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O Castigo de Sali IV
Puxou a coleira, ligou os vibradores e deu ordem de eu nao gozar. E com a sua palmatoria de 5 olhos bateu ate chegarmos ao nosso destino. Eu tremia de medo, nao sabia sequer o que ele me ia fazer. Quando chegamos na quinta era quase de manha, entramos no carro quando o meu Amo saiu puxou-me de pela a trela obrigando-me a emitir sons, pois estava amordaçada. Depois de andarmos um bocado, os meus joelhos e maos estavam todos esfolados do pessimo pavimento, ele passeou na quinta com a sua cadela. Era assim como me sintia. Os vibradores estavam em potencia maxima, mas eu nem me atrevia a vir-me com medo de um castigo pior. Ele parou e mandou eu correr para fazer a ginastica, fiquei quieta, para aonde eu iria??? de olhos tapados??? a minha indecisao valeu logo varias chibatadas no lombo. Comecei a correr, mas caia constatemente. O seu riso ecoava nos meus ouvidos. Mandou regressar junto a ele para lamber as suas maos, é logico que so ia em direcçao da voz, mas de repente ele calou-se e eu sabia que era um teste o que restava saber era se eu iria supera-lo e logico que nao dava com ele. Eu nao via nada, foram os seus gritos que me levaram ate ele. Rastejei-me a seus pes como uma cadela faz pedindo perdao, rebolei mas nao valeu a pena porque o chicote apanhou em cheio os meus seios, guiou-me ate um pau. Ali ele mandou fazer xixi como cadela mas??? e o cinto??? eu nao pensei, fiz xixi molhando o cinto. Ele levantou-me e com ajuda de alguem, prendeu-me ao pau, eu estava chocada, aquilo devia ser aqueles paus aonde os escravos eram punidos. Eu tentei mover-me mas isso ainda foi pior, pois ele colocou em meus seios grampos dando choques electricos. Tirou o cinto e colocou tambem nos labios vaginais e voltou a colocar o cinto de castidade com vibrador duplo, o gag foi me retirado para ser susbtituido por um vibrador na boca. Estava toda babada e o meu senhor ria. Eu chorava copiosamente piorando a situaçao, pois nem tinha como me assoar. Os meus pes foram presos e fiquei direita sem me poder mover. Chovia uma chuva muida.
- Vou avisando sua puta de merda, cadela sem vergonha, experimenta a gozar, tu nem sabes o que eu te faço.
Ele chamou alguem para me chicoter e deu a outra pessoa os comandos dos vibradores e dor, grampos para dar choques, chicote a bater no meu corpo molhado, era pior, doia nao sei quanto tempo fiquei ali apanhando, levando choques e com vontade de gozar.
Foram-se embora e eu fiquei ali esquecida durante muito tempo. Senti o frio da noite e calor do amanhecer. Ja ia o sol alto quando me retiram do pau.
Assim que me deixaram, cai no chao sem forças. Logo me puxaram pela a trela e eu fui levada para outro sitio. La chegada retiram tudo de mim, o meu Amo ria pois os meus cabelos estavam colados ao rosto. O capuz estava todo melado da minha baba, os meus olhos vermelhos. Deram-me um banho e fui levada novamente a sua presença. Entao me bateu na cara muitas vezes pois a cada estalo eu tinha que oferecer de imediato a minha cara para novo estalo. Pararam e eu humildemente agradeci.
Ele madou me deitar na marquesa que estava ali para ser obeservada. Aproximou-se de mim, prendeu o meu pescoço às minhas maos e os tornozelos. Ele pos um speculum e obeservou, mas eu ja estava com pelos na vagina o que valeu logo 3 chicotadas na minha bucetinha. Calei e nem um som emiti. Alguem veio depilar-me toda, entao fui levada para um estabulo.
Ele queria uma ponygril, foi-me colocado as crinas e as ferraduras, uma charrete e um rabo de egua. Trotei como devia ser, mas ele nao foi o unico a andar de charrete. Logo terminados os passeios, fui novamente para a maquina de sucçao de peitos e vagina, afinal eu tinha que tirar leite, dizia ele. Novamente foi colocado um plug anal, ali fiquei quieta e esquecida. Chegou o Mané, era o capataz da quinta, retirou tudo e levou-me de 4 a presenca de Rui meu Amo. Chegando a sala fui colocada novamente numa jaula, enquanto o meu estomago roncava fiquei ali com um arreio na cara como se fosse uma cadela raivosa, enquanto o meu Senhor comia. Assim que ele treminou a refeiçao fui retirada da jaula e foi-me posto a minha comida numa tigela. Alem de ter o arrerio na cara e as maos e os tornezelos como podia eu comer? É logico que nem sequer toquei na comida. Ele disse:
- Mané, leva que a cadela esta enjoada.
Olhei com suplica, apenas levantei o olhar e rastejei-me aos seus pes, roçando nas suas pernas, mas ele nem ligou. Retirou o arrerio e deu-me o pinto dele para comer.