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Um Dia no WC Público

O chão daquela casa-de-banho pública estava cheio de mijo, cheirava mal, e muitos dos urinóis estavam entupidos… Eu era puxada pela trela…nua…de 4 naquele chão imundo… Um agarrou-me pelo cabelo e encostou-me a cara a um dos urinóis entupidos e cheio de mijo..fez-me beber um bocado enquanto outro me abria ainda mais este meu cu de puta reles e porca…abrir-me um pouco mais para que nenhum dos gajos que me mijasse no cu tivesse alguma dificuldade em entrar…e eu ali…de 4 no meio do mijo…a beber mijo e com um gajo a abrir-me ainda mais este cu que já está todo fodido! Quando acharam que já estava bem aberto, puseram-me no meio daquela casa-de-banho completamente nojenta…claro que foram os primeiros a usar a sanita: um mijou-me para a boca, ou melhor, para a garganta – enfiou o caralho bem fundo na minha boca, mijou e só tirou de lá o caralho depois de eu ter engolido; o outro usou o meu cu – enfiou o caralho lá dentro (o caralho entrou bem porque o cu estava ainda mais aberto do que o costume) e mijou, deixando o mijo escorrer todo pelas minhas pernas e molhar-me a cona… Este autêntico clister de mijo fez-me cagar toda pelas pernas abaixo…como qualquer cadela vadia caga na rua…enquanto eles me diziam que eu era uma porca e me mandavam continuar a cagar…e ali estava eu…de 4…com mijo dentro de mim e a escorrer no meu corpo…e agora a cagar, com merda a cair no chão e a sujar o meu corpo, incluindo a cona… “Voltamos à hora de almoço para te dar comida, porca de merda…porca de merda e cheia de merda!” – foram as últimas palavras deles antes de me deixarem ali à espera que me usassem (como sanita e papel higiénico)! Antes de saírem, puseram um aviso na porta – “É favor usar a nova sanita – serve também como papel higiénico” – com a minha foto de 4 por baixo e ainda fotos da minha cona e cu todos fodidos, rebentados e nojentos, e desta boca que gosta é de ter caralhos lá dentro. Eu fiquei ali…nua, aberta, suja…mas também cheia de tesão…à espera que começassem a chegar para usar a sanita. E não demorou muito a que o primeiro chegasse… “olha uma sanita nova…já está toda porca logo de manhã…foda-se!” – depois de dizer isto, enfiou-me o caralho bem dentro do cu e mijou. “Puta do caralho…este cu já está todo aberto!” e enfiou-me o caralho na boca para o limpar, estava com mijo e merda…e ele ainda se esporrou para dentro da minha boca. “Pronto, porca, já acabei de usar a sanita!” O que veio a seguir cagou o pé da minha cara…depois enfiou-me o caralho no cu para mijar…enquanto me agarrava o cabelo e punha a minha cara bem perto da merda dele…”isso, puta reles, cheira bem a minha merda! Lambe essa merda!” depois tirou o caralho do meu, deixando o mijo daquele a escorrer do meu cu…”Porca de merda, limpa-me o caralho! Foda-se, não podes ter um caralho na boca para o limpar, que começas logo a fazer um broche…que puta, foda-se! Vá…já chega, não quero broches feitos por uma boca tão porca…limpa-me mas é o cu com essa língua que só serve para papel higiénico!” e eu limpei tudo… A seguir veio um que me cagou no cu…mesmo dentro do cu… “assim é que é uma sanita: com o buraco bem aberto!” senti-me completamente nojenta, suja, porca…a puta reles que sou…claro que aquilo escorreu tudo, enquanto ele punha o cu na minha língua para o limpar! A seguir vieram 2: mijaram ao mesmo tempo – um no cu e o outro na cona! Não sei ao certo quantos vieram a seguir, mas mijaram todos ao mesmo tempo para cima do meu corpo! Depois veio outro… “puta nojenta, abre essa boca de broche, que estou aflito para cagar!” e cagou-me na boca…eu não aguentei e vomitei… “Então, caralho, que merda é esta? Puta de merda, vou-te bater tanto que te vais arrepender de seres tão porca e não teres engolido a minha merda!” tirou o cinto e começou a bater-me com ele até ver sangue! Depois mandou-me limpar a boca com as mãos e limpar as mãos nas mamas e limpar-lhe o cu com a língua. Nem sei quantos vieram depois deste e antes de chegarem os donos desta cadela para lhe darem comida…eu já nem sentia os caralhos…só o mijo ou a merda…ou a esporra…porque alguns também aproveitaram para se vir dentro de mim! “Que sanita mais nojenta…foda-se!” – foi o que disseram os meus donos quando me viram ali: cheia de mijo, esporra, merda, vómito… “Trouxemos-te comida, cadela nojenta, não que mereças” – e puseram-me comida de cão no chão…em cima da merda e do mijo… “É para comeres tudo já, cadela” e eu comi! Antes de saírem, ainda me mijaram – para a minha cara, disseram que não queriam tocar numa sanita tão suja! Durante a tarde e parte da noite, nem sei como aguentei com tantos caralhos a entrarem dentro destes buracos nojentos…já estava toda aberta, toda porca…caguei-me toda mais que uma vez…mijei-me toda vezes e vezes…e vomitei algumas vezes…também me vomitaram…e esporraram…para a cara, dentro da boca, dentro da cona, dentro do cu… Quando me vieram buscar, eu já mal me mexia…estava ainda mais rebentada do que quando comecei o dia…da minha cona e do meu cu escorria merda e mijo…a minha boca cheirava pior que um esgoto… “Cadela, rebola-te aí nessa poça de merda, mijo e vómito!” e eu rebolei…como a porca nojenta que sou… Saí dali de 4…completamente rebentada, cheia de mijo, merda e vómito no corpo todo…mas cheia de tesão!