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A Curra Anunciada de Um Jovem
Há dias ``O'' andava apreensivo, ansioso. Diante do grande espelho do seu armário, que ficava de fronte a sua cama, ele mesmo havia se depilado inteiro: o peito, as pernas, os braços, a virilha, o saco; e fez malabarismos para depilar também a bunda e o seu rego. ``O'' não tinha assim tantos pêlos, mas queria ficar inteiramente liso. A experiência de se depilar o havia excitado bastante. Mas, nada comparado ao que estava por vir. Ele sempre tivera fantasias com homens, mas nunca teve coragem de levar a diante nenhuma experiência com pessoas do mesmo sexo. Só namorara e transara com mulheres, até aquele momento. Entretanto, na intimidade de casa, em certas ocasiões, principalmente em longos períodos sem transar, não apenas se masturbou pensando em homens de rosto indefinido e corpos bem definidos, mas se auto sodomizou, enfiando em seu ânus um consolo de borracha que comprara, depois de muitos rodeios, em um sex-shop. Nessas ocasiões, antes da penetração, gostava se vestir sungas pequenas, ou, mesmo, calcinhas femininas. A sensação do tecido elástico escorregando por suas nádegas e indo esconder-se no meio de sua bunda, roçando o seu cu, também o excitava. Depois de admirar, por um tempo, a própria bunda refletida no espelho, costumava lubrificar a entrada do cu com o que tivesse à mão, de KY à manteiga, ou, condicionador de cabelos. Enfiava, depois, o consolo de borracha com muito cuidado e lentamente, já que ele machucava bastante, principalmente, para romper a resistência do anel de entrada do seu cu. Mas, depois de escorregar ânus adentro, a sensação de ser invadido era deliciosa, além de fazer com que se sentisse muito culpado e sujo. Para que o consolo permanecesse dentro dele, segurava-o com a própria sunga, enfiada na bunda. Ele puxava suas laterais fazendo-a ficar ainda mais cavada, ultrapassando a altura dos ossinhos da sua bacia, e ajudando também a fazer com que o consolo entrasse mais fundo dentro dele. Ficava daquele jeito, às vezes, por quase uma hora. Até quando não agüentava mais de excitação e tocava o seu pau, segurando-o com força, masturbando-se vigorosamente e gozando violentamente de prazer.
No entanto, já estava cansado daquela rotina solitária. Dias antes, tomara coragem e ligara para uma agência de acompanhantes, que encontrou em uma pesquisa pela Internet. Estava bem nervoso ao telefone. Sua voz era trêmula, tamanho o seu estado de excitação. Explicou o que queria. Não desejava apenas um rapaz para ir até sua casa. Queria, na verdade, realizar uma fantasia. Queria, em um lugar e em um momento que ele não soubesse previamente, ser dominado por dois homens, como em um assalto. Um deles deveria ser negro; o outro, branco. Eles deveriam ter porte atlético, ser mais altos do que ele; o branco deveria ter cabelos compridos, (aliás, como os dele) e ambos deveriam ser totalmente depilados, dos pés a cabeça. O atendimento da agência estranhou, a princípio. Eles nunca fizeram aquele tipo de serviço. Do outro lado da linha, ``O'' disse que assinaria um termo de compromisso dando a sua anuência com tudo aquilo e, evidentemente, pagaria metade adiantado. Mas, sua fantasia teria de se cumprir, a partir da assinatura do contrato, em uma semana. E teria de ser como ele a descrevera: um assalto, seguido de seqüestro e estupro. Naquele momento, ``O'' não recebera nenhuma resposta. O rapaz apenas pediu que ele deixasse o número de seu telefone para que entrassem em contato caso houvesse uma maneira de dar prosseguimento ao seu pedido.
``O'' passou alguns dias de apreensão, achando-se ridículo e temendo ter se exposto demais. Entretanto, quando dois dias depois, recebeu um telefonema com o OK da agência, foi até o escritório assinar o seu contrato com grande contentamento, além de uma boa dose de constrangimento.
