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Era a primeira vez que ia num estúdio fotográfico e estava, visivelmente, constrangido. Pensara várias vezes em ir até lá. O dinheiro que ofereciam nos anúncios que via em revistas era tentador. Mas, jamais levara a sério a possibilidade de se tornar um modelo fotográfico, muito menos de ficar semi-nu diante de uma câmera. É verdade que cultuava seu corpo. Gostava de malhar e esculpira um corpo bem definido: musculoso mas sem exageros. Freqüentara a academia assiduamente e, quando ficou sem trabalho e sem dinheiro, passou a exercitar-se em casa. Gostava da sensação do esforço físico, do suor que lhe escorria pelo corpo. Em casa, se exercitava olhando no espelho. Seu narcisismo chegou a ponto de passar a fazer os seus exercícios apenas de sunga. A sunga foi ficando cada vez menor, para que pudesse ver cada músculo trabalhado, cada curva percorrida pelo suor. Até que, passou a usar apenas um suporte atlético. Aquilo começou a lhe excitar também. Por muitas vezes chegou a ter ereção durante os exercícios, enquanto olhava sua imagem masculina em esforço físico refletida no espelho. Mas, era um narcisismo solitário e não revelado. Agora, ele estava lá. Naquele estúdio pequeno no centro da cidade. Além dele, apenas a secretária, uma negra de curvas generosas que tentava mostrar certa seriedade por trás de seus óculos, o que parecia ridículo para uma mulher que usava um decote avantajado e uma mini saia tão curta com saltos altos. Depois de esperar alguns minutos, ela pediu que entrasse. O escritório era também um estúdio. Em um canto, estava montado o pequeno set para fotos, com um pequeno fundo infinito, alguns refletores e uma câmera de fotografia digital e outra de vídeo. É claro que ele não entendia nada de equipamentos. Mas, mesmo ele, podia perceber que tudo era muito simples. Na sala estavam dois homens. Atrás da mesa, sentado em uma grande cadeira de tecido já desbotado pelo uso, estava o que parecia ser o dono do estúdio. Um sujeito alto, forte e de barba cerrada. A camisa de seda aberta no peito revelava, além do tórax protuberante, um cordão de ouro de gosto duvidoso. Aliás, ali tudo era muito duvidoso. O outro homem mexia no equipamento e parecia ser o fotógrafo ou iluminador. Também era alto, um pouco mais magro, sem barba. Mal ``E´´ entrou, abriu-se uma porta e surgiu do banheiro, usado também como camarim, outro homem. Só que ele estava praticamente nu. Vestia apenas umas tiras de couro trespassadas sobre seu peito liso e definido e uma pequena tanga fio dental de vinil preto. Ele estava maquiado, percebia-se até o batom preto nos lábios, unhas das mãos e pés também pintadas de preto, gel no cabelo comprido, cuidadosamente desalinhado e lhe caindo em frente ao rosto. Seu corpo era inteiramente depilado, até mesmo na virilha, pernas, nádegas e em volta do sexo. Ele estava terminando de passar um óleo no corpo, que ressaltava suas linhas generosas, quando entrou na sala e lançou um olhar para ``E´´, que acabara de chegar. Foi nesse instante, sem muita cerimônia, que o sujeito que parecia mandar, o barbudo, lhe indicou o banheiro de onde saíra o rapaz semi nu e mandou que ele deixasse lá as suas roupas. Ele hesitou. O homem insistiu: ``Precisamos ver esse corpo antes de saber se você serve. Vamos lá. Não temos o dia todo. Você quer ou não quer esse dinheiro?