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O Castigo de uma Ejaculação Nocturna Não Consentida
Minha Senhora fica-me excitando todas as noites pela Web cam despindo-se para mim até ficar em lingerie pois que não me consente vê-la integralmente nua enquanto eu, de pé, despido me masturbo à sua frente sem me vir. Quando desliga a cam e me manda deitar eu estou totalmente de pau feito e a minha pila pequenina apresenta o dobro do tamanho habitual, tão excitado tais sessões me deixam e que nem o banho de água fria que tomo antes de entrar na cama me acalma. Andámos nisto há perto de três meses e esta noite o inevitável aconteceu. Meus colhões cheios de líquido seminal não se contiveram, e verteram-no nos lençóis da minha cama de solteiro. Possivelmente estava sonhando encontrar-me a comê-la, já que ela é a única mulher que sonho em comer mesmo sabendo que ela nunca mo permitirá fazer, e ainda acordei com a primeira esporradela. Como o que Minha Senhora mais me proíbe é que me esporre sem sua expressa autorização, eu procurando evitar o castigo da minha desobediência mesmo involuntária, ainda tentei conter o resto da ejaculação, apertando a cabeça da pila com os dedos como já tenho feito anteriormente com sucesso, mas desta vez a pressão da esporra foi mais forte e as minhas coxas ficaram cobertas pelo leite acumulado no último trimestre.
No fundo era isto que Minha Senhora queria que isto sucedesse mais cedo ou mais tarde, pois deixara claro o que eu deveria fazer caso isso se verificasse e eu tratei de lhe enviar um SMS pedindo-lhe que ligasse a Web cam pois o seu escravo acabara de lhe desobedecer gravemente e devia ser por isso imediatamente punido. Depois dispus-me a esperar, Minha Senhora podia só dar conta do meu SMS na manhã seguinte, quando acordasse. Felizmente não foi isso que aconteceu. Seu sono é leve, ou estaria ainda desperta e em dois minutos, se tanto, sua Web cam acendeu-se deixando-me vê-la sentada no maple escuro da sala. Nada lhe dá mais prazer do que castigar-me por isso quando me apareceu no monitor, vestida apenas com um robe vermelho de seda deixando-lhe descobertas as pernas cobertas a ¾ pelas suas habituais botas de cano alto, brancas, apresentava um ar de gozo antecipado, apesar do adiantado da hora.
- Então o que é tu fizeste de grave, desta vez, meu cão inútil? perguntou-me empunhando a chibata que gosta de brandir perante mim, quando nos encontrámos, e que apesar de a ver através da Web cam me deixou novamente teso apesar de ter acabado de gozar uma ejaculação nocturna e de ainda ter as coxas impregnadas da minha langonha. Contei-lhe o que me acontecera e como não adiantava pedir-lhe perdão, implorei-lhe ao invés que me punisse severamente para tal não voltar a acontecer.
- És mesmo um cachopo! atirou-me desdenhosamente Tal como os miúdos ficas com tanto tesão por veres uma mulher em trajes menores que não consegues aguentar a pressão dentro dos teus minúsculos tomates. Também não admira. Tal como os rapazinhos imberbes nunca comeste nenhuma mulher, pois não? Vamos, mostra-me como ficou o lençol da cama.
Expus - lhe o lençol na parte manchada pelo esperma e as minhas coxas.
- Hás-de concordar comigo, meu cão disse-me ela que seria uma vergonha mandares lavar assim os lençóis na lavandaria. Todos lá sabem que és solteiro e vives sozinho, e como os vizinhos nunca te viram levar mulher alguma para casa, logo veriam o que aconteceu o que seria vergonhoso para ti, não seria? Um homem grande, incapaz de arranjar mulher ou ir às meninas da vida, esporra-se nos lençóis como um menino do liceu que ainda não sabe o que é foder. E ria-se por isso ordeno-te que trates de remover todos os vestígios da tua esporradela. Podes começar pelas coxas. Vamos, cão, trata de baixar a cabeça e lambe a porcaria que fizeste.
Com algum esforço lá lambi a esporra das coxas e tratei de começar a limpar a que estava no lençol à medida que Minha Senhora me dava instruções.
