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Fui pré-selecionado a uma vaga de trabalho numa grande empresa. Passei por inúmeros testes. Fiz prova de conhecimentos gerais, meu currículo foi analisado, fiz entrevista e finalmente fui aprovado. Porém havia um último obstáculo a ser ultrapassado a fim de conseguir a almejada vaga: o exame médico. Encaminharam-me a uma clinica particular onde passaria por uma bateria de exames. Nunca fui muito adepto de médico, injeção, etc., mas decidi que se tinha chegado até aquele estágio, faria tudo o que fosse preciso para conseguir a tão desejada vaga na empresa. Cheguei ao local às 7 da manhã em ponto. A clínica era um grande casarão reformado, porém nenhuma placa indicativa havia no local, mas o endereço era aquele mesmo. Toquei o interfone, me identifiquei e uma porta automática se abriu num corredor que terminava noutra porta que imediatamente se abriu após eu ter fechado aquela que entrei. Cheguei finalmente a recepção. Uma sala pequena. Havia apenas uma recepcionista com cara de poucos amigos avisando alguém da minha chegada. Ela nem olhou pra mim, mas perguntou se eu havia marcado mais algum compromisso para aquele dia ou tinha algum problema de horário, pois os exames talvez demorassem o dia todo. Imediatamente me coloquei a disposição respondendo que tinha o dia livre. Ela me mandou sentar e aguardar. Esperei uns 20 minutos até que o telefone da recepcionista tocou. Quase não se percebia o que ela falava ao telefone, mas ao desligar ela levantou-se, abriu uma porta que havia atrás dela e me mandou seguir e entrar na primeira sala à esquerda, pois a enfermeira já me encontraria. Entrei na sala onde havia um pequeno sofá e um cabideiro. Sentei-me novamente e aguardei. Dessa vez não esperei muito e logo entrou uma mulher de estatura mediana, cabelos pretos e olhos castanhos carregando um pequeno pacote e uma prancheta. Ela me recebeu com um sorriso cordial, se apresentou e sentou-se ao meu lado no sofá. Ela me disse que o exame médico era fundamental para a contratação da empresa, portanto caso eu ainda desejasse a vaga teria que passar por todos os exames. Porém, se eu não estivesse muito a vontade para realizá-los, ela me dispensaria e eu poderia concorrer a outra vaga no futuro. Confessei a ela que não ficava muito à vontade com exames médicos, porém se era mesmo necessário eu estava à disposição. Notei um sorriso na canto de sua boca quando confessei minha pouca aptidão a exames. Questão resolvida, a enfermeira resolveu iniciar seu trabalho. Pegou sua prancheta e me fez infindáveis perguntas sobre hábitos alimentares, esportivos, se eu fumava, bebia, etc. Como constava em minha ficha que eu era solteiro, ela começou a me fazer perguntas de natureza sexual. Respondi meio sem jeito, o que não passou despercebido pela enfermeira, pois costumo corar com esse tipo de assunto. Disse que era heterossexual e que no momento não tinha nenhuma companheira fixa. Ela me questionou se eu mesmo sendo hétero havia tido alguma experiência homossexual, mesmo que fosse na adolescência o que me fez responder negativamente com firmeza. Notei certo brilho diferente em seus olhos após ela abortar esses assuntos, porém fiquei na minha, sério e concentrado. Ela me perguntou quando tinha sido a minha última relação sexual, o que respondi há cerca de três semanas atrás com uso de preservativo. Ela perguntou se eu me masturbava e com que freqüência. Mesmo já um pouco constrangido respondi que me masturbava pelo menos de duas e três vezes por semana e que a última vez que me masturbei fora há dois dias. Ainda respondi mais algumas perguntas sobre uso de preservativos, medicação e doenças hereditárias. Terminado a fase de interrogatório, ela me entregou o pacote que carregava e me disse: - Por enquanto estamos indo muito bem moço, porém como notei um rubor em seu rosto quando fiz algumas perguntas íntimas, quero que me responda mais uma coisa: você é tímido? Respondi que era um pouco tímido sim e ela ironizou: - Nossa! Então vou me divertir bastante com sua timidez daqui para frente. Quero que você se dispa totalmente e vista esse avental. Volto daqui a 10 minutos, ok? E saiu da sala. Fiquei meio que catatônico, porém como estava disposto à vaga, fui em frente. Tirei minha roupa e a pendurei no cabideiro. Já