No dia seguinte, se depilara. Um ritual lento que apreciou cada segundo. Nu, diante do espelho. Espalhou com carinho o creme de barbear pelo seu corpo. Primeiro, sobre o tórax. Raspou cuidadosamente com a gilete em volta dos mamilos. Depois, espalhou o creme pelas pernas, depilando com a lâmina do aparelho panturrilhas e coxas. Em seguida, sentado sobre a cama, passou a espuma de barbear em volta do saco e raspou gentilmente toda a região até que ficasse inteiramente lisa. Ficou de pé diante do espelho para raspar a virilha. De costas e ainda de pé, passou a espuma sobre as nádegas e raspou tudo. Mas o que mais o excitou foi, deitado na cama, com as pernas abertas e dobradas para frente, espalhar a espuma em toda a extensão de seu rego, por vezes acariciando a entrada do seu cu e deslizando os dedos dentro dele, para depois raspá-lo com cuidado. Ao final, masturbou-se, tão excitado que estava, gozando sobre o abdômen, agora liso.
Esperava há dois dias que os homens contratados pela agência agissem e tinha medo de que os pêlos voltassem a crescer. ``O'' queria que tudo fosse perfeito, como em suas fantasias, ao se masturbar. Não queria ter nenhum domínio da situação. Não queria sentir-se culpado por fazer sexo com outros homens. Queria se sentir forçado, subjugado.
Porém, as dúvidas começavam a invadir a sua mente: E se nada acontecesse? E se ele perdesse todo o dinheiro pago? E se eles usassem aquilo para manipulá-lo depois, subornando-o e extorquindo-lhe mais dinheiro? E se toda a história passasse dos limites a que ele mesmo se propôs? Pensava em ligar para a agência, desmarcando tudo. Mas, e o dinheiro? Eles o devolveriam? E sua fantasia? Desistiria dela também? Estava se arriscando muito. Mas, aquilo só o deixava ainda mais excitado.
Começou a sair à rua usando uma tanga fio dental preta que comprara em um sex-shop logo após a assinatura do contrato. A sensação de estar vestindo aquela pequena peça de tecido enfiada no seu rego e de estar inteiramente depilado por debaixo de suas roupas discretas, enquanto andava de um lugar a outro, o deixava ligado.
Naquela mesma noite, decidiu passear no shopping usando a sua tanga fio dental por debaixo da calça jeans. No caminho, parou em um caixa eletrônico para retirar algum dinheiro e, na saída, foi abordado por um homem bem vestido. O homem, um negro alto, de cabeça raspada, se aproximou perguntando as horas. Mas, quando ``O'' foi olhar o relógio, ele encostou o que parecia se o cano de um revolver nas suas costelas:
- Por favor! Fica frio. Isso é um assalto. Eu só quero o dinheiro.
``O'' foi tirando logo a carteira do bolso. O homem o impediu, segurando sua mão.
- Aqui não. Vamos ali pro seu carro.
``O'' caminhou para o carro. Abriu a sua porta.
- Eu dirijo disse o homem.
Nisso, outro homem surgiu do lado de ``O''. Era também alto, branco, tinha cabelos longos presos em um rabo e carregava uma mochila às costas. ``O'' começou, agora, a perceber o que estava acontecendo. Sua fantasia estava se realizando diante de seus olhos. Ficou nervoso e muito, muito excitado. O outro homem o fez entrar no assento de trás e sentou-se ao seu lado, enquanto o negro, arrancou com o carro. No banco traseiro, o homem branco tirou a carteira de ``O'', e também o seu relógio. Em seguida, de dentro da mochila, retirou um pedaço de corda.
- Põe as mãos para trás ordenou.
- Mas... tentou argumentar ``O''.
- Faz o que eu to mandando, porra! Quer levar um tiro?
``O'' obedeceu. Sentou meio de lado e esticou as mãos para trás. O homem branco laçou os pulsos de ``O'' com as cordas, deu várias voltas e amarrou com firmeza, apertando o nó com força. ``O'' tentou argumentar.
- Pra que isso? Vocês já estão com meu dinheiro, meu relógio. Eu não tenho mais nada aqui.
- Na sua casa deve ter mais alguma coisa, certo? disse o branco.
- Onde você mora? perguntou o negro, ao volante.
- Não. Por favor, não vamos até o meu apartamento. Isso não estava combinado desse jeito.
