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Sempre tivemos uma vida sexual maravilhosa. Sempre dividimos nossos desejos, fantasias realizáveis ou não, coisas belas, coisas sujas. De um tempo pra cá minha esposa, Julia, passou a interessar-se pelo sadomasoquismo. Pesquisava sobre o assunto, sobre as técnicas e as práticas, e me mostrava o que mais a interessava. Passamos a trazer alguns destes ingredientes para nossa cama, uma coisa light, mais falada do que propriamente realizada, e tínhamos transas alucinadas com isso. Mas a cada dia ela se mostrava mais e mais interessada na submissão, na escravidão, e confesso que o interesse dela era muito maior que o meu. Eu tentava acompanhar, mas sabia que ela queria mais ação, queria uma coisa muito mais real do que a fantasia que vivíamos. Como sempre fizemos um com o outro, eu a encorajava a entrar mais a fundo nesse mundo, respeitando e dando oportunidades para o prazer dela. Então não foi uma surpresa quando numa sexta-feira, logo que cheguei em casa ela me disse: - Hoje à noite vamos a um clube, um lugar chamado “Caverna”. - Cavern Club? Vamos ver os Beatles? – brinquei com ela, em uma alusão ao lugar onde os rapazes de Liverpool começaram sua carreira. - Não, - ela respondeu rindo – é um clube de sadomasoquismo. - Ah, certo. E o que rola lá? - Sadomasoquismo, seu bobo! Confesso que a animação dela me trouxe uma pontada de ciúmes. - Sim, isso eu imagino. Mas acontece como? - Não sei direito. Descobri na Internet. Parece um lugar legal, tem jaulas, correntes e tudo mais. Não disse nada pra ela, mas fiquei com um pouco de receio. - Certo, que horas vamos? - Começa às 21 horas, mas podemos chegar um pouco mais tarde. Ainda era sete e meia, dava tempo de me preparar psicologicamente. Tomei um banho demorado, tentando não pensar no programa de logo mais, mas isso não saia da minha cabeça. Fiquei tentando imaginar o local, as pessoas, mas nem sabia por onde começar. Quando saí do banho, encontrei-a no quarto terminando de se arrumar. Mal acreditei no que vi: ela usava uma mina saia curtíssima de couro, meia arrastão pretas, e na parte de cima apenas um corpete, que faziam seus seios se empinarem e quase pular para fora. Usava também umas botas de vinil quase até os joelhos, com um salto bem fino e bem alto. Na mesma hora meu pau reagiu sob a toalha. Ela veio até mim, movendo-se sensualmente, e ajoelhou-se aos meus pés. A toalha caiu e logo ela começou a punhetar meu pau, olhando-me de baixo, com aquele olhar que ela faz quando está cheia de tesão. Enfiou meu pau na boca, e em pouco tempo engolia toda a minha porra, enquanto eu tentava me apoiar em algum lugar para não cair, de tanto que minhas pernas ficaram bambas. Quando chegamos em frente ao local que ela tinha anotado o endereço, achei que fosse um engano. Parecia uma casa comum. - Tá certo o endereço? – perguntei. - Foi o que me deram. - Mas não tem placa, nada... - Mas eu tenho a senha pra entrar. – ela respondeu com um sorriso malicioso. Tocamos a campainha, e abriu-se apenas uma fresta na porta. Julia falou a senha, a porta fechou-se, e uns trinta segundos depois foi aberta. Uma mulher com longos cabelos negros, toda de preto, nos recebeu: - Bem vindos à Caverna. Suponho que, já que vocês têm a senha, saibam como funciona o clube. - Sim! – respondeu Julia. Decerto ela sabia, eu não fazia a mínima idéia. Logo estávamos em um ambiente que se parecia com um bar. Pessoas conversavam animadamente nas mesas, bebericando e comendo alguns petiscos. A mulher de preto nos apresentou a todos, dizendo que éramos novos integrantes do clube. Todos nos receberam muito bem, e ainda que receoso, me senti melhor. Sentamos e ficamos conversando com as pessoas, mas logo a mulher de preto voltou. - Posso levar a Julia por um instante, Senhor? – ela me perguntou. Pensei em perguntar pra onde a levaria, mas confiava na minha esposa. - Claro. – respondi, tentando parecer seguro. - Obrigada, Senhor. E afastaram-se. Olhei em volta, tentando descobrir o por quê do nome “Caverna”. O mais próximo que chegava eram as paredes de pedra. Mas, tudo bem. A conversa era animada, e a excitação constante da Julia fazia valer a pena. Cerca de quinze minutos depois elas voltaram, e Julia sentou-se ao meu lado, enquanto a mulher de preto ficou ali em volta. Julia cochichou no meu ouvido: - Já estão acontecendo algumas cenas. Não entendi muito bem. - Cenas? Que cenas? - Cenas são como chamam as performances sado. Lá, depois daquela