Back to Browse

As Duas Escravas

Bem, não jeito. Vou ter que açoitar as duas escravas fujonas. Todos estão esperando no pátio, inclusive o Imperador que veio pessoalmente assistir, atraído pelos comentários sobre a beleza das duas. Uma é núbia e a outra vem das regiões germânicas. O contraste entre as duas salta aos olhos. Uma negra e a outra bem clara, cabelos loiros. As duas são lindas, sensuais, rebeldes, marcantes, fortes. Seus pés, calçados nas suas sandálias de escravas, despertam ainda mais o meu desejo. A nova tentativa de fuga dessas duas rebeldes deu o que falar, todos comentam que elas andam juntas e que fizeram um juramento de amor e morte. Ou ficam juntas ou morrem juntas. Temo que ainda vão morrer tentando fugir, pois são bem teimosas, selvagens e lutadoras. Os guardas já estão perdendo a paciência com tantas tentativas de fuga dessas duas, uma atrás da outra. Agora a notícia se espalhou e todos querem assistir à uma punição exemplar para essas duas escravas. Já sei. Vou ordenar que as duas sejam amarradas juntas, assim as chicoteio de uma vez só. Chamo os guardas e mando amarrar as duas belas juntas, pulso com pulso, tornozelo com tornozelo. As duas tem a mesma altura, juntas e bem amarradas elas devem ficar uma beleza, um verdadeiro espetáculo. Muito bom de se ver. Os guardas rasgam as suas roupas, ficam apenas de sandálias nos pés. Nuazinhas, uma de frente para a outra, rostos colados, peito com peito, xana com xana, pulsos amarrados com pulsos, tornozelos amarrados com tornozelos. Mãos com mãos, pés com pés, sandálias com sandálias, couro com couro... Uma beleza. Nunca havia feito isso antes, gostei da idéia. - Pronto, estão amarradas com o Senhor pediu. O que fazemos com elas? Amarramos na pilastra, na trave ou no tronco? Perguntam os guardas. - Deixe-as deitadas no chão, assim como estão. Vou chicoteá-las aí mesmo... Pego um chicote longo, mas bem leve, usado no adestramento de cavalos. Com tanta gente assistindo, o castigo para essa duas deve ser marcante, empolgante, tem que ser um verdadeiro espetáculo. Deve servir de exemplo para as demais escravas. Começo com as chicotadas. Adoro o som que esse chicote faz quando corta o ar! - Slash! As duas rolam no chão para fugir das chibatadas, uma quer deixar a outra por cima para receber a chibatada. A núbia grita quando o chicote atinge seu lombo, faz um verdadeiro escândalo, o público vibra. A loira reage de modo diferente, geme e se debate muito sensualmente. As duas escravas sendo açoitadas dão um verdadeiro show. Muito excitante observá-las se debatendo e rolando no chão como gatas selvagens. O público no pátio assiste atentamente, pois não é sempre que se vê duas belas escravas sendo açoitadas ao mesmo tempo... Após uma bela sessão de chibatadas em seus lombos e em seus belos traseiros, resolvo parar com o rola-rola, pois o chão é de terra batida e elas estão ficando muito empoeiradas. Seus corpos estão ficando cobertos de poeira e cobrindo os vergões deixados pelo açoite. Se o público não ver as marcas deixadas pelo chicote, o espetáculo não é completo. Mando os guardas levantarem as duas e amarrá-las na trave. Eles pegam as duas, tiram a poeira de seus corpos nus e as amarram juntas na trave, do jeito que estão. Elas ficam praticamente suspensas, pois seus pés mal conseguem se apoiar no chão. Continuo com o mesmo chicote, pois quero que a mesma chibatada pegue as duas cúmplices. Elas fugiram juntas e tem que ser castigadas juntas. O chicote é longo e leve, então a cada chibatada seus corpos são abraçados pelo chicote, castigando as duas ao mesmo tempo. O açoite estala nas costas das duas escravas, elas gritam juntas e contorcem seus corpos. A chibata estala novamente e abraça a bunda das duas escravas e elas pressionam suas xanas uma contra a outra, buscando alívio. A cada chicotada, as duas se esfregam cada vez mais forte. Basta olhar e ver que elas estão quase gozando juntas... Suas xanas estão molhadas, uma consola a outra, quase se beijam. A seqüência de chibatadas tira o fôlego das duas. Seus corpos suados e lindos estão cansados... As duas se entregam, imploram, pedem perdão. Foram vencidas pelo meu chicote e estão completamente dominadas pelos Senhores de Roma. O Imperador ordena que o açoite seja mantido. - Mais dez chibatadas, pronuncia calmamente. Continuo punindo as minhas duas lindas... Elas já foram castigadas, agora é só mesmo afirmação do poder do Imperador... A última chibatada é especial, vigorosa, firme. As duas gritam e se debatem sensualmente. Acabo. Solto as duas. Caem no chão de cansaço. Olho para o Imperador. Seu rosto está coberto de satisfação. A multidão também está saciada. Todos presenciaram um espetáculo memorável. O castigo das duas belas rebeldes O Imperador com um sinal, ordena que as duas sejam levadas às suas celas. - Ao cair da noite elas serão minhas. Até lá confine-as em celas separadas. Mais tarde mande prepará-las e levá-las aos meus aposentos. Mal posso imaginar o que as duas devem ter sentido passando por toda essa provação. Juntas, unidas, presas, amarradas, humilhadas, castigadas e chicoteadas bem em frente à multidão. O que deve sentir uma escrava sendo açoitada junto com sua parceira, amante e cúmplice? A sensação de culpa, dor e prazer que as duas passaram juntas devem ter sido indescritíveis, memoráveis... O pacto de amor e morte entre as duas escravas agora deve ter ficado bem mais forte. Ninguém, nem mesmo os Deuses ou o Imperador, nenhum castigo, tortura ou mesmo o meu chicote será capaz de separar as duas escravas. Elas ficarão juntas para sempre...