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Encontro no Carnaval - Segunda Parte

A Carla estando presa à cadeira se via impotente perante o seu Senhor que se mostrava impecavelmente sádico, contudo não excluía o ar de ser um anjo. Com muito carinho passeava nos seios, na barriga, no pescoço e de repente dá um tapa na face dela; com seu rosto um pouco doloridos, porem dei um beijo naquela boca, provocando pequenas contorções na Carla. Depois desse beijo volto a passear pelo corpo dela, nos seios, na barriga, e dou outro tapa um pouco mais leve no rosto dela, repito o beijo; as duas contorções que ela fez me deixou em ponto de bala, mas o meu gozo não era a hora pra ela, e com isso pego uma vela acesa e coloco na boca dela. Nos primeiros segundos ela me olhava com um ar de medo, mas depois de uns dez segundos ao sentir as primeiras gosta caírem no seu corpo solta um grito abafado pela vela que estava na sua boca, e por um momento ela vira a cabeça e sente a fisgada na outra parte do seu corpo com isso volta a soltar gritos abafados pela vela. Vendo que a vela já estava na metade, tiro da sua boca, a Carla ao ver a vela na minha mão mostrava um pequeno sorriso. Pergunto “porque esse pequeno e lindo sorriso?” Ela responde “descobri que sou masoquista”. Com minhas mãos faço carinhos nos seu rosto, no seu pescoço, nos seios, na barriga e por fim na sua vagina e ao por mão nessa área sinto um grande calor, ao sentir esse calor, olho para ela com um sorriso que indicava o meu pensamento ‘isso mesmo’, contudo, não perdendo o mistério das minhas ações. Com as pontas dos meus dedos tiro as ceras que estavam no seu lindo corpo, deixando um pouco mais avermelhadas, depois de tirar as ceras, pego dois grampos de roupas coloco nos mamilos que ao por a Carla responde com um grito de dor. E como sendo uma cadeira normal, sem os braços, sento no colo dela da forma bem romântica beijo-a delicadamente, mas em alguns momentos giro os grampos que conseqüentemente soltava um grito abafado pela minha boca. Com carinho solto seus braços, suas pernas e em logo seguida ordeno que fique de joelhos ao lado da cama; assim ao ficar de joelhos como fora ordenado pego um plug anal e coloca na sua boca e ordeno que deite no chão e que não saísse sem que chamasse ou permitisse. Ao ver ela ali deitada coloco para tocar a música de tema do filme Forrest Gamp, dando um ar de meiguice, romantismo, otimismo, e tendo esse ar olho para Carla e digo “eu te amo”; deitada de bruços, com delicadeza faço carinhos nas suas costas, nas nádegas, massageio as suas pernas e lentamente dobro as pernas. Com as pernas dobradas pego duas cordas, prendo as pernas nos braços dobrando a coluna, assim que a Carla, por força dobra a coluna, tira os seios do chão que conseqüentemente ela faz uma cara de dor bem feia, deixo ela presa, amordaçada pelo plug anal e vou para o banheiro tomar o meu banho. Assim que saio do banho solto a Carla e ordeno que tomasse seu banho sem pressa, pois iríamos dar uma volta pela cidade. E os leitores podem pensar que estou preparando para o retorno do passeio, vou deixar pensar o que quiserem, mas só vou dizer na próxima parte. E com isso vocês leitores pensarão “o que vai fazer?”. Contudo antes de sairmos fui ao banheiro fiquei olhando para ela tomando o seu banho, e antes que saísse do seu banho pego a toalha enxugo cada parte do seu corpo com um grande carinho, após desse ato deixo a toalha no chão abraço-a com força e dou um beijo que provoca um forte suspiro. Antes que se vestisse pego a gargantilha, recoloco no pescoço dela, e na cama estava uma roupa que tinha previamente escolhido para ela usar nesse momento tão sublime quanto a entrega dela a mim que poderia ser visto como um encontro para a vossa felicidade suprema. Carla estava sublime, magnífica bela, poderia dizer que “Carla es une belle femme! Mon amour”, pego na sua mão com firmeza, deixamos o hotel, nos direcionamos para o centro da cidade, entramos numa chopperia, conversamos um pouco, tomamos um chop e depois fomos para outro ponto da cidade. “Esse final de semana é o melhor de todos” comento à ela; numa esquina paro, abraço e dou um beijo, por um curto momento deixei Carla querendo uma vontade de mais e mais beijos como esse, porem ela não sabia o que estava pensando. Entramos num táxi e logo seguida nos direcionamos para um motel vagabundo, porem indicado por um amigo que nesse local seria ótimo para algo mais hard. No quarto desse motel vagabundo era um pouco pequeno, mas ótimo para uma sessão hard, noto que tinha ganchos, a cama é ótima para uma tortura em todas partes do corpo. Ordeno que fique nua e na posição de espera como era normal. Carla ali estando nua e na espera poderia dizer que ela estava pensando “porque aqui?”, as devidas respostas etária por vir. Como já tinha planejado previamente e combinado com o proprietário que seria esse quarto tanto os outros por dois dias à minha disposição, assim pego no armário um cabide para saias (aqueles com pregadores) coloco nos seios, para provocar um pouco de dor, inicialmente brinco puxando para cima e para baixo. Depois pego uma corda e ordeno que Carla coloque as mãos nas costas. Com suas mãos nas costas prendo com a corda que estava na minha mão, deixando-a presa pego outra corda e uma ponta prendo na corda que prendia as mãos, passo num dos ganchos, assim a outra ponta prendo no cabide. E como sendo uma corda não muito comprida faz com que a Carla ficasse nas pontas dos pés. Não era uma posição que poderia dizer agradável, pois com tempo se torna cansativa, e o tempo passa o cansaço aparece que por conseqüência a Carla luta para poder ficar nas pontas dos pés, mas, no entanto, cada vez que encostava os calcanhares no chão os grampos nos seios provocavam uma grande dor. ‘E lucevan L’estele da ópera de Puccini’, tocava quando pego um plug anal e passo entre os lábios vaginais que conseqüentemente provocava contorções nela, e ao mesmo tempo teria que controlar para que a dor não extrapolasse seus limites, mas, no entanto, chegou num ponto que a sua excitação aumentava freneticamente que o seu líquido gotejava na minha mão. Já notando a sua vontade de gozar, no entanto eu não via o momento propício, contudo, notava que a dor era prazerosa e aumentava com o passar do tempo; porém o cansaço dela estava evidente que conseqüentemente solto Carla das suas amarras. Os seios estavam bem doloridos, porem nós dois pedíamos mais e mais, assim ordeno que ela deite no chão de barriga para cima com as pernas bem afastadas. Carla ali no chão deitada como ordenada, me ajoelho no seu lado, com as minhas mãos passo na barrida e indo para área genitária, como estando excitado sobre o seu corpo, dou um beijo. Ao termino do beijo penetro vaginalmente que logo seguida inicio os movimentos vai vem lentamente até ficarem frenéticos que provoca uma satisfação em ambos. Porem o leitor deve agora estar enlouquecido de tanto tesão, e conseqüentemente deve pensar “será como na volta?” A resposta virá agora, o inicio é claro. Depois de dormimos um pouco nos vestimos, e decidimos continuar a nossa volta pela cidade que conseqüentemente entramos numa loja de artigos de 1,99, fizemos algumas compras e logo em seguida fomos para o Hotel, deixamos as compras no quarto, no entanto não ficamos no quarto, pois deixamos o hotel para outro destino.