´´ Ele obedeceu sem dizer uma palavra. Tirou toda a sua roupa, menos a sunga. Não sabia porque, mas estava excitado. A sunga segurava um pouco o volume do pênis rígido. Assim, só de sunga, voltou a sala. O barbudo ficou enfezado: ``É surdo? Eu falei pra tirar toda a roupa! Tira logo essa sunga, rapaz!´´ Tentou argumentar apontando para o outro modelo que usava um tapa sexo. ``Mas ele...´´ O barbudo não deixou que terminasse: ``Ele nós já conhecemos. Você é quem está procurando trabalho! Tira logo essa cueca. Ta com vergonha da gente, é? A gente ta acostumado a ver homem pelado, porra!´´ Ele foi tirando a sunga lentamente, mas não conseguiu disfarçar a ereção. ``Tava com vergonha porque tava de pau duro? Relaxa. De pau duro é até melhor.´´ Comentou o sujeito que parecia o fotógrafo. ``Dá uma volta´´, ordenou o barbudo. Ele obedeceu. ``Tudo bem - sentenciou o homem – Mas tem muito pelo. Vai ter que raspar. Tudo!´´ ``Agora?´´ Ele perguntou intimidado. ``Se quiser o dinheiro hoje...´´ Respondeu o chefão mal humorado. ``Mas, como?´´ Perguntou sem jeito. ``Deita ali´´ - Apontou para uma cama dessas de massagista encostada na parede. Depois, olhou para o modelo: ``Você raspa ele?´´ Ele respondeu com um sorrisinho: ``Sem problema´´. Ele foi até a maca e se deitou. O outro modelo pegou um frasco de espuma para barbear e espalhou no seu tórax, enquanto aproveitava para acariciar o seu corpo. ``Você toma bola?´´ perguntou. ``Não´´, ele respondeu sem graça e com a voz trêmula. ``É por isso´´. Disse. Isso o que, ele quis saber. ``Que você tem esse corpo tão bonito. Natural é sempre mais bonito´´. Nesse momento, de propósito, ele espalhou o creme sobre os seus mamilos, deixando-o visivelmente excitado e sem graça. ``Agora, eu vou passar o aparelho. Não se mexe pra eu não te machucar.´´ Disse isso e foi raspando delicadamente todo o seu peito, abdômen. Depois, espalhou na parte frontal das coxas e também depilou tudo. ``Agora, você precisa abrir as pernas´´. Ele abriu, mas apenas um pouco. ``Vai ter que ser bem mais do que isso´´. ``Abre logo essa porra´´ – gritou o barbudo. ``Não tenho o dia todo, caralho!´´ Completou. - O rapaz está constrangido, não reparou? E isso aqui não é tão rápido. Porque, enquanto eu termino aqui, vocês não descem e tomam um café? – sugeriu. - Você tem dez minutos. – respondeu o barbudo. E ele e o fotógrafo saíram. - Agora, você pode ficar mais relaxado – sentenciou o modelo. Ele espalhou a espuma na parte interna das coxas dele e raspou tudo com o aparelho de barbear. Em seguida, passou a espuma na virilha dele e também raspou. Começou a passar a espuma nos seus pentelhos em volta do seu sexo. - Aí também? –perguntou. - Ele disse tudo! Olha como fica. Deu um passo para trás, e afastou um pouco o tapa sexo, mostrando a área inteiramente depilada. Pegou a mão dele e a colocou na sua virilha. - Vê como é lisinho? Fica ótimo nas fotos. Terminou de passar a espuma e começou a raspar com delicadeza. - Não se mexe para eu não te machucar. Ele ficou muito excitado, mas procurava pensar em alguma outra coisa. Não entendiam, nunca tinha se excitado assim com outro homem. Depois que o modelo raspou em volta do seu sexo pediu que ele abraçasse as suas pernas para que ele pudesse raspar também o seu rego.Ele perguntou se era necessário. Ele respondeu: - Ele disso tudo, lembra? Ele obedeceu, e ficou com o seu rabo bem aberto para que o modelo pudesse espalhar a espuma em todo o vale entre as suas pernas passando pelo seu anus e indo até o início das nádegas. Com cuidado, o modelo raspou todo o rego, o cúzinho, a parte traseira das coxas, tudo. Depois, pediu que ele ficasse de quatro sobre a maca. ``De quatro?