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Sabrina Sai de Casa (Capítulo 2)

CAPÍTULO 2: O BORDEL Sabrina saiu do banheiro pronta pra luta e disposta a tudo. O táxi chegou e o recepcionista avisou para descerem. Priscila foi à frente. Sabrina, nua em pelo, seguia atrás. As camareiras no corredor a olharam assustadas. Ela fixou o olhar para frente e decidiu não pensar em nada. Na recepção aquele nojento a aguardava com um sorriso de orelha a orelha. Olhou firme para ele, com a dizer que ele não era nada. Olhou tanto que se esqueceu de olhar para frente e de repente viu que já estava na porta da frente. Hesitou. O imbecil do taxista tinha parado do outro lado da rua. Era um hotel no centro, havia carros passando, gente passando, homens, mulheres... Lembrou que poderia haver polícia. Colocou a cabeça pra fora e olhou para os lados para checar. Priscila estava parada, impaciente, esperando por ela. Dois rapazes passaram na porta do hotel e viram. Pararam imediatamente. Sabrina viu que ficar parada era pior. Melhor acabar logo com isso. Foi direto para a rua, mas os carros passando a impediam de atravessar. Os rapazes chegaram junto. O jeito era atravessar pela faixa. Ela teria que caminhar meio bloco rua acima, atravessar a rua e depois voltar descendo pelo outro lado. Priscila ia andando na frente dela como se não a conhecesse. Ela passou na frente de uma loja de motos, um restaurante e uma banca de revistas. Os gritos, os assovios e os gracejos a acompanhavam. Fixou o olhar para frente e tentou se transportar para outro lugar, imaginar outras coisas; negou para si que aquilo estivesse acontecendo. “Ó Deus... e se algum conhecido me vir agora?”. Do outro lado da rua tinha um colégio. Ela ouviu um som familiar e olhou para o relógio do outro lado da rua. Era 12:30 e o sinal do colégio tinha batido. Ela teve que ficar parada na esquina, esperando o semáforo fechar. Os carros pararam antes da faixa e ela atravessou. Buzinas soaram e ela pode ver a cara de motoristas sorridentes. E lá vinham elas: as crianças saindo do colégio, se aglomeraram na frente do colégio como um formigueiro. Quis voltar para a rua, mas o semáforo abriu e os carros estavam andando novamente. Apressou o passo e foi direto para o colégio. De certa forma foi mais tranqüilo que do outro lado da rua. Não houve tantos gritos. Todos foram pegos de surpresa e abriram caminho para ela passar, boquiabertos. Mas, como eram muitos, ela passou espremida. Alguém pegou na sua bunda, ela sentiu. Ela saltou para frente e bateu numa menina que a olhou assustada. Aconteceu o pior: ela tropeçou e caiu. E não caiu no chão. Caiu em cima de um menino que devia ter uns 10 anos de idade. O seu seio foi parar na boca do menino. Ela se levantou rapidamente e ajudou o menino a se levantar. Desculpou-se, mas nem precisava: o menino não podia estar mais feliz. Já estava quase no carro. Começou a correr. Os seios balançavam. Entrou no táxi e gritou: “Some daqui, rápido”. O seu coração parecia saltar pela boca. Ela começou a imaginar quantas coisas poderiam ter dado errado e quase desfaleceu. E se alguém tivesse tirado uma foto? E se ela fosse parar na primeira página do jornal? E se alguém naquele colégio tivesse anotado a placa do táxi e mandasse a polícia atrás deles? Ocorre que alguém havia realmente tirado uma foto, mas ela estava de costas, não deu pra ver o rosto. A foto foi parar na internet e não no jornal. A polícia muitas vezes tem mais o que fazer e as professoras também não se deram ao trabalho