Back to Browse

A Obra do DR OSTROVISK

capítulo 1 - o início Já estava com 34 anos, a barriga assumia formas arredondadas e despontava para fora da calca, e já era perceptivel no volume da camisa. A calície não deixava dúvidas que seu tempo de transformação não era mais possível, mas alimentava ainda no fundo sua fantasia: ao menos uma vez na vida sentir o prazer de ser mulher. Sentia sim uma atração por mulheres, namorava algumas, mas sua fantasia permanecia guardada, e sempre que podia passava horas nas salas de bate-papo brincando de ser femea. Mas sabia que não era mais possível, olhava as traestis nas páginas de sites e as mulheres com quem se relacionava e as desejava mais na tentativa de se elas do que de as ter. Não sabia porque mas os seios enormes, as grandes nádegas, os corpos exagerados e delicados o atraia, e sonhava sonhava muito em um dia ser igual a elas, e nesse dia então poder sentir em si o prazer que proporcionava aos outros. Mas sabia, a cada novo amanhecer que não seria mais possível isso, estaa velho, havia criado raizes, seus medos minavam sua coragem, e por isso ficava preso em suas fantasias. Mas mesmo assim brincava, brincava com suas impossibilidades, e deixava nas páginas de anúncios um pedido de socorro, como uma princesa presa numa torre, jogava seus bilhetes escritos com tintas que sumiam na chuva. E nos seus sonhos sonhava com um principe que escalaria a torre que o prendia e o levaria, após um beijo salvador que rasgaria sua casca grossa revelando a delicada mulher que habitava seu interior. Ano após ano brincou assim, mas nunca havia realizado suas fantasias, as respostas eram sempre vazias e sem continuidade, e por isso começou a exagerar nos seus pedidos. Desespero, pois tinha a certeza que seu tempo havia passado. Certo dia, num site de relacionamentos de fetiche na Russia colocou um anúncio radical, onde se doava para ser sequestrada por mafiosos e transformado em mulher, cabendo a seus algozes o direito sobre seu destino. Finalizou seu anúncio com seu endereço e teefone, Desligou o computador e deitou-se rindo de sua estupidez. Quem nesse mundo levaria aquele anúncio em consideração? que mundo pensava que vivia? mas sabia que fantasias eram fantasias, e na falta de realidade aquilo o fazia sentir prazer. Os dias seguiam normalmente, o anúncio como esperado não obteve resposta, foi só mais uma carta jogada ao vento, apagada pelo tempo. O tempo se arastava, e ele representava seu papel de homem num mundo no qual não acrditava mais fazia muito tempo. As mulheres continuavam o atraindo, mas não como ele imaginava que atraia outros homens, e os homens ele os tinah como amigos, sabia que qualquer coisa diferente o deixaria mais infeliz. Não se sentia homem nem gay num mundo repleto de rótulos. Nos últimos dias, cansado de correr atrás do vento, resolveu que devia tentar ser normal, conhecer uma garota e quem sabe até esquecer de vez esse desejo maior. Como que por encanto mudou para o mesmo andar do seu prédio uma moça que chamou muito sua atenção. Loira, olhos claros, pele branca, aparentava ter seus 26 anos, trocaram olhares, ela correspondeu. Boa tarde, seja bem vinda. Obrigada, estou gostando muito daqui. Sua voz carregava um sotaque, mas isso a deixava mais atraente. Olá, você é nosso vizinho. Foi um choque aquela voz grossa, de um homem de idade avançada e corpulento. Boa tarde senhor, estava desejando para sua... Minha filha, como é seu nome filho? Pedro e o do senhor? Igor, e minha filha se chama Sacha. Muito prazer, é bom ter vizinhos novos. Gostou de seus novos vizinhos, e pensou que esse era o sinal para a mudança, deixar aquelas fantsias de lado, e tentar investir em algo real, estabilizador. Se existisse outra vida ai tentaria ser mulher, porque nessa parecia que não existia mais a possibilidade. Os dias se passaram e Pedro se aproximou do pai e da filha. Eram poloneses, haviam morado nos Estados Unidos, Espanha e Itália e agora estavam no Brasil, ele a negócios e ela acompanhando o pai viúvo. Virou companheiro do velho nas partidas de Xadres, e amigo de Sacha na descoberta de São Paulo. As paridas de Xadres aos poucos se tornaram momentos de conversa, onde o velho contava sua vida e Pedro aproveitava para falar de seus interesses na intensão de impressionar o Igor e facilitar seu namoro com Sacha. Sacha era linda, esperta, e ao mesmo tempo maliciosa e inocente, Isso encantava Pedro. Os dois a cada dia ficavam mais próximos e Pedro certo dia encontrou o caminho dos lábios da moça. Sonhou a vida toda com um principe e agora estava lá com uma princesa. ela correpondeu e os dois começaram um caso que explodia de tesão a cada dia. Mas Pedro sabia que algo estava errado, parecia que ela sabia de suas fantasias, o acariciava como uma mulher, pedia sua ajuda para escolher roupas, isso o deixava frustrado, mas não era nada disso, pensava, impressão, mania de persegição de minhas fantasias, ela não sabe de nada, e quando a tiver como mulher reforço minha masculinidade e tudo bem. Quer uma bebida amor. Hoje a casa é nossa meu pai foi viajar e vai ficar fora até amanha. Pedro sabia o que ela quis dizer, e aceitou a bebida, precisava relaxar para aquele momento. Sua cabeça girou levemente, ela sentou a seu lado, acariciou seus cabelos, deu um pouco mais de bebida. Ele sentia o mundo girar, estava flutuando, ela o carregou pelo braço, o despiu, o chamou de Irina, ele tentava reagir, mas se deixou levar. Nú ela o levou ao banheiro. Vamos Irina, minha fofa. Você sabe de tudo então. Me conta mais. Contar o que? Sobre quem você é de verdade, sem essa armadura de homem. Enquanto o depilava, ele contou suas fantasias nos seus mais intimos detalher, e encorajado por Sacha, gesticulava como uma mulher. Tentava resistir, mas algo o fez soltar tudo o que estava preso dentro dele. Quando acabou de passar a gilete pelo seu corpo, o levou para o quarto, e Pero continuava falando e falando de sua anos de fantasias reprimidas. Nem se deu conta de que estava maquiado e com as unhas pintadas, vestindo uma cinta que afinava sua cintura, dando formas femininas ao vestido tubinho que vestia e a sandalia sem salto que completava seu visual. Pena, pois não lembraria como se entregou pela primeira vez a um homem, gemendo enquanto Igor o penetrava ferozmente. Ainda tentou perguntar se ele estava viajando, mas seu desejo era grande demais, a bebida o havia enfeitiçado e transfrmado ele na mulher que sempre sonhou. O sol bateu no seu rosto, sentiu algo apertando sua barriga, lembrou de um sonho estranho, de Sacha, de seu pai, de suas fantasias secretas. Abriu o olho e estava no chao da sala do apartamento de Sacha, tomou um susto, estava vestido de mulher, não era um sonho. Correu para o quarto, mas não havia ninguém. O apartamento estava vazio, as roupas haviam sumido, ficou assutado, vestiu suas roupas e foi para seu apartamento. Estava louco, será que era do anúncio, era muita coincidência, russos, pareciam saber de suas fantasias. Não podia ser era impossível. Mas e se fosse porque foram embora? Talvez não tivessem gostado dela. Estava confuso, era sábado. Deitou e descansou. Os dias passaram o o apartamento continuava vazio, o porteiro não sabia de nada, os móveis foram deixados no local, e o apartamento não havia sido colocado para alugar. Algumas vezes sentia que estava sendo observado, ms depois de alguns meses havia esquecido o ocorrido e tentava levar sua vida normalmente. Certo dia recebeu um embrulho entregue por um garoto na rua. Senhorita Irina é para a senhora. Entergou o pacote e sumiu. Assutado ele lembrou do nome Irina, o nome que Sacha o havia chamado, mas era tarde demais o garoto sumiu como apareceu. levou o pacote para casa e deixou alguns dias, não abriu, tinha medo. O telefone toca. Olá quem fala. Abra o pacote Irina, quem deseja