O branco exibiu, então, uma arma, encostando-a no rosto de ``O''.
- Tu acha que a gente tá aqui de brincadeira, é? Fala logo o seu endereço, camarada, e cala essa boca!
- Mas...
O branco, então, apertou e torceu com toda a força os dois mamilos de ``O'' por sobre a malha da camiseta que ele vestia. Com os braços amarrados para trás, ``O'' nada pôde fazer além de reagir com um grito e se contorcer.
- Não tem mais, nem menos. Fala logo, porra insistiu o branco, ainda apertando os mamilos de ``O'', que logo cantou o endereço para que o homem soltasse seus mamilos, agora, muito doloridos.
- Desculpe, mas...
- O que é que foi, agora, caralho? gritou o branco.
- Como vocês vão passar comigo pela portaria com as mãos amarradas desse jeito?
Mas, eles já sabiam como. Quando chegaram em frente ao edifício, colocaram um casaco sobre os ombros de ``O'', escondendo as suas mãos amarradas às costas. ``O'' se identificou no interfone e o porteiro abriu a porta. Passaram pela portaria, os três, sem nenhum problema. Entraram no elevador, em silêncio. Desceram no andar e ``O'' caminhou até a porta do seu apartamento com os dois homens sempre atrás dele. O branco, que já estava com o molho de chaves na mão, perguntou qual delas abria a porta da frente. ``O'' disse qual era. O homem branco abriu a porta do apartamento. O negro empurrou ``O'' para dentro. Eles fizeram ``O'' se sentar no sofá da sala, enquanto desligavam das tomadas o DVD, um micro system, um note book, que estava sobre a mesa. ``O'' protestou.
- Escuta, isso está indo longe demais. Vocês não estão pensando em me roubar essas coisas, estão?
- Não, idiota. O que você acha que a gente está fazendo?
- Mas, eu não combinei nada disso. Assim, eu vou ficar no prejuízo!
- Esse idiota fala demais comentou o branco.
- Eu dou um jeito nisso - disse o negro.
O negão caminhou na direção de ``O'' sentado no sofá, tirou um lenço de dentro do bolso da calça e enfiou dentro da boca de ``O''. Em seguida, retirou um rolo de fita silver tape da mochila que levavam, arrancou um pedaço e o colocou nos lábios de ``O'', selando sua boca e prendendo dentro dela o lenço. Amordaçado daquele jeito, ``O'' protestou com gemidos. Estava puto, mais muito excitado. Jamais pensara que a sua fantasia se realizaria um dia. Enquanto ``O'' estava amordaçado e com as mãos amarradas para trás, sentado no sofá, os homens vasculharam o apartamento, reviraram gavetas, puseram tudo de pernas pro ar. ``O'' começou a ficar puto com a bagunça que estavam fazendo na sua casa. Aquilo não estava nos seus planos. Imaginara algo mais romântico, digamos assim. Os homens ainda pegaram uma mala grande de viagens de ``O'' e foram enchendo-a com os pertences roubados. Daquela maneira, o prejuízo seria muito maior do que ele estava disposto a pagar, e que não era pouco. De repente, depois de alguns minutos que pareceram horas, o negão volta do quarto de ``O'' exibindo o consolo de borracha com o qual ``O'' se masturbava na intimidade. O negro havia encontrado uma malinha onde ``O'' guardava vários acessórios como mordaças de diversos tipos (de bola, de argola, de barra), tapa sexos (de vinil preto, vermelho, com estampa de tigre), prendedores de mamilos, plugs anais de diversos tamanhos, cordas, algemas, um sapato feminino de salto agulha mas do tamanho que calçava ``O'' e, para o seu total desespero, fitas de vídeo onde ele filmara a si próprio em posições de self-bondage, onde ele mesmo se amarrava e algemava e se somomizava. O negão veio sacudindo o cacete de borracha e tirando sarro.
- Olha só o que eu achei, cara! O nosso amigo é a maior biba!
- O cara é veadão, quem diria!
- E o coitado tem que se contentar em ser comido por esse pau mole de borracha!
- Pobrezinha da bichona!