de chamá-los. Mas Sabrina não sabia disso. Ela decidiu que o que estava feito estava feito e agora não adiantava chorar. Sua mente viajou e tentou imaginar o pior cenário possível: ela chegando no colégio no dia seguinte. Sabrina chegava no colégio de manhã e encontrava a portaria deserta. Entrando pelo corredor ela olhava para as paredes e via cartazes. Cartazes com fotos dela, nua. Uma foto pintada com xingamentos. As paredes pixadas com propostas indecorosas. De repente o sinal batia e todos saiam de suas salas e a pegavam ali parada. Os meninos que a paqueravam e tinham raiva dela porque ela os esnobava pegavam ela pelos braços e pernas, arrancavam suas roupas e a levavam para o pátio. Lá ela era amarrada e aí chegava o diretor. Ela tirava o cinto da calça e começava a bater na bunda dela. Os rapazes aplaudiam e urravam. As meninas a olhavam com desprezo. Então chegavam Jorge e o recepcionista do hotel. Os dois e mais o diretor a desamarravam e passavam a come-la de todas as formas, em todos os seus buracos ao mesmo tempo, na frente de todos. Paravam, recomeçavam, trocavam de lugar. Sabrina olhava para o lado e via sua mãe, sendo comida por um garotão do colégio. Ela gritava: “Vai Sabrina, eu sempre soube que você era uma puta como eu”. Sabrina acordou assustada. Eles tinham chegado. Elas foram recebidas por Jéssica, uma senhora de uns 40 e poucos anos, a proprietária da casa. “Qual é sua idade, meu anjo?”. “Dezesseis”. “Aqui dentro você tem dezoito anos, não esqueça. Se alguém perguntar você diz que acabou de fazer aniversário. Nós vamos ter que manter você nos fundos. Não é bom ficar dando sopa no caso de alguma inspeção”. Antes que pudesse se vestir, duas moças entraram no quarto onde ela estava, trazendo uma bacia, toalhas e alguns apetrechos. “Você é a Sabrina?”. “Sim”. “Nós viemos te depilar”. Sabrina se deitou na cama e deixou-as fazer o trabalho. Bianca passava a cera e Vivian aplicava os emplastros. Aquela era uma tortura com a qual já estava acostumada. O que ela não esperava era que aplicassem a cera no seu sexo. Quando a cera caiu sobre a virilha ela gritou e xingou. Márcia segurou suas pernas e Vivian puxou o emplastro sem dó. “Pra que isso?”. “O cliente te quer depilada”. “Quem é esse cliente?”. “Um gringo, alemão”. “Ele já fez programa com alguma de vocês?”. “Ele costumava pegar a Lílian. Mas ela casou com um grã fino e saiu da noite”. “O que ele faz?”. “Com a Lílian era mais bondage e umas chicotadas, mas ouvi dizer que o seu programa vai sair mais caro. Então, provavelmente ele vai querer fazer mais coisas”. “Como o quê?”. “Vai saber! A loucura é dele. Você vai ter que se acertar com ele”. Aquilo não era muito animador. A espera era talvez pior do que a tortura. A imaginação é sempre fértil demais. Sabrina não sabe quanto tempo passou naquele quarto olhando pro teto. Sentiu com as mãos a boceta depilada. Estava macia, bonita. Sentia-se suar de tensão. Novamente se deixou levar para um outro mundo entre os movimentos de seus dedos. Jéssica entrou no quarto nesse instante. “Que bom! Vejo que está se preparando”. Sem pedir licença Jéssica enfiou um dedo em Sabrina e notou como estava molhada. “È bom que esteja lubrificada, isso facilita tudo. De qualquer forma eu trouxe algumas coisas para você. Venha aqui, eu vou passar este óleo no teu corpo e nós vamos ter que fazer um enema também”. “Um o quê?”. “Um enema. Temos que deixar o seu ânus limpo e lubrificado”. “Oh!”