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Treinamento de uma Dominadora
Aquela manhã de sábado, encoberta e tediosa, não prometia nada de especial, a não ser a possibilidade de eu dormir tudo o que não
conseguira durante a semana. Essa rotina de trabalhar doze horas por dia tá me matando. Mal podia imaginar que a grande surpresa do dia estaria na minha caixa de emails.
Oi Willian!
Aqui é a Samantha. Lembra de mim, querido? Faz um tempinho, né? Saudades das nossas "aulinhas de disciplina"? rsrs... Quase ninguém acredita quando eu conto tudo (que eu me lembre!) o que já fizemos naquele
quarto, sabia? Mas... falando sério, se não fosse você eu não chegaria aos pés da dominadora que sou hoje, não teria tanta experiência nem seria tão requisitada. Pois é... não atendo mais naquele drink bar do centro;
agora estou trabalhando pra uma agência de Escort Girls. Chique, né? rsrs.
Atendemos somente clientes selecionados, de alto nível e com fantasias muito especiais, que eles não conseguem realizar em casas e boates
tradicionais. Diria que é bastante divertido. Às vezes, eles pedem umas coisas tão doidas... você tem que ver! Hoje encaro essas coisas com naturalidade, ou sem demonstrar estranhamento, ao menos. Isso me tornou
muito respeitada no meio, e eu só tenho a te agradecer.
Pois bem... o motivo principal desse email é que preciso de uma 'ajudinha' tua. É que estou treinando uma menina nova aqui, e não
pensei em ninguém melhor que você pra, digamos, ser o "alvo" de algumas maldadezinhas que quero ensinar a ela... rsrs. Mas se não quiser, tudo bem, só não quero que se ofenda com esse meu pedido, tá? Agora, se a saudade for tanta quanto a minha, o endereço está abaixo. Te aguardamos hoje à
tarde. :-)
Samantha
'Dulcíssima feito Fel'
ps. essa menina ainda não tem muita experiência em dominação, mas tem "aquele
olhar" que você um dia disse que eu tinha...
Um cara como eu, ao ler uma mensagem dessas (ou seria uma convocação?), não tem dúvidas, não hesita por um segundo sequer. Me arrumei, almocei, fui tratar de uns assuntos pendentes da empresa e depois me dirigi ao
endereço informado. Não sem antes me preparar física e psicologicamente, pois sabia que as sessões com a Samantha são, digamos, intensas, por não achar um adjetivo mais adequado.
Lá chegando, me impressionei com o luxo do lugar. Ocupava todo o segundo andar de um comprido prédio. Carpete vermelho em todo o
corredor; quadros lindíssimos retratando cenas bdsm, em óleo e aquarela, decoravam as paredes de tom pastel; sofisticados lustres pendiam do teto; os marcos das portas eram ornamentados de belos entalhes, e as maçanetas, douradas, reluziam.
Entrei no quarto indicado, e lá me esperavam Samantha e a sua 'pupila'. Minha anfitriã, ainda mais linda do que a última vez em que a vira,
calçava um scarpin altíssimo, com tiras que se cruzavam até o joelho; uma minissaia de couro envernizado e um corpete, que realçava ainda mais aqueles lindos seios, completavam o traje. Tinha os cabelos morenos e lisos presos em um rabo-de-cavalo, e a maquiagem era sensual porém discreta. Sua aprendiz compunha outro estilo, bem menos requintado:
também calçava um scarpin preto altíssimo, mas sem tiras, uma calça jeans justíssima que ia até as canelas, de cintura quase um palmo abaixo do umbigo, e um tipo de camisa preta com um nó acima do umbigo (que tinha um
piercing de brilhantes) e um generoso decote, que revelava um sutiã de couro e tachinhas por baixo; de maquiagem, apenas batom e uma sombra nos olhos, e os cabelos, castanhos e lisos, presos também num rabo-de-cavalo. Tinha um olhar diferente... enigmático. Samantha não mentira.
- Oi Willian! Que surpresa! Foi difícil nos encontrar?
- Não, até que foi fácil. Como vai, Samantha? Saudades de você!
- Vou bem! Essa é a Sônia, minha amiga. Não é linda?
