Back to Browse

Submissão de Safira I

Certa noite, meu Dono passou em casa para me buscar. Ao virarmos a esquina, parou o carro, ordenou que eu abaixasse a cabeça e colocou minhas algemas; mandou-me colocar as mãos para trás e com auxílio de uma corda, prendeu-as, deixando-me em uma posição desconfortável. Disse-me que iríamos a um motel e que, durante o percurso, eu deveria manter a cabeça baixa, não deveria em hipótese alguma olhar para os lados ou para frente, caso contrário eu seria castigada.Chegando ao motel, ainda na garagem, fui vendada, recebi um delicioso beijo e em seguida minha coleira. Meu Dono pediu que eu o aguardasse, desceu do carro, pegou uma pequena mala aonde guarda os acessórios que utilizamos durante as sessões e entrou na suíte. E fiquei ali, sentada, vendada e amarrada, imaginando em qual local estaria e, principalmente, o que poderia acontecer comigo ali dentro, já que sempre sou surpreendida. Após alguns minutos de espera, meu Dono voltou, abriu a porta do carro, me ajudando a descer e caminhar até a suíte. Foi me puxando pela guia da coleira, me orientando qual rumo deveria seguir assim como sobre a existência de degraus no recinto. Apesar de toda essa dedicação, eu tinha certo receio em cair, já que estava adentrando em um ambiente desconhecido, vendada e com salto altíssimo. Recebi mais um delicioso beijo e fui orientada a permanecer ali, em pé. Meu Dono soltou a corda que unia minhas mãos para trás, retirou toda a minha roupa, deixando-me apenas com a sandália e me posicionou encostada em uma parede. Em seguida, pediu que eu afastasse bem minhas pernas, passou novamente a cordinha que unia minhas algemas, posicionando meus braços na frente do corpo e os levantou, amarrando firmemente em uma estrutura que fez com que eu permanecesse com os braços bem esticados. Colocou-me uma ballgag e mandou eu abaixar a cabeça, fazendo que com o passar do tempo minha saliva começasse a escorrer sem impedimentos, me deixando totalmente exposta, indefesa, vendada e sem controle algum do meu corpo. Comecei a sentir a mão do meu Dono passeando pelo meu corpo... a ponta dos seus dedos, suas unhas, o contato quente de sua pele com a minha, alternando toques leves e bruscos quando, de uma maneira totalmente inesperada, senti um forte tapa entre minhas pernas, seguido de outro minha coxa esquerda, barriga, parte interna de minha coxa direita, mais um entre minhas pernas, repetidas vezes e depois, como se fosse um passe de mágica, novamente seus dedos me acariciando, por todo o corpo quando finalmente chegou na virilha, grandes lábios, pequenos lábios e clitóris, que me fizeram gozar três vezes consecutivas. Senti quando ele se afastou de mim e escutei alguns ruídos que não consegui identificar de imediato; novamente senti o calor do seu corpo próximo ao meu, seguido de uma pequena pedra de gelo que começou a passear pelo meu corpo... pés, pernas, seios, barriga, pescoço, axilas, parte interna das coxas, região lateral do tronco, dentro dos meus grandes lábios e me penetrando. Na seqüência, outra pedra de gelo que passeava pelo meu corpo, me proporcionando arrepios, descontrole das reações e prazer. Neste momento, meus braços já imploravam para que fossem soltos, mas ainda não era hora... a ballgag fazia com que minha saliva escorresse muito e as mãos do meu Dono continuavam a me acariciar quando senti uma forte dor no meu grande lábio direito e logo após no esquerdo, que tinham sido, naquele instante, vítimas de clamps, unidos por uma correntinha. Este, imediatamente após ser colocado, provoca uma forte dor, aguda, seca, que após alguns minutos é amenizada e se equilibra, desde que ele se mantenha imóvel (também a correntinha fina que os une). Mas não foi isso que aconteceu: devido ao tempo em que eu permanecia nesta posição, era impossível que eu não me mexesse, fazendo com que a correntinha conseqüentemente também se movimentasse e mantivesse minha dor constante. Se não bastasse isso, meu Dono ainda piorava a situação, ora brincando com a correntinha, ora colocando superficialmente seus dedos entre os clamps, provocando enorme medo e expectativa sobre o que poderia acontecer caso ele resolvesse puxar a correntinha ou mesmo encostasse nas garras que amassavam meus grandes lábios. Após longos minutos nessa constante tortura, delicadamente meu Dono entreabre meus grandes lábios e começa a brincar com meu clitóris, me fazendo gozar repetidas vezes. Forte dor me atinge na hora de tirar os clamps, a qual meu Dono faz questão de piorar um pouco, apertando fortemente o local onde estava praticamente amassado. Finalmente chega o momento de ser solta desta desconfortável posição; carinhosamente sinto a ballgag ser solta, com ajuda do meu Dono vou fechando minhas pernas, que parecem estar travadas naquela posição e sinto, cuidadosamente, que ele solta a corda que mantinha meus braços elevados e com sua outra mão, segura-os, impedindo de cair. Nos braços do meu Dono, sou levada até a cama, onde recebo orientações para ficar no centro dela. Escuto novamente meu Dono mexendo em sua mala e em seguida, sinto seu corpo próximo ao meu... ele pede para que eu deite com a barriga para baixo, amarra minhas mãos para trás, une meus tornozelos, amarrando-os fortemente e apenas pede para eu me mantenha quieta, sem gritar... escuto o isqueiro que acende a vela, grande medo toma conta do meu corpo e logo após, um pingo já cai sobre minhas costas. E assim vão caindo, sucessivamente, em todo o meu corpo: costas, glúteos, parte posterior das coxas, panturrilha e pés. Após muitos pingos e longo período de tortura e tesão, sem que eu gritasse nenhuma vez, percebo que a vela foi apagada. Que alívio, porém eu estava extremamente excitada. Sinto os dedos do meu Dono novamente entre meus grandes lábios, me penetrando e fazendo-me gozar. Após isso, sinto suas mãos soltando a corda que une meus tornozelos e meus punhos, sentindo grande alívio pelo desconforto que a posição provoca. Ele pede para que eu vire com a barriga para cima novamente, une meus punhos aos meus tornozelos através de uma cordinha e, desta maneira, finalmente transamos. Ele vai tomar banho e me deixa amarrada na mesma posição, esperando-o até que termine. Neste momento, relembro cada maravilhoso toque de suas mãos no meu corpo, sejam eles carinhosos ou dolorosos, mas que me causam imenso tesão. Ao terminar o banho, ele novamente se aproxima de mim e, sadicamente, retira a venda que cobria meus olhos desde o início da sessão; sinto total desconforto, o quarto super iluminado e eu, amarrada, não podendo proteger meus olhos. Após alguns desconfortáveis minutos, finalmente consigo abrir os olhos e mantê-los abertos, fazendo com que meu Dono solte a corda que unia meus punhos aos meus tornozelos e deite-se ao meu lado para juntos terminarmos nossa noite. 29-12-04