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Escrava Carinhosa - 1ª Parte
Quando eu tinha cinqüenta e cinco anos, meu marido me abandonou. Não saiu de casa, porque não é bobo, eu sou ótima dona de casa. Mas nunca mais me procurou na cama, vocês sabem o que eu quero dizer. Há dois anos dormimos em quartos separados e pouco conversamos além do estritamente necessário.
Não posso negar a ele uma boa dose de razão. Sempre preocupada com a casa, com o conforto dele, sem tempo de cuidar de mim. Resumindo, sou uma relaxada. Engordei, meus seios caíram, arrumei uma aparência de alguém dez anos mais velha.
Aquela noite era mais uma em que eu não conseguia dormir. Já tinha até me masturbado, mas foi pior, pois não consigo um orgasmo com os dedos. Comprei um vibrador, mas também não adiantou.
Bem, naquela noite eu levantei da cama e fui à cozinha, tomar um copo de leite, no escuro mesmo para não espantar de vez o sono. De onde eu estava, podia ver o quarto do meu marido. De repente, a porta se abriu e quem saiu de lá? Cecília, a minha fiel empregada. Nuinha em pêlo, passou pela cozinha e entrou em seu quarto, sem ao menos me ver.
Cecília já trabalhava em minha casa há três anos. Não era ótima, mas também não era ruim. Era uma escurinha magra, mas com um corpo muito bem proporcionado e bonitinha de rosto. Talvez seus seios e sua bunda fossem um pouco grandes em relação ao restante, mas eu acho que isso só a fazia mais atraente. Era bem enganadora também, pois eu sempre a considerara muito tímida. Que safadinha...
Voltei para a cama muito excitada. Não estava com raiva dos dois. Depois de quase duas horas imaginando situações, resolvi que não ia contar nada ao meu marido, mas a neguinha ia sofrer na minha mão. Ainda fiquei pensando em detalhes, até que o sono me venceu.
De manhã, logo após a saída do meu marido para o trabalho, chamei-a no quarto. Eu tinha planejado fazer as coisas com bastante calma, deixá-la em suspense o maior tempo possível. Mas ao vê-la assim em pé na minha frente, olhos baixos, aguardando as minhas ordens, não me contive.
- Cecília, me diz uma coisa. Você acha o meu marido gostoso?
- Que é isso, dona Alessandra? que pergunta...
Que sonsinha... chapei a mão aberta na cara dela com tanta força que ela caiu sentada na cama. Os olhos esbugalhados, sem saber o que dizer.
- Você é mesmo uma puta bem sem-vergonha! quero saber se você goza com o meu marido, sua safada.
Segurei-a pelos cabelos e contei o que tinha visto de madrugada. Ela chorava e eu a esbofeteava enquanto falava, cada vez mais com raiva.
- Tira a roupa, vagabunda. Quero ver o que é que meu marido anda comendo antes de te dar uma boa lição.
Quando ela ficou nua, mandei que permanecesse em pé, com as pernas bem abertas. Rodei em torno dela, sem pressa de admirar as nádegas firmes e carnudas, as coxas fortes, acostumadas ao trabalho desde cedo, a cintura fina numa ausência total de barriga. O púbis totalmente depilado, talvez atendendo a um pedido do safado do meu marido. Os seios em forma de pêra, com os mamilos olhando quase para cima. Foi difícil conter o desejo de bater nela com as mãos, para sentir o seu corpo.
Ela permanecia imóvel, mas dava para perceber que estava tremendo.
- É hora de você aprender a não se meter com o marido de outra mulher, sua vagabunda.
Molhei uma toalha de rosto na pia e comecei a bater com ela entre as suas coxas, por trás, de modo a golpear a sua vulva.
- Vamos ver agora se a sua boceta gosta disso, puta safada. Vamos, quero ver você gozar agora.
Chegou um momento que ela não se agüentou mais de pé e caiu na minha cama. Peguei um cinto e continuei com a surra, desta vez na bunda, nas costas e na parte traseira das coxas. Bati até cansar, até meu braço doer. .Ela ficou imóvel na cama, deitada, chorando baixinho. Sentei a seu lado para conferir o estrago.
