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A Brisa do Mar
A brisa do mar é incomparável, trás quem sabe de onde uma paz que nenhum outro lugar é capar de proporcionar, todos ficam mais leves a beira mar, a vida passa devagar e cada momento é vivido com mais prazer, eu falo de todos os prazeres.
A brisa do dia se torna mais agressiva a noite, mexe as cortinas do quarto com mais violência e embala nossos pensamentos também assim, com vigor, temos sonhos mais altos e desejos mais profundo, nesta noite em especial minha escrava vai vivenciar o que há de mais profundo em sua dor e prazer, ela já aguarda no quarto enquanto termino meu cigarro na sacada de nossa cabana no alto de um morro em meio ao verde da mata atlântica, lugar ótimo para se passar férias, o silêncio é sepulcral, o mesmo silêncio que libera minha escrava a gritar muito, adoro seus gritos até que abafo eles com uma mordaça, adoro mais ainda sua angústia guardada nos seus gritos e gemidos abafados, quando adentro o quarto ordeno:
- Na cama cadela, de quatro com a bunda bem arrebitada, vai levar suas chicotadas de entrada, pode gritar, mas não ouse gozar, ouviu?
Toco a buceta dela antes de iniciar minha seqüência, está molhada, pobre cadela, não vai agüentar e vai gozar antes da vigésima chicotada, assim sendo introduzo meus dedos por uns segundos para excita-la mais ainda, penetro o cuzinho com outro dedo, assim garanto sua excitação e ela gozará contraindo uma dívida de castigo a mais para nossa noite.
Quando sua respiração está mais embalada dou a primeira chicotada, ela abre mais as pernas e levanta mais a bunda, sua buceta escorre, continuo chicoteando num ritmo nem lento, nem rápido, ela confusa respira mais rápido e como previ, antes da vigésima chicotada ela goza.
- O que eu te disse sua cadela, vai ser castigada em dobro agora, lembra o que disse que ia te fazer somente amanhã, foi adiantado para hoje.
Quando digo isto seus olhos se arregalam, eu prometera que ela se prepararia para amanhã receber cera de vela no cu e na buceta, não estando preparada sua mente gira junto com a brisa e ela não sabe como reagirá, dor, prazer da dor e do gozo a deixam entorpecida.
- Deite na cama cadela.
Ela se deita, eu pego seus pulsos e passo uma corda neles, a qual eu prendo no alto da cama, pego seu joelhos e os amarro juntos, faço o mesmo com os tornozelos e amarro a ponta da corda dos tornozelos no alto da cama, passo uma corda por cima do tronco e barriga dela e amarro na cama, ela está imobilizada e com a buceta e o cu bem expostos naquela posição, sem aviso como sua buceta molhada de gozo para em seguida a seco penetrar seu cuzinho, ela grita e geme alto no alto daquele morro, gritos de dor que serão em breve bem mais altos, quase gozando fico em frente a seu rosto e gozo na sua boca e pescoço, antes dela respirar mais uma vez coloco uma ball gag na sua boca ainda com esperma, ela se debate mas não adianta, chegou a hora esperada, a tortura com a cera de vela e seus gritos mais desesperados agora abafados.
Ela me acompanha com os olhos enquanto eu acendo a vela, para ele se acostumar um pouco pingo cera na sua barriga, peitos e pernas, ela geme alto, tenta gritar, mas o que ouço é meu prazer atrás da mordaça, decido partir para seu cuzinho, ela percebe, se agita e quando recebe a primeira gota se contorce, gritando alto, a dor é imensa, sua buceta se enche novamente com seu suco, ela está adorando, mais pingos no cu, nas coxas, nádegas e então parto para a buceta sensível e exposta, deixo cair uma quantidade generosa, ela grita mais alto ainda, sua buceta e seu cu estão cheios de cera, a cera chega a unir ambos, finalmente acaba a tortura de minha doce escrava, solto ela a seguro para a brisa do mar acariciar sua dor e nosso prazer.