. O enema foi desconfortável, mas não chegou a ser desagradável. Dentro do Box do banheiro, Jéssica deixou Sabrina de quatro, aplicou lubrificante na entrada do ânus e enfiou um tubo longo. Seu cu se abriu com facilidade. Logo em seguida ela sentiu o jato d’água invadindo seu reto. Ela não pode ver quantos litros foram colocados, mas seu ventre se expandiu e ela sentia como se estivesse grávida. Jéssica sentou-se sobre ela, como se a cavalgasse, voltada para a sua bunda, deu-lhe um tapa nas nádegas e soltou o tubo. Sabrina pode ver a água suja escorrendo por suas pernas. Sem sair de cima dela, Jéssica novamente lubrificou o cu de Sabrina e enfiou um objeto triangular que se fixou em suas pregas: um butt-plug. “Levanta cadela”. Sabrina se levantou sem reclamar. Jéssica passou a aplicar o óleo sobre seu corpo. A sensação era agradável. Ela brilhava. Jéssica passou bastante tempo massageando os seios de Sabrina, suas nádegas e, no sexo, enfiou novamente dedos nela. Jéssica fazia movimentos ritmados, ora enfiando os dedos, ora bolinando seu clitóris. Ela abriu a boca e foi ao encontro da boca de Sabrina. Sabrina não recuou, ela estava louca de tesão. Nunca antes tinha beijado uma mulher. Jéssica manteve o ritmo dos dedos enquanto a beijava, sugando sua língua. Antes que Sabrina gozasse Jéssica se afastou, deu-lhe um último selinho e disse: “Você é muito gostosa. Quando tivermos tempo vou lhe dar um trato”. Sabrina sorriu, encabulada. “Agora termina de colocar a roupa. Quando eu voltar quero te encontrar de quatro de frente para a porta”. O que deram para Sabrina vestir não eram propriamente roupas, mas ela já ficou contente de estar vestindo alguma coisa. Foi lhe dada uma cinta liga, meias 7/8, um corpete de couro que empurrava seus seios para cima e uma coleira, coisa que ela nunca tinha usado. Sabrina caminhou em direção à porta, ajoelhou-se e jogou as mãos para frente, como uma cadela. “Foi assim que ela me chamou: cadela. Meu Deus, o que é que eu estou fazendo?” Mas não saiu da posição. Estava assustada e excitada demais para sair. Ficou na posição por cerca de quinze minutos. Jéssica abriu a porta. Sabrina olhou para ela e viu que ela carregava umas correntes. “O que é isso?”. Recebeu um tapa na cara que a deixou desnorteada. “É bom aprender. Escrava não fala, não pergunta, não questiona. Volte para a posição”. Jéssica ficou por trás dela e colocou-lhe uma venda nos olhos. Em seguida, Sabrina sentiu que uma corrente era presa na sua coleira. Depois Jéssica novamente sentou-se em cima dela, como se a cavalgasse, agora na posição correta, inclinou-se nos seus ouvidos e disse: “Você vai passar muita dor hoje. Se quiser desistir eu deixo, mas vai ter que passar uma semana aqui dentro, me satisfazendo”. “Eu não posso ficar aqui uma semana. Eu tenho que estar em casa hoje à noite. Minha mãe é capaz de chamar a polícia”. “A escolha é sua, querida. Eu vou colocar prendedores nos seus seios agora, mantenha a posição. De agora em diante, as únicas palavras que eu quero ouvir sair da sua boca são ‘Sim, Senhor’ e ‘Sim, Senhora’. Entendeu?”