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Escravidão Romana - Parte 1

Chegando de viagem, mandei buscar Lívia no harém das escravas do Imperador. A pobre não fez nada, muito pelo contrário, é um doce de escrava. Das escravas do Palácio, é a minha preferida. Faz tudo o que eu peço, sem questionar, nem pensar, apenas obedece, sempre com um belo sorriso no rosto, que já é lindo por natureza. Acontece que acordei malvado hoje, estou com uma vontade muito louca de chicotear uma escrava. Mas não pode ser uma escrava qualquer, nem pode ser feito de qualquer jeito, sem preparação. Estou com um desejo bem específico e marcado. Tem que ser uma escrava loira e linda, de olhos verdes, pele branquinha e que venha com os pés adornados por belas sandálias romanas... Ah, só pode ser Lívia... Minha doce Lívia. A minha escrava favorita. Pode até não ser a mais espetacular escrava do harém do Imperador, pois certamente há outras escravas muito atraentes, fantásticas, belíssimas, no harém do Imperador há mulheres para todos os gostos, desde as mais recatadas até as mais exóticas, capturadas de todas as partes do mundo apenas para servir Roma. Mas para mim, Lívia sempre será a mais bela, a mais sensual e a mais doce... A minha pequena escrava de olhos verdes e sandálias nos pés... Vai ser você mesmo minha querida, penso eu. É a única que se encaixa em minhas loucas fantasias... Porque o desejo louco, incontrolável ? Voltando de minha viagem à Roma presenciei uma bela escrava sendo castigada na Galé por tentativa de rebelião e fiquei com aquele cenário na cabeça... A linda escrava devia ser das terras nórdicas, pois tinha uma pele muito branca e os cabelos mais louros que já vi. A bela foi despida e amarrada a um mastro na Galé. Suas belas costas e seu bela bunda branquinha exposta ao sol... Seus cabelos loiros amarrados num coque, evidenciando sua bela nuca. Seus belos pés permaneceram calçados nas sandálias de couro escurecido pelo uso constante na umidade da Galé. Todas as outras escravas observando, os escravos, os nobres, os soldados, enfim, todos a bordo presenciaram quando o chicote do Feitor começou a comer solto na pele da branquinha... Escravas brancas atraem a atenção mesmo, ainda mais quando estão sendo castigadas assim, como exemplo para todo mundo ver. A bela sofreria no mastro da Galé com o sol quente e o açoite. O chicote de couro trançado de comprimento médio voava rápido no ar e estalava forte nas costas da escrava rebelada. Algumas vezes, o chicote fazia a volta no mastro e SLAPT! Pegava firme no lombo da branquinha. Outras vezes, o chicote era habilmente manejado pelo Feitor para estalar diretamente nas costas ou na bunda da escrava. Nem as pernas ou os braços foram poupados do castigo. Aquela escrava deveria ser mesmo marcada no açoite. De um jeito ou de outro, ela gemia, jogava a cabeça para trás ou arqueava seu corpo sensualmente. Dava gosto vê-la ali debatendo-se sob a chibata. As vezes ela gemia sensualmente como se fosse gozar... Outras vezes, gritava. Padecia sob a dor ou sentia prazer... Talvez gozasse com os dois ao mesmo tempo. Para aquela escrava a dor e prazer sob o açoite caminhavam juntos. Ninguém sequer respirava ao assistir. Todos ali parados, observando a punição atentamente. O ritmo do açoite era perfeito, pausado e bem marcado. Uma punição exemplar. Ao final de aproximadamente umas quarenta chibatadas, sua pele alva estava totalmente zebrada com as marcas do açoite. Vergões vermelhos paralelos saltando à vista na pele branca da escrava indefesa. Como toque final, o Feitor jogou um balde de água do mar na escrava insolente... Toma escrava! A coitada se contorceu toda com as mãos e pés amarrados ao mastro. Foi como se estivesse sendo penetrada e gozando com mil açoites de dor e prazer... Chibatadas e água do mar! Nunca havia viajado numa Galé e nunca havia presenciado tal castigo. A escrava foi por fim retirada do mastro e caiu exausta no deque de madeira, sendo arrastada por dois guardas para uma cela. Com o final do espetáculo, dirigi-me rapidamente para meus humildes aposentos de viajante na Galé onde prestei minha homenagem à bela escrava, me masturbando com gosto com aquelas maravilhosas cenas, que aliás não me sairiam mais da cabeça. Um pensamento começou a tomar conta de mim... Preciso fazer isso com Lívia, preciso chicotear Lívia. Quero chibatá-la com gana, com gosto, com vontade, assim como o Feitor chicoteou a escrava na Galé. Preciso ter Lívia sob o açoite. Quero chibatá-la. Quero chicoteá-la. Quero açoitá-la... Quero ver sua reação sob a chibata. Quero sentir o meu chicote pegando em seu lombo pra valer mesmo... Mas não tenho uma Galé e nem sou Feitor de escravos numa Galé Romana. Preciso de Lívia... Estava quieto, sozinho, imerso em meus pensamentos, relembrando aquelas cenas na Galé Romana, quando entra Lívia em meus aposentos... - Mandou me chamar Senhor? Olho para ela. Está absolutamente linda. Lívia não precisa de nenhum adorno para ser a mais bela escrava do harém... Sua simplicidade chega a ser espartana. Por isso as outras escravas lhe dedicam ódio mortal. Porque eu volto toda a minha atenção para ela e a protejo. Com apenas uns poucos