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Minhas Duas Primeiras Escravas

Bem vou falar um pouco como eu sou e vou contar como conheci minha primeira e segunda escrava, aí vai. Eu tenho cabelos castanhos claros encaracolados na altura dos ombros, olhos verdes (modéstia a parte meu charme), infelizmente não sou muito alto, tenho 1,70 m de altura e tenho corpo sarado como todo carioca (rs), mas estou um pouco fora de forma pois estou sem tempo para malhar mas não estou gordo ou obeso (rs), no geral sou bem bonito tenho 24 anos sendo que destes 8 são de experiências reais em dominar e subjugar mulheres, bastante experiência em spanking, fist, e humilhaçao verbal ou corporal. A primeira escrava que tive foi com 16 quase 17 anos, eu já a conhecia a 2 anos, éramos bem amigos, um dia meus amigos e eu saímos, é claro, ela estava junto, fomos comemorar o aniversario de um outro amigo em uma danceteria, ela e eu ficamos conversando a noite toda, pois como não gosto muito de dançar fiquei sentando, ela por outro lado adora dançar mais ficou comigo quase a noite toda. Depois de uns drinques eu, mesmo não gostando, chamei ela para dançar com a galera, dançando meio bêbados a gente acabou se beijando, todo mundo começou a zoar daquele jeito de galera junto sabe como é, um bando de amigos chapados zoando em uma danceteria não pode dar boa coisa não é? (rs) A gente nem ligou para nossos amigos e continuamos nos beijando, acabamos namorando. Depois de uns 7 ou 8 meses de namoro, em uma transa, eu estava por trás dela e dei um tapinha de leve na bunda, ela então disse, nunca vou esquecer das suas palavras, ela falou: - Ai que delicia bate mais forte! Eu fiquei excitado com as palavras dela e bati novamente mais forte desta vez então ela disse. - Que tesão, de novo, por favor de novo. Então eu comecei a bater e ela dizia: - Me bate, me xinga, me chama de puta, vagabunda vai vai me xinga vai. Eu ficando cada vez mais excitado nunca tinha sentido tanto tesão na minha vida, foi nesse momento que percebi meu lado dominador e ela o lado submisso. Comecei a pesquisar sobre sadomasoquismo em revistas e alugando filmes do gênero, foi maravilhoso ver filmes desse tipo ao lado dela e principalmente colocar em pratica tudo que nós víamos na tela. Ela era um pouco mais light, não gostava de bizarro e nem de torturas muito fortes, adorava torturas verbais e humilhação corporal e verbal, e adorava também torturas nos mamilos, tanto fazia se eram torturas pesadas ou leves como pregadores e velas. No geral, para começo foi excelente, ela adorava ser tratada como cadela, vivia na coleira e andava de 4 pelo chão engatinhando como uma cadelinha, mais era difícil colocar em pratica freqüentemente nossos fetiches pois ficar sozinho com ela era um pouco raro, nos ficávamos sempre uma ou no máximo duas vezes por semana, mas nessas vezes era praticamente o dia inteiro juntos e sozinhos na casa dela, como eu disse eu já a conhecia a bastante tempo e os pais dela me adoravam como pessoa e como genro e não ligavam e nem se preocupavam em nos deixarem sozinhos fiquei com ela por mais um ano, só que o pai dela era militar e teve q ser transferido para Sergipe e a família foi junto foi assim que nos separamos, mais antes de ir me disse: - Vou lhe dar um presente de despedida meu adorado dono. Ela adorava me chamar assim e eu adorava ouvir, eu disse: - O que é? Eu estava na casa dela sozinho com ela, ela pediu que esperasse e foi até o quarto, quando voltou não pude acreditar no que vi, ela trazia engatinhando na coleira uma mulher linda que eu já tinha visto na base antes e já havia até comentado com a Jack (apelido da minha namorada e escrava de nome Jaqueline) que a mulher era linda. A Jack não era ciumenta, pelo contrario adorava quando eu elogiava outras mulheres, pois dizia que se me agrada elogiar outras mulheres ela só tinha que ouvir e gostar pois escrava não tem opinião própria, faz o que seu dono gosta e ordena (outra coisa que eu adorava nela também, sua submissão extrema, mas as vezes é bom ter uma escrava rebelde dependendo do momento!), e ela sabia que eu não iria trai-la pois a gente combinava na cama e em tudo mais e alguns elogios a outras mulheres não iria mudar isso. O nome dela era Nicolle, uma