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Deus Negro, Deus Grego (PARTE 2)

A partir daquele dia minha vida mudou radicalmente, mas me acostumei rápido porque ele não me dava tempo de pensar, agir ou mesmo sentir como fazia antes. Para começar, acostumei-me a chamar-me Suely e a sempre por-me no lugar de fêmea submissa a seu macho; e logo no primeiro dia ele começou a exigir que eu abandonasse meu comportamento viril e fizesse tudo para só sentir prazer com a masculinidade A partir do momento em que voltei do banheiro toda depilada, maquiada, vestida com indumentária feminina (calcinha tipo asa-delta, mini-saia jeans, sandalia de tiras amarradas até o meio das pernas, blusinha amarrada na altura do umbigo, baton), ele começou a mostrar-me como gostava de fazer com as mulheres e eu deveria entregar-me: mandou eu desfilar até o meio da sala e desse voltas para ele ver tudo, levantou-se devagar passou as mãos negras e fortes por meu corpo branco e macio, recém-depilado, tomou-me pela cintura, virou-me de costas para ele e abraçou-me com força, enquanto eu sentia pela primeira vez um hálito de homem em minha nuca e um volume fazendo pressão em minhas nádegas. Ele então me virou de frente tirou sua camisa, mandou que eu ajoelhasse devagar enquanto tirava a bermuda e cueca dele e que eu deveria parar e receber seu pênis todo em minha boca assim que este estivesse livre das roupas, o que fiz com apreensão de quem nunca tinha visto um pau que não o meu. Por último, mandou que eu me abraçasse ao encosto do sofá com a bunda bem empinada; ele então veio a mim, apalpou minhas coxas e minhas nádegas, passou em me cuzinho uma pomada que já estava sobre o sofá. Eu comecei a pensar que um dia antes eu jamais deixaria ele sequer começar aquilo; mas era tarde demais: como a mostrar-se que aqueles dias não tinham retorno, ele foi forçando seu membro duro até eu sentir que havia passado a cabeçorra, quando eu urrei de dor, mas no fundo orgulhosa de ser possuída por aquele que já assumia como meu macho para sempre. Em dois dias já estava acostumada e viciada: esperava ansiosa pelo momento em que meu dono me chamaria novamente, exploraria meu corpo e me possuiria me fazendo ir às nuvens de tesão. Assim o domínio dele estava completo, e ele dizia que meu pior castigo por insubmissão às vontades e ordens dele seria ficar mais tempo sem seu pau. Estava claro: primeiro o prazer dele; se ele o sentisse como queria, talvez eu tivesse o meu. Ficamos três dias a sós, eu não voltava para casa (morava sozinho) e não ligava para minha noiva, a linda Kátia... Nem faria sentido: era para a casa dele e para ele que eu vivia agora, e minha paixão pela vagina de Kátia foi amplamente substituída pela adoração e veneração pelo lindo e potente cacete de meu Amo e Senhor Jorge. Ele, contudo, era um macho ativo e adorava foder mulheres. Quando, no quarto dia, viu uma foto de Kátia na minha carteira ficou encantado. Mandou eu ligar para ela da sala; deveria pedir-lhe desculpas por não a ter encontrado nos últimos dias, e que havia encontrado um ótimo amigo e queria que ela se encontrasse comigo na casa dele. Ela topou, dei o endereço de Jorge a ela e ela prometeu vir no dia seguinte às onze da manhã. Ao desligar o telefone, balbuciei que não precisava marcar encontro, que EU não a queria mais, que só ele fazia sentido para mim agora. Ele riu muito e disse que não a mandou chamar para mim, mas para ele. Contei de novo a ele que eu tinha tentado uma relação de dominação com ela e que ela não gostava disso. Ele riu de novo e disse que depois que ele conquista uma mulher ela automaticamente se entrega ao seu domínio, e que se eu nada conseguira com ela era simplesmente por eu não ter competência de fazê-lo. Eu me ajoelhei e o contemplei do chão, como a um deus, porque sabia por experiência própria o quanto aquelas palavras eram verdadeiras e o quanto ele era irressistível. Por fim, disse-me que eu deveria acordar cedo no dia seguinte e fazer uma faxina detalhada na casa enquanto preparava um delicioso almoço a dois, o qual faria parte da conquista de uma nova mulher para ele... e, claro, de uma nova escrava. Está já a caminho a terceira parte dessa história. Não demoro, tá?