Back to Browse
Tudo começou numa dúvida que tive na contratação de um funcionário e recorri a gerente de recursos humanos de uma empresa conhecida. A encontrava seguidamente pelas ruas da cidade, apesar de achá-la extremamente linda nunca tinha trocado uma palavra sequer com ela, ela sempre altiva, abusava dos calçados de salto alto, o que me deixava mais louco ainda, mas como não a conhecia nunca fui falar com ela. Graças a esse contato nos tornamos amigos e começamos a falar de tudo, inclusive de sexo. Um dia ela me perguntou se eu teria MSN pois teria uma fotos pra me mostrar, mas só poderia ser por esse meio, disse que sim e lhe dei o endereço, ela salientou que eram algumas fotos de uma fantasia dela, como era época de carnaval achei que seriam fotos de fantasia de carnaval, ingenuidade a minha. Quando recebi a primeira foto fiquei pasmado, ela estava nua e nessa de pernas abertas sentada num sofá, a outras fotos todas muito provocantes. Bom essa foi a deixa pra falarmos coisas mais picantes e nos conhecermos mais ainda, ela me disse que adorava dominar, isso foi a gota d’agua, pois adoro ser submisso, dominado, escravizado. Depois de algumas conversas e entendimentos marcamos dia 10 de março na casa dela, combinamos que entre quatro paredes ela seria Linda Queen, minha Domme, e eu seria apenas um escravo dela, estaria lá para dar prazer a ela e ser submisso as ordens dela, como uma verdadeira Domme ordenou que eu não chegasse atrasado senão seria castigado, como adoro isso me atrasei apenas dois minutos só para ver que castigo seria aplicado a mim, fui recebido por ela na porta do apartamento sem deixamos transparecer nada, pois um vizinho estava subindo a escada logo atrás de mim, bastou ela fechar a porta e meu rosto ardeu com um tapa, o mais gostoso que levei até hoje. Bateu e apenas disse “que isso nunca mais se repita meu escravo”, apenas acenei com a cabeça concordando com ela. Me ordenou que colocasse minhas coisas na mesa e fosse ao banheiro tomar banho e antes de sair deveria colocar o que ela havia deixado lá pra mim. Como um bom escravo fui saindo, ela me chamou de volta e disse “ainda não acabei de falar”, pedi desculpa e ela me disse assim não, de joelhos, o fiz e pude me retirar para o banheiro. Após um gostoso banho fui ver que eram as coisas que ela havia deixado pra mim, uma coleira, com corrente e tudo, uma espécie de cinto de castidade que prende o pau e um pequeno plug anal, este estava enrolado num papel escrito, coloque e saia com ele, juro que não tive vontade de colocar, mas como eu era escravo e o plug era pequeno encarei, e posso dizer que é bom. Saí do banheiro e fui procurar por ela na sala, cheguei e fui repreendido, “volte ao banheiro e venha como um cachorro”, prontamente atendi a sua ordem, voltei de 4 e fui até ela, que estava sentada divinamente vestida com uma sandália de salto alto bem fino, meias 7/8, cinta liga, uma calcinha pequena, fio dental, um corpete meia-taça, tudo branco, e por cima uma espécie de capa também branca mas totalmente transparente, quase enlouqueci, mas me mantive como um escravo submisso que sou sem falar nada. Para me deixar mais enlouquecido ainda ela esticou uma perna e me ordenou que a lambesse o que fiz com vontade, depois levantou e deu um tapa em minha bunda, senti todos seus dedos marcados em mim, doeu mas foi gostoso sentir o peso de sua mão em minhas carnes, saiu e me deixou ali no chão, fui andando de 4 atrás dela até chegar no seu quarto, onde pude ver tudo organizado, diversas velas acesas, um cheiro de incenso no ar, um clima todo preparado a iluminação era apenas feita pelas velas, o que deixava uma luz bastante fraca mas que aumentava o clima de erotismo, me perguntou se gostei, apenas com a cabeça fiz que sim, ela riu e disse hoje você vai ver o que é bom. Ao entrar no quarto ela me ordenou que deixasse de ser um cachorro, ela queria agora um escravo, atendi prontamente, levantei-me e fui tirar a coleira, mas mandou que deixasse, deveria continuar com ela e com tudo que tinha, inclusive o plug anal, que já não incomodava quanto antes. O clima de erotismo era total, ela bebia champanhe mas eu só poderia beber se ela deixasse e o que ela deixasse, e nada de taça beberia num copo bem vagabundo pra não esquecer que eu era apenas um escravo. Tirou a “capa” e ficou desfilando pelo quarto, me provocando, mas eu não poderia tocar nela, apenas apreciar sua beleza, eu não merecia tocá-la, desejava essa mulher mais que tudo, mas adorava o jogo. – Agora venha beije meus pés meu escravo – essas palavras soaram fundo, uma ordem de minha Domme, me joguei aos seus pés, beijei, lambi, chupei tudo sem tirar o calçado, depois mandou que me deitasse no chão e levemente foi pisando em cima de mim, eu estava adorando, o pau preso queria pular fora mas não tinha como, doía.... Depois dessa sessão de tortura me deu água para beber e foi tomar champanhe, deixou cair um pouco em seu corpo e ordenou que a secasse com a boca... quando comecei lamber ela derrubou mais e molhou sua calcinha, chupei ela por cima da calcinha, era a vez que chegava mais perto de sua bucetinha linda e loira....de imediato ela saiu e disse em tom severo, não te autorizei fazer isso e me empurrou usando um pé.... a loucura era demais, estávamos vivendo um momento único... ordenou que me deitasse na cama, amarrou meus pés um em cada perna da cama e prendeu algemas em meus pulsos na cabeceira da cama, fiquei a mercê dela totalmente, quando achei que isso seria o máximo ela me vendou, fiquei compeltamente exposto a ela, sem poder nem me mexer ou ver alguma coisa. Ouvi passos dela se afastando e a primeira sensação que tive em seguida, depois de alguns minutos foi de alguma coisa gelada sendo derramada sobre mim, ela jogou sobre mim um copo de água gelada, quase congelada, a sensação era de angústia mas era bom, em seguida senti algo sendo jogado sobre mim, não sabia o que era, grudava em mim, depois fiquei sabendo que eram pétalas de rosa, vermelhas da cor que ela adora, depois de alguns segundos de silêncio total sinto algo ser colocado em cima de mim mas não conseguia identificar, ela ria e dizia vai ficar gostoso.. depois senti sua boca me lambendo e chupando, ela me mandou sentir o gosto e era leite condensado. Eu continuava amarrado, algemado e vendado enquanto ela se divertia e eu não podia falar nada. Novamente um silêncio e sinto arder em minha pele seu doce chicote, que me deixou marcado na perna. Agora ela resolveu colocar uma música, na verdade aumentar o volume pois a música sempre esteve lá eu que não havia notado, a música era eletrônica e o volume um pouco acima do normal com o ambiente criava uma atmosfera toda especial, quando achei que teria acabado a “tortura” sinto minha pele ser queimada pela cera quente de uma das velas, só quem passou por isso sabe o tesão que dá, a ardência some em segundos e deixa o gosto do tesão, como estava sem ver não sabia onde seria o próximo pingo de cera e isso me deixava louco, ela soltou o “cinto de castidade” e deixou meu pau solto, foi um alívio mas ao mesmo tempo um medo de que ela pingasse a cera nele, falei não pinga nele, só senti um tapa, eu sei onde devo pingar, gelei na hora, mas felizmente ela não pingou nele apenas nas pernas e no peito, me tirou a venda e disse agora o show vai começar, trocou a música e começou a dançar em cima de mim, comigo ainda amarrado, meu pau doía de tão duro e ela rebolava e ia tirando a roupa até ficar apenas de meias e sapato, sentava em meu pau e quando ele ia entrar ela saia de cima, sentava em minha boca e quando eu ia chupar ela saia, a tortura estava pior que antes e eu não podia fazer nada, mas era muito bom, nessa hora ela já tinha bebido quase uma garrafa de champanhe, mas me dava generosos goles, saiu e foi buscar outra, e tomamos essa em pouco tempo pra ficarmos mais alegres ainda.... Ela resolveu chupar meu pau, mas o fez com um cubo de gelo na boca, a sensação era maravilhosa, a boca quente e o gelo frio contrastavam e enlouqueciam, continuou nisso mas ficou na posição de 69 e pela primeira vez toquei em sua bucetinha, senti seu gosto, em poucos minutos ela gozou, mas me disse que nada de eu gozar, isso deveria demorar mais tempo, e eu obedeci a minha Domme. Falou que iria me soltar mas eu não deveria agarrá-la, prometi que sim, me soltou, eu apenas reclamei do plug e ela riu, eu não me lembrava mais disso, pode ir tirar e depois volte, assim o fiz, fui no banheiro e retirei, senti um vazio por dentro, retornei a cama e começamos a nos beijar muito, chupei seus lindos seios, senti sua boca em mim, a fiz gozar novamente, ela foi me chupar novamente mas aproveitou para colocar um e depois dois dedos em meu cu, e exclamou ficou preparado pra levar mais, e riu, isso ainda vai acontecer, e deixou por isso.... continuou a me chupar até que disse que queria sentir ele dentro dela, mas apenas na bucetinha, sexo anal com ela somente noutra oportnidade, eu aceitei aliás nem poderia ser contrário, mudamos várias posições e ela gozou mais uma vez, mas não me permitia gozar, quando eu estava chegando ela me obrigava a parar e eu atendia, numa dessas paradas ela me disse que iria ao banheiro fazer xixi, perguntei se poderia ir junto, e ela me disse “somente se eu puder fazer em cima de ti” onde quiser eu respondi.... ela me fez ir ao banheiro e deitar-me no chão do Box, o que atendi, ela chegou e perguntou ainda, “tem certeza disso”eu respondi que sim, aí ela disse agora é tarde e começou a fazer em cima de mim, uma chuva dourada, a melhor das chuvas, sentia o calor em minha pele, minha vontade era de beijar sua buceta mas me contive, ela acabou e sentou em meu pau ali mesmo, pela primeira vez fizemos sem camisinha, foi uma loucura, mas não me permitiu gozar, tomamos um banho e voltamos para a cama, lá de camisinha seguimos e quando avisei que iria gozar me ordenou que fosse em sua boca, gozei tudo em sua boca, uma parte ela engoliu e o restante veio dividir comigo num beijo longo e demorado. Nesse tempo todo ficamos mais de 4 horas nesse ambiente de sexo e prazer, nos banhamos novamente fizemos um lanche e dormimos até o outro dia. Claro que acordamos e tivemos de organziar o apartamento, mas valeu a pena, vamos repetir várias vezes.