulhada no roupão de seda.
``Sua refeição'', ela disse, entrando com uma tigela na mão. Despejou na vasilha apropriada e mandou que eu fosse comer.
Era alguma coisa parecida com um mingau e o ingeri à maneira dos cães.
Preparei a roupa dela, bastante esportiva, e ela saiu para tomar café.
Tomei banho, arrumei o quarto, limpei o banheiro e fiquei aguardando o retorno dela.
Um escravo veio me trazer o recado de que ela me esperava num pátio nos fundos da casa e que eu fosse de tapa- sexo e descalço.
Quando cheguei lá, um escravo estava preso a uma árvore e era submetido a um spanking coletivo, duas dommes se divertiam com ele. Outro escravo estava de bruços numa prancha e era enrabado por outra dama, ao longe um poney- boy galopava puxando uma charrete para regozijo de sua Ama.
Ainda um outro escravo estava deitado no chão e sua Senhora fazia ``trampling'' alegremente.
Minha Senhora estava sentada com um animal nos braços, observando tudo e, quando cheguei, me conduziu a uma árvore aonde um dos escravos da casa me amarrou de modo a ficar de frente p´ra ela. O animal ao colo era um macaco que tirou meu tapa-sexo e começou a brincar com minhas bolas e pau. Ela ria de forma irônica.
O macaco se divertia com a brincadeira. Amassava as bolas, esfregava o pau, arreganhava o prepúcio. Aquela brincadeira, apesar do medo, me deu tesão e a ereção apareceu.
``Que vergonha!'' ela gritou. ``Ninguém pode mexer aí e você se arreganha!'', os olhos faiscando. ``Até uma simples macaca te dá tesão?'' Murchei de vergonha. As dommes me olhavam com desdém.
``Vais saber o que é tesão, sua puta safada'' a voz esganiçada de uma das dommes se fez ouvir. Fui trazido para o meio do pátio e dois daqueles escravos começaram um ritual de provocação para o meu tesão. Um deles começou a chupar meu pau e, outro, penetrou meu rabo com um cacete enorme. Inicialmente doloroso, não posso negar que o prazer foi ficando muito grande. Comecei a rebolar instintivamente e, sem permissão, gozei na frente de todos.
Não tive coragem de olhar minha Rainha. Aquilo havia sido uma ofensa imperdoável.
Ela simplesmente me colocou de quatro e um a um dos escravos me penetrou sem cuidados. Meu rabo sangrava e não havia indícios de parar aquilo. Depois foi a vez das dommes, cada uma usou um consolo diferente. E algo que, inicialmente havia sido muito prazeiroso, passou a ser um castigo quase insuportável.
Quando tudo terminou fui trancado no canil da fazenda com quatro cães de raças
diversas. Fiquei aterrorizado. Cães costumam atacar quem não conhecem e eu estava ali de intruso. O terror me fez urinar pernas abaixo. Fiquei encolhido todo o tempo em que permaneci ali, não me movia por nada. Fome e sede não me incomodavam tamanho o pavor que eu estava sentindo. Escureceu e fui chamado, por minha rainha, para retornar ao quarto.
``Você é engraçado...num dia é herói, no outro vira bandido'', ela disse calma. ``O orgulho que senti ontem cedeu lugar à vergonha que senti hoje, na mesma proporção'', completou.
De joelhos, implorei que me perdoasse. Não podia admitir que eu a houvesse decepcionado.
``Estamos retornando p´ra casa. Vai ficar sem me ver por algum tempo. Eu ligarei p´ra você quando achar que você merece''.
Acomodei-a em casa e segui p´ro meu exílio. Fico aqui esperando que sua ligação não demore muito.