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Mudando as Regras
Ela chegou em casa e todas as luzes estavam apagadas.
Ela acende a luz da sala e encontra vendas e um bilhete dizendo para tirar a roupa lá mesmo onde ela se encontrava e colocar as vendas. Assim ela o fez e disse a Sua Dona que estava pronta.
Alguém passeia com as mãos em seu corpo todo e ela sente outra pessoa segurando-Lhe o
pescoço. Essa mesma pessoa segura tão firme o cabelo dela que pelo jeito já tem a certeza de
que é a Tua Dona. Mas quem Lhe tocava o corpo?
- Killa, Killa, Killa, não imagina o sádica estou esses dias.
Estou querendo mudar um pouco as regras do jogo hoje. Vamos experimentar coisas novas...
Tua Dona Isi a puxa até o quarto e prende os braços dela nas algemas presas na parede do
quarto.
Enquanto ela sentia leves toques que a excitava pelo corpo, sente também o primeiro golpe que queimava-lhe a pele e ouviu-se um ai no ar.
- Assustou meu trem á toa? Tem muitos mais pra você...
Golpes atrás de golpes. Esses eram diferentes. Ela nunca sentira esses golpes antes. Não
dessa forma...
Ela chorava e, quando não agüentava mais pediu a safe:
- Misericórdia minha Senhora! Eu imploro...
- Ah não! Eu disse que brincaríamos diferente hoje! Sem safe.
- Por favor minha Senhora...
Plaft!
Killa leva um tapa forte na face e a voz de outra mulher falando que ela não queria ouviu nem mais um a porque se não seria bem pior para ela.
Killa chorava e pediu socorro a Tua Dona. E o que recebeu foi:
- Hoje você obedecerá as duas. Estamos tendo uma festinha particular para o nosso prazer.
Killa chorava e os golpes continuavam por um tempo. Ela implorava tanto para parar e ninguém a socorria...
- Estou com sede. Quero água... - disse a outra mulher.
Os golpes cessaram e Killa pode descansar um pouco. Tua Dona a soltou das algemas e acariciava onde estava vermelho. Doía. Killa tentou desvencilhar dos toques sem pensar no que estava fazendo e levou um forte
tapa na cara que a jogou no chão.
Sua Dona a pegou pelos cabelos, tocou-lhe a face no chão e colocou o pé em cima da cintura
de Killa perguntando o que ela pensava que estava fazendo?
A amiga de Tua Dona perguntou o que estava acontecendo; Quando obteve a resposta, ela
pegou a corda e prendeu os braços de Killa para trás e pegou as presilhas de mamilos com uma corrente que unia uma a outra.
Elas acenderam duas velas e colocaram no chão vários grãos de milhos e fizeram Killa ajoelhar
em cima. Os milhos machucavam os joelhos e perna de Killa e para diminuir a dor Killa senta com suas nádegas no chão. Assim que sentou sente a cera quente caindo em suas costas e no peito, seios e barriga. Queimando-lhe toda...
Killa para parar a dor da cera, voltou a se ajoelhar no milho.
Os joelhos voltam a doer e Killa vê-se obrigada a voltar a sentar um pouco. Quando Killa vai
sentar, Tua Dona puxa de uma vez as presilhas nos mamilos machucando Killa e ela sentiu uma dor imensa...
Killa geme de dor e Sua Dona reclama com Killa por ter tirado as presilhas. A amiga joga-lhe toda a cera quente sobre o corpo de Killa e ela sente aquilo lhe queimando toda, geme de dor...
Tua Dona aperta as presilhas nos mamilos forte e os mamilos latejam de tanta dor...
- Ai... Senhora, por favor... Não!!! Misericórdia por favor!!! Eu imploro...
- Ih sua chata! Eu já disse que não estamos brincando de safe, não já?
- Mas Senhora, dói muito! Por favor...
- Ah, ta doendo? Novidade! É pra doer mesmo!!!
A amiga de Tua Dona se cansa. Ela pega uma fita adesiva e prende a boca de Killa e ela chora
pela dor de Sua Dona continuar a apertar as presilhas... Ela geme muito e Tua Dona continua a apertar e Killa balança muito a cabeça como se implorando para parar...
Tua Dona tira os pregadores e tira Killa dos milhos. Ela puxa Killa pelos cabelos e a joga na
cama. Enquanto Sua Dona mexe em algo, a amiga Dela tira as cordas e a venda. A luz lhe penetra nos olhos machucando. Tua Dona lhe puxa pelos cabelos e lhe fala:
- Eu vou desprender a sua boca. Mas se eu ouvir algo que me desagrade, vai ficar receber um castigo que jamais vai esquecer... Está me ouvindo?
