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Despertar
Acordei tranquila, tive um sonho bonito com crianças. Há muito tempo não acordava me lembrando dos sonhos ... fui ao banheiro e me olhei no espelho. Algumas rugas no rosto mas eram poucas, apesar do tempo acho que eu continuava muito bonita. Me lembrava da minha mãe escovando meus cabelos de manhã antes de ir para a escola. Era sempre o mesmo ritual, sempre conversávamos juntas pela manhã enquanto ela escovava meus cabelos.
Voltei ao quarto, meu marido ainda dormia. Acordei ele com um beijo e lhe pedi para se levantar logo pois hoje eu precisava sair cedo teria uma reunião no trabalho e precisava chegar bem cedo para rever a apresentação.
No caminho ele me falava que estava preocupado com nosso filho e seus amigos. Eu ouvia vagamente o que ele me falava respondendo ora com um aceno da cabeça, ora com uma pergunta ou observação. Sempre os mesmos tipos de assuntos e conversas. Hoje especialmente, meu pensamento na verdade estava longe. Não era a reunião ou a família, eram lembranças vagas sobre minha infância.
É verdade, havia a reunião e eu precisava me concentrar nisso. Era importante para minha empresa e nossos clientes haviam formado uma expectativa grande sobre nossos serviços. Eu precisava ser cuidadosa pois já havia um histórico de problemas com esses clientes.
No entanto, meu pensamento vagava, era como se eu estivesse sonhando. Minha infância, família, trabalho e todas as coisas da vida passavam como um sonho. Parecia que a realidade iria cair sobre tudo bruscamente a qualquer momento.
Faz 1 ano hoje que o conheci. Conversamos rapidamente e trocamos emails. Depois de um tempo ele me escreveu perguntando como eu estava, respondi e a partir desse dia começamos a nos corresponder regularmente. Ele se abria comigo e eu pude me abrir com ele de um modo especial. Começamos a nos conhecer mais e o que era apenas uma distração logo tomou conta de meus pensamentos de uma maneira inesperada. Eu voltava para casa ansiosa para ler seus emails e contar meu dia.
Nossas conversas começaram a se tornar cada vez mais íntimas. Eu me sentia uma pessoa diferente, não saberia explicar como mas eu estava cada vez mais próxima deste homem. Mais próxima que de tantas outras pessoas da minha vida. Achei melhor parar e pedi para ele não me escrever mais pois eu precisava de um tempo. Isso estava perturbando minha vida e eu não queria isso. Ele não reclamou, apenas disse que respeitaria minha decisão e que eu poderia procurá-lo quando sentisse vontade.
Apesar de tudo, ainda fiquei um tempo esperando seus emails. Mas ele nunca mais me escreveu. Um dia tomei coragem e escrevi um email perguntando como ele estava. Ele me respondeu em alguns minutos indicando uma sala privativa na intenet para conversarmos.
Fiquei na dúvida, mas acabei indo ao seu encontro. Perguntou se eu estava bem, disse que estava bem e que havia sentido muito minha falta. Perguntei se ele havia encontrado outra pessoa pra se corresponder. Ele disse que sim. Aquilo me deixou meio chateada mas perguntei a ele se havia sido bom. Ele me respondeu de uma maneira muito peculiar. Me disse que era um passatempo enquanto ele me aguardava.
Eu disse que ele poderia ter esperado a vida inteira e eu nunca apareceria. Foi aí que ele me disse uma coisa que me causou medo e espanto: ``Você é minha, ainda não sabe, mas é minha. É como uma égua selvagem quando é capturada, luta para fugir, se rebela, mas não há saída. Sö a égua não percebe que está presa. Se debate, tenta se soltar e fugir. Cabe ao seu dono manter a calma e iniciar a preparação dela lentamente.´´
Nesse momento meu marido abriu a porta de casa. Eu desliguei o micro bruscamente. Fiquei estática na cadeira. Aquilo me deixou assustada, não tanto pelas palavras dele mas porque me senti realmente presa. Acho que ele apenas expressou em palavras o que eu sentia exatamente. Isso me deixou muito nervosa, mal pude dormir nesta noite.
