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História de uma Escrava

Olá Meu nome e Kely o que eu pretendo narrar e como me tornei viciada e dependente de um homem, seu nome é José. Na época eu tinha 18 anos, estava namorando o Marcio, meu primeiro namorado, na varanda da casa do Sr José, um senhor de mais ou menos 45 anos, separado, que tinha uma empresa de representação no bairro, ele sempre saía cedo para trabalhar e só voltava à noite, e nós aproveitávamos a varanda o quintal da casa dele para ficarmos namorando. Não havíamos transado ainda, mas eu sempre chupava o pau do meu namorado, e ele a minha xoxotinha e meus peitos. Neste dia, quando eu estava quase gozando em nosso já habitual 69, Sr José abriu a porta da cozinha, e deu de cara comigo e meu namorado, deitados no chão, sem roupa, e um chupando o outro. Foi o maior susto da minha vida, eu tentava me recompor, mas o Sr José não tirava os olhos de nós, e mandou que entrássemos, pois ele iria telefonar para os nossos pais, e contar o que estava acontecendo na varanda. Eu comecei a pedir que pelo amor de Deus Sr José não fizesse isso, meu pai é militar, e sempre me educou de forma rígida, se ele soubesse que eu estava namorando o Marcio já seria um horror, ficar sabendo de nossas sacanagens, ele pai iria me matar. Sr José estava decidido, e não queria saber de conversa, eu desesperada comecei a chorar, foi quando aparentemente consegui tocar o Sr José que começou a falar: ``Está bem, eu não vou contar, mas quero que o namoro de vocês termine agora, e que vocês nunca mais saiam juntos´´. Eu chorava, em pensar na possibilidade de perder meu namorado, e chorava mais ainda com a possibilidade de meu pai saber o que ocorria durante as tardes na varanda do Sr José. Diante da situação eu não via outra saída, senão aceitar o que o Sr José estava impondo, mas apesar disto não encontrava coragem para concordar verbalmente com o castigo, mas Marcio não me pareceu ter muita dúvida e rapidamente foi dizendo: ``Eu gosto muito dela, mas se o Sr contar ao pai dela, estaremos os dois em uma grande encrenca, creio que seremos obrigados a casar, por isso dou a minha palavra de que não sairei mais come ela, e de que não seremos mais namorados. O Sr poderia nos deixar ir agora?´´ O Sr Jose abriu a porta, e o deixou ir embora, mas quando eu fui me levantar para sair ele falou que era para eu ficar mais um pouco que ele queria me falar. Eu então parei e esperei, ele se sentou no sofá, e começou a falar que eu era uma menina muito sem vergonha, que o meu namoradinho não me dava a menor importância, pois havia concordado de forma muito fácil em não me ver mais, e me deixado ali, que eu merecia um castigo, e mandou eu me aproximar, e baixar as calcas. Eu novamente comecei a chorar, pois não sabia o que iria acontecer, e ele me colocou de bruços e começou a bater na minha bunda. A cada tapa minha bunda ardia, eu não conseguia me conformar com aquilo, eu estava apanhando na bunda de um cara que eu só via de passagem na rua, e algumas vezes no bar do bairro, o mesmo que meu pai freqüenta. A certa altura eu então recomecei a chorar de raiva e de dor. Creio que devo ter levado uns 20 tapas bem dados, daquelas mãos pesadas, quando ele parou e começou a passar a mão carinhosamente pelos vergões, senti algo gostoso diferente, poderia dizer que eu estava me excitando com aquilo, ele então se levantou e mandou me aguardá-lo de joelhos, eu não conseguia parar de chorar, minha bunda estava queimando, eu havia sido largada lá pelo meu namoradinho, que eu já começava a odiar, e ainda tinha que ficar de joelhos esperando ao Sr José. Ele foi ate a cozinha e voltou com uma pedra de gelo, me puxou pelo cabelo e me colocou no colo dele novamente, e começou a passar o gelo na minha bunda ardida. Com o calor das palmadas, o gelo ia derretendo, e escorrendo pelo meu rego, até a minha vagina, aquilo começou a me encher de tesão, e o Sr José percebeu, pois começou a falar que eu era uma vadia mesmo, pois acabara de apanhar por ser tão vagabunda e já estava com vontade de gozar, as palavras dele me davam mais tesão ainda, e eu pude sentir que minha xoxotinha começou a piscar. Ele então parou e me mandou ficar de joelhos na frente dele, e me perguntou se eu queria transar com ele, eu respondi que era virgem, ele então me perguntou para que eu estava guardando a minha virgindade, se eu já era tão vagabunda, e eu respondi que me guardava para uma ocasião especial, ele então deu um sorriso, e falou que eu não merecia gozar mesmo, mas que ele queria sentir a minha boca no pau dele, e tirou para fora um enorme mastro, teso e cheio de veias, muito maior do que o Marcio, eu não me fiz de rogada, pois já me considerava mestre nisso, e chupei o pau dele o melhor que pude, comecei delicadamente, mas ele pegou me pelos cabelos e começou a fuder na minha boca, atolando tudo sem dó, ate o fim, eu sentia ânsia, e sentia que iria engasgar, e ele falava ``isso vagabunda engasga que eu vou te sufocar com a minha porra´´, meus olhos começaram a lacrimejar, eu me sentia um animal e estava adorando aquilo, após algum tempo, eu já estava quase sufocando, ele gozou no fundo na minha boca, e ficou segurando a minha cabeça, apesar de perceber o meu engasgo, bem dizer engoli o que pude, mas um pouco caiu, e ele mandou eu lamber no chão, depois mandou eu me vestir, e que eu fosse embora, mas antes me perguntou onde eu estudava, pois ira me apanhar na escola, pois iríamos almoçar juntos. Eu sai de lá meio decepcionada, doída, intrigada com as reações daquele homem, que era diferente de tudo o que eu poderia esperar, e ao mesmo tempo ansiosa para o dia seguinte, afinal eu acreditava que aquele seria o meu dia de gozar.