realiza. A voz feminina do outro lado desligou. Abriria o pacote. Ele começou a gostar da brincadeira, assustado e cheio de desejos ele abriu e encontrou um DVD e fotos suas, fotos vestido de Irina, sendo femea de Igor, e no DVD ele sendo penetrado por Igor e por Sacha, que não era mulher, mas sim uma travesti. Ficou apavorado, e se aquele material fosse para na internet? Assitiu mais algumas vezes o filme e descobriu que era uma cópia que se apagava sozinha, as fotos após alguns dias também haviam se apagado. Andava assustado, o medo tomou conta dele, em que havia se metido. Estava velho, gordo e calvo o que poderiam querer dele? Estva ridiculo de Irina, o que poderiam querer dele então, se perguntava repetidamente. O rádio chamou seu taxi para pegar um casal nas proximidades do aeroporto internacional. Um dinheiro bom, daria para ganhar um dinherio extra e sempre tinha boas gorjetas em viajens assim. Devia entrar na área de jatos particulares, algo pouco comum, pois geralmente usavam motoristas particulares, mas para que pensar contra a sorte quando ela no sorri. Chegou e o avião estava parado, um homem se aproximou do carro e solicitou que o ajudasse a tirar umas bagagens do jato, e como estimulo ofereceu uma gorda gorjeta, entrou no aviao, se agachou para pegar a mala, estava bem pesada, setiu uma pancada forte na sua cabeça, desmaiou. Do avião saiu uma mulher e um dois homens, um vestia a roupa de Pedro, ficaram no avião os pilotos, Pedro nú, Sacha e Igor. O taxi foi abandonado numa estrava havia manchas de sangue nos bancos, sem corpos, roupas espalhadas. Pedro deixava de existir. capítulo 2 - vida nova O lugar era de mata fechada, a trilha estreita, andava descalço, correntes nos pés e nas mãos, a frente Igor o guiava. Agora era chamado de Irina, vestia a cinta que afinava sua cintura, um cinto de castidade, uma peruca loira, um vestido de alças finas que ia até a altura do joelho. Caminhavam assim durante muito tempo, Igor passava o dia aplicando injeções e dando comprimidos para Irina, sabia que fazia tempo que estava vivendo assim, sentias no peito um pequeno volume e estranhava estar muito emotivo, sabia que Igor estava dando hormonios para ele. Seu desejo havia sido realizado, era mais dura aquela realidade que a fantasia, sentia medo, mas aceitava aquilo, mesmo não sabendo onde chegaria. De acampamento em acampamento de homens sujos perdidos no mato atrás de riquezas, Igor alugava Irina, ela ainda era ridicla, mas servia aos propósitos sexuais daqueels homens. Vinte, vinte e cinco homens chegou a atender num dia. Tinha no corpo as marcas da violencia daqueles brutos, privado de prazer no penis aprendeu em pouco tempo e com tantos clientes a dar a eles o que osdeixava felizes, reboladas, gemidos, sussurros, a gozar enqanto se apanha. Igor a disciplinava na arte de servir aos homens, a adestrando e prometendo que dias melhores viriam, bastava que ela soubesse aprender a conviver com esses novos dias. Seus seios já estavam pontudos, sua pele macia, estava magra pela caminhada, seus pés calejados. Já havia se acostumado aos homens sujos e seus penismal lavados, carregava na pele as marcas de muitos dele, mordidas, chupoes, dentes quebrados por tapas, cigarros apagados nas pernas. Mas aprendeu a gostar e só de ver um homem, já sabia se insinuar, arrumava o cabelo, dava um jeito no vestido, um olhar malicioso. Nossos chefes estão felizes com voce Irina, voce nesse tempo nos deu muitas felicidades, atendeu muitos homens, foi obediente, e agora chegou a hora de partirmos. Irina deixou de ser Pedro definitivamente, não sabia para onde iria, mas sabia que nunca mais sua vida seria diferente daquilo, seu destino era esse, feia, ridicla, mas com com aquele homem mandasse ela deitar ela obedeceria. Viajou num navio Grande, presa numa gaiola com outras iguais a ela e algumas mulheres. Algumas morreram na viajem e seus corpos sumiram. Os