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Estuprada - 1
Nina era uma mestiça de olhos ligeiramente puxados, uma boca pequena desenhada por lábios grossos. Um rosto delicado e redondo emoldurado por cabelos curtos até a altura da nuca. Seu peso era muito bem distribuído naquele corpo pequeno de pouco mais de um metro e cinqüenta. Suas curvas, bem delineadas. Seios pequenos, mas firmes, que geralmente forçavam passagem através do tecido de suas blusas; uma cintura delgada que valorizava o seu belo quadril e sua bundinha firme e empinada. Pernas grossas e bem torneadas. Mas, tudo isso ela escondia debaixo das roupas sérias e sóbrias que usava.
Ela fazia questão de aparentar a seriedade que convinha a uma advogada.
Mas, seus olhos e seus gestos deixavam escapar uma sensualidade contida ou dissimulada. Tinha o hábito de sempre tocar as pessoas enquanto lhes falava, olhando bem nos olhos e aproximando seus lábios bem próximo ao rosto de seu interlocutor.
Eu mesmo me vi nessa situação várias vezes, e não me perdoava por nunca ter tentado avançar o sinal ou retribuir o seu gesto, que parecia casual, com algum mais ousado.
Tudo isso em Nina me fez alimentar um desejo louco de tê-la em meus braços e possuí-la de um modo violento e bruto como, tenho certeza, nenhum outro homem antes havia ousado.
Não cansava de imagina-la vestindo apenas uma calcinha que, de tão pequena, marcaria o formato do seu sexo; se perderia por dentro de seu rego, e se esconderia no meio de suas lindas nádegas. Nina, seminua, amarrada e submissa às minhas vontades, assim ela habitava os meus sonhos mais lascivos.
Comecei, então, a maquinar um plano para raptar aquela japonesa de voz macia e sexy que tanto provocava os meus instintos mais violentos.
Comprei cordas, um par de algemas e uma ball gag (uma mordaça em forma de bola que, introduzida na boca da vítima, preenche-a por completo, impedindo a emissão de qualquer som, exceto murmúrios e gemidos).
Tratei também de arrumar um vidro de clorofórmio que pudesse me auxiliar, deixando minha vítima sem consciência e facilitando todo o meu trabalho em amarrá-la e deixá-la a minha mercê.
Guardei todos os apetrechos dentro de uma maleta que, muitas vezes, só de abrir imaginando o que poderia fazer com todas aquelas ferramentas, me fizeram ficar excitado a ponto de deixar o meu pau duro o suficiente para tocar várias punhetas seguidas.
Mas, ainda não conseguia imaginar como poderia usar tudo aquilo na prática quando, um belo dia, Nina tocou em meu apartamento recém alugado, que ela viera conhecer pela primeira vez.
A visita de surpresa me deixou atordoado. Aquela era uma grande oportunidade. Mas era também muito arriscado. Esperava poder levar Nina para algum lugar ermo, longe da cidade, onde tudo pudesse ocorrer sem que outras pessoas por perto pudessem livrá-la do destino que eu havia traçado para ela, em minha cabeça.
Mostrei o apartamento para Nina, meio tenso. Ela percebeu. Perguntou se eu estava bem, colocando sua mão sobre o meu peito. Eu respondi que sim, aproveitando para pousar a minha mão sobre a dela, apertando-a ligeiramente. Um calor me invadiu por dentro. Precisava possuir aquela mulher.
Nina pediu licença para ir até o banheiro. Mostrei-lhe a porta. Pensei, em seguida, ``É agora ou nunca!´´
Fui até o armário e comecei a procurar a maleta. Estava tudo uma bagunça e quando a achei e a coloquei sobre a cama, Nina já havia saído do toallete. Levei um susto e ruborizei de uma maneira que Nina logo percebeu. Mas, ela não disse nada.
Revelou que já estava de saída. Eu, tentando esfriar a cabeça, disse que, se ela esperasse um segundo, eu desceria com ela, pois também precisa resolver algumas coisas na rua. Ela disse que esperaria, com prazer.
Eu entrei no banheiro. Tratei logo de lavar o rosto para tentar me acalmar e colocar a cabeça no lugar. ``O que você estava pensando?!´´ Perguntei para mim mesmo. Voltei-me para a porta e quando a abri, vi Nina de costas, com a valise já aberta à sua frente. Ela deixara as algemas sobre a cama e segurava agora a ball gag perto do rosto, como tentando adivinhar qual seria a serventia daquela bola vermelho segura por duas tiras de couro.
