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De Vingadora a Dominadora!
Algum tempo se passou, e aqui estou eu agora para relatar em que pé estamos, ou melhor...como meu diretor está a meus pés!
Na medida em que nossos encontros foram se sucedendo, fui me informando, estudando e me tornando cada vez mais exigente. Abandonei os instrumentos improvisados como chinelos, cintos cordas e passei a exigir um kit completo de dominação à exemplo do que passei a observar na internet, que aliás tem coisas ótimas para quem curte o assunto. O kit contém: uma chibata de couro, daquelas que os jóqueis utilizam, chicotes de tiras tanto de couro como de borracha, varas de bambu, algemas de couro e de metal, corpete de couro com detalhes em metal (vestida nele sou uma verdadeira rainha, como nas fotos que vejo...), um tapetinho com tachinhas e o grande terror dele que é um chicote de couro trançado a quem chamo de cobra negra. Ele tem cerca de 1,30 metros, cabo de couro rígido e uma tira longa trançada (que imita o rabo do tatu) ou seja começa mais largo e vai afinando até a ponta, que é de couro cru. Ele deixa marcas lindas, com ele até chego a fazer desenhos. Seu assobio no ar, o estalo que ele causa nas costas dele, o gemido que segue, virou uma das minhas músicas preferidas. A única coisa que é de minha responsabilidade é meu sapato para ele. Dediquei um sapato fechado com solado de borracha e salto bem fino, que faz meu pé suar tanto que chega até a escorregar dentro dele. Vocês não imaginam o cheiro que ele deixa em meus pés e além do mais adotei umas meias elásticas, tipo suave compressão, que uso regularmente nos dias frios e ficam sem lavar entre as sessões. Por exemplo se tivermos uma sessão hoje e a próxima daqui 15 dias, creiam, as meias estarão intactas, e a única água nelas será a do suor de meus pés. Você deve perguntar para que servem? Eu direi que é simples:
Quando ele não está cheirando, beijando ou lambendo meus pés é por que estará, ou apanhando ou me servindo de alguma maneira então, nada melhor para o seu olfato do que minhas meias lembrando a ele o meu perfume.
Pois bem, ficaram para trás as surras para me compensar dos desaforos, agora elas são também para o meu prazer. Mas quero relatar nossa experiência na comemoração de uma ano de escravidão! Tiramos o dia todo por se tratar de uma data especial e lógico foi fácil para ele consentir a minha ausência junto ao mala do meu chefe. Lembram da meia, pois é está nos meus pés há quinze dias e o sapato só sai do meu pé para o banho e para eu dormir a pelo menos um mês antecedendo o que vem a seguir.
Fomos para a nossa masmorra, uma suíte de motel que fica na marginal, toda desenhada para este fim, tem um X na parede, um cavalete uma jaula e uma cama própria para a imobilização. Um luxo...
Estou sem pressa e cheia de idéias! Ele já sabe que entre quatro paredes ele deve estar completamente nu. Informo que como hoje é festa tenho algumas ordens há mais.
- Quero você nu e com suas partes íntimas totalmente depiladas!
É incrível o poder que sinto, pois ele sem reclamar vai ao banheiro e inicia a depilação. Enquanto isso coloco meu traje, me olho no espelho e sinto a minha transformação. Ele surge com o pênis completamente liso e com a bunda e a região do saco completamente
Limpa dos pelos. Puxo a banqueta, coloco o tapete de tachinhas nela. E início a descrição de nossa comemoração. Informo que ele ouvirá toda a descrição sentado diretamente com a bunda no tapete de tachinhas o que obviamente vai incomodar, porém quanto mais ele resistir melhor para ele. Escrevi cada um do castigos num pedaço de papel e trouxe um saco com números de loto para o sorteio. Começo e mostro o saco de papel para que ele tire o primeiro instrumento. Saiu o chicote de tiras de couro, informo que será aplicado nas cochas e pernas e solicito que ele retire um número : 48! Percebo que ele está com dificuldade em ficar sentado, contenho a risada e parto para a próxima: agora saiu a vara e o número é 62! Ele sabe que vara tem um destino certo: A bunda dele! Próximo instrumento a chibata e sai o número 70! Uau...! Será aplicada nos mamilos, peito e parte frontal das cochas as primeiras 35 e as restantes nas solas dos pés dele. Notei que ele está quase caindo do banco e com medo de sortear a cobra negra, quando informo a ele:
- Querido, não se preocupe com a cobra negra. Hoje é nosso aniversário daí 365 dias se passaram...Nada mais justo do que uma chicotada por dia! Serão todas dadas diretamente nas costas com você amarrado no X e com o perfume de minhas meias envolvendo o seu nariz. Este é meu presente para você, espero que goste...
Ele prontamente me sinaliza que apesar do medo quer me ver feliz. Permito que ele se levante do banco e noto que abunda dele parece uma peneira, toda inchadinha cheia de furinhos que fico a imaginar com vão doer a hora que a vara cantar...