morena maravilhosa, cabelos compridos e encaracolados seios grandes fartos, bunda também grande. Não tinha um rosto muito bonito mas seu corpo era realmente escultural, fiquei espantado e não consegui dizer nada e fiquei olhando para Jack. Ela então disse: - Esse é meu presente de despedia para meu amo e senhor. Eu sem palavras e ela disse: - Vou explicar como nos conhecemos! E ela então começou a explicar, como Nicolle descobriu o nosso ``segredo´´, ela disse que um dia estava na quadra da base olhando uns amigos jogando vôlei e o celular tocou. Ela então foi para um canto mais isolado e atendeu o telefone dizendo: - Boa tarde meu senhor! Conversamos pelo telefone durante um tempinho e ela dizendo: - Está tudo pronto sim para nosso encontro de hoje. Já escondi os prendedores de mamilos no lugar de sempre, é só o senhor chegar e pegá-los. Estarei esperando no quarto ajoelhada no chão já vendada e com a coleira de meu dono! Após desligar o telefone quando ela se virou estava atrás dela Nicolle, ela levou um susto tremendo, sem saber o que falar Nicolle então tomou a iniciativa e disse: - Não se preocupe seu segredo está seguro comigo! Ou algo parecido com isso, elas conversaram e Nicolle disse que também tinha fetiches sadomasoquistas e já tinha bastante experiências do gênero, foi assim que se conheceram. Isso aconteceu cerca de uma semana antes do dia da partida dela. Ela não me contou nada pois queria fazer essa surpresa para mim, realmente adorei, foi assim que conheci minha segunda escrava Nicolle, o bom é que Nicolle morava sozinha, ela era mais velha que eu, na época eu tinha uns 18 anos e ela 24. Os pais também eram militares e como estavam em outro estado ela ficou morando na base sozinha. Isso era perfeito para nossos encontros, ficamos nos encontrando por quase 3 anos, ela era somente minha escrava. Não tínhamos nenhum vinculo que não fosse fetichista sexual além, é claro de uma grande amizade e carinho mutuo, mas laços amorosos não tínhamos nenhum. Eu já a subjugava a alguns meses, e um dia eu estava na casa dela, nossas sessões eram sempre lá pois como já disse ela morava sozinha, lá na casa dela eu já tinha começado uma sessão de spanking e quando terminei eu com uma voz de carinho perguntei a ela se estava doendo muito, ela olhou para mim e sorriu dizendo: - Minha dor é seu prazer senhor e isso é o que importa! Eu adorava isso nela! Ela sempre foi muito submissa, então eu disse: - Já lhe perguntei isso antes e você disse que não tinha nenhuma, vou perguntar mais uma vez e quero que você responda honestamente! Ela disse: - Sim senhor! Então eu perguntei: - Você tem alguma fantasia ou fetiches que queria colocar em pratica? Ela olhou para mim e sorriu dizendo: - Sim senhor! Eu disse: - Então me diga qual é? Ela esperou uns segundos e disse: - Posso responder amanhã senhor? Eu estranhei a resposta dela, pois ela sempre foi muito submissa e nunca havia pedido para deixar para o dia seguinte uma ordem minha, seja ela qual fosse ela cumpria imediatamente, estranhei mais pensei já a conheço a bastante tempo e sei que se eu permitir amanha virá algo inesperado e bem excitante então eu disse a ela: - Certo, responda amanha então! Ela sorriu novamente e disse: - Sim senhor! Ela me serviu normalmente depois disso, com um sexo oral intenso como nunca tinha feito antes. Percebi que ela ficou bem excitada com a minha pergunta e me serviu o restante da tarde. À noite eu fui embora e no dia seguinte cheguei normalmente na casa dela, e ao chegar ela já estava de joelhos em frente à porta, imediatamente ao vê-la imaginei que ela já devia estar ali há algum tempo, talvez algumas horas, pois ela não sabia a hora que eu iria chegar na casa dela. Entrei, passei a mão no rosto dela com um dono acariciando sua cadelinha ao chegar em casa e com uma voz autoritária disse: - Fique aí! Como um dono falando com sua cadela, ela baixou a cabeça e não disse uma palavra, tomei um banho e sentei no sofá ela permaneceu no mesmo lugar, imóvel durante todo o tempo. Chamei-a e ela veio, com a maior dificuldade para se levantar, o que veio a provar minha suspeita sobre ela estar naquela posição há muito tempo, mandei que ela ajoelhasse novamente na minha frente e ela o fez com um certo esforço, então