. “Sim, Senhora”. A princípio os prendedores pareciam prendedores de roupa ligados por uma correntilha. Depois, Sabrina notou que eles tinham algum mecanismo de regulagem. Jéssica apertou parafusos, esmagando os mamilos de Sabrina de maneira quase insuportável. Por último ela sentiu algo ser enfiado em sua boca: era uma espécie de rosca que se prendia em sua nuca por uma tira de borracha. Ela ainda podia emitir sons, mas não articular palavras. A abertura da rosca era grande o suficiente para ela colocar a língua para fora. Naquele estado, Sabrina foi levada para o salão: amordaçada, vendada, um butt-plug enfiado no rabo, prendedores nos seios, de quatro e puxada por uma coleira. Fazer tudo isso em troca de roupas para voltar para casa, de fato, parece uma loucura. Só posso imaginar que Sabrina queria fazer o que fez. Ela de certo não saberia explicar para si mesma o que se passava em sua cabeça. A única coisa que é certa é que ao chegar no meio do salão, apenas ouvindo os sussurros das muitas pessoas que a cercavam, sua boceta estava tão úmida que chegava a pingar e escorrer pelas pernas. Jéssica passou o comando da coleira para o um homem que estava sentado na frente de Sabrina. Vamos chamá-lo de Hans. Ele a puxou pela corrente e seu rosto pousou no colo de Hans. Ele meteu a mão entre suas pernas e de chofre enfiou quatro dedos na boceta. Sabrina estava envergonhada por se mostrar tão fácil, tão aberta, tão exposta. Mas isso só aumentava a sua excitação. O homem se levantou e passou a guia-la com a coleira. Ela o seguia como uma cadela cega, como uma ovelha para o matadouro. Em determinado ponto a fizeram ficar de pé. Seus pulsos e tornozelos foram presos em alguma armação de madeira em forma de “X”. Seus braços ficaram bem esticados e suas pernas bem abertas. Não havia mais o que fazer. Agora não poderia mais correr, usar as mãos, nada, nem falar podia. Se a sala estivesse em silêncio todos poderiam ouvir sua respiração acelerada. Hans apertou a garganta de Sabrina com uma das mãos e chegou próximo do ouvido dela: “Você pode gritar. Eu gosto quando gritam”. Nesse momento lembrou-se de que não tinha ‘acertado nada com o cliente’. Agora era tarde. Baixou a mão e tomou a correntilha que se ligava aos prendedores dos seios e puxou. Sabrina gemeu. Ele deixou a correntilha e se afastou. Ela ouviu os passos e o ouviu remexendo em algo que parecia estar a alguns passos de distância. Voltou logo depois e trazia nas mãos um pequeno chicote. Ele arrastou o chicote sobre o corpo de Sabrina. Era um chicote de cabo curto com uma pequena palmatória na ponta. Deu dois leves tapas com o chicote no rosto de Sabrina e escorregou-o pelos seus seios, sua barriga, suas pernas. Deu uma chicotada na boceta exposta de Sabrina. Ela tremia. Começou a trabalhar os seios de Sabrina. Uma, duas, três, muitas vezes nas laterais de cada seios. Se ela pudesse enxergar seus próprios seios, os enxergaria como duas maças avermelhadas. Sabrina bufava. Propositalmente agora ele mirava nos mamilos espremidos pelos prendedores. Sabrina tentava se controlar. A cada descida do chicote ela jogava a cabeça para trás e gemia. Hans tomou novamente os prendedores dos seios de Sabrina, desapertou a porca que lhes fazia pressão e retirou os prendedores. O sangue fluiu pelos mamilos e agora ela que ela podia senti-los novamente a dor foi mais aguda. Era como se ele os tivesse cortado com uma faca. Novamente prendeu o mamilo esquerdo e com um corrente o esticou até prende-lo ao bracelete que algemava seu pulso esquerdo. Repetiu o processo com o mamilo esquerdo. Agora os seus seios estavam esticados como se ele quisesse arrancar os mamilos de seu corpo, os bicos voltados para fora, deixando exposta a parte interna de seu peito. Puxou o zíper que prendia a parte frontal de seu corpete, deixando sua barriga nua. Hans voltou para o banco onde guardava seus apetrechos e voltou com outro chicote. Era um de cabo curto com várias pontas, uma espécie de rabo de cavalo. Novamente deslizou o