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Quando criança me fascinava nas ruas, as imagens com publicidades de mulheres semi-nuas. Imaginava como seria bom estar ali, aprisionada naquele espaço, presa dentro daquele outdoor, exposta ao olhar de todos, passiva e sem a possibilidade de me proteger daqueles olhares desejosos de sexo, de amor, ódio ou perfeição. Mas sabia que esse era um desejo que não se realizaria. Não era menina, não tinha um corpo perfeito, e mais tarde descobri que a imagem ali, era desprovida de vida. Mas um desejo ainda existia, e jamais seria apagado: a de existir para servir ao próximo. Não servir no sentido de ser boa, útil, bom samaritano, mas sim de ser escravizado, desprovido do meu eu em detrenimento a vontade do próximo. Descaracterizar meu ser, ser forçado a ser o que não era, existir num estado animal ou quase débil, sem vontade própria, e aprender a ser feliz na felicidade daquele que me levasse a esse caminho. Cresci, e fui me descobrindo, dentro desses desejos, e percebi que não era a dor desnecessária, o apanhar e outras coisas que buscava, mas sim a submissão da alma pelo corpo. A modificação do corpo, a exploração de suas transformações ao limite e o esvaziamento da mente para um nível de apenas lembrar minha condição anterior de liberdade e a condição degradante da transformação. Com o passar do tempo e a necessidade da sobrevivencia, as fantasias foram ficando no reina delas e a vida prosseguiu. Realizava minhas fantasias na internet em salas de bate-papo, mas havia desistido de algo real e concreto. Um mes antes do meu aniversário de 35 anos, recebi um e-mail informando que havia ganhado uma passsagem para passar o final de semana nua ilha fetichista, numa promoção de um site que participava. Me interessei, pois quem sabe seria a oprtunidade de realizar minhas fantasias na realidade. Liguei para o fone e confirmei eu interesse. No dia marcado para a entrega da passagem me dirigi a agencia representante, era uma casa discreta num bairro nobre da cidade, onde um homem forte e muito bem cuidado me recebeu, anotou minhas informações na ficha e solicitou que aguardasse alguns na sala ao lado, onde uma psicologa me avaliaria para verificar se tinha condições de ir para a ilha. A psicologa, uma mulher de meia idade, sensual, olhos pretos, cabelos longos, sadalias e pes maravilhosos me entrevistou durante horas, realizou teste e por final acabei me abrindo com ela, contando todas minhas fantasias. Ela me avisou que estava apto a participar da viagem até a ilha, me deu um beijo no rosto, e saiu. Enquanto aguardava meu cadastro pelo atendente, uma empregada me trouxe chá, acompanhado de um bilhete: "Seja bem vinda". Só podia ser a psicologa, ela sabia de meu desejo de ser feita de mulher....pensei. O chá me deixou com sono e lentamente fui fechando meus olhos, até apagar totalmente. Acordei num lugar estranho, não sabia quanto tempo havia dormido. Sentia dores horriveis pelo corpo, me sentia inchado. Demorou muito para acordar por completo, e quando acordei demorou muito para acreditar no que tinha acontecido. Uma faixa colcada em frente eu leito marcava o numero de dias que havia dormido: 120 dias no total. Eu estava amarrada na cama, mas pude ver dois enormes seios que haviam colocado em mim, e foi só ai que dei por falta de algo que existia no meio de minhas pernas, olhei para o teto e vi meu corpo totalmente transformado, modificado: eu tinha agora um corpo enorme de mulher, com quadris largos, cintura fina, seios gigantescos, e não tinha mais penis, e sim uma vagina. Gritei, chorei, xinguei, mas no fundo era apenas de medo por ter realizado minhas fantasias. Mas e agora o que seria de mim? Uma equipe entrou na sala e me explicou que agora eu era propriedade da FIRMA e que nunca conseguiria sair daquela ilha, que o melhor seria eu me conformar, mesmo porque eles fizeram apenas o que eu havia pedido para a psicologa. Chorei, não queria mais aquilo, sentia tesão por mulheres também, e agora o que seria? Meu pensamento foi interrompido