´´, ele retrucou. - Como você quer ficar com uma bunda lisinha? – respondeu. Ele ficou de quatro, como o modelo mandara. E o modelo aproveitou cada segundo que teve de contato com aquela bunda, acariciando-as duas nádegas para passar a espuma de barbear, afastando-as para raspar bem no encontro das duas. Enquanto raspava, quis saber se era a primeira vez que ele posava para fotos. Depois, se ele era gay. - Claro que não – respondeu irritado. - Tudo bem. Não quis ofender. Eu também não sou. Apenas sou profissional. - E dá para ganhar dinheiro? Perguntou. - Depende do quanto você é profissional. Depois, pediu que ele se deitasse de frente, novamente. - Não acabou? - Ainda falta o seu saco. - Até isso? - Ele disse... - Eu sei, tudo! Ele se deitou. O modelo espalhou a espuma em volta do seu saco. Então, segurou seu pênis. Ele se mexeu incomodado. - Calma. Se não segurar, não tem como terminar isso. Você não quer que termine logo? - Acaba logo com isso. Ele segurou, então, com mais força. O pau dele foi endurecendo, enquanto ele raspava em volta de todo o saco. Após terminar, pegou uma toalha e começou a passar de maneira insinuante sobre o tórax dEle. Depois, pelas pernas e, finalmente, em volta do sexo. Segurou o seu pau novamente, e tirou a espuma lentamente. Aproximou-se bem do seu pau, aquela altura, bem duro. - Ficou bem lisinho. – Sua boca estava bem próxima da cabeça do pau dele. - Talvez eu devesse experimentar pra ver se ficou bom. - Disse isso e meteu o pau dele dentro de sua boca. Ele tentou reagir, mas estava excitado demais para isso. Enquanto segura o pau dentro de sua boca com uma das mãos, com a outra, começou a acariciar os mamilos dele. O modelo chupava o pau dele de uma maneira incrível, como nenhuma mulher havia feito antes. Ele estava prestes a gozar, quando a porta se abriu e entraram o barbudo e o cara que parecia ser o fotógrafo. - Pelo visto, vocês já estão prontos. Ele se levantou num susto. - Foi ele que... - Não precisa me dar satisfação da sua vida, rapaz. Vamos ao trabalho. O barbudo abriu um armário, remexeu numas gavetas e jogou o que parecia ser um colant vermelho para ele. - Vista isso – ordenou. O colant, na verdade um bodie, era algo tão pequeno que ele nem sabia direito como vestir. Era como um tapa sexo, fio dental com suspensórios. Ele o vestiu. Na frente, ele tinha espaço apenas para o seu sexo, deixando boa parte da área em volta, agora depilada, a mostra. Atrás, ele se perdia no meio de suas nádegas, voltando a aparecer em um pequeno V que saia de sua bunda e subia pelas costas, passava pelos seus ombros, descia pelo tórax, roçando em seus mamilos, e terminando nas tiras da parte frontal do tapa sexo. O fotógrafo pegou um borrifo de água e jogou sobre o seu corpo nu. Passou um gel em suas mãos e desalinhou os cabelos de ``E´´. - Você sabe fazer uns exercícios? – perguntou o homem. - Sei. - Então, vamos começar. Faça umas flexões pra gente. Enquanto ele fazia as flexões, o flash da câmera digital começou a disparar. Em seguida, o fotógrafo pediu que o outro modelo segurasse os pés de ``E´´ para que ele fizesse algumas abdominais. Depois, pediu que ``E´´ ficasse de quatro e fizesse uns exercícios de perna, enquanto ele o fotografava de todos os ângulos. Especialmente de costas, a visão era privilegiada, vendo a sua bunda depilada e a tanga roçar no seu cu e descer pelo rego, quanto ele mexia as