levantei-lhe o rosto e disse: - Ontem você ficou de me dizer uma coisa não é? Ela disse: - Sim senhor! - Então responda a pergunta que fiz ontem. Ela olhou para mim e pediu autorização para se levantar e ir buscar uma coisa, eu autorizei, ela levantou com muita velocidade nem se importou com a dor nos joelhos. Depois de aproximadamente um minuto ela voltou com uma bandeja coberta por um pano e ficou de joelhos na minha frente novamente, eu estava doido para levantar aquele pano e ver o que tinha embaixo, mas para deixá-la ainda mais excitada e apreensiva eu simplesmente levantei e fui ao banheiro. Ela olhou para mim e baixou a cabeça. Quando eu voltei por um breve momento tive a certeza de ouvir o coração dela batendo muito acelerado, foi nesse momento que levantei o pano, e vi uma seringa grande, de 500 ml com uma ponta redonda e um pouquinho grossa, com um furinho na ponta. Já sabia o que ela queria, mas fiz questão que ela dissesse, e perguntei: - O que pretende com essa seringa nessa bandeja? Ela disse meio envergonhada: - Por favor, senhorm me aplique um enema. Então peguei a seringa. Nesse momento ela soltou um suspiro leve, eu disse: - Vá buscar um copo de água da geladeira! Ela levantou correndo e voltou com o copo. Me entregou e eu bebi a água, pude ver no rosto dela que ela ficou aflita sem saber como reagir. Ela jurava que iria começar a sessão, novamente coloquei a seringa na bandeja. Ela então baixou a cabeça desapontada, eu então olhei para ela e sorri e disse: - Certo, se quer tanto assim então vamos começar! Ela abriu um sorriso enorme e eu disse: - Vá buscar um copo de leite gelado! Ela trouxe o copo de leite. Eu comecei a encher a seringa com o leite e disse: - Vá para a mesa! Amarrei-a de quatro na mesa e disse: - Está excitada? Ela disse: - Sim senhor, muito! Ela teve um orgasmo quando perguntei isso, não posso afirmar mas tenho quase certeza disso, foi então que eu disse: - Pois aí vai! E enfiei a seringa no cuzinho dela e comecei a introduzir o leite gelado, depois de um tempinho ela começou a se contorcer e dizia: - Ai, está frio senhor, já estou cheia por favor pare! Eu disse: - Cheia, sim realmente está cheia, só que o que está cheia é a seringa! Não tinha entrado nem 300 ml ainda e a seringa era de 500 ml, não sei se você sabe, mas o corpo humano agüenta de 400 a 600 ml, então eu disse: - Vou enfiar o restante, não era isso que você queria? Então agora agüenta! Então eu comecei a empurrar o restante do leite, ela começou a se debater e implorava para parar, foi quando entrou todo o leite eu disse: - Vou retirar a seringa, se sair uma gotinha de leite você será severamente castigada, como nunca foi antes! Ela implorou para que eu permitisse que ela se aliviasse, dizia que não estava agüentando mais, estava cheia, queria se aliviar. Foi quando eu retirei a seringa e por incrível que pareça não saiu uma gota sequer do cuzinho dela. Ela mesmo sentindo tamanho desconforto cumpriu minha ordem, eu então passei o dedo pelo cuzinho dela ela berrou: - Não, por favor senhor, não toque no meu cu! Eu disse: - Calada, sabe que detesto gritos! Eu toco em você onde eu quiser, e se sair uma gota já sabe! Ela disse: - Por favor senhor, não toque. Ele está cheio e não sei se vou agüentar! Fiquei fazendo isso por quase 5 minutos quando depois desse tempo comecei a desamarrá-la e permiti que ela fosse ao banheiro se aliviar. Ela correu até o banheiro eu então disse: - Pare! - com voz autoritária - quem mandou você correr na minha presença? Volte aqui e vá andando para o banheiro, e de costas com a cabeça um pouco abaixada, já sabe que uma escrava não deve nunca virar as costas para seu dono nem mesmo quando for sair do recinto! Ela baixou a cabeça, pois sabia que se reclamasse seria pior. Voltou e foi andando como ordenei até o banheiro. Depois de um minuto ela saiu do banheiro, eu estava sentando no sofá ela foi a minha direção ajoelhousse diante de mim exausta e agradeceu com uma voz bem cansada. Um dia a mãe dela ficou doente e ela mudou de estado para ficar perto da mãe. Foi assim que nos separamos. Ainda falo com ela pelo telefone e pela internet e com a Jack também, mas nunca mais vi as duas, elas também se falam e são amigas até hoje. por Mestre_RJ e-mail: