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Capacho da Chefe
Eu estava fora da faculdade durante uns anos quando consegui um emprego de trabalho com estoque em uma loja local. A gerente era uma linda garota com quem eu tinha estudado na escola. Seu nome era Ana, e eu tinha uma grande queda por ela mas nunca tive coragem de chegar junto dela porque eu não a conhecia direito e ela era do tipo arrogante e intimidativa e eu tinha medo de ela me rejeitar e, do pior
modo possível - rindo na minha cara e contando a notícia para todos na escola. Agora que eu estava trabalhando com ela, minhas esperanças idiotas de conseguir ter ela pra mim estavam de volta. Ela era tão linda e animada - seu cabelo marrom, lindos olhos castanhos, amplos seios, um lindo traseiro apertadinho e como eu posso esquecer este detalhe que seria o meu ponto mais fraco - seus bem feitos e lindos pés. Perfeitos de tamanho 36 - os pés de Ana eram de se morrer por eles.
Na metade do tempo ela escondia eles em um simples tênis branco, e na outra metade ela usava chinelos leves de borracha. Seus chinelos
eram um pouco grande demais para o seu pé então as partes de trás caiam do seu calcanhar a cada passo que ela dava. Ela raramente usa
meias com os chinelos e isso fazia com que eles fizessem ainda mais aquele barulho característico quando ela andava - além de me tentar deixando à mostra uma pequena visão do seu calcanhar e parte da sola de seus pés. Eu amava especialmente quando ela me levava pela loja, dizendo-me o que eu tinha de fazer enquanto usava aqueles chinelos, porque eu podia andar atrás dela e admirar, hipnotizado pelo flap-flap-flap dos seus chinelos.
Ana me tratava com uma atitude condescendente. Ela era bem mandona e demonstrava um pouco de prazer sádico pregando pequenas peças em mim - como dizendo que faltavam R$ 50,00 na minha caixa
registradora quando na verdade não faltava - apenas para me deixar embaraçado. Era óbvio que eu era um nada para ela - apenas um peão baixo para ser mandado. Mas eu não podia demonstrar meus sentimentos pra ela, e na verdade, sua crueldade meio que me excitava.
Eu lembro de um dia em que eu estava trabalhando na caixa registradora e deu um problema na fita, então eu chamei por Ana.
Depois de mais de 5 minutos ela ainda não havia vindo então eu chamei ela outra vez. Finalmente ela apareceu, vindo para a entrada da frente. "Desculpe pela demora," ela disse meio sem ar, "Eu estava sem os tênis e as meias lá atrás." "Bom, da próxima vez eu acho que você poderia vir descalça se é mais rápido. Eu estou empacado aqui," eu falei. "Talvez eu venha, seu inteligente," Ana me disse com um ar de mofa.
Nem queira saber - no dia seguinte estava no trabalho na hora do almoço quando chegou Ana - descalça, segurando seus chinelos nas mãos. Eu engoli em seco. Seus pés estavam tão maravilhosos que eu queria ajoelhar ali mesmo e cobrir eles de beijos. Não apenas isso, mas os seus lindos dedinhos com as unhas
pintadas de rosa estavam me dando um grande tesão. Eu tentei não ficar olhando mas eu simplesmente não conseguia tirar os meus olhos dos pés de Ana. Ela parou no outro canto da mesa, onde Daniele, outra pessoa que trabalhava na loja e amiga de Ana, estava sentada. Ana soltou os chinelos e eles caíram no chão. Suspirando, ela sentou. "Ana!" Daniele
falou, "Você não pode andar por aí descalça na loja!" "Eu sou a gerente então eu posso andar descalça do jeito que eu quiser," Ana
resmungou de volta, colocando seus pés descalços em cima da mesa. "Além disso - ontem o Marcos me falou que queria que eu ficasse andando descalça para que ele possa olhar para os meus lindos pés!"