``O'' ficou puto e se levantou do sofá, indo em direção aos seus algozes. Um deles, logo o segurou por trás, com firmeza. Eram ambos muito fortes. O outro segurou o queixo de ``O'' e disse aproximando os lábios de sua boca coberta com silver tape.
- Fica calminho que a gente vai te dar um presente muito melhor do que esse caralho de borracha.
- Isso! disse o outro vamos te dar dois caralhos de verdade!
- Grossos e quentes, que vão te encher de porra por dentro, boneca.
``O'' tentou se desvencilhar, mas era tarde. Eles o agarraram e o arrastaram até o seu quarto. O jogaram de bruços sobre a cama. Enquanto um segurou suas pernas, o outro tirou os tênis que ``O'' calçava, suas meias e, então, puxou suas calças jeans, revelando suas pernas, nádegas e sexo inteiramente depilados e a sunga fio dental enfiadinha na sua bunda delicada e quase feminina. O negão segurou firme seus tornozelos, enquanto o branco deitou-se ao lado de ``O'' e comentou, acariciando a bunda depilada de ``O'':
- Olha só! Ele até se depilou pra gente. Parece que estava adivinhando que essa seria sua noite de sorte.
E, dizendo isso, desferiu um tapa com força numa das fazes de sua bunda branca, deixando uma marca vermelha. Ele se levantou em seguida. ``O'' rapidamente se virou e encolheu-se na cabeceira da cama, assustado e excitado.
O negão pegou a fita de vídeo e pôs no aparelho do quarto.
- Estou curioso para ver o que temos aqui.
``O'' gelou. Logo surgiram as primeiras imagens dele nu, o corpo brilhado inteiramente besuntado de óleo, sobre os saltos altos que também estavam na malinha, vestindo um tapa sexo enfiado na bunda, de pé, rebolando para a câmera.
- Ele não leva jeito pra chacrete? desdenhou o branco.
``O'' exibia-se para a câmera de vídeo. Ficava de costas para ela, chacoalhava a sua bunda, insinuantemente. Passava as mãos pelas coxas, pelos mamilos, por entre as nádegas. Então, ficou de quatro, com a bunda virada para a lente, pegou um plug anal e enfiou no seu cu, já lubrificado. Foi enfiando-o lentamente até ele quase sumir dentro dele. E o prendeu ali com a parte do tapa sexo que ficava enfiada na bunda. De frente para a câmera, sentou-se sobre o plug, fazendo com que ele desaparecesse de uma vez em seu ânus. Levantou-se e rebolou mais um pouco, exibindo para a câmera a tira do tapa sexo que mantinha o plug dentro dele. Então, puxou as laterais da pequena sunga sensualmente pela sua cintura, forçando mais o plug dentro de seu cu. Agachou-se no chão para apanhar uma ball-gag, mordaça feita com uma bola de borracha que é colocada dentro da boca e afivelada atrás da nuca. Colocou a mordaça em si mesmo. Selecionou um dos prendedores de mamilos e beliscou, primeiro, o biquinho esquerdo. Podia-se notar que ele sentiu a pressão forte e deu um pequeno suspiro. Depois, prendeu o mamilo direito. Dançou um pouco mais para a câmera. Deitou-se sobre a cama e amarrou com uma corda os tornozelos, dando voltas primeiro ao redor deles, e, depois, em volta da própria corda entre os tornozelos, apertando-a ainda mais. Por fim, o toque final. Prendeu a algema no pulso da mão direita, deitou-se de bruços sobre o colchão e passou a corrente em volta das cordas que prendiam seus tornozelos. Ainda de bruços, dobrou as pernas para trás, tocando com os calcanhares suas costas e prendeu a algema solta a outra mão, ficando, assim, na posição que os sado-mazo conhecem como hogtied. Amarrado daquela maneira, passou a debater-se sobre o colchão, como se outro o houvesse colocado em tal posição humilhante e incômoda. ``O'' estava embaraçado, mal conseguia olhar a cena, sob os olhares dos dois assaltantes, que agora pareciam excitados e entretidos com a cena. Até que o branco quebrou o silêncio:
- Quanto trabalho pra ser fodido, hein?
- Era só ter chamado a gente, antes!