totalmente nu, abri o saco plástico e vesti o avental. Reparei que a parte de trás era toda aberta deixando minha bunda branca totalmente à mostra. Estava descalço e percebi após vestir apenas aquele avental fino que estava frio. Pouco tempo depois a enfermeira abriu novamente a porta e após me dar uma medida de cima em baixo, me pegou pelo ombro direcionando-me a outra sala. Era uma sala maior, toda branca. Disse-me para aguardar num canto enquanto pegava alguns instrumentos. Enquanto isso eu pude observar melhor aquela sala. No centro da sala havia uma maca com uma escada para subir. Num canto visualizei outra maca ao lado de uma privada branca e uma pequena pia da mesma cor. Noutro canto havia uma balança e um armário com portas de vidro. A sala era toda fechada, sem janelas. Apenas uma pequena porta, tipo uma caixa de correio por onde ela colocava alguns frascos e alguém pegava do outro lado. A ventilação era feita por um potente ar condicionado dotado de exaustor regulado numa temperatura um pouco fria para o meu gosto. O ambiente cheirava a hospital. Vi a enfermeira vestir luvas de borracha e falar pra mim indicando a maca central. - Sente-se aqui. Disse ela com uma expressão bem séria. Meio sem jeito fiz o que ela mandou. Ela se posicionou na minha frente e com uma espátula de madeira me mandou abrir a boca e colocar a língua pra fora. Depois ela examinou meus ouvidos também com outro aparelho. Sempre após o exame ela anotava alguma coisa em sua prancheta. Mediu minha pressão e disse que estava boa. Escutou meu pulmão me mandando respirar fundo várias vezes. Trocou as luvas e me mandou deitar na maca. Colheu meu sangue, saliva, depositou em frascos e imediatamente colocou na portinha onde alguém retirou do outro lado. Mandou que eu ficasse em pé novamente. Olhou firme nos meus olhos e disse: - Preciso que você tire o avental. Eu perguntei a ela: - Isso é mesmo necessário enfermeira? - Com certeza moço, isso não é brincadeira, preciso entregar os resultados dos seus exames amanhã bem cedo, portanto não temos tempo a perder...você não é a primeira nem vai ser a última pessoa que eu vejo nu, agora tire seu avental e suba naquela balança. Percebi que ela falava sério e fiz o que me mandou. Não foi nada fácil. Naquela sala fria, meu corpo estava todo arrepiado e meu pau naturalmente pequeno quase que sumiu de tão encolhido em meio aos pêlos. Ela me observava atentamente enquanto eu me despia. Entreguei o avental e subi na balança totalmente nu. Mediu meu peso e altura. Mandou-me descer e deitar na maca de barriga pra cima. Ela parecia indiferente a todo aquele constrangimento que eu estava passando. Ela vestiu novas luvas e começou a me apalpar. Examinou meus mamilos atentamente, apertando-os, o que me fez contrair meu ânus involuntariamente. Mandou-me levantar os braços e examinou minhas axilas. Depois desceu sua mão até minha barriga massageando toda região me perguntando se doía em algum lugar. Concentrou sua atenção ao meu tímido pênis. Olhou, puxou a pele, examinou a glande e o buraco. Deixou meu pinto mole caído de lado e mandou que eu afastasse um pouco minhas pernas para ver meu saco, apertando-o em alguns lugares. Esses toques não surtiram nenhum efeito, pois o frio e aquela situação vexaminosa não me proporcionavam nenhum tipo de excitação. Ela mandou que eu dobrasse minhas pernas abraçando-as. Senti algo viscoso e gelado sendo passado no meu ânus. Ela me mandou relaxar. Senti que estava sendo penetrado por um dedo e acabei contraindo meu ânus, o que a fez novamente me mandar relaxar. Era uma sensação um pouco estranha, mas não tão ruim quanto eu imaginava. Vi-a buscar um termômetro e introduzi-lo no meu ânus. Assim que me penetrou com o termômetro, me mandou contrair o ânus por alguns instantes. Depois de um tempo me mandou relaxar, tirou o termômetro e verificou a temperatura. Achei que estava chegando ao ápice da vergonha, porém ela só estava no início... Naquele momento, da forma como eu me encontrava, nu e exposto, eu já me sentia totalmente à mercê daquela mulher. Mandou-me sentar na maca e perguntou se eu gostaria de tomar água. Eu disse que não estava com sede. Então ela abriu o armário, pegou um vidro parecido com um copo só que maior e me mandou urinar dentro dele. Até então nunca havia urinado na presença de