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Diálogo - Descoberta e Iniciação de Uma Domme e Sua Sub - 2ª parte
Final da 1ª parte:
- Só posso dizer que tudo começou com um bilhetinho que a Carol me mandou durante a aula. Dizia assim: "To lembrando dessa rasteirinha que a sra. tá usando. É a mesma do dia do trote, não? É sim. Não posso esperar mais pra perguntar uma coisa: quando é que ela vai deixar a bundinha da tua escrava em brasa? ps. não to mais me segurando na cadeira... ass. tua escrava rebelde". Só digo que naquele dia minhas rasteirinhas entraram em ação, e pra valer! Carol aprendeu a não brincar com fogo... Foi o terceiro ritual mágico da nossa relação.
- Conta o restoooo, por favor!
- Outro dia, hehehe! Bye!
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Continuação:
- E então? Como você reagiu ao ler aquele bilhetinho?
- Fiquei pensando um pouquinho e escrevi uma resposta:
"Ah... não tá conseguindo segurar a bundinha na cadeira, é? Quer que a minha rasteirinha dê um jeito nela? Pois vai dar, e hoje mesmo! Tu vais aprender da forma mais dolorida que quem decide sobre chineladas sou eu, e não tu. Agora trata de ficar quietinha aí, pensando na má idéia que teve e se preparando pra mais tarde. Ass: tua Dona (de tpm)."
Dobrei o papelzinho e pedi pra entregarem a ela, no fundo da sala.
- Caraaamba! Foi curta e grossa... E como ela reagiu?
- Nem me virei pra olhar! Estava meio estressada aquele dia, sabe? Só lembro que veio outro bilhetinho uns minutos depois:
"Por que má idéia, senhora? Não estamos conversando sobre isso há tempos, sobre a nossa primeira sessão, lembra?"
O qual respondi:
"A má idéia foi pedir pra apanhar, entendeu agora? Se não, hoje à tarde tu vais entender. A segunda má idéia foi mandar outro bilhetinho, quando eu mandei ficares calada. Agora, vais apanhar em dobro por causa disso, e não adianta pedir desculpa. Espero ter sido clara. Avisa teus pais que estarás ocupada toda a tarde".
- Imagina a aflição da coitadinha ao ler isso! Que maldade... E ela parou de mandar bilhetinhos?
- Parou, claro. Caiu a ficha dela de que eu não tava de brincadeira. Durante a aula pude perceber, com o canto do olho, o quanto ela tava aflita, me olhando. Mas naquele dia, além da tpm, eu tava afim de ser má, e a Carol iria sofrer. Ah, se ia... hehehe!
- Nossa, já senti o clima! Não queria estar na pele da Carolzinha naquele dia.
- Não ia querer mesmo. Olha... eu judiei!
- Conta aí, please!
- Naquele dia eu já tinha xingado ela por causa daquele grude todo, eu tinha avisado da tpm mas ela insistia. Quando a Carol resolve ser chata... Comecei o terror psicológico já no caminho para a minha casa:
"Quer dizer quer que tu lembrava das rasteirinhas, é? Gostou delas?"
Ela respondeu timidamente; tava meio desconfiada das minhas intenções.
"Sabia que as flores mais belas são venenosas?" - continuei.
"Por que a senhora tá falando isso?"
"Por quê? Boa pergunta... É melhor eu mostrar, em vez de dizer, né? Tá preparada?"
Carol não sabia mais o que responder. Já tava com medo de mim.
- Até eu já estou! Hehehe!
- Haha, bobo! Bom, continuei o terrorzinho:
"Daqui a pouco tu vais conhecê-las bem de pertinho. Será que elas vão ser boazinhas contigo, ou vão te ferir como os espinhos de uma rosa?"
Ela só me dirigia olhares aflitos, rapidamente, e baixava a cabeça, caminhando em silêncio.
"Seria muita ingratidão se elas te fizessem sofrer, né? Afinal, você as quer tão bem...".
"O que a senhora vai fazer comigo?" - Carol enfim perguntou.
"Ora, vou te deixar matar a saudade das minhas rasteirinhas de uma forma toda especial. Afinal, foram tantos meses e tu não as esqueceu... Ao mesmo tempo, vais receber umas liçõezinhas".
"Por favor, senhora..."
"O quê? Tá com medo?"
"Não, é que... não tô acostumada..."
"Não recebia chineladas da mamãe?"
"Não." - Carol respondeu, envergonhada.
"Que peninhaaa..." - fiz um biquinho de deboche - "Dá até dó... Mas agora tens uma dona e teu bumbum pertence a ela, concorda? Além de que, não foi tu quem pediu?"
Aquele dia eu estava endemonhada.
- Tô vendo! O suplício já começou no caminho.
- Bem, chegamos em casa e fomos direto para o meu quarto. Mandei-a sentar na minha cama, descalcei as rasteirinhas e entreguei-as em suas mãos.
"Pode matar as saudades" - ordenei.