panos em seu corpo, ou seja, com apenas uma simples túnica branca bem curtinha e com suas belas sandálias nos pés, Lívia me deixa completamente louco... - Me quer Senhor ? Me olha tanto... - Lívia, quero chicoteá-la... - Que fiz eu meu Senhor ? Desagradei-o ? Estou feia ou mal vestida ? Cheiro mal ? Até fiz questão de usar estas sandálias que o senhor tanto gosta, veja... Lívia senta. Eu beijo e acaricio os seus pés demoradamente... - Não é nada disso. Você está linda como sempre, minha querida escrava... Por falar nisso, lhe trouxe um novo par de sandálias romanas, tome... - Mas que lindas meu Senhor! Vou calçá-las agora mesmo! Lívia calça as sandálias que eu trouxe, ela fica ainda mais linda e sensual. Adoro vê-la de sandálias nos pés... Sempre a presenteio com sandálias. - O que acontece meu Senhor, vejo que está aflito...O que lhe traz tanta ansiedade ? - É que um fato ocorrido em alto mar durante a viagem de volta me marcou profundamente e eu pensei muito em você, minha querida Lívia... - O que aconteceu meu Senhor ? Conte-me, por favor ... Lívia, para mim, era como se fosse um bibelô. Brincávamos, nos divertíamos, eu a cobria de presentes, roupas, sandálias... Mas eu não era o seu Senhor. Lívia era escrava do Palácio do Imperador e pertencia à Roma, não a mim... Sempre tive um desejo imenso de açoitá-la, porém nunca tive coragem de revelar esse desejo à ela... Guardava-o bem quieto. Porém, após presenciar aquelas cenas coma escrava nórdica, senti que havia chegado o momento... - Senhor ? Tudo bem ? Está calado, pensativo... Quer me falar algo ? - Sim Lívia... Tenho muito o que lhe falar... Comecei a relatar então, detalhadamente, o que eu havia presenciado na Galé Romana. Lívia ouvia atentamente. Seus belos olhos verdes começaram a brilhar. A cada detalhe, a cada particularidade, a cada nova revelação, Lívia ia ficando completamente hipnotizada, excitada, maravilhada. Senti que Lívia estava se imaginando como se fosse ela a pobre escrava sendo castigada e fazia perguntas, queria saber cada detalhe. Do tipo de chicote que foi usado no castigo, qual a reação da escrava ao açoite, quantas chibatadas ela levou ao todo, que tipo de marca fazia em seu corpo, quantas pessoas estavam presentes, até que tipo de sandália o Feitor da Galé Romana estava usando... Lívia, assim como eu, adora ouvir histórias sobre escravas, sandálias e chicotes... Enfim, ela quis saber de tudo, se envolveu completamente... Ao final do relato, Lívia segura minha mão, olha bem fundo nos meus olhos e pergunta: - O Senhor deseja me castigar assim? - Sim... Desde que desembarquei da Galé não tenho outra coisa na cabeça, quero que você seja a minha escrava... - Então eu serei toda tua meu Senhor, me amarre e me açoite como a bela escrava nórdica foi açoitada na Galé... - Mas eu não tenho uma Galé, não tenho um mastro, nem tenho o mar à minha disposição minha querida, como poderei açoitá-la ? - Podemos descer ao calabouço, Senhor... Use o tronco que o Senhor usa para castigar as escravas.. Um dia observei secretamente o Senhor castigando uma escrava Núbia... Ao vê-lo chibatando aquela negra, não me contive e gozei, meu Senhor, depois fugi com medo de ser pega... - Lívia, açoitar você é a coisa que eu mais quero neste mundo... - Então me amarre, me leve para o calabouço e me açoite, meu Senhor. Eu quero sofrer para agradá-lo... Me chicoteie como se eu fosse aquela escrava na Galé Romana... Sua voz é a mais sensual entre as mortais... Seus gestos são os mais submissos dentre todas as escravas de Roma. Acho que nem as Deusas gregas são tão graciosas quanto Lívia... Ela se ajoelha aos meus pés, baixa a cabeça em sinal de submissão e dirige suas mãos juntas em minha direção para que eu a amarre e a conduza ao calabouço. Puxo então uma corda, amarro suas belas mãos pelos pulsos para trás de seu corpo, coloco uma coleira de couro em seu pescoço, onde amarro outra corda que servirá para puxá-la como se fosse minha cadela de estimação. No caminho para o calabouço passamos pelo pátio externo, onde vários escravos e escravas exercem suas atividades diárias e também passamos pela frente do Palácio, onde além do nobres e políticos, há uma fileira de soldados do Imperador. Conduzo Lívia perante todos, amarrada e nua, pois antes de sairmos rasguei sua roupa com um puxão, deixando-a somente com as sandálias nos pés. Por onde passamos todos param e olham. Lívia cora de vergonha e baixa a cabeça... Humilhada sim, mas muito excitada, me parece. Ela está adorando desfilar nua perante toda a Corte. Está adorando que todos a vejam, os soldados ficam loucos vendo-a passar, comem-na com os olhos. Lívia adora ser desejada, cobiçada, mas tê-la é para poucos ... Até s nobres políticos a ficam observando, mas que bela escrava, a quem pertence ? Ficam só imaginando para onde a estarei levando e o que farei com ela... As mulheres a observam com o canto dos olhos e comentam baixo, com inveja de seu belo corpo e de seus peitos empinados... Fofocam, bem feito, escrava insolente, tomara que leve umas boas chibatadas! Faço sinal com a cabeça, concordando. Sim, é isso mesmo o que vai acontecer, penso... E quem vai ter esse privilégio sou eu...