- É sim! Muito prazer, Sônia!
Samantha cochicha algo pra garota e esta dirige-se a mim. Seu olhar revela uma certa apreensão. Ela aproxima o rosto, como para me beijar, mas pára de repente. Olha bem nos meus olhos e senta-me violento tapa no
rosto, que me pega de surpresa. Olha-me de modo estranho, tentando parecer natural, e aponta seus pés. Já sabendo o que devo fazer, ajoelho e beijo seu pé direito. Quando vou beijar o esquerdo, ela interrompe o movimento da minha cabeça com o outro pé e a pressiona contra o chão.
- Muito prazer, mas pra você é senhora, e não Sônia, entendeu?
- Entendi, senhora.
Ela ainda pressiona meu rosto contra o chão por alguns segundos e tira o pé. Levanto.
- Muito bem, Sônia, você está aprendendo rápido! - Samantha elogia - Só precisamos corrigir esse olhar, tem que parecer mais natural, como se você não tivesse feito nada de mais. Fique ao lado do Willian e me observe.
Samantha caminha até mim, sensualmente, com um sorrisinho malicioso nos lábios, pára e dá um forte e estalado tapa no meu rosto. Não desfaz o sorriso em nenhum momento, nem durante o tapa. A naturalidade é absoluta. Ao
final, faz um leve cumprimento, só levantando as sombrancelhas, e olha para Sônia:
- Viu? Você notou qualquer traço de medo ou insegurança no meu rosto? Não, né? É isso que vai te fazer respeitada perante o escravo. Ele
valoriza muito isso, mais até que as punições que você lhe aplicar. É a sua vez, agora. Não precisa ter receio. O Willian está aqui pra isso mesmo, pra apanhar, assim como os futuros clientes.
Ela se coloca na posição de Sônia e esta vem à minha frente. Olha pra mim por uns instantes, até adquirir um ar tranqüilo, e aplica o tapa.
Bastante forte, por sinal. Notei que ela cerrou os dentes durante o golpe; fez uma carinha de má por uma fração de segundo. Adoro isso.
Após, fica me olhando, com o mesmo ar tranqüilo de antes, e ensaia um sorrisinho.
Aprendeu rápido. Seu olhar não mais transparece desconforto, e sim malícia; tem um brilho diferente, que eu já observara na chegada. Esse brilho eu conheço. Ela gostou. Essa menina tem futuro...
- Bem melhor agora! O sub deve sentir firmeza nos olhos da dominadora. Se ele notar que ela está insegura ou com peninha, o prazer não é o
mesmo. Bom, o escravo é todo teu agora. Use-o à vontade.
Samantha senta em uma poltrona e me deixa sob o domínio de Sônia. Esta me ordena:
- Tire toda a roupa, fique só de cueca, e deite de costas. Rápido!
Obedeço. Gosto do tom de voz dela ao me ordenar. Como é bom acompanhar o nascimento de uma dominadora... Dispo-me e deito. Ela se aproxima e passa o salto do sapato sobre o meu peito, por toda a
extensão, fazendo pressão e deixando marcas em alguns pontos perto dos mamilos. Raspa
aquele salto por todo o meu tórax, como se ele fosse uma tela de pintura a mercê de sua inspiração. Chega aos genitais e pressiona o salto fino em pontos específicos, da glande aos testículos. A insegurança de antes desaparecera por completo. Ela sabe o que está
fazendo. É uma delícia vê-la alternando o
olhar entre meu peito e os meus olhos, com aquela carinha sapeca, procurando captar medo em meu semblante. Muito me excita saber que conheci Sônia há poucos minutos e já estou sofrendo nas mãos dela. Melhor, nos pés! Ser judiado por uma mulher que recém conheci... sempre tive esse fetiche. Conhecê-la pelo
seu lado cruel...
Samantha levanta e vem participar da cena. Apóia Sônia para que ela suba no meu peito.
- Isso, não apóie o salto, e sim a frente do sapato.