Ela ficou meio sem saber o que fazer, manuseando aqueles chinelos, passando a mão no solado, nas marquinhas dos meus dedos, nas tiras. Fez menção de levá-las ao rosto, mas deteve-se. Me olhava a toda hora, tentando adivinhar o que eu estava pensando.
"Depois tu vais poder calçá-las, pra ver como são gostosas de caminhar. Mas só depois que terminarmos".
Ela me olhou com um ar de preocupação, sem coragem de perguntar "terminarmos o quê?".
- Mas você é especialista em terror psicológico, hein! Pobrezinha!
- Pior que eu nunca tinha feito antes. Quer dizer, só com minha irmã, mas não com aqueles requintes.
- E a surra?
- Pois então. Disse pra ela: "Agora eu vou na cozinha beber alguma coisa e dar umas instruções pra empregada. Volto em quinze ou vinte minutos. Me espera peladinha, ok? Totalmente. Pode se distrair com as minhas rasteirinhas até eu chegar.
- Mais quinze minutos de terror... quantos requintes...
- Eheh! Eu falei que aquele dia eu tava o próprio capeta!
- Tô curiosíssimo! Conta a seqüência, conta!
- Demorei uns vinte e cinco minutos. Voltando ao quarto, lá estava ela, sentadinha, nua em pêlo, ainda acariciando as minhas rasteirinhas. Me olhou com uma carinha chorosa... quase desisto, mas minha tpm falou mais alto.
"Matou a saudade?", perguntei.
Carol chegava a tremer. Estendi a mão e ela me entregou as rasteirinhas.
"Deita", ordenei.
Ela obedeceu. Tremia tanto que chegava a ranger a cama.
"Tranqüilinha, tá? Eu sou tua dona e sei o que tô fazendo. Não pode gritar, senão a empregada ouve. Quer alguma coisa pra morder?"
Ante a negativa, segurei suas pernas pelos calcanhares, como quem vai trocar a fralda do bebê, ergui-as um pouco, expondo bem o traseiro, e comecei a desferir as chineladas. Uma seqüência de 15 na nádega esquerda, bem aplicadas, causando um vermelhão imediato. A primeira lágrima brotou de seus olhos. Mais 15 na outra nádega, impiedosas, pegando em cheio na pele branca e delicada. Carol começou a soluçar.
"Sabe por que tá apanhando?", perguntei.
Carol fez que sim com a cabeça, sem abrir os olhos.
"Ótimo!"
Desferi mais quinze na nádega em que comecei, ainda mais enérgicas. A cada lambada, afastava bem o braço. Carol já chorava abertamente, ainda que em silêncio. Mais quinze na nádega direita, bem estaladas, reforçando a vermelhidão. Cheguei a esquecer que estava castigando uma bundinha virgem, que nunca experimentara chinelo, ainda mais de solado de couro como os meus.
"Tá bom, minha dona!", ouvi-a balbuciar.
"Ah, tá bom? Já apanhou que chegue?"
"Apanhei", Carol murmurou.
"Pois eu acho que não! Tu não tava louquinha por esse momento, lá na aula?", perguntei, dando uma chinelada a cada palavra.
"Me arrependi!", foi a resposta, entre lágrimas.
"Hum... que bom!", continuei, sem interromper as lambadas, "mas eu falei que o arrependimento ia ser grande, não falei?".
Carol apenas chorava. Vários contornos do chinelo se destacavam naquela bundinha macia. Parei.
- Meu deus... você não ficou com dó da pobrezinha, não?
- Falei que eu tava possuída, eheh! Não pretendia terminar ali, não, mas ouvi barulho na porta do apartamento.
"Deve ser minha irmã. Tu vais ficar aqui, quietinha. Não se vista porque ainda não acabou. Já volto. Calcei as rasteirinhas e saí do quarto, sem dar atenção aos lamúrios da Carol. Era mesmo a Cíntia, minha irmã, que chegava. Queria minha opinião sobre a roupa que iria vestir à noite, numa festa de formatura. Ajudei-a a experimentar várias peças, depois tomamos um chazinho e ela foi pra academia. Voltei ao quarto levando uma surpresa.
- Um presente pra Carol?
- Mais ou menos, eheh.
"Olha só que graça o chinelinho da mana! O que achou? Vamos experimentar?".
Carol só me olhou, de semblante indecifrável. Grossas lágrimas ainda delineavam seu rosto.
"Perninhas pra cima!", ordenei.
Minha escrava recostou-se de novo e me ofereceu os calcanhares. Expus novamente a bundinha, já vermelha, acariciei-a de leve e retomei o castigo. O chinelo da mana era mais pesado, uma Ipanema de borracha, por isso não precisei erguê-lo alto a cada lambada.
- Por que continuou o castigo com o chinelo da tua irmã?
- Foi uma idéia que eu tive na hora mesmo. Queria ver como a Carol iria reagir, naquele momento e depois, quando eu a apresentasse à Cíntia. Queria ver se aquelas chineladas fariam com que ela tivesse uma atitude submissa em relação à mana. Foi só uma experiência, hehe!