Ana e Daniele deram risada. Envergonhado, eu protestei dizendo que não foi isso que eu tinha dito. "Você acha os meus pés bonitos, não acha?" Ana perguntou, me olhando nos olhos e balançando os seus dedinhos sexys. Droga! Como ela sabia? Ela me pegou olhando? Me sentindo embaraçado, eu decidi ser honesto, imaginando que Ana pudesse apreciar o meu elogio aos seus pés. "É...Na verdade os seus pés até que são bonitos," Eu admiti de modo fraco. "Aaaaah!" Ana fez com prazer, e ela e Daniele começaram a rir. Um tempo depois, Ana tirou os pés da mesa, calçou os chinelos, e saiu da sala de descanso - mas não sem antes me bater na cabeça e dizer sarcástica "Você é um bom empregadinho" - e isso, claro, ocasionou mais risadas dela e de Daniele. Eu estava muito irritado e, ao mesmo tempo, excitado. Assim que Ana saiu da sala, Daniele gozou de mim dizendo "É...Na verdade os seus pés até que são bonitos," me imitando. "Ora, cale a boca," eu resmunguei.
Mais tarde naquele dia Ana me levou no estoque para me mostrar o que eu tinha de arrumar. Quando eu abaixei pra pegar uma caixa, ela descalçou um de seus pés do chinelo. "Nossa, meus pés estão tão cansados," ela reclamou. "que tal uma massagem?" Eu olhei para o seu lindo pé e sabia que eu não iria conseguir resistir à chance de acariciar este pé perfeito. "Claro," eu disse, esperando que não soasse tão óbvio. Ana sorriu. "Ótimo. Vamos para a sala de descanso," Ana disse, deslizando o pé de volta para o chinelo, e indo naquela direção. Flap-flap-flap. Meu coração batia forte. Quando nós chegamos na sala, Ana sentou na poltrona e fez sinal para mim sentar do outro lado. Eu sentei e ela esticou as pernas de modo que seus pés descansaram no meu colo. Seus chinelos, que ela poderia ter facilmente tirado, ainda estavam nos seus pés. "Tire os meus chinelos," ela disse em uma leve e forçada voz. Eu fiz como ela ordenou, gentilmente colocando os seus chinelos na mesa de almoço. Secretamente, eu desejei levar um até o meu nariz e aspirar o aroma dos pés de Ana. Meus olhos brilhavam de admiração, eu tomei os pés de Ana e comecei a tocá-los - as solas, os dedos - para trás e para a frente, gentilmente massageando-os. Era tão bom senti-los nas minhas mãos. "Aah, isso é tão bom. eu adoro ter os meus pés acariciados." Ana parou por alguns segundos,
apreciando o meu aplicado tratamento dos seus pés. "Você adora fazer isso, não é?" Ana perguntou, inquiridora. "O que? " eu falei. "Ora,
deixe disso!" ela falou. "Você gosta de acariciar os meus lindos pés! Você provavelmente quer beijá-los e chupar os meus dedos também! Eu
aposto que você está durinho agora, seu fetichistazinho!" Ana moveu seu pé esquerdo para o meio das minhas pernas. Ela tocou em minha ereção. Oh, que tesão! Eu podia sentir o meu pau ficando começando a ficar molhado. Tentadoramente ela moveu o pé de volta para onde ele estava. "Se você me pedir com jeito, eu deixo você chupar os meus dedos," ela disse sedutoramente. Mais do que tudo eu queria colocar os dedos de Ana em minha boca e chupá-los até não poder mais, mas com uma
onda de pânico eu pensei que qualquer um poderia entrar pela porta da sala e me ver ali fazendo isso. Já seria embaraçoso ser pego
massageando os pés de Ana, imagine então se alguém me pega chupando os pés de minha chefe? Olhando para os pés de Ana, vendo aqueles dedos de unhas brilhantes pintadas de rosa, só levou dois segundos pra mim decidir que eu não me importava. Eu iria chupar os dedos de Ana e enfrentar qualquer situação ridícula e vergonha que fosse preciso, caso eu fosse pego.
Mas eu ainda queria manter isso em segredo. "Você não vai contar pra ninguém se eu fizer, vai?" eu perguntei. "Claro que não," Ana falou insinuante, "Isto será só entre você, eu e os meus lindos dedinhos. Mas você tem que pedir permissão antes." "Ana, posso chupar os seus dedos?" eu perguntei, amavelmente passando minhas mão em seus pés enquanto eu disse isso. "Não. Assim não. Você tem que dizer 'Por favor Chefe, posso chupar os seus pés?'" Ana falou, um olhar sádico em seus
olhos. Meu pênis estava completamente ereto, mas foi com a máxima humildade que eu implorei, "Por favor, Chefe, eu posso chupar os seus pés?" "Sim, meu queridinho, eu lhe permito," Ana disse sarcástica, levantando um dos seus lindos pés até a minha cara. Com grande fervor, eu comecei a chupar os seus dedos, apreciando a sensação deles, o seu
cheiro, o seu gosto. Ana começou a brincar com a minha calça com o seu outro pé. Entre o gosto do dedo em minha boca e o pé perfeito mexendo no pênis, não levou muito tempo até que eu não pudesse mais segurar o meu gozo. No clímax do momento, eu suspirei "Ooh!!"- tomando cuidado para não morder o dedão de Ana, que estava enfiado na minha boca. Com
um espasmo, eu gozei dentro do meu shorts, embaixo da calça. Neste momento Daniele entou dentro da sala rindo histericamente.