Os dois riram, escandalosamente, enquanto ``O'' se encolhia cada vez mais num canto da cama.
- Mas, apesar de tudo isso, ele nunca foi comido de verdade por um caralho grosso e pulsante. disse o negão.
- É verdade. - completou o branco E nunca chupou uma pica gostosa.
- As duas coisas, então, chupar uma pica, enquanto lhe fodem o cu, nem pensar.
- Com certeza, também, nenhum homem chupou o seu pau, enquanto outro o fodia por trás.
- Essa conversa toda está me deixando de pau duro.
- Eu também estou morrendo de vontade de comer esse trouxa.
Enquanto falavam, foram se aproximando de ``O'', cada vez mais encolhido sobre a cama. Então, pularam sobre ele. Rasgaram o restante de suas roupas, deixando-o somente com o tapa sexo fio dental. Arrancaram a mordaça de silver tape e no lugar dela, enfiaram em sua boca uma mordaça de argola, um curioso artefato de sado-masoquismo: basicamente, uma argola grande de ferro cromado, de onde saiam duas cintas de couro. Como em um cinto comum, uma das cintas tinha os passadores e os buracos para ajuste do tamanho; e na extremidade da outra cinta estava presa a fivela. A argola foi enfiada na boca de ``O''. Na posição vertical, com o seu vão voltado para frente, a argola ficava presa entre os dentes de ``O'' forçando-o a manter sua mandíbula bem aberta. Eles afivelaram bem apertada a mordaça na sua nuca. ``O'' emitia uns gemidos pois mesmo tratando-se de uma argola vazada, era impossível articular palavras já que sua boca ficava aberta todo o tempo. Em seguida, desamarraram as mãos de ``O'' de suas costas, passaram-nas por sobre a sua cabeça, onde amarraram novamente os seus pulsos, mais apertado ainda que da vez anterior. Então, amarraram os pulsos juntos no alto da grade da cabeceira da cama de metal, forçando ``O'' a manter os braços esticados, as mãos para cima, por sobre sua cabeça. O próximo passo foi levantar as pernas de ``O'' e amarrar cada uma delas, prendendo a corda que atava seus tornozelos em volta das bolas de metal que enfeitavam as colunas laterais da cabeceira da cama. Para obrigar as suas pernas a manterem-se abertas, cada um dos homens prendeu outra corda em torno dos joelhos de ``O'' e amarrou a outra extremidade livre da corda em cada um dos pés traseiros da cama.
Naquela posição, ``O'' ficava totalmente exposto e numa posição muito dolorosa e humilhante: de frente para os seus seqüestradores, as mãos para cima, braços esticados sobre a cabeça, os pés para o alto, as pernas bem abertas, obrigando-o a curvar-se sobre seu próprio tronco e ficar com a bunda arreganhada e convidativa. O negão pegou uma câmera digital e tirou várias fotos de ``O'' naquela pose indiscreta. O branco tirou a filmadora de ``O'' que ele havia escondido dentro da mala com outros pertences que iriam roubar do apartamento e a deixou ligada sobre a TV apontada para a cama, onde aconteceria o estupro. Só, então, os dois ficaram nus. Debaixo de suas roupas, revelou-se corpos atléticos, bem definidos. O negão era mais parrudo, rinha peitos proeminentes de quem deve usar anabolizantes, coxas muito grossas e uma bunda muito grande. O branco soltou os cabelos, que lhe caíram sobre os ombros largos. Ele era mais sarado e tinha linhas menos exagerados, que o companheiro. Ambos eram totalmente depilados. Após ficarem totalmente nus, cada um catou no chão um dos tapa sexos de ``O'', vestindo-os em seguida. Assim, com as tangas enfiadas na bunda, eles proporcionavam uma visão ainda mais tentadora para ``O''. O branco, então, deitou-se na cama, tirou o pau de ``O'' de dentro do tapa sexo e começou um longo boquete. O negão, por sua vez, ficou de pé na cama, na frente de ``O''. Tirou o pau de dentro da sunga e enfiou pela boca adentro de ``O'' passando pela argola presa entre os dentes da vítima.