por uma dor enorme no meio de minhas pernas, senti alo gelado, e a enfermeira falou: Dr., daqui poucos dias a vagina dela vai estar pronta, já está bem melhor. O Dr. riu, e acariciando meus seios, se aproximou de meu ouvido e falou: Tá vendo menina, olha só que gostosinha voce está, agora voce é mulherzinha igual a enfermeira. Senti um tesão com a voz dele e relaxei, aquele homem, algo em mim havia mudado. Apos minha recuperação, recebia injeções hormonais diariamente, não entendia o porque, mas naquele lugar nada podia fazer, e aprendi rápido que era melhor não fazer muitas perguntas, quem era rebelde apanhava muito e depois de um tempo acabava sumindo. Aprendi a lidar com minha nova vida, acordava e comia, recebia hormonios, depois dormia de novo e assim os dias iam passando, meus seios eram enormes e pesados, e percebi que além disso a cada dia produzia mais leite, não podiamos falar, e para isso todas usavamos bolas amarradas nas bocas e cabrestos nos olhos. Só entendi o que era a ilha quando saimos a primeira vez do galpão, e percebi que cada uma e um de nos ali presentes, estavamos condenados a viver os restos de nossas vidas em estado vegetativo, e semi animal. Eu havia sido mandada para a seção das vacas, onde existia um enorme banco de madeira com um buraco para encaixar nossa bunda, nossas pernas eram amarradas assim como nossos braços e nosso nariz era perfurado, por onde passava uma argola que prendia nossa cabeça com uma corrente a parede. Quatro vezes por dia nos aplicavam hormonios, para estimular a produção de leite, e em nossos enorme e inchados seios eram ligadas máquinas sugadoras que extraiam o leite, dia e noite viviamos assim, gemendo de dor, e comendo ração para gado, com estimulantes hormonais, nossas fezes caiam na parte de baixo pelo buraco onde nos mantinham sentadas, e eram reaproveitadas para adubar as plantações. A ilha era na verdade uma enorme fazenda que extraia do ser humano os materiais para vender em restaurantes exoticos e secretos espalhados pelo mundo. Certo dia, alguns dos capatazes me desamarraram e me levaram. Conversavam um com o outro que eu estava produzindo pouco leite e fariam uma experiancia comigo. Eu estava suja, gorda pela ração e hormonios e totalmente humilhada, mas eles entre si combinaram de abusar de mim pois poucas sobreviviam aos experimentos. Me levaram então por dentro da fazendo onde passei e vi outors em estado pior que o meu, uns vivendo como porcos, em chiqueiros, que virariam bacon e presunto de carne humana, outras vivendo ciscando como galinhas, ciscando o chão e comendo migalhas e minhocas, algumas como eguas e cavalos fazendo serviços pesados nos campos, paramos num galpão enorme, onde homens eram engordados sem colocar os pes no chao até a hora de serem abatidos, oferecendo assim carnemacia. Ali os capatazes encontraram a psicologa que sorriu quando me viu, me chamou de fedida, de orda, de peituda imprestavel, mandou me lavarem com jatos de agua que me derrubava, até que por fim quando estava limpa, me colocaram de 4 e me amarraram numa mesa, a psicologa ria, e os capatazes tambem, então troxeram um boi enorme, ele gritava muito e eu me assutei, a psicologa me batia na bunda e eles encaixaram a enorme rola na minha vagina, parecia que ia me rasgar inteira, o boi ficou lá indo voltando, meus seios arrastavam na mesa, enchendo ela de leite e meus gritos e gemidos de prazer eram recebidos com gritos de puta safada pelos presentes, senti um liquido quante escorrer pelas penas, e em seguida os homens tiraram o boi, mas não sem antes todos eles me comerem, não pela minha vagina suja, mas pelo meu cuzinho. A psicologa sentou na minha frente, abriu suas pernas e me fez lambe-la até ela gozar, sentia meu cu e minha boceta latejando, mugi bem alto e ele iu muito, depois me levaram para o medico, que fez o implante de outras duas glandulas mamarias no meu corpo. Após alguns meses de recuperação estava com quatro enormes seios, produzindo muito leite, e sendo abusada sempre pela psicologa e seus homens e animais.....