hormonios nunca faltavam masera pouca comida e água,e essa era trocada com os marujos por sexo. Mas ela tinha que sobreviver. Sentia a falta dos dentes da frente, que perdeu de tanto apanhar dos garimpeiros na selva, mas isso ajudava com o sexo oral nos marujos, que riam muito dela, mas sempre trocavam comida pela sua boca macia. capítulo 3 - uma nova chegada Irina ficou deslumbrada com a casa, cercada pela floresta e neve numa região afastada da Russia. Olhou para a casa e imaginou que estava longe de seu apartamento, fazia tempo que não lembrava de sua antiga vida, lembrou da floreta que deixou meses antes e pensou, o que será agora, guerilheiros, terroristas, mas o que fosse encararia com naturalidade, era mulher agora, e era o que importava, só devia pensar em agradar seua homens, acariaiou seus seios e entrou na casa com as outras garotas. A casa tinha na entrada um corredor enorme, que as chocou, umas choraram, outras ficaram estéricas, se batiam, tentavam correra e se derrubavam presas a mesma corrente. Irina ficou petrificada, nunca tinha visto algo assim. eram corpos de travestis numa especie de empalhamento, parecia vivas, mas olhando seus olhos não se via mais vida, era um choque, será que era isso que faziam ali? iriam matar a todas e pronto? Os seguranças utilizando a força as deixou quietas e as conduziu para uma sala onde foram bem tratadas, banhos quentes que uma dava nas outras, roupas limpas, perfumes, maquiagens. elas esqueceram o horror visto no corredor e se deliciaram com seus novos corpos, todos marcados pela volencia que viveram nos testes iniciais, mas felizes, eram sobreviventes, riam sem dentes umas para as outras, tentavam entender o que falavam em suas diversas linguas, percebiam que não tinham mais ereção, a castração quimica funcionou em todas, altas dosajens de hormonio as deixou sem ereção, e então mediam e comparavam seus atrofiados penis. Comeram, se arrumaram e muito tempo depois um homem entrou, distribuiiu fones para todas e elas escutaram uma mensagem: Olá garotas, sejam bem vindas a nossa humilde casa. Voces não estão aqui forçadas, foi apenas um desejo de voces todas realizado, voces pediram isso, e aqui estão. Na entrada voces se assustaram um pouco, mas não era preciso, aquelas são nossas gerações anteriores de travestis escravas, muitas apesar da aparencia jovial morreram com mais de cem anos, e por isso preservamos seus corpos numa técnica moderna de taxideermia, fazemos um grande investimento em voces, cirurgias, transfomrações e esperamos resultaso com isso, voces são nosso produto, contruiremos voces e por isso mesmo depois de mortas nos continuamos lucrando com seus corpos, os vendendo para colecionadores de corpos e necrofilos, que poderão usufruir de voces mesmo sem vida. Irina gostou da ideia, ser eterna, bela e puta. Levantou e seguiu as meninas para outras salas, pequenos centros cirurgicos. Sabendo de suas preferencias, colocaram em Irina 3 L de silicone em cada seio, 450 ml em cada lado do bumbum, engrossaram suas coxasdeixando o tornozelo fino, implantes de dentes, de cabelos, redução e amarração da barriga, implantes e modificações faciais. Os cuidados eram grandes, afinal a partir daquele momento a empresa devia cuidar bem de seus produtos, o processo cirurgico era longo e demorado, dia apos dias, recuperação e novos procedimentos, e apos quase um ano de procedimento e internação, a cirurgia de mudança de sexo. Agora Irina era uma mulher de verdade, uma cavala, escrava que devia sua vida aquele homens, e sabia agradecer por isso, abria sua perna para todos os homens que mandavam, acariciava seus clientes com seus seios, apanhava e agradecia e quando a deixavam dormir, por conta propria colocava o vibrador em sua vagina e dormia feliz. A empresa lucrava muito com elas, filmes, prostituição, casas de strippers, e outras modalidades garantiam o retorno do investimento. (continua....)