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De Rainha à escrava II

Senti o chicote do meu Dono,uma e outra vez, marcando, acariciando o meu corpo. Uma mistura de medo, surpresa e dor impedia-me de pensar direito. Então, senti a Sua mão de novo meiga, acariciando, mimando as marcas doridas. -Agora levante bem esse rabo cadela e ofereça-se ao seu Dono! Obedeci, e logo gritei quando me senti invadida pelo meu Senhor, uma dor imensa que me trespassava corpo e alma. Pedi, supliquei que parasse mas o meu Dono ordenou que ficasse quieta, acalmou-me e entrou todo dentro de mim. No meio da dor, comecei asentir prazer, o prazer de servi-Lo! Chorei, gemi, tentei fugir enquanto sentia todo o enorme tamanho do meu Senhor dentro de mim, rasgando, violando, tomando sem piedade aquilo que Lhe pertencia. Nunca fora tão magoada, mas tambem nunca me tinha sentido tão mulher! De seguida, fizemos amor e ali nos braços do meu Dono, senti-me compensada por toda a dor, por todo o sofrimento que tinha passado. O meu Senhor levou-me então a almoçar. No restaurante, para minha vergonha e humilhação, recebi ordem de entregar a calcinha na mão Dele. Meti a mão por baixo da saia e obedeci, entregando-a por cima da mesa nas Suas mãos. Fomos de seguida passear de mãos dadas, eu sentindo a cada passo a excitação e desconforto de caminhar molhada sem calcinha. No shopping, entramos no elevador... Senti-me empurrada na parede e a mão do meu Dono levantando a saia, entrando na minha ratinha molhada... - Você é uma putinha desavergonhada, a minha cadelinha com cio, ou vai dizer que não? Vá, quero ouvi-la dizer o que é! Baixei a cabeça e respondi que era a puta, a cadela do meu Denhor, que seria Sua escrava enquanto me aceitasse e quisesse. Nesse dia,quando voltei para casa, magoada, marcada, quase nem conseguindo ficar sentada, compreendi que nunca mais seria a mesma .Ali estava eu, a mais orgulhosa das mulheres, voluntariamente transformada em escrava, e feliz por isso! Este fora só o dia da minha iniciação.