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Devaneios de Uma Escrava - Cap. 2
Já estava há 10 minutos naquela posição, encurvada sobre a mesa com as pernas abertas e uma brisa suave afagava minhas entranhas. E o senhor sempre que passava por mim desferia uma tapa entre minhas pernas, minhas nádegas já estavam vermelhas, e eu já deveras excitada, o senhor se divertia com minha ansiedade, outra oura passava e apertava meu grelo, ora massageava ate quase eu gozar, mas quando o senhor percebia minha respiração ofegante, simplesmente parava o manuseio e desferia golpes nas nádegas. Meus olhos vendados, e bolero de Ravel tocava alto pra eu não saber precisar seus movimentos.
De repente sinto um gel na região anal, fico esperando ser penetrada, mas o senhor não faz agora, quer me deixar mais ansiosa, vai ate minha boca e coloca seu pênis, o qual chupo avidamente, este muito duro, minha vagina clama por seu sexo, mas o senhor nada faz, sai e me deixa exposta, meus sentimentos e misturam, não sei o que pensar, não sei o que desejar, queria gozar para acabar esta este comichão que me domina. Acaba o bolero, aguço minha audição e noto que esta trocando e desta vez coloca Carminha Burana de Carl Off. Acho linda, fico ouvindo, mas de repente sinto o senhor manuseando novamente meu grelo e desta vez não tens piedade. Aperta, da vários tapinhas nele e sinto molhar tua mão, minha excitação se faz mais presente, sinto-o encostar seu pênis em meu anus, e vai vagarosamente introduzindo. Sinto ser alargada, dilacerada, e continua a apertar meu grelo, parece que o senhor não tem pressa, vai introduzindo cada milímetro, sentindo a contração do esfíncter, quando este quase todo dentro de mim, já estava acostumando com aquele volume invadindo todo o meu ser, e sinto o senhor tirar com a mesma lentidão, e coloca vagarosamente e de repente da inicio ao vai e vem frenético ate chegar a um orgasmo alucinante.
Não me faz gozar de pronto. Deixa-me ali e vai tomar um banho, quando retorna já como o frescor de uma manha de primavera, me tira da mesa, me desamarra. E ordena que eu me masturbe para o senhor ver. Quando já estou gozando, o senhor aperta meus seios e me deixa cair mole saciada. Ordena que tome um banho e me manda preparar um lanche leve pra nos dois, pois a tarde ainda apenas começou.
Depois do lanche, vou ler sentada no chão ao seu lado, o senhor fica no sofá ora interrompe minha leitura para chupá-lo, acaricia-lo, deixa-lo excitado e ofereço meu corpo para que fique inteiramente satisfeito, mas para satisfazê-lo manda-me andar de quatro pela sala, passar pelo senhor, e quando isto acontece o senhor exerce com maestria seu lado sádico e dominador.
Seu celular toca o senhor atende e ordena que sua outra serva já venha preparada. Fico envergonhada quando ela chega e já estou de quatro e com as nádegas vermelhas. Ela trás consigo uma valise, e quando ela chega já tira a roupa e deita no seu colo, fico triste, pois o senhor não me colocou no colo hoje. Então o senhor manda que eu fique de frente para o senhor alisando os mamilos dela. Enquanto o senhor da varias palmadas, e manda que EU conte, e se eu errar, não apanharei mais hoje. Conto com precisão. Ela já esta com lagrimas nos olhos quando o senhor a empurra para que saia do seu colo e me manda acalentar a garota, começo por beijá-la suavemente, o senhor então me chama, quando olho pra o senhor, desfere uma tapa no meu rosto e me manda caprichar. Então começo a beijá-la com certa volúpia, e acaricio os seios dela, nos entrelaçamos, são tantos afagos, apertamos os mamilos reciprocamente gememos, agradamos ao senhor, então o senhor da uma chibatada em cada uma e ordena que desça mais, que aquele sabão lento esta te causando sono. Fico com certo asco, mas não adianta, tenho que quebrar estas barreiras, para agradar meu senhor. Então fazemos um 69 no inicio meio tímida, mas suas palmadas incentiva e muito.
Quando gozamos na boca uma da outra o senhor fica satisfeito. Então manda que fiquemos de joelho para chupá-lo, adora-lo e fazemos e em seguida o senhor pega no peito de cada uma e aperta, massageia, enquanto disputamos cada pedacinho do seu falo. O senhor goza abundantemente em nossos rotos e esfrega a porra na nossa cara, sinto minhas entranhas novamente inchar e o senhor percebe. Fala esta cadela esta no cio hoje e me pega e introduz os dedos e vai estocando minha vagina sem piedade, gozo enquanto a outra cadelinha morde aperta meios seios.