Passei a mão nas suas costas e vim descendo, enquanto ela gemia de dor. Uma palmada aqui, outra ali... eu estava me deliciando com a vingança. Pus a mão entre suas coxas apertei a sua boceta. Ela gritou.
- Pobrezinha... está doendo, queridinha?
- Muiiiiito, dona Alessandra.
- Meu marido chupa muito essa boceta?
Dei um beliscão e ela soltou um berro. Eu ri, ri muito.
- Mas que bocetinha delicada... meu marido chupa esse grelinho? responde, vagabunda.
- Chupa... chupava, eu não vou dar mais pra ele, eu juro.
- Eu sei que não vai, sua vadia. Agora quem vai dar ordens em você sou eu, entende? Todo dia depois que ele for trabalhar, nós vamos fazer uma sessãozinha... vamos ver se você ainda vai ser a gostosa do patrão quando eu terminar com você... entendeu, cadela?
Falei isso segurando-a pelos cabelos, obrigando que ela olhasse para mim mas ela baixava os olhos, chorando.
Achei que por hoje bastava. "Amanhã tem mais", pensei.
- Agora levanta e vai trabalhar. Eu não te pago para ficar na minha cama o dia inteiro.
Depois do almoço, dei uns tapas na cara da Cecília e saí. Duas quadras adiante, havia uma sex-shop que me parecia bem discreta. Eu nunca tinha entrado em nada similar, de modo que estava bem pouco à vontade. Mas o ambiente era ótimo, bem discreto, à meia-luz. Fui atendida por uma vendedora experiente, que adivinhou exatamente o que eu queria, com um minuto de conversa.
Meia hora depois, eu saía da loja com uma sacola contendo algemas, alguns metros de corda de nylon-seda, Dois chicotes de cabo curto, prendedores e algumas miudezas. A vendedora insistiu para que eu levasse um consolo de cintura e eu acabei aceitando, apesar de não pretender usá-lo. "Pretendo foder a putinha de outras formas", pensei.
Passeei um bocado, fiz algumas compras pessoais e cheguei em casa no fim da tarde. Cecília não estava à vista e o meu marido ainda levaria uma hora ou mais para chegar em casa. Não resisti à tentação de ir ate o quartinho dela. Ela estava saindo do banho, com a toalha enrolada na cabeça e mais nada. Ficou estática quando me viu.
- Boa noite, dona Alessandra. Desculpe, a senhora me assustou. Eu dei uma faxina na casa e estava me preparando para a hora do jantar.
- Estava se preparando para mim ou meu marido, sua vagabunda? toma muito cuidado quando estivermos na sala. Se ele desconfiar de alguma coisa, eu te mato, entendeu?
Ela tinha um corpo realmente lindo, os seios empinados como que me desafiando. Encostei as mãos em seus mamilos, e rocei neles delicadamente. Senti os biquinhos crescerem, crescerem.... Então, apertei-os entre os dedos.
- Eu te perguntei se você entendeu. Aprende a me responder na hora.
- Entendi sim, dona Alessandra... aaaaiiiiii... assim dói...
- Dói muito, Cecília?
Apertei mais um pouquinho.
- Muiiiiito... por favor, dona Alessandra, dói muito...
Espremi aqueles biquinhos deliciosos, até que ela não resistiu e suas pernas dobraram. Ela caiu ajoelhada a meus pés. Fiz com que ela se deitasse no chão e se arrastasse no piso de cerâmica barata. Ela chorava baixinho enquanto cumpria a minha ordem.
Pisei nela com os meus sapatos de salto agulha. Nas coxas, na bunda, no rosto. Fiquei mais um pouco esfregando as solas sujas da rua no seu corpo, agora molhado de suor. Estava muito divertido vê-la assim prostrada, humilhada.
Divertido só? Acho que excitante também. Minhas coxas estavam úmidas, uma umidade vinda da calcinha. O sofrimento da vadia estava quase me levando a um orgasmo inesperado. Mas não era bem isso que eu queria...
- Por enquanto chega, Cecília. Agora se levante e vá tomar um banho. Você está imunda.