Fui me aproximando de Nina, vagarosamente e, quando ela percebeu a minha presença e voltou seu rosto em minha direção, foi o tempo suficiente para que eu, num impulso, agarrasse seus braços e os puxasse para trás, forçando a mordaça, que ela segurava, para dentro de sua boca.
Nina soltou um grito. Aqueles lábios abertos eram o que eu precisava para acabar de introduzir toda bola vermelha da mordaça de vez. O grito foi abafado e ouvi um lindo gemido de desespero.
Nina segurou fortemente meus braços. Com uma força que eu desconhecia, puxei as tiras de couro e apertei as com força em volta da nuca descoberta de Nina, dando um nó bem forte, enquanto ela se contorcia, puxando meus braços e me beliscando numa tentativa inútil de se libertar.
Com Nina amordaçada, tratei de segurar os seus braços e puxá-los para trás. Joguei-a de costas sobre a cama, e me sentei sobre ela, enquanto pegava as algemas e prendia os seus punhos.
Levantei-me de um pulo de cima de Nina e fiquei de pé perto da cama, ainda meio em estado de choque com toda aquela reação minha, enquanto observava aquela linda japonesa, que sempre acostumei a ver de nariz empinado, séria, gemendo e contorcendo-se jogada sobre a minha cama, amordaçada e algemada.
Por sobre a bola vermelha que lhe preenchia aquela boca, pude perceber um pedido desesperado: ``Me solta´´ Ela suplicava num murmurar quase inaudível!
``Agora que consegui o mais difícil que foi algemar e amordaçar você, acha que vou te soltar?´´ Exclamei. ``Agora você é minha, Nina. Prepare-se para ser minha escrava!´´
Fui até o banheiro pegar o clorofórmio. Quando voltei ao quarto, Nina estava de pé, próxima a porta, que tentava abrir de costas. Corri até ela, segurei o lenço firme sobre sua boca e narinas, fazendo com que respirasse todo aquele clorofórmio. Ela se debateu por alguns segundos, deixando escapar aqueles gemidos que me excitavam tanto. Por fim, desabou em meus braços.
Quando Nina acordou ela já estava como nos meus sonhos. Amarrada de pé, com os braços para cima, presos a uma corda que descia do lustre da sala.
A minha escrava japonesa usava apenas uma calcinha fio dental que se perdia no meio de suas nádegas de formas perfeitas e volumosas.
As pernas de Nina estavam afastadas, os tornozelos bem atados à cada uma das extremidades de um cabo de vassoura, o que deixava seu sexo bem exposto e livre para as minhas futuras incursões.
Nina levantou lentamente a cabeça. A saliva escorria de sua boca, que permanecia semi aberta por causa da ball gag. Quando Nina percebeu que tudo não era um sonho, que ela estava realmente amarrada, subjugada e completamente indefesa, começou a se contorcer e gemer bem alto.
Fui até o estéreo e pus o volume no máximo. O death metal dava a tudo um clima de ritual satânico.
Me aproximei de Nina e segurei o seu queixo molhado pela saliva que lhe escorria da boca.
``Agora que você acordou, está na hora de iniciar a sessão tortura!´´
Deixei minhas mãos escorregarem pelos seus seios, passando por suas costelas até alcançar seu quadril. Puxei a tira da calcinha para cima enterrando-a ainda mais no meio de sua bunda.
Mostrei a Nina um pregador de roupas. ``Seus mamilos deveriam estar mais arrebitados. Acho que eles precisam ser sensibilizados um pouco, você não concorda comigo?´´
Nina tremeu de cima em baixo. Segurei-a com força, passando meu braço por volta de sua cintura. Com a mão livre, abri o pregador e deixei que ele se fechasse sobre um seu mamilo esquerdo.
Nina soltou um gemido surdo. Uma lágrima desceu de seus olhos e correu pelo seu rosto.
``Uhm, parece que você gostou tanto que não posso deixar esse prazer pela metade!´´ Peguei outro pregador e pincei com ele o mamilo direito de Nina.
Afastei-me um pouco para admirar aqueles seios lindos ficando vermelhos e doloridos, enquanto Nina parecia me implorar com os olhos que a soltasse.