pernas, o que fazia com que o fio dental ficasse cada vez mais enfiado. Com as luzes dos refletores, logo ``E´´ estava totalmente molhado de suor. - Isso foi só para esquentar, disse o fotógrafo. Agora é que começam as fotos pra valer. É o seguinte, eu quero que vocês simulem uma briga. Ele, disse apontando para o modelo, vai te segurar pelas costas e... Enquanto dava as instruções, o outro modelo se aproximou. Agarrou forte um dos braços de ``E´´ segurando-o atrás das costas dele, enquanto com o outro lhe dava uma chave de braço. Colocou a sua perna direita no meio das pernas de ``E´´ forçando o seu sexo contra as suas nádegas. - Agora, com movimentos bem lentos, finjam que estão lutando. Finja que você está sucumbindo - disse para ``E´´. - Maravilha, essa seção acabou – disse o fotógrafo. Agora, disse para o modelo, pegue a corda. - Corda? – quis saber ``E´´. - É. Qual o problema? - Pra que a corda? - Pra te amarrar, cara. – berrou o barbudo. Você acha que a gente faz fotos de que? Os caras que pagam a gente gostam disso. - É só um jogo, mas tem que parecer de verdade, entende? – disse o fotógrafo. Nisso o modelo já trazia a corda. - Amarra as mãos dele. - Na frente ou nas costas? - Vamos começar pelas costas. - Junta os pulsos, cara. ``E´´ obedeceu e em segundos, suas mãos estavam bem amarradas. - Muito apertado? - Não, mas eu não consigo me soltar. - A idéia é essa. - Tem que parecer de verdade - Disse o fotógrafo. - Agora, pega as barras para separar as pernas. - Completou. O modelo saiu e voltou com uma barra de ferro preta de onde saiam dois pequenos cintos de cada lado. Ele fez ``E´´ abrir bem as pernas. Afivelou um dos cintos em volta do tornozelo do seu pé direito. Pediu que ``E´´ abrisse mais as pernas, e afivelou o outro no tornozelo do pé esquerdo. Com a barro entre as duas pernas abertas, ``E´´ ficava completamente exposto: suas nádegas abertas. - Agora, termina – disse o fotógrafo para o outro modelo. O modelo subiu numa cadeira e passou outra corda por um gancho preso no teto. Uma das pontas da corda, amarrou entre as cordas que prendiam os pulsos de ``E´´. A outra ponta, ele esticou, elevando as mãos de ``E´´ e obrigando-o a se curvar para frente. A outra extremidade, amarrou na barra de ferro que separava as pernas de ``E´´. - Essa posição chama strapaddo. - O que? - Strapaddo. Você não quer ser um profissional? Tem que saber os nomes. – disse o modelo. - Agora, põe a mordaça. - Mordaça? Exclamou. - O cara parece surdo – comentou o barbudo. - A de bola? – perguntou o modelo? - Não, traz a de anel. Eu estou com umas idéias. - Eu não estou gostando disso – comentou ``E´´. - Fica frio – tentou acalmar o fotógrafo – Aqui é tudo super profissional. O modelo voltou trazendo a tal mordaça, que nada mais era do que um anel grande forrado de couro de cujas extremidades saiam duas tiras de couro; um delas com uma fivela na ponto, e a outro com os furos para o ajuste. - Abre bem a boca, querido, que essa é das grandes. Meio a contra gosto, ``E´´ abriu a boca e o modelo enfiou nela o anel, de forma que a circunferência, de pé, presa entre os dentes de ``E´´ o obrigava a ficar de boca bem aberta. Com as tiras de couro puxadas para trás e bem presas na nuca de ``E´´ era impossível que o anel saísse daquela posição incômoda. O curioso é que, preso daquela maneira, mesmo com um buraco entre os lábios, a mordaça dificultava muito que ``E´´ emitisse qualquer ruído mais alto. - Agora, ele tá uma graça! – comentou o fotógrafo. - Então, é minha vez de me juntar à farra – disse o barbudo, que baixou as calças, revelando o seu pau ereto. E caminhou em direção a ``E´´. Sentindo que havia algo errado, ``E´´ tentou gritar e se debater entre as cordas, mas era inútil. Ele agora era uma presa fácil para o que quer que eles estivessem tramando. - Eu vou por trás e você vai pela frente.