-Primeiro passa a língua muito bem passada. Agora vai buscar sabão líquido, meu esporrador barato. Deita uma boa quantidade de sabão na língua, cão. Não tenhas medo de engolir algum sabão, porco. Agora esfrega o sabão no lençol com a língua, ó pila imprestável que só tens jeito para foder com os lençóis ou com a mão do teu dono, e isso esfrega bem, olha essa mancha amarelada que deixaste. Ah, porco, nem sabes a sorte que tens por eu não estar aí ao teu lado. Esfolava-te a gaita à chibatada para aprenderes a esporrar-te sem minha autorização. Vamos, esfrega com os dentes igualmente, para lhe arrancares essas manchas amareladas de esporra, que isso só esfregando com a língua não vai sair. Muito bem, mas com mais força, não queiras fazer-me pensar que estás apenas a fazer um minete ao lençol, cão vagabundo.
Foram precisas várias esfregadelas com a língua e os dentes, e muito sabão engolido para que as manchas desaparecessem, mas o meu castigo ainda não terminara como eu muito bem imaginava.
- Espero que tenhas gostado do paladar do teu gozo, mas falta ainda punir o instrumento responsável pela tua falta, e que é aliás a coisa mais ridícula e desprezível do teu corpo, não concordas?
Concordei em absoluto e ainda acrescentei que por ser a coisa mais ridícula, mais desprezível e mais inútil do meu corpo, e a principal responsável por me fazer violar as regras que Minha Senhora me estipulava, exigia vê-la castigada com todo o rigor.
- Fica descansado que terás a pila castigada com todo o rigor garantiu-me Ela E os teus ovos também. Afinal sem eles não terias molhado a cama, não é mesmo? Mas primeiro punheteia-te. Quero ver-te em pé.
Quando fiquei com a vara em riste mandou-me então pegar numa trela de pénis em couro que me mandou comprar certo dia num sex-shopp, numa chibata com que muitas vezes através da Web cam me manda açoitar as nádegas para ela as ver vermelhas, numa embalagem de sal grosso, e num par de algemas.
- Sabes o que vais começar por fazer à tua pila, não sabes? perguntou-me és um escravo inútil mas já estás suficientemente habituado aos meus castigos para saber o que estou a pensar fazer.
Para lho comprovar tratei de enfiar o caralho na trela, apertando-o ao máximo pela glande, de modo a que ele não se soltasse. Minha Senhora mandou-me aproximar a pila da cam e pareceu ficar segura que ela estava bem presa.
- Doravante dormirás sempre com a pila atada na trela determinou assim, estou certa que não voltarás a molhar a cama e a fazer-me levantar a estas horas para te castigar. Agora estica-a toda para trás, de maneira a fazer um arco em direcção ao teu cu e a comprimir-te a costura dos tomates.
Não era muito fácil dobrar a piça como ela queria, tesa como estava. A sensação que fiquei quando o consegui foi que a dita se tinha partido e nunca mais a conseguiria voltar a erguer. Por outro lado a pressão sobre a costura dos meus tomates, dividindo-os ao meio, também não era das melhores sensações que tenha experimentado, embora eu seja masoquista.
- Se tivesses uma verga de homem a sério estarias sentindo a cabeça dela a esfregar-se-te no cu, e poder-te ias enrabar a ti próprio, mas a tua piça nem de paneleiro é ia-me dizendo enquanto eu sofria para lhe tentar fazer a vontade. Agora passa a trela pelo meio do teu rego do cu, isso bem no meio do teu reguinho, como se fosse um caralho fininho que aí se estivesse a esfregar, e prende-a ao teu pescoço. Mas de modo a que o teu caralho fique bem esticado sobre a dobra dos teus colhões, meu piça minúscula.
Quando consegui segurar a trela no pescoço com a pila toda esticada sobre os colhões apartando-os ao meio como ela pretendia, Minha Senhora exigiu que me deitasse na cama, de barriga para o ar, com o sal e chibata ao alcance de minhas mãos, e na posição de frango assado algemasse meus tornozelos na cabeceira da cama. Minhas nádegas, a piroca e os tomates ficaram totalmente expostos aos olhares da web cam. Mandou que atirasse a cave das algemas para fora do meu alcance.
- Que vergonha de colhões tens achincalhou-me ela Não são colhões de homem cobridor, e por isso nunca poderias passar de um reles submisso de uma mulher como eu. Pois vamos tratar de os deixar ainda menos parecidos com o que devem ser os colhões de um homem de verdade. Agarra na chibata, e assenta neles e na tua abominável pilinha que parece ter acabado de nascer tão mal desenvolvida se encontra, assenta com ela neles, com força, e só pares quando eu to mandar. Lá por não teres piça nem colhões de homem, prova-me que tens pulso de homem, e bate-lhes com força.