Coloco ele no cavalete de quatro com a bunda e as pernas totalmente expostas e pela ordem começo com o chicote de tiras. Aplico com força e sem parar. Deixo as pernas dele completamente listradas. Parto para a vara sem maiores explicações. Aplico os golpes certeiros, precisos e com força. Imagino como está doendo..mas não dou mole! Quando aplico a vara nos pés dele ele quase chora. Grita pede para que eu pare mas digo para ele deixar as lamurias para depois! Agora de costas no X chegou a hora da chibata. Adoro essa parte pois posso olhar a cara dele. Quanto mais ele apanha mais gosto. Quanto mais dor mais tesão. Acreditem começo aplicar a chibata bem no peito e não consigo deixar de observar como a ereção dele aumenta na medida em que bato mais forte! Quando termino com as cochas dele informo que preciso descansar meu braço afinal de contas não sou de ferro! Sento-me na poltrona e ele já de joelhos.
Todo marcado começa a lamber meus sapatos. Ordeno que ele se deite e passo o salto e a sola encima dos vergões. Finjo que não noto a dor que ele sente. Informo que meu primeiro presente será dado. Retiro meu sapato, e passo meu pé encharcado de suor em seu rosto.
Esfrego bem no seu nariz, rosto... sinto que o cheiro está muito forte e ele coloca a língua na minha sola. Prontamente dou uma forte chicotada na sua perna informando:
- Não mandei lamber, agora é hora de cheirar... pois essa língua ainda vai trabalhar muito hoje. Não tenha pressa. Cheire profundamente a essência que a sua dona produz exclusivamente para você.
Continuo acariciando seu rosto com a sola do meu pé. Pós um bom descanso informo a ele que coloque novamente meus sapatos, pois chegou a hora de apagar a velinha!. Conduzo-o até o X na parede, prendo-o de cara para a parede com cada um dos braços presos pela algema a parte superior do X. Prendo também o tornozelo e passo um cinto em volta da cintura dele praticamente tornando imóvel. Ele está completamente imobilizado e a minha disposição. Coloco a venda em seus olhos e amarro minhas meias de forma que fiquem penduradas com a parte dos dedos junto ao nariz dele! Esfrego uma grande quantidade de hidratante por toda as costas dele. Sei que se bem hidratada as chicotadas irão doer, marcar, porém não romperão a pele. Acaricio as costas dele com a língua da cobra negra informando que a umedeci pois o couro cru molhado ficará mais ressecado quando secar, o que causara maior eficiência na chicotada.
Digo que se meus cálculos estão corretos a surra durará o suficiente para que ele perceba o que estou querendo dizer. Acaricio a bunda dele com o cabo de meu chicote e digo que qualquer dia ainda farei um uso diferente dele. Noto que o cabo pode penetrá-lo tranquilamente, o que eu ainda farei! Caminho até o espelho,vejo-me vestida de dominadora, de chicote em punho, com aquele homem amarrado a minha disposição pronto para ser meu em todos os sentidos. Não tenho a menor intenção de poupá-lo, pelo contrário, pretendo levá-lo ao limite da exaustão e servidão com meu chicote. Estalo o chicote com toda força no chão, que maravilha..., me aproximo e... slapt!, slapt, slapt, slapt , slapt, slapt...slapt........slapt, slapt, slapt,slapt,slapt,slapt........slapt, paro em 50. Dei sem parar, praticamente não dando tempo para ele se recuperar. Me aproximo, ele não tem como se mexer, daí meu chicote acerta ele aonde eu quero. Digo que as costas dele estão ficando uma obra de arte. Acaricio os vergões com a mão, noto que o penis dele está mais ereto do que antes, me aproximo do ouvido dele e digo que desse jeito no final vou acabar comendo-o. O sem vergonha me pede para ir até o fim pois não vê a hora de ser comido por mim. Meio sem acreditar, me encho de fúria, me afasto levo o chicote para trás, e trago o de volto numa velocidade incrível. É o assobio cortando o vento e acobra negra mordendo a carne das costas dele: ssssssssssssshiplaaaaaaaaaaaaaa..., um grito e lá vai ssssssshiplaaaaaaaaaaaaaaa, e assim uma após outra vou até o fim.
Estou exausta suada, incrivelmente excitada, toda molhada de tesão e ele acabado. As costas dele parecem aqueles mapas de relevo e rios.Toda marcada, suada, molhada pelo suor, pelo chicote...
Caminho até ele. Solto-o do X. Ele quase desfalece. Tenho que apoiá-lo.
Realmente bati muito, mas me sinto completamente segura e sei que ele também. Deito-o na cama coisa que reclama pois as marcas o impedem de relaxar, porém ao acariciar seu penis noto que ele aceita e a dor como num passe de mágica some daí informo: Safado...
- Agora o presente é meu. Sem poder me enxergar deixo ele perceber que estou nua encima dele pronto para ter aquele membro inteiro dentro de mim. Sento encima, coloco os pés em seu rosto como que brecando e acelerando um carro. Digo que agora quero sentir essa língua acariciando e refrescando a sola de meus pés. Aquele penis me come por dentro como meu chicote comeu-o até poucos momentos atrás. Cavalgo como louca... nunca senti nada igual, até que juntos explodimos num gozo... único memorável. Só me resta dizer: Feliz aniversário de escravidão... meu escravo!