- Chupa! Chupa gostoso, meu escravinho branco, que eu quero encher essa sua boca de porra de negão.
Enquanto chupava, ``O'' sentia o seu pau ser sugado de maneira avassaladora pelo outro assaltante, deitado sobre seu colo. O tesão era tão grande que ``O'' logo gozou. O estuprador branco deixou a porra escorrer pelos seus lábios e depois tirou o pau de ``O'' para fora, deixando o seu semem lavar também o abdômem da vitima. Mas, nada foi comparado com quantidade de porra que jorrou dentro da boca de ``O''. Uma porra quente que lhe desceu pela garganta,que lhe encheu a boca. O negão manteve seu pau o tempo todo dentro da boca de ``O'' obrigando-o a dar conta de engolir tudo. ``O'' chegou a engasgar, mas o negão não teve pena dele. Logo, ele e o branco trocaram de posição. O branco ficou de pé com as pernas abertas sobre o colchão com o seu pau na altura da boca de ``O''. Tirou-o para fora e enfiou também através da mordaça de argola, presa aos dentes de ``O'' e que começava a machucar suas mandíbulas, o tanto que as mantinha abertas. O negão guardou o pau de ``O'' dentro da sunga.
- Não é isso que eu quero.
E saiu do quarto. Enquanto ``O'' estava com o pau do branco dentro de sua boca, o negão voltou com uma embalagem de manteiga. Tirou um pedação com a mão e enfiou direto pelo cu de ``O'', após afastar para o lado a sunga do meio do seu rego. Em seguida, lubrificou a cabeça já brilhante do seu pau colossal.
- Agora você vai saber o que é ser fodido de verdade disse o negão com cara de mau.
O estuprador negro sentou-se na frente de ``O'' com as pernas esticadas e abertas. Aproximou-se de ``O'' e, segurando-o pelas ancas, aproximou seu pau do cu aberto do homem. Com muita habilidade, forçou a enorme cabeça de seu pau pelo ànus de ``O'' a dentro. Com pequenos movimentos pélvicos, a cabeça entrou e mais alguns outros colocaram todo o seu pau dentro do reto de ``O''. O negão manteve o seu caralho lá dentro por alguns instantes. Forçou mais um pouco, para que ele fosse ainda mais fundo. ``O'' podia sentir o caralho o tocando por dentro. Era uma sensação estranha e muito diferente dos vibradores ou plugs anais, sem vida. O caralho pulsava dentro de ``O''. Era grosso, mas era macio e o seu calor tornavam a sua hospedagem ainda mais acolhedora dentro do cu de ``O''. Após alguns instantes com o caralho dentro de ``O'', o negão começou a balançar o corpo com movimentos de cintura enfiando para e frente e para trás o seu pau no cu arrombado da vítima. Os movimentos de vai e vem foram ficando cada vez mais rápidos e intensos. ``O'' gritava e gemia ruidosamente, apesar do caralho do ladrão branco entrando e saindo de dentro de sua boca. Era uma sensação incrível, humilhante, suja, gostosa, pecaminosa, dolorida, de sofrimento e êxtase. ``O'' sentiu uma enorme vontade de cagar. Era incontrolável. O negão, então, passou a movimentos tão fortes, vigorosos e rápidos, que o pau já saia e entrava inteiro dentro de ``O'' como se seu cu não fosse mais nenhuma barreira, totalmente relaxado, arregaçado. Nesse momento, o estuprador branco agachou-se para alcançar com as mãos os mamilos de ``O'' que começou a beliscar, a torcer e apertar com força e dolorosamente. Era o que faltava. Mesmo sem que ninguém lhe tocasse o pau, dentro da sunga fio dental, ``O'' gozou de novo, pelo simples prazer de ser possuído por dois homens, de ser sodomizado à força, de ser estuprado, obrigado a chupar em uma só noite dois caralhos bem grossos e avantajados. O negão gozou também, precedido pelo branco que deixou a porra lavar todo o rosto de ``O''.
Estuprado daquele jeito, ele estava moído. Todo o seu corpo doía e seu cu estava em brasa. Mas, a noite só estava começando. Eram apenas 9 horas e ``O'' havia pago por uma noite longa de tortura e sexo.
(continua)