Minha Senhora gosta de bater-me nas partes e eu até gosto que ela mo faça, mas outra coisa é ser eu a fazê-lo. No entanto eu sabia que o castigo não só era merecido, como era precisamente o tipo de castigo que gostaria ela me aplicasse. Levantei por isso o braço e no intervalo das pernas algemadas, deixei que a chibata se abatesse pesadamente sobre o meu piçalho amarrado e os colhões esmagados por aquele. Uiiii, que dor! E que prazer seria se tal dor fosse causada pela mesma chibata mas nas mãos Dela, da Senhora de quem sou escravo, e que sonho tanto comer mas que nunca comerei, como nunca comerei mulher alguma, porque se comesse já não poderia ser seu escravo.
- Então, meu piça mole da coluna do pc chegava-me a sua voz mordaz os teus tomatinhos são tão sensíveis que não aguentam umas chibatadas bem merecidas? Preferias que tos mandasse arrancar, talvez? Olha que não me faças pensar muito nisso que sou mulher para o executar. Era de maneira que te passava de vez o problema de te esporrares na cama como os meninos que começam a ter tesão. Vamos cão, outra vez. E não pares sem eu te mandar, nem que tenhas de os desfazer à pancada, ouviste? Isso mesmo. Dói? Então achas que se não doesse eu me daria ao trabalho de me ter levantado da cama para te mandar fazer isto? Isso mesmo. Agora quero ver o braço mais alto a baixar a chibata. Mais, isso ainda é muito baixinho, isso tá bom, boa essa pancada ouviu-se aqui, e é assim mesmo que eu quero, quero ouvir a chibata a fazer-te festinhas nesses tomatinhos que não aguentam a esporra dentro deles, e nesse teu caralho cujo tamanho nunca poderia fazer jeito a mulher nenhuma. Não, ainda não chega, as primeiras chibatadas não contaram, tu estavas batendo muito devagarinho e de pouca altura, esta também não contou, pois não ouvi o plaft e eu quero ouvir todos os plafts, ainda quero ouvir pelo menos mais 25, quero ver-te o piçalho e os tomatinhos mais vermelhos do que já são, tão vermelhos como quando te açoito o cu, quero lá saber se ficares sem eles, eles não te servem para nada mesmo, isso, com força, esta também não contou, e no final por estas duas que falhaste vais ter de apanhar mais 5, e é para aprenderes, por cada duas que não dês com força apanhas mais 5 nem que estejamos aqui toda a noite, mas nesse caso amanhã de manhã estarás capado, o que também no teu caso não sereia nenhuma tragédia, meu piça curta, isso, agora parece que apanhaste o ritmo, aposto que te sabe melhor apanhar nos tomates do que a esporradela de há bocado, não meu masoquista de piça frouxa?
Confesso que se não fossem as dores das pancadas, e o meu pilau estar completamente preso e esticado, eu estaria com um tesão danado ouvindo tais palavras a Minha Senhora. Não sei quantas chibatadas tive de dar a mim mesmo nas minhas amostras de macho muito pouco abonado e virgem de outra forma de sexo que não seja a punheta e as poluções nocturnas mas quando ela me mandou parar dizendo que com tal tratamento tão cedo não me voltaria a vir, agradeci-lhe a sua benevolência e a justeza de tal punição.
- Óptimo! retorquiu-me mas como deves ter reparado tuas mãos não alcançam a chave das algemas. Como amanhã é Domingo, podes muito bem passá-lo nessa posição a meditar na tua falta, e para te habituares a usares a pila presa na trela. Durante o dia de amanhã, ou no mais tardar segunda feira de manhã, passarei por aí a soltar-te. Sonha que me estás a comer, piça curta, que desta vez não vais conseguir gozar. Mas antes disso estende a tua mão e esfrega o sal na pila e nos ovos.
Assim fiz e o sal em contacto com as feridas provocou-me um ardor terrível. A Web cam desligou-se então. Estava sozinho e não sei quanto tempo permaneci naquela posição incómoda com o pilau e os tomates ardendo-me pois que a luz falhou após algumas horas e o relógio eléctrico interrompeu a contagem das horas. A fome e a sede começaram a assaltar-me, assim como a vontade de urinar. Após o que deve ter sido algumas horas não me contive que não mijasse sobre o colchão apesar de ter a cabeça da pela apertada na trela, desejando que Minha Senhora não se esquecesse de me libertar. E ela claro não se esqueceu, ainda que após muito mais tempo do que eu desejaria, e não da forma como eu desejaria.