Completamente mortificado, eu tirei a minha boca dos dedos de Ana e olhei para a minha calça manchada. "Eu estava atrás da porta o tempo todo! Você não imagina o quanto foi difícil de não rir. Meu deus, você é um patético pervertidozinho, Marcos! Ana, sua chefe, teve você chupando os pés dela!" Daniele exclamou. Ana levantou com naturalidade."Você é patético, Marcos," ela disse. As palavras ecoaram. Ela virou para Daniele. "Não foi o máximo o modo como eu tive ele completamente em minhas mãos usando apenas os meus pés? Ele não é meu empregado, ele é meu escravo!" As garotas riram histericamente. Completamente humilhado, eu levantei e disse "Eu tenho outras
coisas pra fazer além do abuso de vocês." "É, como limpar as suascalças, capacho!" Daniele exclamou. "Espere, Marcos, você tem que
colocar os meus chinelos de volta pra mim," Ana falou, friamente. "Coloque a droga dos seus chinelos você mesma," eu disse de qualquer jeito. "Ora, que isso, Marcos. Desculpe por ter gozado de você. Agora calce os meus chinelos pra mim," Ana falou. Eu sabia que só estava me fazendo de bobo, mas eu estava tão desesperadamente cego de amor por Ana que eu me vi fazendo a ela o último favor.
Com Ana e Daniele olhando maravilhadas, eu peguei os chinelos de Ana e coloquei eles de volta nos seus pés. "Obrigado...escravo!" ela disse triunfante.
E desde então era verdade: eu era o escravo dos pés de Ana. Agora que ela sabia do meu ponto fraco, ela usava isso para se aproveitar de mim e me manipular até não ter mais fim. E eu entrei no jogo dela, permitindo a ela qualquer coisa, mentindo para mim mesmo,
dizendo-me que ela tinha sim uma afeição por mim. "Agora seja um bom garoto e faça o seu serviço, Marcos, e talvez eu deixe você beijar os
meus pés depois," ela diria pra mim, não se importando com quem estava por perto. Logo todos já sabiam. Até na locadora ao lado todos sabiam que eu era o "escravo submisso" e "capacho que vivia aos pés de Ana." Às vezes, quando eu fazia algo errado no trabalho, Ana tirava um dos chinelos e me batia na nuca ou, brincando, no meu traseiro. Ana e Daniele passaram a me chamar de "escravo" e "capacho". Eu supunha que poderia fazer uma reclamação a respeito de sua humilhação, mas Ana e eu sabíamos que eu nunca faria isso. Eu estava completamente à mercê dela. Ela até me fez comprar pra ela alguns novos pares de sapatos. Uma bota preta e uns de salto alto pretos. Um dia ela usou os sapatos para trabalhar e bradava como eu havia comprado sapatos pra ela e como eu era "apaixonado pelo seu dedinho." Mas, oh, que dedos eles eram. Eu aguentava uma semana do pior abuso imaginável - às vezes eu ficava à beira das lágrimas - apenas para ter permissão para beijar os lindos pés de Ana e chupar os seus finos dedinhos e ver o olhar de prazer nos seus olhos.
Algumas vezes ela chutava os seus chinelos no chão da Registradora I - de um modo a marcar o seu território - e andava pela loja descalça.
Então, geralmente em torno de uma hora depois, ela me chamava pelo auto-falante para levar a ela os seus chinelos na sala de descanso ou no escritório. E, como um leal servo servindo uma Princesa, eu levava os seus chinelos pra ela. E quando eu me abaixava para apanhá-los, ali embaixo do balcão onde ninguém me via, eu beijava a borracha de seus
chinelos e passava a minha língua pelas solas sujas, completamente tomado de devoção à Princesa Ana, minha chefe e cruel Dominadora.