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Uma Lição...
É uma tarde de sexta-feira. Como sempre eu deveria sair do trabalho que largo ás 12:30h e ir direto pra Casa. Minha Dona não trabalha na sexta.
Meu celular estava sem crédito e acabei ficando agarrada com tanto trabalho a fazer.
Terminei ás 13:30h e decidi almoçar perto do hospital tamanha fome estava. Mas cometi o erro de esquecer que "eu" não decido nada, Ela, minha Dona, é Quem decide tudo na minha vida.
Peguei o ônibus ás 14:30h e cheguei em Casa por volta das 15:20h.
Parecia não ter ninguém em Casa. Guardei minha mochila e percebi que minha Dona estava mexendo no pc, e não dormia como de costume a essa hora.
A expressão do rosto Dela, eu o conhecia bem...
Modificado, a face Dela estava tensa. Fiquei assustada...
- Onde você estava?
- Me perdoe minha Senhora. Houve imprevistos... Não tive como avisa-La...
Ela olha pra mim e o olhar me dizia para me colocar na posição, onde era o meu lugar, aos seus pés.
- Não tinha como me avisar? Não tem celular? Não sabe mais o telefone aqui de Casa?
- Sim minha Senhora mas...
- Silêncio!!
(Plaft) levara um tapa forte no rosto... Tão forte que meu rosto ficou marcado...
- Me perdoe... Me perdoe por favor minha Senhora... (plaft)
- Eu não mandei ficar calada? Tire a roupa.
Ela vai na bolsa onde guarda os "brinquedinhos" e pega algemas, cordas, balgag, e vendas. Ela venda meus olhos, coloca a baldag na boca, algema minhas mãos e prende minhas pernas separadas com as cordas....
Eu começo a suar. Minha Dona estava muito alterada, e com razão... Eu havia A desobedecido, e ELa não suporta isso. Ela não perdoa... Sinto algo prendendo meus mamilos e seios. Dói.... Mas fico calada. Sinto cera quente caindo em meus braços, nos seios e como isso arde!!!
- Você por acaso tem autorização de ficar andando por ai fora do horário do trabalho?
Balanço a cabeça respondendo que não.
- Então, por que andou por ai, como uma cadela sem Dona?
Ela pega cera quente e joga sem dó na região pubiana e na clitoris.... Urros de dor ecoam no quarto... Tento dizer algo, implorar perdão, mas com a gag não dá pra falar nada.
- Eu disse que as coisas estão diferentes pra gente. Disse que não deixaria passar mais nada e que seria mais radical com você, e você não acreditou, não foi?
Balanço a cabeça negativamente, Ela puxa meus cbelos bem fortes, me dá outro tapa forte, e outro e aperta os seios tão fortes e as lágrimas molham as vendas.... Novos urros de dor...
- Eu quero ver a dor em teus olhos...
Me tira as vendas e vê meus olhos cheios de lágrimas e vejo em Teus olhos o sadismo crescendo mais e mais...
- Vou te ensinar a sair por ai sem me avisar, sem ter autorização, quero ver se isso vai se repetir...
Ela sai, e logo volta com algo que outrora fora um prazer, mas pelos olhos Dela, agora não seria prazer... A faca, bem afiada, brilhava em Suas mãos, como se refletissem Teu sadismo...
Sinto o frio da lamina passeando de leve em meu corpo...
Mas...
De repente, ela pega uma toalha e coloca abaixo, nas minhas costas, na região do ombro... A faca passeia, e um pouco mais profundo, o frio agora em minhas costas era molhado, e em minha face também mais molhados... Nas costas pingavam gotas de sangue e nos olhos, lágrimas de dor... Ela puxa os prendedores com força dos seios e dos mamilos, novas lágrimas de dor rolam na face...
Ela morde os seios, aperta eles com força e lágrimas, e urros e novos tapas na cara:
- Silêncio! Você está vendo o preço de sua desobediência minha cadela? Está vendo?
Balanço a cabeça, mas ainda nada posso dizer... Ela pega o consolo que gosta de usar, e como outra vez Ela fez para meu prazer, agora Ela somente queria minha dor... Ela penetrava com tanta força, e eu com as pernas presas, nada podia fazer, a não ser chorar de dor, e meu olhar implorar perdão... Ela penetrava, e as vezes mordia meus seios, Ela usava toda a propriedade Dela e mostrava o preço que estava pagando pela minha desobediência, pelo meu deslize...
Quando termina a penetração, Ela tira a gag da minha boca, e me manda ficar calada. Ainda eu não teria permissão para falar. Ela pega o chicote do consolo e começa a chicotear as pernas, os seios,a barriga, a coxa, e entre as minhas coxas...
