Back to Browse
Eu estava completando 1 ano de relacionamento BDSM (eu Sádico, ela masoquista), quando me surgiu uma idéia de uma sessão BDSM diferente das outras já realizadas. Arrumei acessórios, roupas e local, tudo em segredo e escondido dela. Meio-dia de um sábado, fiz uma deliciosa massa com galinha e um suco de limão para almoçarmos. O que ela não sabia é que no copo dela tinha sido colocado um comprimido moido de um ansiolítico potente. Almoço, suco, sobremesa... - Que sono, que moleza pelo corpo! - Deite na cama e durma. Em poucos minutos lá estava ela em sono profundo. Arrastei ela até o carro, prendi no cinto de segurança no banco do carona e percorri alguns Km, em direção a um sítio afastado da civilização, alugado por mim especialmente para aquele final de semana. São 16 horas. Ela acorda. Totalmete nua em um quarto com janelas fechadas com pregos, sem cadeira, cama, ou qualquer outro objeto. Porta fechada e chaveada, ela tenta escapar, mas sem nenhum êxito. Gritos de pavor, batidas na porta, desespero sem saber o que esta acontecendo com ela. Eu fiquei escutando tudo do outro lado da porta. Após parar de gritar e começar a chorar, bati na porta 3 vezes e coloquei um papel por de baixo da porta. Ela abre a folha de papel e vê a palavra CLEMÊNCIA escrita. Cessa o choro, pois sabe que aquela era a palavra de segurança usada por ela nas sessões comigo. Eu entro pela porta, com uma roupa de couro, luvas e um capacete na cabeça, o qual impossibilitava a minha identificação por ela. Eu estava com um cacete na mão. Ela com uma cara sem saber o que fazer e nem dizer, fica imóvel. Pegando-a pelos cabelos, arrastei até a sala ao lado. Sentei-a em uma cadeira e sem perceber em instantes ela já esta com algemas nos pulsos e braços para trás. - O que esta acontecendo? Quem é você? Aonde estou? Nenhuma resposta é emitida por mim e de uma bolsa grande eu retiro uma máscara de látex, aonde tinha apenas um buraco para a colocação do nariz para fora. Com a máscara colocada após muito ela se contorcer na cadeira evitando a colocação, dei uns tapas no rosto dela. Puxei uma extensão de fio elétrico e liguei um aparelho de eletroestimulação ao lado da cadeira. Com 1 eletrodo em cada bico do seio e 1 no formato de um pêinis na vagina. A grande resistência antes oferecida pela escrava na colocação dos eletrodos, sem saber que eram eles, tornou-se gemidos de prazer ao ligar o aparelho. Comecei com freqüência de 25 Hz, com largura de pulsos de 1 segundo e intensidade de corrente de 12 mAmperes. Sem conversar nada com ela, liguei um aparelho de som com uma música (New Age) em volume 2. Deixei por alguns minutos (3 minutos) ela naquela situação. - Hora da DOR! Disse eu com uma voz mais grossa um pouco diferenciada do tom normal de minha voz. Voltei a colocar meu capacete, arranquei a máscara dela, liguei 2 lâmpadas de 200 W. refletindo no rosto dela e me sentei atrás das lâmpadas, na frente da escrava e aumentei o aparelho de som para volume 7, e o aparelho de eletroestimulação para freqüência de 50 Hz, com largura de pulso 800 ms e intensidade de corrente de 50 mAmperes. Os gemidos de prazer viraram desconforto e contrações fortes na cadeira tentando se soltar ou então tirar o eletrodo. - Você quer parar? (riso sádico) Aumentei o volume do som para 15, e freqüência de 75 Hz, com largura de pulso 600 ms e intensidade de corrente de 60 mAmperes. Suor escorria do corpo dela. Muitos gritos se perdiam pela casa e pelo campo. Ninguém ouvia, apenas eu. Sem ter como controlar, a escrava veio a gozar depois de transcorrido uns 30 minutos. Desligo o aparelho de eletroestimulação e o som. Retiro os eletrodos. Toda molenga e meio tonta de êxtase, solto a escrava da cadeira e a deito no chão, prendendo em separadores de mãos presos no chão. Busco um balde de água gelada e toco sobre o corpo dela. Um pouco ela bebe se engasgando. Enfio um plug em seu ânus, sem lubrificação alguma e passo uma fita adesiva, segurando o plug. Tudo aquilo, todo o ''estress'' de torturas, toda aquela dor, aquele banho de água gelada, deixaram a escrava bem zonza, não sabendo direito mais com certeza se era eu ou não debaixo daquele capacete. Voltou a tentar escapar, mexia com as pernas tentando me chutar. Abaixei minhas calças e fui comer sua buceta. Ela gritou: - Clemência!!! Estou pedindo a palavra de segurança!!! Pare agora!!! Não quero!!! Você não é meu Mestre, meu Senhor!!! Clemência!!! Não parei, ela resistiu muito, tentava se mexer no chão. Sem condições de fuga, ela cuspiu em mim, recebeu um tapa forte. Choro forte dela. Acabei penetrando meu pênis duro e já bem lubrificado com muito tesão. Gozei. Lambuzei toda a buceta. Ela apenas chorava, muito choro. Retiro o capacete. Sorriso dela. Alívio. Solto as mãos dela. Dou um vestido a ela. Ela veste, sem calcinha, sem calçados, sem soutian. - Recolha os acessórios, limpe a casa, e entre no carro. E me aguarde lá. Tudo organizado. Me sento na direção do carro e sigo para a casa. Em casa, depois de um banho, nos deitamos na cama e dou um gostoso colinho à ela. E fiquei escutando o quanto estava gostoso aquele estupro.