chicote pelo corpo de Sabrina, para que na antecipação de sua tortura ela sofresse mais. Hans não era nem piedoso nem comedido. A primeira lambada do chicote fez com que Sabrina gritasse. Ele ainda descarregou toda a sua força mais trinta vezes. Cobrindo toda a frente de Sabrina com vergões vermelhos. O chicote tinha 5 pontas, portanto, 30 chicotadas corresponderiam a 150 com um chicote normal. Sabrina berrava. Hans parava e Sabrina achava que tinha terminado. Então ele recomeçava. Tudo parou. Desamarravam Sabrina e ela queria cair, mas suportaram seu peso, viraram-na de costas e a prenderam novamente. Hans trocou de chicote. Desta vez não passou o chicote pelo seu corpo. Era um chicote longo de ponta única. Ele se divertiu estalando o chicote, primeiro do lado esquerdo, depois do lado direito de Sabrina. O chicote zunia. Ele estalou o chicote tão perto de seu ouvido que ela pensou que iria lhe atingir o rosto. E começou. A primeira chicotada teria feito Sabrina voar pelos ares se ela não estivesse amarrada. Sabrina retesou o corpo a ponto de quase quebrar a coluna. Ela sentia como se estivessem rasgando suas costas. Não era longe da verdade. O chicote deixava marcas profundas que se transformavam em vergões saltados como veias. Foram quarenta chicotadas: 20 nas costas e 20 na bunda. Após as dez primeiras ela se contorcia de um lado para outro, gritando e tentando quebrar suas cadeias. Amarraram então uma cinta de couro em volta de sua cintura para que não se mexesse tanto. Pelo buraco de sua mordaça lhe deram cachaça, meio copo que ela bebeu como se fosse remédio. O chicote zuniu novamente e foram mais dez. A cinta de couro arrebentou. Nova pausa. Desta vez lhe deram água e passaram um pano úmido em suas costas. Hans procurava pontos ainda não marcados pelo chicote, mas como não havia passou a trabalhar nas nádegas. Primeiro a nádega esquerda, sempre no mesmo ponto. A princípio foi um alívio ele se desviar das costas, a primeira lambada foi suportável, pois ela já estava preparada para o impacto do corte. Mas, à medida que ele pegava sempre o mesmo ponto, Sabrina começou a gritar novamente. Então ele se desviou para a nádega direita e recomeçou. Ao fim das quarenta chicotadas, dos ombros até as coxas sua pele parecia estar em carne viva. Desamarraram-na novamente e a colocaram de frente. Foi preciso quatro pessoas para amarra-la desta vez, pois ela chorava e se debatia e tentava escapar a todo custo. O “X” onde se encontrava algemada fazia parte de um aparelho mais complexo. O centro do “X” era preso a um cano de aço, que, por sua vez, era ligado a um macaco hidráulico. Giraram o seu corpo ao redor do cano, colocando-a de ponta cabeça. Seus cabelos soltos roçavam o assoalho. Ligaram o aparelho e a subiram do chão. Soltaram então sua perna esquerda e a forçaram para baixo, prendendo-a com mais uma corrente na mesma argola que já prendia seu pulso esquerdo e a corrente ligada ao prendedor de seu mamilo esquerdo. Presa naquela posição Sabrina sentia um princípio de câimbra na perna, tontura e extremo desconforto, pois a madeira pinicava em suas costas machucadas. Sua boceta estava mais exposta do que nunca, arreganhada naquela pose de pirueta, na altura do rosto de Hans. Aproximando-se de Sabrina, Hans passou os dedos pela sua fresta e a notou encharcada. Deus alguns passos para trás e voltou trazendo um imenso cacete de borracha. O pênis artificial devia ter a largura um pouco menor do que a de uma lata de cerveja e o comprimento de uma garrafa de um litro. Ele passou a ponta do cacete na fresta úmida de Sabrina e aos poucos foi forçando a entrada. Sabrina gemia descontroladamente. Era como se estivesse perdendo a virgindade novamente. Brutalmente Hans socou o cacete dentro dela e filetes de sangue escorreram por suas frestas. Em movimentos ritmados forçava o instrumento para cima e para baixo, tentando cada vez penetra-la mais profundamente, como se quisesse perfurar seu útero. Tirou então o pênis artificial e pegou um pano de algodão, embebeu-o em álcool e limpou a boceta de Sabrina. Rasgada como estava ela sentiu sua boceta queimar. Ele ainda pegou a garrafa de álcool e virou-a dentro de Sabrina. Ela deu um berro sem precedentes. O álcool a preencheu e escorreu pelo clitóris em direção ao umbigo. Hans pegou uma vela e a acendeu perto do rosto de Sabrina. Assobiando como se estivesse dando uma volta no parque o sádico parou a chama da vela sob um seio de Sabrina, depois o outro, na sua barriga, nas suas pernas ... Sabrina sentia a chama queima-la. Pairando a vela sobre o clitóris de Sabrina Hans deixou os primeiros pingos de cera quente caírem sobre ela. Sabrina chorava. Então Hans deixou a chama chegar perto do clitóris e o álcool que ainda estava lá se incendiou, invadindo sua boceta. Imediatamente Hans pegou outro pano, este com água e apagou o fogo. Mas ela estava já assustada demais. Em silêncio ela imaginava que jamais sairia dali. Aquele louco a torturaria até a morte e seus pais nunca ficariam sabendo o que aconteceu. Usando ainda o mesmo maldito chicote Hans novamente o fez zunir perto dos ouvidos de Sabrina antes de começar. Agora ele acertava a parte interna das coxas de Sabrina, evitando milimetricamente a vagina. Mas não demorou muito. Logo ele acertava propositalmente a sua racha. Ela não sabe quantas chicotadas foram. Ela estava indo à loucura. A dor era lancinante. A boceta a princípio estava vermelha, depois sangrou, então inchou e ficou roxa. Hans finalmente parou. Chegou perto do ouvido de Sabrina e sussurrou: “Eu vou te soltar agora. Eu espero que, quando eu tirar sua venda e sua mordaça, você se mostre agradecida pelo castigo que recebeu e prove sua submissão me servindo adequadamente. Se você não for boazinha, volta para cá. Entendeu?” Sabrina balançou a cabeça como pode Tornaram a virar Sabrina na posição direita. Soltaram suas correntes, retiraram sua mordaça e soltaram sua venda. Sabrina pode ver dez meninas sentadas nos sofás, sussurando. Jéssica estava sentada em uma cadeira mais para trás. Hans estava de pé na sua frente. Ele deu um passo a frente e lhe deu um sonoro tapa na cara que quase a fez cair. “Ajoelha vagabunda”. Imediatamente Sabrina se jogou de quatro no chão aos pés de Hans: “Obrigado Senhor pelo castigo. Eu sou tua vagabunda. Faz o que quiser comigo”. “Lambe meus pés cadela”. Sabrina passou a lamber os sapatos de Hans como uma cadela obediente. Hans levantou o sapato e lhe ofereceu a sola. Sabrina lambeu como se fosse um picolé. Hans começou a forçar o sapato sobre o rosto de Sabrina e a fez deitar no chão. Pisou no seu rosto. “Jéssica, venha cá”. Jéssica se aproximou. Hans mandou que ela pisasse com a ponta do salto no seio de Sabrina. Ela não se fez de rogada. Com a ponta do salto forçou o seio direito. Hans lhe deu a mão para se apoiar e ela subiu com os dois saltos em cima de Sabrina. Jéssica calçava um sapato de saltos finos e os torcia como quem torce um saca rolhas. Deu pequenos pulos, deixou um dos saltos no seio enquanto oferecia o outro para