Até então minhas histórias de submissão com Minha Senhora, têm sido do nosso estrito domínio privado, e nem eu sei se Ela tem mais escravos além de mim. Desde aquele dia porém não o são mais. Quando na madrugada de segunda feira entrou em minha casa com a chave que tive de lhe disponibilizar quando iniciamos nosso relacionamento, trazia com ela um magote de gente. Rapazes, raparigas, que já vi, outros que desconheço por inteiro. Todos se riram ao ver-me naquela posição, e sobretudo com o tamanho dos meus órgãos genitais, agora escurecidos de pisados e inchados e com a piroca cada vez mais mirrada, passado o tesão que sentira durante a sessão, fazendo um esforço tremendo mas infrutífero para se libertar da trela e aliviar a pressão nos tomates.
- Bem pelo menos a trela prendeu-te bem a pila reconheceu, examinando-me se tivesses a pila solta ias sofrer nova sessão de chibatadas, que ias sair daqui com a pila e os tomates feitos num passador. E voltando-se para eles como podem ver não vos menti quanto às qualidades de submisso do meu cão pastor, condição a que ele aliás não poderia fugir, dada a escassez de material genital masculino com que nasceu. Apreciem, e digam-me se não tenho razão.
Todos se aproximaram de mim, e minhas bolas divididas ao meio por meu caralho esticado, foram apalpadas, medidas, apertadas, tanto pelas mãos deles como pela delas, e todos reconheceram que eu sendo tão escassamente homem no que dizia respeito aos órgãos sexuais, só podia ser mesmo um escravo do género dos antigos eunucos pois só como meio-homem poderia ter préstimo a uma mulher.
- E não é só esporrar-se que o filho da puta faz descontroladamente disse Minha Senhora apontando para a marca de urina no colchão também se mija na cama como os incontinentes. Além da trela para não te esporrares à noite, também vou ter de te colocar uma fralda como aos bebés para não deixares sair o xixi? Já sabes que vais limpá-la da mesma forma com que limpaste as manchas de esporra, não sabes focinheiro? Mas isso será depois, quanto mais seca estiver mais chafurdarás na urina, porque agora voltara-se para os acompanhantes - e já que apesar da pila dele não se recomendar a mulher alguma, o mesmo não se dirá do seu cuzinho. Algum dos senhores não se quer aproveitar da sua imobilidade e presenteá-lo com uma enrabadela? Garanto-lhes que não seria a primeira vez, e o panasca não desgosta de todo de que lhe enfiem vara no cu.
Mas felizmente ninguém se mostrou disponível para comer-me ainda que eu não tenha escapado a ter o olho de trás assaltado. Como ninguém me quis meter o pau Minha Senhora enfiou-me nele depois de afastar a tira da trela para o lado, um bom bocado de um toco de vasoura que foi buscar à dispensa. O toco passou pelas mãos de todos deixando-me um baita rombo no cu enquanto me tiravam fotos e filmavam sendo violado e enxovalhado pelo tamanho dos genitais. Meu caralho permanecia preso, mas crescera muito tal o tesão que eu estava. A trela contudo nem o deixava mexer. Minha Senhora libertou-me então das algemas, mas deixou-me estar a trela.
- A partir de agora, meu esporrador barato, estás nas mãos de qualquer um de nós. Um passo em falso, uma esporradela no meio de um sonho mais lúbrico, e qualquer uma destas fotos ou destes filmes, pode aparecer onde menos esperas. E então todos iam ver o tipo de homem que realmente és. Por isso cuidado com o que andas a ver ou a sonhar para não molhares a cama, porque nada me desagrada mais do que saber-te esporrando sem minha ordem, mesmo que seja no meio dos lençóis e se isso acontecer...
E então Minha Senhora fez um daqueles carinhos raros mas de que gosto tanto, e é também por isso que quero continuar sendo seu escravo de esporradelas condicionadas. Encaminhou-se para mim, envolveu-me pela cintura perante todos e deu-me um beijo prolongado na boca mas isso não vai acontecer pois não? Acho que aprendeste a lição.
Espero sinceramente que sim. Afinal o que menos gosto é desagradar-lhe, as lições dela adoro-as todas por mais que me doam. Se é por ter a pila curta ou não, não sei.