ninguém, porém como diz o ditado: nunca diga nunca. Sentado na maca, abri um pouco minhas pernas, segurei o vidro com uma mão e com a outra direcionei meu pinto até ele. Relaxei o mais que pude e, sob os olhares da enfermeira, após alguns minutos consegui urinar um pouco no vidro. Não foi uma grande urinada, mas a enfermeira me disse que era suficiente. Pegou o vidro de minha mão, tampou-o e o depositou na portinhola. Em seguida voltou ao armário e pegou outro coletor, só que este era bem menor e raso. Veio até mim e disse: - Preciso que você vá até aquela privada e colha fezes agora. - Aqui enfermeira? Perguntei. - Sim, aqui mesmo e não se preocupe porque esta sala tem um ótimo exaustor e eu também já estou acostumada, faz parte de minha profissão. Eu estava pasmo, porém naquele momento não ousaria contrariar as ordens daquela enfermeira. Dirigi-me até a privada com o coletor na mão seguido da enfermeira me observando. Olhei para a enfermeira e disse: - Não estou com vontade enfermeira. Ela respondeu: - Faz força que você consegue, vamos! Fiz o que ela mandou, mas ainda estava difícil. E ela dizia: - Vamos! Faça cocô, força! Fiz bastante força e até suei minha testa, mas acabei conseguindo, para o contentamento da enfermeira: - Isso, viu como você consegue? Muito bem, agora use a pazinha de madeira que te dei.! Se precisar fazer mais eu espero. Disse que tinha terminado então ela me mandou tampar o coletor e entregá-lo. Ela colocou o coletor na portinhola e munida de um rolo de papel higiênico mandou-me limpar. Após me limpar, recebi ordens de me deitar de bruços na maca próxima a privada. Ela foi até o armário e pagou uns acessórios, tipo uma bolsa térmica ligada a uma mangueira. Ela olhou para mim e disse: - Já ouviu falar em enema? Como respondi negativamente, ela me explicou. - Para o próximo exame precisamos deixar seu reto limpo, portanto lhe farei uma lavagem. Ela encheu a bolsa com soro preparado e prendeu a bolsa num gancho que havia sobre a maca. Mandou-me ficar de quatro e relaxar novamente. Senti mais lubrificante no ânus em seguida ser penetrado por algo pontudo, mas relativamente pequeno. Em seguida, ela abriu um pequeno registro na base da bolsa e comecei a sentir o liquido me invadir as entranhas. Senti suas mãos massagearem minha barriga e de vez em quando, quase despretensiosamente ela me tocava o pinto. Confesso que aquela situação me deixou excitado e meu pinto até então mole e encolhido começou a dar sinais de vida, foi então que ela me disse num tom irônico: - Nossa, parece que tem alguma coisinha viva aqui em baixo. Só para me provocar ela pegou no meu pinto e iniciou uma masturbação. Apesar de toda a vergonha que eu estava passando a excitação foi maior e eu comecei a gemer. Ela parou na hora e me disse: - Relaxa moço e deixe isso pra mais tarde, agora preciso que você se concentre em seu enema. Quando sentir que precisa evacuar, me avise. Não demorou muito e as massagens no abdômen juntamente com muito líquido introduzido no meu reto me proporcionaram cólica e uma vontade enorme de evacuar. Avisei a enfermeira que me pediu para agüentar um mais um pouquinho, pois o líquido estava quase no fim. Finalmente após mais alguns minutos ela deu um tapinha em minha bunda e me autorizou a soltar tudo na privada. Eu parecia que ia explodir. O jato saiu com força e os barulhos e odores exalados sempre sob os olhares atentos da enfermeira me deixaram com a face corada mais uma vez. Após expulsar tudo, ela veio até mim, deu descarga, mandou que eu me limpasse e voltasse à maca na mesma posição, pois precisava repetir o procedimento. Passei por esse constrangimento mais duas vezes até que fiquei totalmente limpo. - Ótimo, agora está perfeito. Quero que deite na maca central novamente e procure descansar um pouco, eu já volto. Eu me deitei na maca e fiquei tentando imaginar o que viria a seguir. Passaram-se cerca de 10 minutos até que a porta se abriu. Por ela passou novamente a enfermeira acompanhada de um homem caucasiano, também vestido de branco. A enfermeira fechou a porta e me disse: - Esse é o Dr. Pedro e eu o ajudarei a fazer um exame de próstata em você. Quero que você fique novamente de quatro sobre a maca. Olhei para o médico e cumprimentei-o com um sorriso amarelo. Enquanto me colocava na posição auxiliado pela enfermeira, o