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Proibido2º lugar no II Concurso de Contos e Poesias BDSM - Votação dos Jurados

Na época da faculdade havia um restaurante com um único mandamento e esse deveria ser seguido à risca, com direito à expulsão se não o fosse. Era engraçado ir até lá. O dono do local, com certeza um Sádico, com S maiúsculo mesmo... rs... afinal, só um sádico pensaria numa decoração impar como aquela, todo o clima, e a proibição descabida, principalmente se pensarmos que era próximo ao Campus de uma faculdade, local onde todos os hormônios gritam o tempo todo e tudo que se pensa é exatamente em desobedecer à exigência do local: PROIBIDO BEIJAR!!!! Todo o restaurante era decorado em clima romântico. Mesas reservadas, meia luz, uma lareira maravilhosa, um músico todas as noites e um caldo de dar água na boca, além do excelente vinho e por toda parte que se olhasse o cartaz, aquele maldito cartaz, lembrando-os das restrições da casa: PROIBIDO BEIJAR! E claro, para garantir que nenhum engraçadinho fosse expulso propositadamente antes de pagar a conta, o pagamento era feito na entrada, os pratos servidos já pré-estabelecidos e o vinho ou suco de uva, inclusos, bastava ao cliente optar por quais os pratos gostariam que fossem servidos. Era um verdadeiro sucesso, todos aguardavam a chegada do inverno com maior empolgação e havia apostas feitas entre os universitários antes da abertura anual do restaurante para saber quantos seriam expulsos e por quantas vezes, quem resistiria e quais as novidades que Pablo traria nesse inverno. Ele sempre surpreendia! Tudo isso lhe voltava à memória, trazendo um sorriso travesso aos lábios, quando resolveu surpreender seu Dono com um jantar romântico nesse clima de inverno delicioso que se fazia. O que Ele pensaria se o levasse a esse lugar? Tudo bem, já não são mais jovenzinhos que se deixam influenciar pelo clima de transgressão, mas poderia ser muito divertido saber quanto tempo levariam até serem expulsos do restaurante... rsrsrs... Será que seriam expulsos??? Sentia-se novamente uma menina travessa... Entre os dois sempre havia uma sintonia que a encanta. Beijos na boca sempre foram encarados com a mesma intensidade que “tapas na bunda”, portanto, era uma idéia tentadora para deixar passar em branco. Ana vai até o restaurante para saber se continua aberto e reserva uma mesa para a próxima sexta-feira, data que já estava programado encontrar com seu Dono. Ao encontrá-lo, diz que gostaria de fazer-lhe uma surpresa e leva-lo a um restaurante que nunca haviam ido antes, ele concorda e então se dirigem ao local. Ele se deixa levar intrigado com o brilho nos olhos dela, esta aprontando, bem o sabe, mas adora quando ela se sente excitada assim. Agrada-o saber que compartilham mais que cenas e sessões, que ela pense nele e queira surpreendê-lo, que façam planos além do BDSM, mas sempre com uma conotação toda voltada à relação que mantém. Quando chegam ao restaurante e ele lê o cartaz a olha com expressão de neutra, mas divertindo-se muito, já sabendo que a provocará mais que ela a ele. Eles são levados a uma mesa num dos cantos do restaurante, bastante discreta e o ambiente todo o agrada, mas ainda pensa nos cartazes que pode ler onde quer que olhe e o divertimento aumenta à medida que não diz uma palavra a respeito e não denuncia nada do que pensa em sua expressão, deixando-a mais nervosa à medida que o tempo passa. E ela esta visivelmente ansiosa por sua opinião, que não faz questão alguma de compartilhar com ela. Ana pergunta se gostou do lugar e ele responde simplesmente que é um local agradável. Os pedidos são feitos e quando servidos, Ana dispensa o garçom e diz que a partir dali ela mesma os servirá, assim o faz, começa servindo o vinho a seu Senhor, com gestos delicados, calculados. Depois de aprovado o vinho, coloca-se à frente Dele, e passa a servi-lo com o caldo de queijo e o pão italiano, cortando-o em pequenos pedaços, molhando no caldo, e levando à boca de seu Senhor. Ele passa a provocá-la, cada vez seus dedos lhe tocam os lábios, segura seus pulsos até degustar do pão que lhe é servido e lambe um a um os dedos dela, sentindo-a estremecer enquanto o faz. Observa suas pupilas dilatando sensivelmente, a respiração alterada e prosseguem nesse jogo. Ela já esta afogueada e pega a taça de vinho, levando-o aos lábios, mas suas mãos estão tremulas e deixa escorrer vinho pelo canto da boca, pegando o guardanapo em seguida para secá-la, mas antes que o faça, ele lhe segura novamente os pulsos e divertindo-se muito por vê-la assim, passou a língua secando o vinho. Então, Ele percebe que até ali, Ana não havia nem provado o caldo, o pão, nada, apenas servindo-o e feliz por fazê-lo. Resolve fazer um jogo, pega o pão, parte-o, mergulha no caldo, e leva-o à boca dela, esperando por sua reação, que é de surpresa, Ele sorri deliciado pela excitação dela. Ana então segura sua mão, com dedos trêmulos, e num ímpeto abocanha o pão levando seus dedos até a boca, chupando-os de forma sensual, intensa, causando um intenso frenesi em ambos. Ele segura a mão dela, e com voz grave diz: Vamos sair daqui! Vão direto para o local que costumam se encontrar, e lá chegando, ele a prende contra a parede beijando-a intensamente e dizendo-lhe no ouvido: Agora a minha cadelinha vai pagar por toda a provocação da noite. Ela não responde, mas vibra ao ouvir tais palavras. Sem se fazer rogada, desabotoa a camisa do seu Senhor, deixando uma trilha de beijos, enquanto desce tirando-lhe a calça. Ajoelha-se a frente dele, tira-lhe os sapatos, as meias, beija seus pés, e sobe beijando as pernas, lambendo atrás dos joelhos, mordiscando-lhe a coxa, levando as mãos cueca, e então, de forma lenta, acaricia-lhe, lambe, provoca, até que o coloca na boca, só a cabecinha, sentindo a respiração de seu Dono descompassada, enquanto a si mesma encharcada, provoca-o com a língua, e vai colocando-o na boca lentamente, chupando devagarinho, aumentando gradativamente a pressão, a sucção, até que um jato forte lhe preenche a boca e ela continua chupando deliciando-se com o gozo de seu Dono. Ele em pé, a entrada do quarto, olha pra ela e diz: nem adianta cadelinha, agradar seu Dono agora não o fará ser menos severo pelo que fez anteriormente. Puxa-a pelos cabelos até que esteja em pé novamente, beija-lhe a boca de forma rude, vira-a de costas a si mesmo empurrando-a de encontro ao X, prendendo-lhe as pernas e tornozelos. Leva as mãos até sua buceta, encontrando-a, como já esperava, encharcada, introduz dois dedos, e fica brincando um pouco, até que Ana começa a se contorcer, então, tira os dedos, leva-os à boca dela e diz: faz o que fez antes, cadelinha, lambe meus dedos e me deixa maluco, agora provando o teu gosto, hoje não gozará até ser ordenada a isso, entendeu? Ana lambe os dedos de seu dono, sentindo o próprio gosto ali e ficando alucinada de tesão. Ele sai de perto, volta com uma palmatória e bate na bunda dela, dizendo: Essa é pela provocação da noite. Bate de novo e diz: essa é pelos beijos que não me deu. Mais uma vez e diz: essa é por ter sentido prazer ao me dar prazer sem autorização, e assim continua. Mais uma vez vai com os dedos até a bucetinha de Ana e a percebe ainda mais molhada que antes, introduz os dedos novamente e quase que instantaneamente Ana goza em sua mão, levando um tapa no rosto por ter gozado sem autorização. Mais uma vez a puxa pelos cabelos, soltando-a e levando-a a cama, onde a coloca de quatro, prendendo-lhe pulsos e pés. Busca uma vela, introduz um vibrador em sua buceta, alertando-a para não gozar de novo sem autorização, prende pesos em seus seios, ligados às correntes dos tornozelos. Pinga a vela pelas costas, fazendo uma trilha, ouvindo-a gemer de dor, sabe bem que ela não gosta de velas, nem em ficar nessa posição por tempo demais, mas não se importa com isso, coloca um peso nos bicos dos seios e os prende aos tornozelos, obrigando-a a permanecer na mesma posição. Verifica a posição do vibrador, aumentando a velocidade, provoca, aperta, massageia, lambe, morde, e ela a cada minuto que passa mais próxima do gozo, até que não agüenta mais aquela doce tortura e grita: Meu Dono e Senhor, poooooor faaavoooooor!!!! Então, debruçando seu corpo todo sobre ela, e preenchendo seu cuzinho em uma única tocada, ele sussurra em seu ouvido: agora você pode gozar cadelinha!