Durante as próximas semanas eu me imaginava assim, dentro de um cercado, com uma corda no pescoço, nua como uma égua chucra e aquela sombra segurando a corda. Afrouxando e puxando quando bem quisesse, eu corria no cercado mas ele sempre me puxava para ele.
Isso me vinha a mente várias vezes como se fosse um sonho. Fiquei perturbada no início mas aos poucos fui me acostumando e passei a sentir um certo prazer em pensar nisso. Algumas vezes parecia sentir a corda tensa me puxando e ficava excitada ao imaginar aquela figura escura e sombria me retendo como uma égua selvagem.
Outras vezes, quando as coisas ficavam difíceis no trabalho ou em casa eu me trancava no banheiro ou no quarto e me despia. Andava então a esmo nua me imaginando presa no cercado e sabendo que meu dono cuidaria de mim. Isso me acalmava e me dava forças.
Escrevi novamente para ele marcando um encontro numa das salas de bate-papo. Eu precisava conversar com alguém e não tinha coragem de falar disso com mais ninguém, nem mesmo com as pessoas mais intimas.
Ele me respondeu no dia seguinte. Disse que estaria ocupado no dia que eu sugeri pois tinha uma viagem e me pediu para esperar pois ele me mandaria um email avisando quando voltasse. Foram dias horríveis em que meus sentimentos variavam da raiva ao medo de nunca mais o encontrar. Eu escrevi vários emails para ele sem resposta. Depois de várias semanas, me acalmei e perdi as esperanças de encontrá-lo novamente.
Um dia tive um sonho. Eu estava sozinha em uma loja. Não haviam pessoas ou vendedoras. Haviam muitos vestidos, belíssimos e fazia frio. Eu passava minhas mãos de leve pelas roupas penduradas observando as cores e os padrões. De repente ouvi uma voz atrás de mim me ordenando ficar parada. Minhas pernas ficaram frouxas, meu coração disparou, fiquei congelada sem saber o que fazer e meus olhos corriam em volta como se quisessem trair aquela ordem tão decidida. Tomei coragem e me voltei mas não havia nada. Não havia nenhum homem, nem loja, nem roupas ... eu estava em pé numa praça com dezenas de pessoas andando apressadas a minha volta.
Estranhamente este sonho me reconfortou. Aos poucos pude voltar a minha vida depois de tantos dias sofrendo ansiosa. O trabalho, minha família, o clube, minhas amizades, tudo voltou a ter a graça e as cores de antes.
Um outro dia, abri meu email. Havia uma mensagem dele. Não marcava nada. Apenas me pedia para contratar uma caixa postal em uma determinada agência do correio e enviar o número para ele. O pior de tudo é que eu fiquei feliz com isso. Não pensei duas vezes e fiz exatamente o que ele mandou.
Dias depois, recebi um email avisando que havia uma encomenda. Era um pequeno estojo com um desses cadeados de segredos que dispensam a chave. Guardei no escritório como ele havia instruído.
No dia seguinte, novas instruções. Acho que qualquer outra pessoa ficaria aterrorizada mas eu estava achando normal. Não era brincadeira, eu sentia que ele falava sério e eu me sentia bem em atender seus pedidos. Me senti viva após muitos anos. Novamente havia algo na caixa postal. Um pacote embrulhando um pequeno maço de notas, o valor era exatamente R$ 253,00. Havia uma carta que me pedia para ir a uma loja específica em um shopping e comprar um vestido de 253 reais.
Entrei na loja e passei os olhos por todos os vestidos, eu passava por eles e não resisti a tentação de toca-los como no meu sonho ... Imagine o pulo que dei quando a vendedora me chamou pelas costas! Acabei falando para ela que não estava achando o que procurava. Eu já havia pensando em tudo, disse-lhe que meu marido havia feito uma brincadeira comigo e tinhamos apostado que eu não conseguiria comprar um vestido de 253 reais naquela loja. Ela me olhou de alto a baixo e disse: ``Acho que sei exatamene o que a senhora procura ...´´ e me mostrou um vestido liso, de um azul muito intenso e bonito. Havia um decote fundo nas costas terminando em uma costura que descia até a barra do vestido.