porta, você não acredita! O lugar muda totalmente. Já estão acontecendo! – ela não conseguia conter o entusiasmo. - Você viu? Gostou? - Vi!! Adorei!! Senti que ela queria a minha aprovação. - Que legal, amor! Será que posso ver também? - Claro. Vamos lá comigo? Despedimo-nos do pessoal da mesa com um “até breve”, e fomos em direção à porta. Realmente, depois da porta, o local mudava muito. Um corredor com o teto baixo, tudo de pedra, se assemelhava realmente a uma caverna. De um dos lados, jaulas ou celas, com ganchos e argolas nas paredes. Já na primeira jaula, uma mulher açoitava um rapaz com um chicote de tiras. Ele, preso à parede e vendado, apenas contorcia-se a cada golpe. Observei que de vez em quando ela parava, dirigia-se até ele, e sussurrava algo em seu ouvido, e ele respondia. Vendo meu interesse, Julia me explicou: - Ela está vendo se está tudo bem com ele. Se não estiver, ele fala a safeword. - Safeword? – perguntei. - Sim, a palavra de segurança. Se ele não estiver bem, ou se não agüentar mais, ele fala a safeword, e ela para. Puxa, minha esposa estava mesmo entendida sobre o assunto. Fomos adiante. Duas ou três celas depois havia dois homens. Sobre um cavalete, um deles estava totalmente nu, com os joelhos e as mãos presas aos pés do objeto. O outro estava postado atrás, e não sei de que maneira, penetrava o que estava preso com o punho fechado, até o pulso. No final desse corredor, chegava-se a uma grande sala, também toda de pedra, só que bem ampla. Ali já estavam mais de quinze pessoas. No meio da sala havia um trono, onde uma mulher lindíssima estava sentada, e deitados no chão, um homem e uma mulher, ambos nus, beijando e lambendo os pés dela. Também havia uma mulher presa na parede, numa espécie de X de madeira, apenas de calcinha, e um homem pingava cera de vela nas suas costas e na bunda. Olhei de relance para Julia, e a sua boca entreaberta e a respiração mais ofegante me mostrou que era aquilo, o que acontecia na “Caverna”, que ela queria. Junto a um tronco, um homem amarrava uma mulher, que mesmo vestida, era belíssima. Depois que terminou de amarrar, ele subiu sua saia e deu-lhe boas palmadas. A cada som que fazia as palmadas, Julia apertava forte a minha mão. Outras pessoas faziam suas cenas, como chamavam, e confesso que aquilo passou também a me excitar. Encostei-me na parede, assistindo a tudo, e posicionei Julia na minha frente. Ela mexia levemente a bunda, roçando no meu pau, provavelmente satisfeita por eu estar excitado. Depois de algum tempo, a mulher de preto se aproximou e pedindo minha permissão, sussurrou algo no ouvido da Julia. E então Julia virou-se para mim e perguntou: - Vamos fazer uma cena? Não queria cortar o barato dela, nem estragar o clima, então tentei me explicar: - Mas amor, a gente não sabe fazer essas coisas. Todo mundo aqui é expert, vamos passar vergonha. - Vamos nada. Eu quero apanhar. Você não gosta de bater em mim? - Gosto, mas... Não me sinto seguro aqui na frente de todos. Senti que ela ficou decepcionada. Mas estava sendo sincero com ela. Ela chamou a mulher, e falou em seu ouvido. Ela assentiu com a cabeça e afastou-se. Logo aquela sala começou a encher, e acredito que mais de trinta pessoas estavam envolvidas nas cenas, e pelo menos mais trinta assistiam. Mais uma vez a mulher de preto aproximou-se, mas dessa vez veio falar comigo. - Senhor, desculpe incomodar. Mas são as regras do clube, e devo cumpri-las. - Claro, sem problemas. – respondi. - Sempre que uma pessoa se interessa por outra que esteja acompanhada, eu devo perguntar se não há problema em que se tente alguma negociação. - Certo. - E dois Senhores já se interessaram em fazer alguma cena com a Julia. O Senhor permite que eles se aproximem e conversem com vocês? Aquilo foi um baque. Eu não conhecia as regras, é verdade. Mas logo o ciúme deu lugar ao orgulho, por estarem desejando minha esposa. - Sim. Eles podem se aproximar. – respondi orgulhoso. Quando ela foi falar com eles, perguntei para Julia como funcionava isso. Ela me respondeu animada que era assim, que era respeitoso, e que só aconteceria alguma coisa se concordássemos. Saiu quase como uma súplica. Eram dois homens agradáveis, e logo estávamos conversando sobre as práticas que nos interessavam. Ou melhor, praticamente eles falavam, e eu respondia baseado apenas em nossas fantasias e nos poucos tapas que dava nela na cama. Julia parecia bem animada, e ia mais além. Contava suas fantasias, o que lhe excitava, mas sempre