Killa balança a cabeça afirmativamente. Sua Dona a solta e ela finalmente consegue respirar
livremente. A amiga Dela entra no quarto com uma faca enquanto Killa está falando nos ouvidos de sua Dona que não gostaria de ser usada por outra pessoa. Que ela desejaria que seu corpo fosse usado só por Quem a Killa se entregou... Tua Dona ri... Pergunta a Kila:
- De Quem é esse corpo?
- Teu minha Senhora...
- E você tem que querer alguma coisa aqui?
- Não minha Senhora... Mas...
A amiga não gostou do que estava ouvindo e olha rindo sadicamente para Killa e para Isi.
- Isi me contou que adora brincar de faca, é verdade Killa?
- S... Sim...
- Levante-se!
Isi Puxa-lhe pelo cabelo e a coloca de pé. Sua amiga a prende novamente nas algemas presas na parede.
- Quer dizer que não gostaria de ser usada por mim?
Killa sente-se constrangida e um pouco apreensiva.
- P... Perdão... Nada contra você...
- Cale-se!
A faca passeava em seu corpo do lado não cortante.
- Vou lhe mostrar do que sou capaz. Escrava não tem que querer nada e nem tem que ir contra os desejos que a Dona tem! Escrava NUNCA tem que querer NADA!!!!
A faca lhe cortou o peito, os braços, as costas, uma pequena parte dos seios, as coxas, as
pernas, nas mãos, nas nádegas e, por onde a faca passava deixava um rastro de sangue,
escorrendo...
O sangue corria pelo seu corpo e as lágrimas caiam-lhe pela face... Apesar da dor que sentia, via nos olhos de Tua Dona o brilho e o prazer. Os olhos brilhavam imensamente e Killa ficou feliz por isso. A outra domme mandou Killa abrir as pernas. Killa abre e a outra domme vai até uma caixa e pega um grande consolo que lá se encontra. O maior de todos que lá tinha. Killa por impulso pelo medo, sem pensar novamente, diz:
- Não... Por favor, não...
Sua Dona se levanta em um pulo e puxa forte os cabelos de Killa, Ela aperta com tanta força a
carne do vaso natural de Killa que lágrimas saem pela dor.
- O que eu te disse que aconteceria se algo que me desagradasse saísse por sua boca?
Killa assustada responde:
- Perdão minha Senhora! Perdão por favor... Foi sem querer! Foi de susto...
- Cale a sua boca! Sempre é sem querer, não é Killa? Você nunca aprende? Se não quer piorar
mais as coisas pra você, não dê nem mais um pio.
- Sim...
Tua Dona pegou o consolo da mão da amiga e Ela mesmo penetrou o consolo com tanta força
e vontade que Killa só não soou aquele grito se imensa dor porque sua boca estava tampada
pela mão da outra domme. As lágrimas caiam dos olhos de Killa e Isi tomou cada uma de suas lágrimas...
- Ah minha vadiazinha...
Não estava satisfeita por ser a dor só pelo nosso prazer, não é? Teve que mudar para castigo... Agora vai ver o erro que cometeu...
- Me perdoe Senhora... Eu imploro... Foi pelo susto...
- Não!! Você precisa aprender a pensar antes de agir.
- Isi?
- Sim?
- Posso?
- Claro! Fique a vontade...
A domme solta Killa mas segura firme o consolo lá dentro ainda.
- Deite-se Killa sem fechar as pernas! Quero-as abertas... Totalmente expostas para mim...
Ela pega um perfume e vai derramando no vaso natural de Killa que geme de tanta dor... A domme começa a tirar e colocar o consolo penetrando Killa com força e derramando o perfume. Aquilo ardia e Killa continuava a gemer de dor. A domme finalmente deixa o perfume de lado mas penetra Killa com aquele consolo tão forte que Killa pensou que o consolo entrasse dentro dela todo.
Killa chorava de tanta dor mas Elas não o tirava de lá. Killa dessa vez apenas chorava, mas nada falava... Para dar mais dor a Killa e tentar tirar alguma palavra de misericórdia de Killa, Isi coloca o pé no consolo e adentra ainda mais com o consolo sem dó dentro de Killa e dessa vez Killa realmente achou que ele entraria para dentro de suas entranhas e, não consegundo segurar grita bem forte e alto de tanta dor.