Indica os pontos em que ela deve pisar. Mostra com o próprio pé, tanto o local como a força que ela deve aplicar. Sônia equilibra-se nas
minhas coxas e no meu peito, percorrendo o caminho indicado por Samantha. Esse salto vai me deixar cheio de hematomas e arranhões... Ela sorri. Será que sabe o quanto está doendo, o quanto seu pezinho está me machucando? Adoro o seu olhar, despreocupado, de uma criança descobrindo o mundo. Rainha Sônia... prevejo um grande futuro pra ti.
- Esfregue o pé assim, como se tivesse apagando um cigarro - ensina Samantha.
Isso repuxa os pêlos do meu peito e causa uma dor aguda. Faço uma careta.
- Se ele reclamar, você faz assim...
E tapa a minha boca com o pé, fazendo o mesmo movimento de antes nos meus lábios.
Depois, vira o meu rosto e o pressiona contra o chão, com força; dá leves tapinhas com a ponta do pé. Manda-me lamber toda a sola do scarpin, depois chupar o salto, dela e da Sônia.
- Eu sempre faço isso, e eles adoram. Digo que é uma demonstração de respeito ao instrumento que os castigou. Eles devem idolatrar teu scarpin, chicote, palmatória e tudo o que você usar neles.
Sônia gosta da idéia. Enfia o bico do sapato na minha boca, depois o salto, até quase a minha goela, e faz um vagaroso vai-e-vem. Depois o
seca no meu rosto e cabelos. Samantha continua:
- Tem uns que gostam de ficar vários minutos só sendo pisados no rosto, esfregados, chutados, judiados, sempre de scarpin. Machuca, às vezes, mas se eles pedem... A idéia de um lindo pezinho fazendo-os sofrer deixa eles cheios de tesão! Depois, pedem que eu descalce e acaricie as marcas do rostinho deles com o pé. Uns pedem que eu tranque a
respiração deles com os dedos do pé, até não agüentarem mais. Pra finalizar, ficam outros bons minutos só chupando meus dedos. Acho que eu tenho o pé mais chupado do país! Nem preciso mais usar hidratante... hehehe! Tenho clientes que só se dedicam a isso, vêm uma vez por semana, religiosamente, e não aceitam o pé de outra menina! E como eu conheço as leis de mercado, lucro muito com eles... Meus dedinhos estão com a agenda cheia, muitas bocas os esperam, hehehe! É uma delícia,
super relaxante, quer experimentar?
Sônia descalça o scarpin e introduz os dedinhos na minha boca. Que delícia... Cada primeiro contato com os pezinhos de uma domme é uma ocasião especial, inesquecível. Sou capaz de relembrar cada formato de pezinho, cada aroma, maciez da sola, delicadeza dos dedinhos e a forma como eles se mexem dentro da minha boca. Chupo aqueles dedinhos com vontade, um por um, passando minha língua entre eles, degustando-os. Ela merece,
pois está se revelando uma ótima domme. Observo os olhinhos semicerrados de Sônia, que não disfarçam todo o prazer que ela está sentindo.
- Gostoso, né? Depois de um dia cheio, então...
- Muito! - concorda Sônia - o escravo tem que servir pra alguma coisa, né? - sorri - Chega, serviçal! Se fizer tudo direitinho, depois ganha o
outro pé!
Liberta seus dedinhos da minha língua, dá um tapinha no meu rosto com o pé, seca-o na minha cueca e volta a calçá-lo.
- Isso mesmo! Se notar que o sub está gostando muito, corta logo o barato dele! É função da mestra dosar a excitação do escravo. Se deixar ele gozar, já era. Vamos à próxima etapa?
Sônia concorda e me ordena:
- Embaixo da cama tem alguns pares de chinelo. Vá até lá engatinhando, apanhe um com a boca e me traga. Como um cachorrinho, pois você é um agora.
Estou gostando de receber ordens da Sônia. Essa autoridade ainda não-natural me excita... Escolho uma rasteirinha, de solado fino mas
compacto, pego-a do modo indicado e a levo até minha dona, engatinhando. Ela apanha o chinelo, dá um passo à frente e me cerca com suas pernas, seus joelhos na altura das minhas costelas.
- Deixe uma das nádegas pra mim! - Samantha adverte.