Eu implorava perdão, implorava misericórdia, e Ela grita comigo:
- Quem deixou você falar alguma coisa?
- Me perdoe minha Senhora! Me perdoe, mas dói demais!!!!!
- Eu não estou te perguntando isso! É pra doer mesmo!!!! Esta vendo o que dá desobedecer?
- Me perdoe minha Senhora, me perdoe por favor...
Outro tapa... E outro.... E outro... Lágrimas... Ela aperta novamente os seios, e continuo a chorar, e a urrar de dor...
- Se não ficar calada vai ser pior pra você!
- Eu não estou conseguindo minha Senhora...
Não estou... Dói demais... Está além de mim....
- Ah é? Está além de você? Vou te mostrar o que está além de você! Agora já não me importa mais os seus gritos de dor! Mas eu agora só vou parar quando eu me cansar de punir você! Quem mandou ficar desobedecendo até no castigo?
Ela chupa meus seios com tanta força... Ela os morde até sentir um gosto diferente saindo deles... Sangue... E Ela não para... E eu chorando... Implorando...
E Ela:
- Isso minha cadelinha! Chore mesmo! Implore! Porque está me enchendo de tesão!!!
Ela levanta, pega uma luva, passa gel e penetra meu canal natural com tanta vontade que os urros de dor espalham-se pela Casa abafados pela música que passa no som... Eu gritava, mas já não sabia se era pela dor, ou pelo prazer daquele fisting, mas doia muito...
E dessa vez, eu não podia acariciar minha clitoris... A dor vinha... e Ela fazia tão forte, com tanto desejo... Até se sentir satisfeita...
Tira as luvas e pega as agulhas... Coloca todas agulhas espalhadas pelo meu corpo, nos seios, nos braços, nos lábios do meu canal natural...
Pega novamente a faca, puxa meu cabelo com força e sinto as agulhas puxarem um pouco...
Ela pega e grava Seu nome nas minhas costas grande, e o sangue escorria um pouco...
Ela tira as agulhas e taca alcool para doer mais... E passa mais alcool... Ela me pega pelo pescoço, segura a faca do lado do pescoço e aperta a mão no pescoço... Começa a me sufocar... Ela me pergunta de Quem eu sou, a Quem eu pertenço.
Eu respondo que sou Dela. Que pertenço a Ela.
Ela me diz que se quiser, Ela pode me tirar a vida, e que se eu compreendia isso. Eu respondo afiamando que sim. Que sabia disso. E me sentia sufocada, com dificuldade de respirar... Ela me pergunta a Quem meu corpo e minha alma pertencem. Eu digo que a Ela,e somente a Ela.
Pergunta se eu posso fazer algo no meu corpo sem a autorização Dela e respondo que não, que nada posso fazer sem Ela me permitir e que eu era ciente disso. E que só Ela tem a posse do meu corpo, da minha alma e do meu coração. Ela ainda pergunta, segurando mais forte meu pescoço a Quem minha dor pertencia e para que eu estava ali. Eu respondia que a minha dor pertence a Ela e que eu estava ali para dar prazer a Ela, para honra-La, respeita-La e ama-La acima de tudo e de todos...
Ela solta meu pescoço, eu caio ao chão e Ela me puxa pelos cabelos... Me venda novamente os olhos e logo sinto algo bem grosso penetrando meu vaso natural. E novamente Ela pergunta de Quem pertence a minha dor.
Novamente respondo que a Ela, que eu estava ali para dar prazer a Ela... E Ela aperta tão forte aquilo dentro de mim, que gemo de dor, e Ela penetra tão profundo e tão forte e as lágrimas novamente caem da minha face...
Ela penetra forte e fundo aquilo em mim, e eu agradecendo a Ela por eu pertencer a Ela. Ela tira, pega o outro e o penetra forte e fundo também, e a dor ainda mais intensa... Eu choro, mas já não tenho mais "cara" para implorar que pare... Até um certo momento...
Quando eu achava que eu não aguentava mais, eu implorei que parasse... E disse a minha safe, que sempre que eu não aguento mais, eu devo dizer, só assim Ela para. Mas Ela vira para mim e me pergunta:
- Quando a safe não tem valor?
- Nos castigos minha Senhora...
- E o que isso é?
- Um castigo...
E as lágrimas caiam... E Ela continuava, não parou nem um minuto... E assim aprendia a minha lição de que jamais voltaria a cometer um deslize... O que um simples telefonema poderia evitar essa tarde de dor.
Assim via novamente que com minha Dona, tudo é diferente, e que eu sou propriedade exclusiva Dela, e que os castigos Dela são para nunca esquecer dos erros, e que eu sou DELA com todo ORGULHO e PRAZER...
Sou Tua escrava, Tua submissa, Teu amor...