me olhava buscando aprovação. Quando me perguntaram se faríamos alguma cena naquela noite, resolvi surpreender a Julia. - Eu não. Mas ela sim. Ela virou-se rapidamente para mim, e vi no seu olhar surpresa e gratidão. Tentei lembrar das nossas conversas, e de quando ela me explicava como funcionava esse mundo. - Aliás, se vocês quiserem fazer alguma cena com ela, - falei – só temos que definir os limites. - Claro! – apressou-se em dizer um deles. Julia aproximou-se de mim, quase se enroscando no meu corpo e com um leve movimento dos lábios, falou: - Obrigada. Decidimos ir para uma das pequenas jaulas laterais ao corredor, e depois de combinarmos algumas coisas, ordenaram a Julia que ficasse de joelhos. Os dois homens ficaram na sua frente, e ela abaixou-se e beijou os pés dos dois, mesmo calçados, dando início à cena. Ordenaram que ela se despisse, o que ela fez calma e graciosamente, deixando à mostra seu corpo maravilhoso. Colocaram uma coleira em seu pescoço, e forçaram-na a ficar de quatro. Puxaram-na pela guia, dentro da pequena cela, sempre com palavras de ordem e sendo tratada como uma cadelinha. De vez em quando ela me olhava, mas parecia que ela não me via ali. Estava tão excitada e entrara tão de cabeça na cena, que parecia que tudo à sua volta tinha desaparecido. Depois ela foi presa pelos pulsos em duas argolas na parede, e foi forçada a fica com as pernas abertas. Colocaram prendedores nos bicos dos seus seios, após beliscá-los e torcê-los. Julia gemia e se contorcia de prazer. Pegaram uma vela preta, e logo seus ombros, seios, barriga e coxas estavam salpicados de cera. A cada vez que lhe perguntavam se estava bem, ela assentia com a cabeça, sem abrir os olhos. Parecia que estava numa viagem só sua. Com a pele toda preta, ela foi solta das argolas, e mandaram que se ajoelhasse sobre um banquinho de madeira. Um deles forçou sua cabeça para baixo, fazendo com que arrebitasse a bunda. O outro acariciou-a, beliscando as nádegas, e sem ela esperar deu-lhe um tapa fortíssimo. Ela gritou alto, mas disse que queria continuar. Começaram então uma infinidade de tapas, deixando sua pele quente e vermelha. Um dos homens tocou sua buceta, e sorriu satisfeito com o resultado: seus dedos ficaram melados com a excitação dela. Ele então enfiou dois dedos dentro dela, e depois levou-os à boca de Julia: - Olha, prova teu suco, cadela! Ela chupou os dedos com sofreguidão. Ainda bateram na sua bunda e nas costas com chicotes, palmatórias, cintos... E ela agüentava tudo, e conhecendo-a como eu conheço, tenho certeza que queria ainda mais. Olhei para fora da cela, e diversas pessoas estavam assistindo através das grades. Inclusive a mulher de preto. Quando sentiram que ela não agüentaria mais, não de dor, mas de prazer, um deles mandou que ela se aproximasse. Ela veio de joelhos, e ele ordenou: - Me dê prazer. Ela abriu sua calça, e o chupou como havia feito comigo antes de sair de casa. Fiquei um pouco desconcertado, senti ciúmes, mas agüentei firme. Depois foi a vez do outro, e quando os dois estavam saciados, ela recebeu mais uma ordem: - Agora cadela, - disse um deles – você dará um show. Para nós e para todos que estão aqui. Você vai se tocar para a gente ver. Ela então deitou-se no chão, sobre as pernas dobradas, e com uma mão tocava nos seios, enquanto a outra mexia no clitóris e entrava e saía da buceta. Eu já não conseguia mais disfarçar o volume nas minhas calças. Senti alguém se aproximando, e quando olhei para o lado, vi que era a mulher de preto. Ela encostou-se na parede ao meu lado, e com uma mão só e muita maestria, abriu minhas calças. E começou a me masturbar. Gozamos praticamente juntos. Julia no chão, se mostrando a todos por ordem dos dois homens, e eu na mão da mulher de preto. Depois, a mesma mulher ajudou Julia a se vestir, e juntamo-nos novamente ao pessoal no bar. O olhar e a atitude de agradecimento dela, já teriam valido a noite. Mas tudo que aconteceu valeu muito mais. Descobrimos um mundo novo, e de certa maneira, foi um aprendizado para mim. Hoje temos um relacionamento de Dono X escrava. Naquela noite, vi que eu podia ser tudo para ela. Alguma coisa se acendeu dentro de mim, e passei a ser o dominador que ela tanto queria. Vamos praticamente toda semana na “Caverna”. De vez em quando a empresto para outros Mestres, me dá tesão brincar assim com a minha propriedade, e sei que ela gosta também. E a moça de preto? Bem, o nome dela é Andressa, e ela hoje é a minha segunda escrava...