Sabrina chupar. Saiu de cima dela, foi para o meio de suas pernas e pisou na boceta esfolada. Sabrina gritou, como tinha gritado tantas vezes naquele dia. Hans então se sentou, abriu o zíper, colocou o pau pra fora e chamou: “Vem cá cadela. Mostre pra mim o que a tua boca de puta consegue fazer”. Sabrina correu de quatro para onde Hans estava e abocanhou o pau com volúpia. Enquanto ela o chupava, Hans puxava as correntes dos prendedores nos seios, dava tapas em sua bunda, puxava seus cabelos. Ele não demorou muito para gozar e encheu a boca de Sabrina de porra. Ela queria cuspir, mas sabia que provavelmente seria punida se o fizesse. Antes que se decidisse pelo que fazer, Hans mandou ela abrir a boca e mostrar o líquido nos lábios. “Boa menina, agora engole”. Sabrina engoliu. Hans então puxou as correntes com toda força e arrancou os prendedores de seus seios. Sabrina urrou de dor, tomou os seios nas mãos e se encolheu no chão em posição fetal. Hans se levantou, fechou o zíper e saiu com Jéssica do salão, deixando Sabrina estirada no chão. Priscila se aproximou dela. “Acabou agora. Parabéns. Eu não achei que você fosse agüentar”. Sabrina fuzilou-a com o olhar. “Onde estão minhas roupas? Eu quero sair daqui”. “Calma. Está tudo bem agora. O cliente vai pagar. Daqui a pouco a Dona Jéssica traz a tua parte. Depois um táxi te leva pra casa”. Deram para Sabrina vestir um micro short rosa colante e um boustiê branco. Sair com aqueles trajes na rua com o corpo coberto de marcas como estava era ainda pior do que sair nua. Mas ela já tinha aprendido a lição e não pediria mais nada. Ela só queria sair dali o mais rápido possível. Jéssica chamou-a em seu escritório. Deu para Sabrina trezentos reais e chamou um táxi. Antes de sair, Jéssica a chamou de volta. Ela colocou um DVD no aparelho e apertou “play”. Na tela Sabrina pode se ver em ação: chicoteada, torturada, no chão, chupando o pau de Hans, abrindo a boca, agradecendo. Eram cenas terríveis. “Leve esta cópia de presente. Lembre-se de uma coisa: se alguém souber do que aconteceu aqui, este filme vai parar nas mãos de tua mãe. Entendeu?” Sabrina balançou a cabeça, boquiaberta, sem ação. Ela olhou para o DVD e para os trezentos reais em suas mãos, virou as costas e saiu. O rapaz do táxi não era o mesmo que a tinha trazido, mas não fez comentários. Não cansou de olha-la pelo retrovisor, mas não fez comentários. Quando estava chegando em casa, Sabrina viu pelos carros que a mãe e o padrasto já estavam em casa. Pediu então que o motorista desse a volta no quarteirão. Pagou o moço. Saiu correndo do carro e pulou o muro do quintal do vizinho. Seu plano era pular o muro que dá para seu próprio quintal, esconder-se atrás da garagem e esperar por uma oportunidade para entrar em casa. Sabrina, no entanto, vivia em um bairro nobre e casas boas costumam ter sua medida de segurança. Mal ela tinha caído no quintal e um alarme disparou. Saiu correndo em disparada para seu próprio muro quando ouviu alguém gritar. Sem olhar para trás pulou o muro e se precipitou pela porta da cozinha de sua casa. Rute, a empregada, estava na lavanderia e não a viu entrar. Entrou no quarto da empregada, abriu as gavetas e derrubou as roupas pelo chão. Vestiu uma blusa de manga comprida e um jeans, saiu do quarto e deu de cara com Rute. “Rute, eu não tenho tempo de explicar agora. Eu peguei umas roupas suas emprestadas. Eu devolvo logo”. Saiu correndo escada acima e entrou em seu quarto. Então lembrou que tinha deixado o DVD no carro do taxista.