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Uma Noite Especial

Ele chegou cansado em casa, a viagem havia sido cansativa, , como sempre ao chegar em casa , logo tirava os sapatos, as meias, abria a camisa , abria o cinto das calças e se atirava no sofá da sala, ligando a televisão. Logo ela veio, ajoelhou-se e beijou seus pés, e pediu permissão para recolher seus calçados e meias da sala, ele ordenou, LEVE MAS VENHA RAPIDO, ela correndo levou seus calçados até o quarto e retornou , não podia desobedecer seu mestre. Ajoelhou-se aos seus pés já com a coleira, esperando a guia de seu dono, ele colocou, e ficou observando a adoração da escrava ao seu mestre, beijava seus pés, pernas, lhe massageava, lhe deixando excitado, quando ia inicar a fase oral, ele disse. MINHA ESCRAVA TENHO UMA SURPRESA, abriu a mala e retirou uma palmatória de couro, estilo raquete, ordenou que ela deita-se em seu colo, com a bunda para cima, levantou a saia, e começou os castigos. Deu a primeira palmada, ela gemeu. Deu a segunda forte, e ela gritou, bateu até que sua bunda estivesse toda vermelha, logo depois a amarrou numas roldanas colocadas na parede, pegou um chicote com tiras de couro. Continuou o castigo, chegou por trás, puxou seus cabelos, beijou sua boca, e lhe penetrou sem piedade, continuou a puxar os cabelos e a dar palmadas na bunda, logo os dois gozaram juntos. Ordenou a ela que fosse a cozinha preparar algo para ele comer, na cozinha enquanto ela preparava, ele analisava as marcas dos castigos com excitação. Ela preparou alguns salgados, levou até ele na sala, ele ordenou que ficasse de quatro, colocou a bandeja em cima de suas costas, e por mais ou menos uma hora fez seu lanche, às vezes passava a mão em sua bunda e notava a sua excitação, e às vezes dava de comer direto na boca de sua cadelinha, obrigando também ela a lamber seus dedos. Terminando o lanche, ele pegou a coleira e disse VAMOS PARA O QUARTO ESCRAVA, ela já sabia que muito mais esperava por ela naquela noite. Sabia que seria mais uma noite inesquecível.