Sônia manda eu encostar o nariz no chão, mantendo o traseiro alto, e começa a me dar chineladas. Várias. Todas fortes e no mesmo local. A dor é lancinante. Só a imagem daquele pezinho, quase saindo do sapato a cada golpe (pois ela tinha de se reclinar um pouco), me trazia algum alívio. Samantha intervém:
- Muito bem! Sei que com o chinelo tu já sabes impor respeito ao escravo, mas só deixa eu dar uma dica.
Se coloca na posição de Sônia.
- Preste bastante atenção ao som. Feche os olhos, se quiser.
Começa a bater na outra nádega. Sinto a diferença: os golpes são mais precisos e todos de mesma intensidade, e acertam em cheio.
- Notou a diferença no som de cada pancada? Esse é o segredo: tem que acertar em cheio, o chinelo paralelo à bunda, para que pegue a maior área possível. Se o chinelo pega inclinado, não dá o mesmo barulho nem causa a mesma dor. A força aplicada também tem que ser constante, dependendo do número de chineladas que você quer dar. Outra dica: em
vez de bater sempre no mesmo local, é bom ir deslocando um pouquinho a cada golpe. Se vai dar trinta chineladas, por exemplo, imagine um caminho na bunda dele e vai percorrendo-o de modo que a trigésima lambada corresponda
ao final da rota.
Sônia escutava atentamente, mostrando interesse, ávida por aplicar os ensinamentos.
- Algumas dommes gostam de variar a freqüência dos golpes, pra deixar o escravo aflito, sem saber quando virá o próximo. Fazê-lo contar e agradecer as chineladas, com voz alta e clara, também é legal. A cada erro,
leva mais chineladas. A Cris que adora fazer isso. Ela também cospe no chinelo antes de bater, pra doer mais, mas aí já acho judiaria. Você, como domme, terá liberdade de escolher o método que lhe convir.
- Nossa, fico impressionada com a tua experiência, Samantha! Nunca tinha pensado nesses detalhes. Ciência das chineladas...
- A cada escravo aumentamos nossa experiência, mas devo muito ao Willian. Com ele rompi vários bloqueios, e isso foi essencial. Bom, quer praticar mais um pouquinho? Pobre Willianzinho... não imaginava que hoje estaria aqui, de cobaia de uma dominadora iniciante, né?
- Sem problemas, Samantha. É um prazer ajudar na formação de uma nova mestra. Estou fazendo uma ótima ação, um bem para os futuros escravos, para a humanidade.
- Ha ha ha! Willian, Willian... sempre o mesmo!
Sônia toma o chinelo e volta a me castigar, sem dó nem cerimônia. Nessa altura já me considera um simples objeto, um saco de pancadas. Não tá nem aí pra minha dor. Nem fala comigo. O interesse dela é todo nas lições de Samantha e no seu aperfeiçoamento como domme. Prevejo nela uma mestra ainda mais rígida que Samantha. Os futuros escravos provavelmente sofrerão mais nas mãos de Sônia. Ela será das que cospem no chinelo
antes de bater...
- Isso mesmo! Já está bem melhor! Vamos para a 3ª etapa. Esta é mais difícil, apesar de não requerer esforço físico, e sim um bom preparo psicológico. Aqui, o domínio do olhar e a naturalidade, que te falei, são essenciais. E muito sangue frio, o que eu acho que não será problema pra você, né? - sorri - É um fetiche especial, procurado por alguns clientes e que, se bem executado, contará muitos pontos no seu currículo. Deixe o Willian por minha conta, pra eu demonstrar.
Manda-me levantar. Ficamos frente a frente, por alguns instantes, até que Samantha aproxima seu rosto um pouquinho, como se fosse me beijar, e, repentinamente, dá uma cusparada na minha cara. Fica observando a minha reação, com um sorriso de malícia.
- Achou que eu ia te beijar, é? Ha ha ha! Nem os clientes VIP têm esse privilégio! E se limpar, apanha! Se lamber, idem! Sônia, tua vez.
Sônia se aproxima devagar, com relutância. Talvez não esperasse ter de fazer isso, ou nunca tivesse feito, sei lá. Fica na minha frente, me olha, chega a se preparar, mas fica com vergonha e começa a rir. Talvez a imagem do cuspe de Samantha escorrendo pela minha face muito tenha contribuído.
