Back to Browse

Apenas em Bondage

Conforme relatei no primeiro conto (Apenas dominada), na manha seguinte liguei para Camila para marcarmos nosso segundo encontro, e nesse ela teria permissão para falar comigo e tirar algumas duvidas. No telefone pude perceber que ela estava dolorida ainda, pois sua voz tremula denunciava isso facilmente. Mas era um domingo, e marcamos de apenas almoçar. No almoço entre os vários comentários na noite anterior, Camila disse que havia gostado muito do sábado e que não via a oportunidade de vivermos aquilo novamente. Nesse momento pensei em sair dali e repetir a dose, mas refleti e resolvi deixá-la na espera. Quando foi na quarta feira, liguei para Camila no emprego e disse que a pegaria no apartamento dela as 20hs. E que ela deveria usar o que se sentisse mais a vontade. Ela comentou que tinha outros planos, mas como seu mestre estava ordenando ela mudaria tudo. No horário marcado a peguei no prédio a cumprimentei com um beijo e fomos para um outro motel no qual gosto muito, pois tem varias opções para bondage. Assim que chegamos, na garagem ainda, disse que como no sábado, a partir daquele momento ela não tinha mais vontades ou prazeres, tinha apenas que me servir. Ela concordou e saiu do carro, mandei que tirasse toda a roupa, ficasse apenas de calcinha e sandálias. Depois de pronta, joguei sua roupa dentro do carro, peguei minha maleta com meus acessórios de BDSM e ali mesmo a preparei. Primeiro coleira bem justa, depois algemas e tornozeleiras, logo em seguida um cinto bem largo que quase funciona como um corset. Um ballgag e uma venda nos olhos e pronta. Pude sentir com a mão em seu peito que seu coração em instantes sairia pela boca...mas ela se manteve ali, imóvel. Logo após prepara-la, prendi seus punhos as costas, seus tornozelos com uma corrente de apenas 5cm, para ela não andar, e uma corrente na coleira que prendi na escada que sobe para a suíte. Ela estava ali a minha espera, enquanto eu subia para arrumar o quarto. Depois de uns 20min. eu voltei, ela não sabia mais em que posição ficar, pois a corrente da coleira bem esticada a forçava com a cabeça para trás, e sem o movimento das mãos e pés no salto alto, logo ela começava a perder o equilíbrio. Quando ela ouviu meus passos ao lado ela tentou murmurar algo, mas nada saiu. Então soltei a corrente da coleira e a puxei em direção a escada, sem auxilio nenhum e totalmente indefesa ela ia esbarrando no carro, nas plantas, no corrimão...ate que finalmente encontrou o primeiro degrau. Para subir uma escadinha foram gastos quase 20min., pois como a corrente que prendia os tornozelos era muito justa, ficava dificílimo subir, então era um teste para a paciência. A minha estava em ordem, mas a dela....logo começou a chorar, pois nao agüentava mais. Assim que finalmente chegamos no quarto, ela sentiu o primeiro tapa na bunda...e deu um pulo pra frente que quase caiu no chão. Ela sabia que nesse dia, ela iria aprender o que é ficar presa, assim como no sábado o que era ser dominada e humilhada. Depois de estarmos tranqüilos dentro do quarto, resolvi improvisar um pouco com ela, tirei o cinto que modelava sua cintura, soltei seus pés e suas mãos das costas, mas logo a prendi na mesa. Logo no inicio quando subi sozinho, pedi na recepção um balde de gelo e dois pratos. Esses dois pratos cheios de gelo estavam em cima da mesa onde amarrei Camila, cada um de seus seios pousaram delicadamente em um prato, ela na hora assustou e queria levantar, mais ali ficou. Com as pernas amarradas nos pés da mesa, as mãos ao lado da mesa e o troco todo em cima da mesma, sua bunda ficou bastante exposta para mais uma seção de spank. Só que dessa vez em vez da mão, foi um cane, uma varinha de nylon que a cada encostada na bunda de Camila, deixava um vergão..ela sem poder ver ou gritar só murmurava, cada vez mais. Depois de deixar seu corpo um pouco marcado, fui tomar uma ducha, enquanto ela ficava lá toda amarrada e dolorida. Quando voltei pude perceber que ela queria dizer algo, então a soltei da posição que estava e ao se levantar, seus seios estavam totalmente roxos e marcados pelas pedras de gelo. Tirei seu ballgag e ela disse que precisava de uma ducha também. Então concordei com ela e ainda vendada a levei para dentro da hidromassagem, prendi seus pulsos e tornozelos nas alças da hidro, troquei seu ballgag por um ringgag e abri os registros da hidro, ela logo percebeu que estava em apuros, então começou a se mexer freneticamente, tentava se soltar a todo instante mas nada. Depois de minutos com a água aberta desliguei o registro e liguei a hidro. As vezes a água chegava em sua boca e pelo ringgag descia facilmente. Camila esta desesperada, pois já havia engolido bastante água da hidro e não podia ver nada, nem sabia como era lá dentro do quarto. Depois de me divertir um pouco com a cena, resolvi tirá-la de lá e secá-la. Antes de soltar suas mãos, prendi novamente o cinto e cada pulso algemado ao lado do cinto. Soltei seus pés e a tirei da hidro pela guia da coleira, ela meio sem jeito saiu e tentava tirar a água que ficara em seu rosto, mas com as mãos presas isso era impossível. Para torturá-la um pouco mais, no instante em que a tirei da hidro já a coloquei na sauna. Dessa vez a amarrei com cordas na posição hogtied, uma das que eu mais gosto. Depois de um tempo ao seu lado na sauna, resolvi sair e me recompor, Camila ficou lá por mais uns instantes. Logo a tirei da sauna e a deixei presa no chão no meio do quarto. Já havia passado algumas horas e estávamos com fome, resolvi pedir um prato de jantar, quando ela sentiu o cheiro de comida, senti que ela deu um suspiro de alivio. Depois de estar satisfeito, coloquei o prato na sua frente com os restos da comida, lhe tirei o ringgag e a deixei comer, como uma cadela. Ela se rastejava no chão para alcançar o prato e lambia a comida mesmo sem saber o que era. Como um ato de misericórdia, a trouxe para a cama, a amarrei em X na cama e transamos forte e bastante, mas ela sempre presa e vendada. No momento em que iríamos embora, a soltei completamente, menos a coleira e a algema. Juntei meus acessórios e desci para o carro, onde estava as roupas dela. Sua ordem era depois que eu buzinasse ela desceria e entraria no carro. Depois que ela deu uma olhada no quarto já ouvira a buzina e desceu correndo, para a sua surpresa, o carro não estava na garagem e sim no corredor da saída. Ela correndo entrou no carro com medo de alguém vê-la daquele jeito. No caminho de volta não trocamos uma palavra, apenas soltei sua algema e ela se vestiu, quando chegamos em frente ao prédio dela, ela me perguntou a respeito da coleira, disse que só abriria o cadeado na manha seguinte na hora do café em uma padaria movimentada da cidade. Ela relutou e tudo o mais, porem não tinha mais escolha. Na manha seguinte logo as 6:30hs da manha estávamos na padaria, esta calor, e só ela apareceu de casaco, para cobrir a coleira. Conforme tínhamos combinado soltei a coleira e tomamos café sem pressa. Hoje estou a procura de outra escrava. Mt_jdi