- Que mente sórdida...
- Mas foram poucas chineladas com a Ipanema. Continuei interrogando-a, enquanto batia. Adoro isso, alternar palavras e chineladas. Acho que herdei esse gosto da minha mãe.
"Sabe por que ainda tá apanhando?"
Carol fez que sim com a cabeça.
"Tá doendo?". Aceno positivo. "Que bom!", emendei.
"Vai me mandar bilhetinho pedinho chinelada de novo?"
Sinal negativo dela.
"Já apanhou o suficiente?"
Carol não se atreveu a responder.
"Muito bem!". Assentei mais umas cinco, bem estaladas, e parei. O pobre bumbum, outrora branco como leite, já tava completamente tomado de contornos vermelhos. Deixei-a ir ao banheiro se aliviar, fomos à cozinha beber suco (Carol ainda nua) e depois ficamos no quarto, conversando sobre a facul. Ela achava que tinha terminado, por isso pediu pra se vestir, mas não permiti. Nua, além de linda, ela ficava mais submissa.
- Mas não tinha terminado?
- Não, eheh! Mas a parte final foi bem mais carinhosa.
- Como assim?
- Toquei no assunto de ela nunca ter levado chineladas. Lembra o que Carol tinha me contado no caminho? Ela disse que o quanto apanhara naquela tarde, porém, compensava muito bem essa "falta" por parte de sua mãe. Mas isso não me sensibilizou... :-)
- Ai, ai, ai... bateu ainda mais na pobrezinha?
- Sim, mas já disse, foi uma coisa mais delicada. Falei do quanto eu apanhei quando era pequena, do modo como minha mãe me batia, do chinelo que ela usava, bem mais dolorido que as rasteirinhas que Carol acabara de experimentar, das cintadas, dos castigos. Convidei-a então para ir ao quarto de minha mãe, ver um chinelo que ela ainda tinha e que muito usara em mim.
- Já tava tudo planejado, né? Danada...
- Horas antes! Hahaha! Carol já fez sua carinha de desconfiança, que eu bem conheço. Como eu ainda não a tinha autorizado a se vestir, começou a ligar os pontos.
"Mas a senhora vai só me mostrar, né?", perguntou, carinha de quem imaginava que não vinha boa coisa.
Respondi com meu risinho sarcástico, nem um pouco preocupada em confortá-la, e fomos ao quarto de mamãe. Achei as sandálias de tiras lá no fundão do armário, tirei o pó e entreguei-as a Carol. Pobrezinha, já pressentia o perigo.
"Olha só o solado", falei. Era uma borracha super dura e pesada. "Pior que a Ipanema da mana, não acha? Tem idéia do quanto eu já apanhei com essas sandálias?"
Carol, na minha frente, em pé e de cabeça baixa, com os braços cobrindo os seios, só esperava a ordem que já sabia qual seria. Não era à toa que sua dona a queria pelada.
"Tu brincavas de mamãe e filhinha, quando era criança?", ainda perguntei, aumentando a expectativa.
Carol acedeu com a cabeça.
"Vamos brincar?", convidei.
Ela me olhou. Sentada na cama de mamãe, com a mão esquerda dei batidinhas na minha coxa, convidando-a. Na mão direita, a famigerada sandália, que tanto me fez chorar. Iniciara-se o desfecho da tarde de castigo.
- Nossa... bateu muito?
- Menos do que minha mãe, pode ter certeza. Poupei o bumbunzinho da Carol, já bastante vitimado pela minha ira, minha tpm e meus chinelos. Reproduzi uma das poucas cenas de surra da mamãe que eu me lembrava, com palavras e tudo. Tive a impressão de que Carol também entrou no clima, sabe? Agiu realmente como uma moleca pega no flagra pela mamãe severa. Esperneava e chorava como uma criança, vivenciando o que, segundo afirmara, nunca tinha sofrido. Talvez fosse algo de que sempre tivera vontade, mas nunca confiara completamente em sua mãe para que se entregasse. Achara, enfim, o colinho confortante e disciplinador. Contorcia-se, mas será que queria sair?
- Que lindo...
- E foi mesmo. Depois de algumas chineladas e xingamentos à la mamãe, e de promessas de "não faço mais" de Carol, ficamos lá por um tempo, ela ainda no meu colo, bundinha exposta. Ficamos em silêncio, eu acariciando o bumbum quente, delicadamente, e ela chorando, mais de emoção do que de dor. Acariciava a minha perna, meus pés, lacrimejava sobre eles. Pediu que eu a tocasse. Acariciei seu clitóris. Carol se contorcia no meu colo, frenética. Comecei a inserir meu dedinho. Massageei seu ponto G com bastante carinho. Carol gozou gostoso. Gozou muito. Empapou minha mão com seu suquinho. Só eu tinha direito a ele, só eu tinha direito a ela.
Um momento de muita cumplicidade, de muito amor. Nem lembro quanto tempo ficamos. Por ela, poderia ser eternamente.
- Caramba... nem sei o que dizer...
- São momentos que falam por si...