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EscravoII Concurso de Contos e Poesias BDSM - Participante

A noite estava fria e se tornava mais ainda pelo fato ela estar sozinha. Relia coisas antigas, via fotos, lia alguns relatos quando o seu celular toca e ela atende sem olhar. - Alô! - Boa noite senhora. Ela se assusta ao ouvir alguém falando com ela assim, chamando-a de senhora. Olha e não reconhece o número. - Quem é? - É 'seu' menino. Acabei de chegar na cidade e como combinamos estou ligando para avisar, a senhora esqueceu? Não, ela não tinha esquecido, mas ainda não se sentia preparada para um encontro, e nem esperava mais que ele ligasse. - Senhora? Poderemos nos ver? Já estou no hotel como a senhora mandou, segui todas as suas instruções, estou esperando pela senhora. A senhora vem? - Claro. Eu combinei, não tenho duas palavras, diga o nome do hotel e em uma hora estarei aí. Vá preparando tudo e me aguarde. Desligou o celular e ficou alguns minutos pensativas, seu coração dividido, mas não faria alguem vir de longe pra lhe ver e ela não ir. Tomou um banho, trocou de roupa, pegou suas coisas e saiu. A porta do quarto do hotel se abriu e ela entrou cumprimentando-o normalmente como se fossem velhos conhecidos. Ele pegou sua sacola e levou até a cama com ela seguindo-o. Sobre a cama estava uma rosa vermelha e uma caixa de bombons que ele sabia que ela adorava. Apenas olhou e sorriu, no momento em que ele ajoelhou na sua frente, beijou seus pés e lhe entregou a rosa. - Isto, assim que eu gosto, obediente e respeitador, mostrando que sabe quem manda. Agora levante, tire sua roupa que quero ver se está usando o que mandei. Ele tirou a roupa mostrando uma minúscula calcinha fio dental vermelha. Ela se aproximou dele e o vendou, tirou de sua sacola seus acessórios e pegou uma corda, separou outras coisinhas e parou na frente dele. Sabia que ele era bem masoquista e queria testar os limites dele e o seu também, afinal, sempre tinha sido 'light'. Amarrou seus braços para trás e o empurrou para a cama fazendo com que ele ficasse de quatro, pegou um tubo de gel, um plug,lambuzou o cu dele e ordenou que não desse um gemido, e meteu todo de uma só vez ouvindo um gemido forte. Pegou então um chicote e bateu várias vezes nele vendo as marcas irem tomando conta. - Você vai ficar o tempo todo com este plug, e o melhor da festa vai ficar para o final, aguarde. Deixou-o em pé de frente pra ela na cama, amarrou pernas, amordaçou, pegou uns rolos de PVC e começou a enrolar no corpo dele, mumificando-o da cabeça aos pés, deixando apenas uma pequena abertura no nariz por onde ele mal conseguia respirar. Deitou-o de bruços na cama e batia na sua bunda com uma palmatória fazendo com que as marcas vermelhas fossem aos poucos ficando roxas na pele clara. Deixou-o assim por algum tempo e só quando ele começou a suar muito ela foi desenrolando aos poucos, até tirar tudo, desamarrou os braços e o fez caminhar no quarto, sempre com a calcinha vermelha e o plug enterrado nele. Mandou ele dançar pra ela ver, e tirar a calcinha, já estava na hora dele conhecer a surpresa da noite. Amarrou as mão dele num pilar ao redor da cama, fazendo com que ele ficasse curvado, as pernas bem abertas presas uma em cada pilar, apenas pra que ele não conseguisse fechá-las. A visão que ela tinha era maravilhosa, apenas o suporte do plug aparecendo, deu algumas palmadas, colocou vários prendedores no saco dele, nos peitos, e vestiu seu cinto com um consolo enorme... Tirou a venda permitindo que ele visse o que o aguardava. Os olhos dele brilharam enquanto pedia que ela não metesse aquilo nele. - Não, isto não vai caber em mim, você vai arrebentar comigo, por favor senhora não. Foi calado com tapas na cara e com o cacete enfiado na boca, quase engasgou e não tinha entrado nem a metade. - Chupa vagabunda, tá com um plug enfiado no rabo e ainda quer reclamar, chupa e não reclama... Fazia aquele monstro entrar na boca dele que chupava agora com vontade, engasgava fazendo rolarem as lágrimas. Ela adorava ver aquilo, pois havia decidido que nunca mais trataria nenhum escravo com carinho, deixaria seu lado sádico a dominar. Tirou o cacete da boca dele e colocou uma mordaça em forma de arreio com bola, pegou um chicote e bateu nas costas dele, forte, muitas vezes, voltou a usar a palmatória na bunda e, sem avisar, 'arrancou' o plug de dentro dele de uma só vez, fazendo com que suas pernas dobrassem, mas não muito, pois a posição em que se encontrava não permitia que suas pernas dobrassem a ponto de ajoelhar. Colocou uma camisinha no seu consolo, e usando apenas a lubrificação que tinha restado do plug, meteu aquele pau enorme empurrando todo de uma vez, sentindo trancar as vezes, mas sem pena nenhuma, ouvia os gemidos dele quase como um choro. - Então, era isto que tu queria? To só começando, esta é apenas minha primeira vez com você, mas nunca vai esquecer. Começou a mexer dentro dele tirando quase todo e metendo novamente, com força, vária vezes, batia na bunda com a palmatória, arranhava as costas dele, tirava algum prendedor, colocava de novo e sempre mexendo, até que percebeu o corpo dele começar a estremecer e viu que o orgasmo estava chegando, então, tirou tudo e meteu novamente de uma vez só ao mesmo que ele gozava alucinadamente, urrando, gemendo e com espasmos violentos. Ela tirou o cacete de dentro dele, soltou suas pernas que literalmente desabaram na cama, foi retirando os prendedores, o arreio e por último soltou suas mãos. Ele chorava de tanto prazer enquanto ela simplesmente virou as costas e foi trocar de roupa deixando-o alí, desfalecido. Voltou do banheiro, arrumou suas coisas, pegou sua rosa, chegou perto dele e disse: - Você foi uma boa menina, e deu-lhe um beijo de leve na testa. Saiu do quarto sem esperar resposta. O dia amanhecia, ela caminhava em direção ao seu carro que mal conseguia definir por causa da neblina, mas estava feliz, pois conseguiu seu objetivo e a partir daquele dia ela sabia que sua vida mudaria radicalmente.