Sai da loja, o preço era exatamente o que ele me passara, R$253,00 e o vestido não somente era o meu número mas me caiu muito bem para surpresa de todas nós. Antes de sair ainda ouvi um parabéns da vendedora elogiando o bom gosto de meu marido. Sai da loja embevescida com um sorriso de menininha no rosto. No caminho fui pensando em tudo que estava acontecendo e como como era bom aquilo tudo.
No sábado seguinte, meu marido estava em casa vendo televisão e meu telefone tocou: ``Gostou do vestido?´´ Fiquei muda, olhei para meu marido na sala assistindo TV com minha filha. Falei que sim que havia pego a encomenda. Ele me pediu para verificar meu email e desligou. Fiquei um tempo com o telefone no ouvido falando sozinha como se fosse com uma amiga. Desliguei e fui para o banheiro. Me olhei no espelho, eu estava branca como os azulejos!
Hoje meu marido está me levando para o trabalho, deixei o carro em casa. Tenho uma reunião pela manhã e não quero perder tempo estacionando. Além do mais irei encontrar uma amiga de infancia a noite para jantar ...
Sai do escritório e ganhei a rua, fazia frio e havia um vento cortante que me fez cruzar a avenida apressadamente. Peguei um taxi até o endereço que ele me passara. No caminho, pensei em como aquilo tudo era uma loucura. Fazia 1 ano que o conhecera e jamais havia feito uma coisa como essa, nem mesmo faria por pessoas que conheço e confio a muito tempo. Mas acho que havíamos ultrapassado as barreiras normais. Tinha a impressão de que algo dentro de mim havia quebrado. Minha vida não faria mais sentido sem ele.
No taxi, abri o pequeno estojo onde haviam duas chaves envoltas em algodão com duas etiquetas: Portão e Entrada. Entrei como havia sido treinada. Durante as ultimas semanas ele me dava instruções de treinamento que passei a executar diariamente. Eu treinava em casa e haviam testes em lugares publicos aonde ele me observava a distância, eu não deveria e não o procurava. Na verdade, eu nem queria procurar por ele, apenas me concentrava nas instruções e tentava executá-las da melhor forma possível. Saber que ele me olhava me deixava excitada mas também segura. Era como se ele cuidasse de mim naqueles momentos, eu precisava apenas me concentrar e agir. Me esforcei muito nestes dias para executar tudo como ele me desejava sempre naturalmente.
Ele me informara sobre o modo como eu deveria andar, sentar levantar as mãos, rodar sobre os pés, me agachar, girar o pescoço e realizar uma série de atividades. Algumas coisas eu jamais imaginei que faria na realidade, ainda assim, treinei como ele me mandou.
O taxi parou na porta de uma casa com muros altos. Era um bairro residêncial e não pude ver ninguém nas ruas. Entrei pelo portão, abri a entrada e me vi numa pequena saleta.
Tirei o casaco e coloquei a venda que havia na mesa. Fiquei parada ali no que parecia uma eternidade aguardando. Ouvi passos e então sua voz me ordenando estender as mãos como tantas vezes eu havia feito sozinha em casa. Senti suas mãos sob as minhas, mãos fortes mas a pele era macia. Ele me puxou lentamente até o local que desejava. Me mandou virar em sua direção. Girei suavemente e parei. Ele me perguntou se eu estava bem. Respondi como que sim. Me perguntou se eu precisava de alguma coisa. Disse que não, que estava bem.
Ele então se aproximou e me beijou. Senti o seu perfume fiquei meio tonta. Foi um beijo curto mas eu estava tão excitada que senti algo escorrendo pela minha perna, meus pelos eriçados estavam arrepiados e fiquei preocupada se ele perceberia. Pensei então que certamente ele já havia pensado nisso e que certamente isso seria a vontade dele. Ele me beijou as costas, a nuca, meus braços e meus dedos ... passava as mãos sobre o vestido pelas minhas nádegas e cintura. Acariciava meu rosto.
Eu havia sido treinada para tudo, sabia o que fazer, sabia o que ele gostava e como agrada-lo. Me sentia feliz e realizada. Era diferente de tudo que experimentara antes. Era novidade, mas era familiar, era assustador, mas era reconfortador e gostoso.