- Sônia, você não pode rir na frente do escravo! Lembra da dica do olhar, quando você deu o tapa, junte saliva e cuspa na cara dele, sem
constrangimento.
- É que é estranho pra mim, mas vou tentar. Achei interessante.
Ela desfaz o sorriso, aos poucos, e fica me olhando por longos instantes, até se recompor por completo. Começa a mexer os lábios, com a boca fechada, juntando saliva. Aproxima o rosto até a distância de um palmo do meu, e cospe. O cuspe não é uniforme, e atinge vários pontos do meu rosto, até os olhos. Adorei o olhar dela, de curiosidade pela minha reação, e a lingüinha secando os lábios.
- Muito bem! As outras meninas demoraram mais pra criar coragem, mas você pegou rápido. Dá uma sensação de superioridade, não dá? Eu gosto de fazer. Tem uma simbologia muito forte para o escravo, é uma experiência intensa de dominação; não tanto como a chuva dourada, mas alguns escravos a preferem, numa sessão mais 'light'. E pagam bem por isso. Uma dica, quando você for fazer: coma algo doce antes, ou beba refri. A saliva fica mais espessa e o cuspe mais uniforme e volumoso. Tem escravos que adoram.
- Bacana, eh eh eh! Realmente, a sensação é boa, de poder. Posso cuspir nele mais um
pouquinho?
- Claro! - responde Samantha - o rostinho do Willian é todo teu, pode treinar à vontade.
Sônia ganha confiança e começa a me cuspir sem parar. Adorou a nova brincadeira. Sua animação é visível. Me cospe de todas as formas, de longe, de perto, nos olhos, no nariz, na boca. Fica num êxtase, num transe, com aquele olhinhos injetados em mim. É um prazer indescritível vê-la fazendo biquinho, o cuspe partindo da sua boca em direção ao meu rosto,
o risinho de satisfação dela, o prazer em seus olhos... Ai meu deus! Vou ter que virar escravo
de Sônia...
- Deite-se, agora! - Sônia ordena.
Obedeço. Ela descalça o pé direito e começa a esfregá-lo no meu rosto, espalhando os cuspes uniformemente, por todo ele. É gostodo demais
sentir aquele pezinho 36 deslizando pela minha face, suavemente, indo e voltando, lubrificado. Depois, pega a minha camisa e seca seu pé. Essa menina tem um dom especial... terá um exército de escravos implorando por suas
maldades...
- Ótimo! Gostei de ver! - Samantha intervém - Você se revelou hoje, hein, Soninha! Puxa... tô vendo uma concorrente forte em você! Parece que nasceu pra coisa!
Sônia apenas sorri. Sente-se realizada. Não é mais a mesma dominadora relutante de antes. Em poucos minutos, sofreu uma transformação. E que transformação...
- Muito bem, por hoje é isso, Soninha. Vamos beber algo, enquanto o Willian se recompõe?
- Posso só pedir uma coisa? - intervenho.
- Já que se portou direitinho, pode. - Sônia responde.
- Posso brincar um pouquinho com os sapatos das senhoras? Prometo deixá-los bem limpinhos.
Ambas riem muito, descalçam seus scarpins e saem do quarto. Samantha ainda diz, antes
de sair:
- Bem limpinho, viu? Se eu encontrar saliva ou outra coisa nele, depois, você já sabe. Lembra daquela vez? E aproveita bastante. Hoje, meter o nariz e a língua nos meus scarpins é privilégio de poucos; custa dinheiro, e muito.
- Faço minhas as palavras da Samantha. Se os meus não estiverem impecáveis quando eu voltar, vou... deixa ver... ah, vou pensar ainda,
depois você saberá! Ou melhor, sentirá! Eh eh eh!
Relembro as palavras da Samantha: 'Eles devem idolatrar teu scarpin, chicote, palmatória e tudo o que você usar neles'.
Muito bem... com todo o prazer!
Começo pelos de Sônia. Estes, sim, merecem banhos de língua de todos os escravos desse mundo...