Ela implora misericórdia e chora desesperadamente. Ela recebe um forte tapa na cara novamente da outra domme.
- A Quem você pertence cadela?
- A Isi.
- De Quem é esse corpo?
- A Isi! A minha Dona!
- Então, sendo assim, Ela pode fazer o que quiser contigo, não é?
- S... Sim...
- Então cale-se!
- Eu não consigo... Está doendo demais!
- Minha vadia?
- Sim minha Senhora?
- De Quem é a Tua dor?
- Tua minha Senhora...
- Para que você existe?
- Para Lhe servir e dar prazer a Ti minha Senhora...
- Não consegue ficar sem gritar?
- Pe... Perdão minha Senhora...
- Tampe a boca dela novamente.
- Não minha Senhora, por favor...
Mas nada adiantou. A boca dela foi tampada novamente e por um tempo a penetração ainda continuou... Killa se sentia fora de si. A dor era tanta que achava que iria desmaiar... As lágrimas caiam na face dela... Sua Dona parou... Killa chorava e Isi novamente Lhe tomou todas as lágrimas.
A outra domme trás água para Killa que toma desesperadamente... Quando termina o copo, Isi se molha de água e puxa Killa pelos cabelos para tomar água em seu corpo. Ela se deliciou da água no copo da Dona e A fez gozar.
Quando Killa achou que iria descansar, a outra domme a puxa para fazê-la gozar também...
Killa não gosta muito da idéia e, pelo cansaço, não consegue fazer a outra domme gozar, como ela gostaria...
Isi fica irritadíssima. Achou um desrespeito pela outra domme e daria um castigo a Killa que ela
não esqueceria...
- Killa, Killa, Killa, jamais pensaria que faria algo assim! Mas você me paga! Pegue aquela corda e vamos prender os braços e pés dela.
Assim Elas fizeram e a outra domme ficou segurando as pernas de Killa abertas, com a ajuda de Isi.
- Kila, você já sabe como é o meu sexo oral, não já? Agora sentirá a dor pelo erro de
desrespeitar tanto assim a minha amiga...
- Mas Senhora... Perdão, não foi minha culpa e...
Plaft!
Outro tapa... E outro... E a dor que a Tua Dona lhe dava, Killa chorava, a mordida era tão forte, ela já havia sentido essa dor antes, nos dedos, nos braços, nas mãos mas não dessa intensidade, e não num lugar tão sensível assim... Killa chorava...
Quando ela, novamente achou que poderia descansar... A outra domme a pega pelo pescoço e a manda ficar de quatro. Assim Killa o faz. Vê as duas colocando luvas... Ela gela de medo sem entender o por que. Sente um gel sendo colocado no vaso anal e o pânico toma conta de si. Tua Dona coloca na cama, bem ao lado de Killa, o que mais a apavora: A didática, uma palmatória de madeira. Isi a avisa que se saísse de perto Dela, seriam 50 de didática...
Killa chorava desesperadamente...
A amiga de Isi passa mais gel em sua mão e vai aos poucos penetrando a mão no vaso anal de Killa. Killa gritava, chorava desesperadamente... Quando a mão dela estava toda dentro de Killa foi a vez de Isi. Tua Dona colocara a mão toda dentro do vaso natural e mexe tudo dentro de Killa.
As duas mexendo dentro dela, Killa achava que estavam remexendo em todas suas entranhas...
- Goza minha vadia! Quero vê-la gozar!!!
- Não consigo... Dói muito minha Senhora...
- Eu estou mandando...
A dor era tanta, mas quando começou a se tocar aos poucos Killa foi relaxando e veio o gozo inesquecível... Um gozo que a leva as alturas... Killa apaga... A outra domme ajuda a Isi a arrumar tudo, Isi com todo carinho limpa Killa que dorme profundamente...
A amiga de Isi agradece e vai embora depois de ajudar a Isi colocar Killa no cantinho da cama. Isi fecha a casa, deita ao lado de sua propriedade, acaricia-lhe os cabelos.
Killa abre um pouco os olhos e apenas pergunta:
- A fiz feliz hoje minha Senhora?
- Sim, fez...
- Que bom...
E dorme novamente, ao lado de Tua Dona, e aperta o I em seu pescoço, o pescoço que pertence a Tua Dona...
Tua coleira...
Teu orgulho...
A coleira que a Tua Dona colocou nela e que jamais retira do pescoço...