Ele então acendeu a lareira, senti o calor da chama aquecendo o ambiente. Ouvi ruido de copo, gelo, uisque ... ele colocou uma musica suave. Eu já a conhecia, treinei para dançar aquela música. Minha vontade era de dar pulinhos de alegria mas suavemente iniciei os movimentos e dancei para ele com toda minha alma. Eu sabia de cor cada paso, cada movimento das mãos, quadris e cabeça. Conhecia de cor as notas daquela musica e agora tinha o prazer de saborear cada uma diante dele.
Tudo havia sido cuidado e pensado, cada detalhe, só me cabia executar a minha parte com perfeição. Sabia que ele me observava, me avaliava ... hoje eu era iniciada como sua dançarina, sua mulher, escrava, sua égua dominada ... sua obra!
Ao final da música eu me voltei para a lareira e parei. Ele se aproximou e começou a acariciar meu corpo, seu dedo molhado no uisque passava pelas costas me dando arrepios. Eu me contorcia tentando controlar meus movimentos. Ele parou em frente me deu um beijo bem suave e perguntou se eu queria continuar. Confirmei novamente e como ele me ensinara acrescentei um juramento de obedecê-lo pelo tempo que ele me quisesse. Como eu já sabia ele me respondeu que me queria por toda vida, mas que me abandonaria se eu não o servisse mais como ele desejava.
Também acrescentou que eu poderia abandonar o serviço com uma comunicação escrita quando não estivesse com ele. Não precisaria explicar ou dar motivos. Bastaria enviar o comunicado e estaria dispensada dos serviços. Sem esta comunicação, não importa o que eu fizesse eu continuaria sendo dele e ele disporia de mim ainda sem que eu o quisesse.
Quando eu estivesse com ele não poderia abandonar o serviço. Poderia apenas interromper ou me negar a executar as atividades. Mas não poderia abandonar o serviço nem mesmo comunicar o abandono a ele. Mesmo que tentasse ele iria ignorar.
Se eu abandonasse os serviços eu não seria admitida nunca mais. Eu estaria morta para ele. Se ele me abandonasse eu também deveria considerar ele morto. Jamais o procurar. Ele jamais me procuraria também, ainda que ele desejasse ele não o faria.
Então iniciou a parte do ritual de anûncio das regras. Eu também já conhecia esta parte do nosso ritual mas foi bom ouvir novamente. Não deveriam haver surpresas da parte de nenhum dos dois. Novas técnicas ou procedimentos deveriam ser avisados com antecedência. Dúvidas, problemas pessoais ou outros de qualquer natureza assim como qualquer coisa que pudesse atrapalhar nossos trabalhos deveriam ser avisados com antecedência.
Se um parente ou um de nós estivesse doente deveríamos avisar ao outro. Se eu precisasse de alguma coisa ou ele deveríamos avisar ao outro. Qualquer coisa.
Haveriam durante nossa relação vários outros rituais. Como ele me explicara havia uma gradação no serviço. A medida em que eu fosse me desenvolvendo e aprendendo teríamos novas regras e novos rituais. Uma nova regra ou ritual não excluiria o anterior.
Em fim, naquele estágio, seria como um período probatório, nada deveria deixar de ser dito. Nada deveria ser oculto. Não pouparíamos um ao outro em nada, por mais doloroso que fosse. O objetivo maior era a disponibilidade total para ``o serviço´´.
Ao final ele me perguntou mais uma vez se eu queria prosseguir. Assenti que sim, olhando para o chão e falando como ele me instruira antes. Eu não sabia exatamente o que esperar, pensava em várias coisas, algumas me davam medo, outras me excitavam muito. No entanto me sentia estranhamente segura para prosseguir.
O serviço foi rápido aquela noite, háviamos gasto muito tempo nos rituais preliminares, mas mesmo este pouco tempo foi além de minhas expectativas. Não que houvesse alguma novidade, pois eu já sabia tudo que iria acontecer ali. Mas a prática do que eu havia lido e desejado tantas vezes foi muito mais saborosa do que os meus sonhos e desejos.
Ele se sentou em uma poltrona e me despi para ele, bem devagar. Ao final, dobrei o vestido e o coloquei sobre uma mesa pequena. Tirei minhas joias todas. Fui então para o banheiro e me banhei e fiz o asseio como havia sido instruida.
