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Estou escrevendo este relato com a ordem de minha dona e rainha, a Sra. Ama Domme. Ela esta divulgando um blog que relata diversos fatos que acontece em sua fortaleza localizado num lugar misterioso. Meu nome verdadeiro é Mario Souza, mas aqui sou chamado de o Jack. É o mesmo nome gravado em minha coleira de aço. Por motivos de bom comportamento a Sra Ama resolveu me dá uma trégua. Me liberou da cela, não ando mais algemado, nem nas mãos e nos pés, posso falar pois não sou obrigado a usar mordaça. Mas apenas uma única coisa que não estou livre. O cinto de castidade de aço, que esta muito bem preso em meu ventre e que a um ano não sei o que é transar. A cada dois meses a Sra Ama ordena que suas criadas me ordenhe para retirar todo excesso de esperma acumulado pela ausência de atividade sexual. É uma experiência terrível, sou amarrado numa cadeira ginecológica em um posição extremamente comprometedora e massageiam o meu anus com vibradores até que o liquido sai sem eu sentir um pingo de prazer. Como vim parar aqui? Bem, como todos os outros. Seqüestrados. Todos os quarenta escravos confinados aqui na fortaleza da Ama, foram seqüestrados. No meu caso fui a uma balada onde sempre freqüentei conheci a Sissi, uma linda morena muito gostosa por sinal, e que apesar de ser algo rotineiro, aquela noite foi diferente, pois ela havia colocado um sonífero em meu copo e quando acordei estava nu com as mãos e pés algemados e uma enorme mordaça em minha boca, trancafiado num quarto escuro, até que fui apresentado a Sra: Ama e me explicou o propósito de fazer parte da coleção de escravos dela. Demorou um ano para mim entender isso, fiquei rebelde e muitas vezes tentei fugir daqui, mas descobrir que é uma região de mata densa no meio do nada e sem contar que na minha coleira soldada no meu pescoço há um rastreador com GPS, não importa para onde eu vá, ela irá me encontrar. Hoje graças a meu bom comportamento estou na suíte máster da minha Senhora, durante essa semana ela quer que mantenha limpa e bem arrumada. Sua roupas bem passadas, sapatos polidos, seus objetos e brinquedos em perfeita ordem. Para precaver incidentes, ela colocou a Letícia, uma de suas criadas, a me observar, ela supervisiona o meu trabalho e apresenta a Ama. Digo que é muito trabalho, acordo as cinco da manhã para preparar o café dela, e termino o dia por volta das nove da noite, onde a única alternativa que sobra e tomar um bom banho e dormir. Ontem quando soube que iria prestar serviços exclusivos a Ama em sua suíte fiquei feliz, e ao chegar aqui, ela me apresentou o lugar e me entregou uma lista de deveres e mais uma sacola dizendo: - Tome. Essa é a sua lista para essa semana e o seu uniforme. Ao abrir me deparo com uma roupa estranha. Uma roupa de látex preta que cobre todo o corpo. - Letícia você ficará responsável por ele e ajude-o a vestir a roupa, e que vê-lo vestido com ela sempre. Só deverá tirar no final de seu trabalho. Ok? - Sim senhora. Finalizou a sua ordem e com a concordância de sua criada. Após algumas dificuldades, finalmente o meu corpo foi coberto com a roupa de látex preta. Senti a sensação da pressão da borracha por todo o meu corpo, confesso que fiquei excitado com a roupa colada em meu corpo, mas o cinto de castidade provou mais uma vez a sua eficácia ao inibir a minha ereção. - Adoro ver um homem com essas roupas. – Comentou Letícia – Ficam uma delicia com elas, toda coladinha ai, ai, ai. – Continuou e finalizou dando um tapinha em minha bunda. - Agora mãos a obra. – e Letícia seguiu o seu rumo. A roupa é um pouco quente, mas não sinto tanto calor, pois o clima esta frio e a suíte da Ama tem refrigeração, pois ela não suporta ambientes quentes. A Letícia não satisfeita tirou uma foto minha com a roupa e postou no blog da Ama e que se quiserem ver podem acessar www.historiasdefetish23.blogspot.com apesar do meu constrangimento em saber que isso vai para Internet procurei fazer uma pose legal. Tenho só essa semana com a Sra Ama e depois voltarei a minha cela junto com os companheiros BDSM, como são chamados. Talvez a Ama me permita relatar mais um acontecimento, só vou depender dela para falar de mim, mais uma vez, para o publico. Mas mesmo assim agradeço a todos que leram esse conto, e espero poder escrever outros enfatizando mais detalhes do que acontece na fortaleza da Ama Domme. Agora vou trabalhar que tem muita coisa para fazer. Fui!!!!!!