- disse o Barbudo, que enfiou os dedos da mão direita bezuntados de KY entre as nádegas de ``E´´. ``E´´ urrou de raiva, quando sentiu os dedos do barbudo lhe roçando a entrada do cu, quando eles escorregaram com a ajuda do lubrificante para dentro de seu ânus, ainda virgem. ``E´´ tentou pedir socorro, mas nesse instante, sua boca, mantida aberta a força pelo anel da mordaça, era invadida pelo enorme caralho do modelo. A cabeça do pau quase alcançou sua garganta. Por pouco, ele não vomita o almoço. Os flashes da câmera digital disparavam, enquanto a câmera de vídeo pegava tudo no tripé. O caralho grosso dentro de sua boca agora entrava e saia lentamente. - Chupa, porra! Chupa! Como ``E´´ não reagia, o modelo esticou as duas mãos até os mamilos de ``E´´ e beliscou com força. - Chupa, porra! ``E´´ chupou. Logo, sentiu por trás o outro caralho forçando a entrada do seu cu, agora lubrificado e totalmente depilado, lisinho. Duas estocadas e ``E´´ sentiu a cabeça do pau do barbudo romper a barreira do cu e deslizar reto adentro, queimando-o por dentro. Além da dor, sentiu uma enorme vontade de fazer cocô. O pau passou a se mover dentro dele com ritmo para dentro e para fora. ``E´´ não era mais virgem. Pensou que fosse apenas tirar fotos e estava sendo currado por dois homens mais fortes que ele. De repente, percebeu que seu pau estava duro. Ele sentia prazer, de alguma forma estranha e bizarra. O modelo que o obrigava a chupar seu pau e beliscava seus mamilos começou a enfiar o pai cada vez mais rápido. Atrás, o barbudo o comia com mais e mais violência. Passou a morder suas costas. A Puxar pela mordaça presa a nuca como se fossem arreios de um cavalo chucro sendo domado. O barbudo, então, enfiou uma das mãos por dentro do tapa sexo de ``E´´ e passou a masturba-lo também. Primeiro, ``E´´ sentiu a porra invadindo a sua boca, escorrendo pelos seus lábios, descendo por sua garganta. Depois, a porra injetada no seu cu, quente. E, finalmente, sua própria porra ejaculando de seu pênis com uma força nunca vista antes. ``E´´ ainda sentiu o pau sair de seu cu e despejar o resto da porra nas suas costas. O barbudo, saciado, sentou-se exausto numa cadeira. - Pegou tudo? – perguntou ao fotógrafo. - Tudo! - A gente seu sorte, hein? – comentou o modelo - Esse cara não é um gostoso? Os caras pareciam não se importar para o fato de ``E´´ continuar amarrado naquela posição humilhante. O barbudo levantou-se, foi até ``E´´ e deu-lhe um tapa na bunda dizendo: - Você está contratado. Mas não como modelo. Isso aqui foi só um aperitivo. Você vai ser mesmo é escravo sexual, sacou? Você é do número que um granfino da África do Sul está atrás. Ele tem uma prisão particular com mais de 10 homens e mulheres. Você vai gostar do Negão. Vai se preparando. Porque se você achou o meu pau grosso, espera só para ver a vara desse cara! ``E´´ gemeu de medo, horror e prazer. A possibilidade de ser estuprado pelo mesmo sexo, de fazer amor à força, era como que se o isentasse da culpa de gozar nas mãos de outros homens. Ele estava prisioneiro, mas na escravidão, encontrou a liberdade de seu próprio prazer.