médico vestia suas luvas. Reparei que a enfermeira espalhou algumas folhas de papel sobre a maca bem na altura do meu pênis. A enfermeira ficou na minha frente me encarando. Senti mais lubrificante no meu ânus e em seguida fui penetrado pelo dedo do médico. Não foi nada agradável, senti um ardor enorme. Olhei para baixou e vi meu pênis flácido pingar, o que aumentou minha vergonha. Foi quando olhei para a enfermeira e percebi-a passando uma de suas mãos sobre seu sexo. Ela procurou disfarçar e me disse: - Fique tranqüilo que isso acontece mesmo com a manipulação da próstata. Procure relaxar que está quase acabando não é Doutor? - Exatamente – disse o médico – Já estou quase acabando aqui, só mais um momento. Dessa vez eu gemia de dor e desconforto e não via a hora daquele exame acabar. Finalmente senti o dedo do médico sendo retirado do meu ânus e recebi ordem para deitar de costas na maca. Enquanto o médico retirava suas luvas me disse que estava tudo bem comigo e que apesar de ser um exame pouco agradável, eu deveria deixar meu machismo de lado e repeti-lo pelo menos uma vez ao ano, pois evitaria um mal maior no futuro. Dito isso ele se despediu de mim e da enfermeira e deixou a sala. A enfermeira me serviu com mais papel para eu limpar meu pinto todo melado. Eu sentei na maca e me limpei. Ela me disse: - Bom agora só falta mais um exame para terminar, porém, como não disponho de outra sala no momento, você terá que colher seu sêmen aqui mesmo. Eu não tinha entendido direito e ela buscou um frasco de vidro no armário, me entregou e disse: - Quero que você se masturbe aí mesmo onde você está e ejacule dentro desse vidro, entendeu? A mim não restou alternativa a não ser de fazer o que ela estava mandando. Iniciei a masturbação sob os olhares atentos da enfermeira. Meu pinto nem dava sinal de vida, pois nunca tinha me masturbado na frente de alguém. Ela percebeu meu constrangimento e disse: - Nossa pelo jeito seu pinto murcho não quer acordar, deixa que eu te ajude, pois temos pouco tempo. Ela se aproximou de mim e começou a tocar meus mamilos. Primeiro com suavidade, depois começou a beliscá-los. Aquelas carícias começaram a surtir efeito e meu pinto deu sinal de vida o que agradou a enfermeira. Ela se aproximou mais um pouco e começou a lamber meu mamilo esquerdo. Aquilo me fez ficar mais excitado, meu pau ficou bem duro e eu comecei a gemer. Foi então que a enfermeira disse: - Quando for gozar me avisa ta? Eu gemia tanto que apenas balancei a cabeça afirmativamente. A enfermeira então passou a lamber um mamilo e acariciar o outro ao mesmo tempo. Eu estava me contendo e ela me disse: - Se você quiser, pode gemer à vontade que essa sala tem abafador de ruído. Com essa frase eu me soltei e gemi mais alto. Não demorou muito e avisei a enfermeira que ia gozar. Ela soltou minha mão e com sua mão vestida com luva, pegou meu pinto e masturbou-o com a cabeça apontando para o vidro. - Pode se tocar se quiser. Disse a enfermeira Eu aproveitei que estava com as mãos livres e apertava meus mamilos. Acabei gozando muito gemendo alto e a enfermeira cuidou para que até a última gota todo meu sêmen fosse depositado no coletor. - Pode se deitar e relaxar um pouco. Disse a enfermeira. Enquanto isso como das ultimas vezes, ela tampou o coletor e depositou-o na portinhola. Foi até o armário e pegou uma toalha. Colocou a toalha juntamente com meu avental aos pés da cama e me disse num tom mais simpático: - Pronto moço, tudo certo agora. Não foi tão ruim quanto pensou não é? Agora você pode vestir seu avental novamente e ir até o banheiro na primeira porta à esquerda se lavar. Se vista na mesma sala que deixou suas roupas e pode ir embora. Você se saiu muito bem. Lhe desejo boa sorte e que você consiga sua vaga na empresa. Eu a agradeci ainda meio sem jeito e atordoado por tudo o que tinha passado e também pelo orgasmo que acabara de sentir. Ela se despediu e se retirou da sala. Eu fiquei ainda mais um tempinho lá, antes de ir tomar banho. Parecia que tudo aquilo havia sido um sonho, porém foi mesmo real. Depois de algumas semanas fui chamado a trabalhar na empresa. Já faz dois anos que isso aconteceu e fiz muitas amizades no meu trabalho. Percebi que ninguém, tanto os novos contratados quanto os mais antigos comentam sobre os exames médicos de seleção.