Aproximei-me novamente dela. Segurei-a pela cintura e puxei-a para mim. Inclinei minha cabeça e sussurrei nos seus ouvidos. ``Nina! Nina! Você está linda assim. Poderia ficar horas vendo você presa nestas cordas. Isso já seria o suficiente para me masturbar durante todo o dia.´´ Enquanto falava, Nina sacudia a cabeça para se afastar de mim. Segurei-a pelos cabelos, firmando o seu rosto em uma posição. ``Adoro ver como você não se entrega. Isso só torna a nossa brincadeira ainda mais interessante.´´
Àquela altura eu já estava muito excitado. Ajoelhei-me na frente de Nina, enfiei-me entre as suas pernas abertas e abocanhei o seu sexo, por sobre o tecido molhado da calcinha. Forcei a língua por sobre o tecido, sentindo bem o cheiro daquele sexo. Em seguida, afastei a calcinha para o lado, com o cuidado de deixar que o fio dental continuasse enfiado no seu rego. Lambi a xoxota de Nina e chupei como um louco o seu grelo. Ela se contorcia de revolta e, certamente, de prazer. Então, afastei também o fio dental do seu rego e comecei a lamber o seu cuzinho, que eu já havia tido o cuidado de depilar quando ela estava inconsciente, sob o efeito do clorofórmio. Enquanto forçava a língua no anel apertado de seu rabo, esfregava e beliscava as suas coxas e bunda. A excitação fazia com que os beliscões fossem cada vez mais fortes e violentos, fazendo-a gemer de dor.
Levantei-me e dei mais uma olhada em Nina, agora, totalmente fora de si. Sem estimular sua buceta, ela sentia apenas a dor dos pregadores de roupa mordendo o bico de seus seios. Fui por trás de Nina, afastei as suas nádegas e enfiei dois dedos da mão esquerda no seu cu. Nina protestou. Mas os seus gritos eram gemidos abafados pela bola vermelha que ela mordia de raiva, presa entre seus lábios grossos. Com a mão direita, agarrei-lhe os cabelos e puxei sua cabeça para trás com força. Aproximei bem meus lábios de seu ouvido e sentenciei: ``Agora, eu vou te comer o cu.´´ Nina começou a se debater nas cordas. A gemer o mais alto que podia. Aquilo só me excitava mais e mais. Segurei meu pau e encostei a cabeça na entrada do cu de Nina. Comecei a forçar o pau contra o seu anel de couro. A outra mão passei pela frente de Nina e enfiei dentro de sua calcinha, buscando a sua xoxota. Comecei a masturbá-la enquanto forçava o meu pau contra o seu cu. Até que ele deslizou ânus a dentro, rasgando Nina. Deixei o pau dentro de Nina por alguns segundos. Forcei-o para que fosse mais fundo, alargando-a mais um pouco. E, então, comecei movimentá-lo dentro do seu reto com força para frente e para trás. Os movimentos foram ficando cada vez mais fortes, mais violentos e mais rápidos. Apesar da mordaça, os gemidos de Nina seriam ouvidos longe se não fosse o som alto. Finalmente, gozei dentro de Nina, inundando o seu cu de porra. Ainda permaneci com o meu pau dentro dela por algum tempo. As lágrimas escorriam de seus olhos marejados. Ela estava exausta. Soltei-me dela e livrei seus mamilos dos prendedores de roupa. Olhando-a daquela maneira, completamente a minha mercê, não consegui soltá-la. Não sabia o que fazer. Não sabia qual seria a sua reação. Aproximei-me dela e lhe sussurrei perto do ouvido. ``E, agora? O que eu faço com você? Se eu te soltar, você pode me denunciar por estupro e eu vou preso. Então, eu não poderia te soltar nunca.´´ Ela balançou a cabeça, negativamente, com se dissesse que não me denunciaria, que eu poderia soltá-la. Eu prossegui. ``Mas, por outro lado, Nina, a gente poderia aproveitar um pouco mais. Como você está imobilizada e não tem controle, eu poderia fazer com você loucuras que você certamente já teve vontade de realizar mas que nunca teve coragem porque a sua moral não deixa. Que tal, então, aproveitar e viver um pouco mais essa fantasia. A minha fantasia pode ser a sua também. Vamos fazer o seguinte, eu vou até o banheiro. E quando retornar, se você quiser que eu continue esse nosso jogo, comece a se debater o mais que puder ao me ver. E continue agindo como se você não quisesse que eu a possuísse, caso contrário, essa brincadeira perde a graça pra mim. Se eu voltar e você continuar imóvel, é porque quer que eu a solte e será isso o que eu farei.´´ Dizendo isso, dei as costas para aquela gata e fui até o banheiro. Estava tão excitado que só a lembrança dela nua e amarrada no meu quarto me fez tocar uma punheta. Quando voltei para o quarto, Nina estava imóvel, para o meu desespero. Mas trato é trato. Me aproximei dela e quando fiz menção em tirar a sua mordaça, ela começou a se sacudir e a tentar gritar, pedindo que eu a soltasse. Era a deixa que eu queria ouvir.
(continua)