Voltei para a frente dele e parei de pé. Abri as pernas e me abaixei deixando minha bunda exposta na altura dos olhos dele. Ele então ficou passando as mãos pela minha bunda, senti um arrepio me passando pelo corpo. De vez em quando ele tocava minha buceta. Fez isto até eu ficar molhada. Então me perguntou se eu era uma cadelinha obediente. Falei que sim.
Ele me disse que eu precisava ser castigada por ter tentado escapar dele. Perguntou se eu estava pronta para o castigo. Respondi como combinado que meu corpo era dele e que ele dispusesse de mim como desejasse.
Estava nua, abaixada com a bunda para ele. Ele me deu várias palmadas. No inicio não doiam muito mas depois cada palmada ardia e eu não pude conter pequenos gritos. Resisti firmemente parada e ao final ele passou as maõs sobre minha bunda acariciando. Me deu os parabéns e falou que estava muito satisfeito comigo. Eu nem posso descrever o que senti neste momento. Acho que foi o carinho mais delicioso que já senti. Me senti feliz pois havia cumprido minha obrigação.
Ele então me mandou iniciar o serviço oral. Eu me levantei. Ele se levantou. Me virei para ele e me ajoelhei. Abri o seu cinto. Abaixei suas calças. Retirei sua cueca. O pau dele pulou duro para fora. Senti o cheiro do seu sexo. Peguei suas roupas, dobrei e guardei. Voltei para ele e desabotoei sua blusa. Dobrei e fui guardar. Voltei com o roupão e o ajudei a vestir. Ele então se sentou. Me ajoelhei na frente e comecei a chupar ele.
Seu pau estava duro e quente. Beijei seu pau, e passei a lingua pela glande, sentia o cheiro do pau dele suas mãos na minha cabeça e o pau dele já pulsava na minha boca ... logo eu estava sugando seu esperma que encheu minha boca escorrendo pelos cantos, eu lambia tudo e esfregava o pau dele no meu rosto.
Depois me levantei e virei de costas. Fui sentando no pau dele como havia sido instruida. Ele havia me autorizado a gozar desde que fosse baixinho, meio que choramingando ... assim eu pude gozar junto com ele.
Depois me dobrei sobre a mesa da sala deixando minha bunda a disposição dele. Coloquei os braços para trás sobre as costas. Fiquei desconfortável mas já havia treinado esta posição também. Ele então atou minhas mãos e lubrificou meu ânus enquanto falava que eu era uma putinha. Uma vagabunda de rua que precisava dar o cuzinho pra ficar feliz. Perguntou se eu não era uma cadelinha vadia. Eu disse que sim e que precisava de um dono pra me domar.
Ele então enfiou um dedo no meu ânus e mexeu durante algum tempo. Depois enfiou dois dedos e mexia me alargando. Eu já havia feito a higiene como ele havia me instruido e estava toda limpinha para ele. Me senti tranquila agora porque meu senhor pensara em tudo. Ele então ficou ali alargando meu cuzinho por um bom tempo. As vezes doia um pouco, as vezes era muito prazeiroso e eu sentia vontade de me tocar. Mas eu sabia que aquele momento era dele.
Então ele me penetrou o ânus com seu pau. Enfiava e tirava várias vezes. Me batia nas nádegas e me chamava de todos os nomes mais baixos que eu imaginava. Me senti envergonhada mas eu sabia o que deveria falar. Eu pedia pra ele me foder como quisesse. Pedia pra ele me bater porque eu era uma puta de rua e precisava de porrada. Pedia pra ele me rasgar e me deixar machucada.
Depois de um tempo ele gozou forte e senti seu pau pulsando dentro de meu ânus. Senti o jato de porra me inundando o rabo e o corpo dele se contorcendo em ondas fortes.
Ao final ele soltou minhas mãos e fomos para o banheiro. Dei banho nele e o enxuguei. Ele então me observou tomar banho.
Estou voltando para casa no taxi, meu corpo ainda doi com as vontades de meu senhor. Me sinto leve, tranquila e refeita. Tenho meus sonhos e minha família, minhas amigas, meu trabalho e meus deleites. Mas tenho minha vida, como objeto deste homem que me tem por completo, e com quem inicio uma nova vida.