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Lobinha
O avião acaba de pousar. Deixo a cabine em direção ao terminal de desembarque. Aeroporto pequeno, o terminal fica próximo. Vejo minha escrava
esperando minha aproximação, conforme combinamos, em seu vestido preto, meias finas pretas e uma botinha preta de salto e couro liso brilhante, que dei-lhe para nossos encontros. Como carrego minha própria bagagem, a minha mala de apetrechos, vou direto a ela. Um abraço, um beijo, saímos do aeroporto de mãos dadas, em direção ao estacionamento. Ela me passa a chave do carro, entramos e seguimos em direção à saída da cidade, para nosso local
de encontros quando venho para cá, um motel muito bem paramentado.
Entramos, estaciono o carro, descemos e antes de abrir a porta do quarto e subirmos as escadas, beijo-lhe novamente lembrando-a que a partir desse
instante, entra em cena o Mestre e sua escrava.
Subo as escadas à frente dela, colocando minha maleta sobre a mesa. Mando que ela se dispa, ficando totalmente nua. Aperto seus seios, sentindo em
minhas mãos sua pele sedosa, quente e macia. Ela suspira com a dor. Mando-a virar-se de costas. Coloco em seu pescoço a sua coleira. Mando-a ao banheiro lavar-se, sem se secar, e enquanto ela realiza essa sua primeira tarefa, eu apronto meus brinquedinhos sobre os criados mudos ao lado da cama.
Ao sair do chuveiro, minha lobinha dirige-se a mim, com as mãos juntas pronta para receber seu grilhão, as algemas que prenderão seus pulsos. Digo
a ela:
- lobinha, você terá uma missão agora. Deverá despir este seu Mestre totalmente. Estou com 6 peças vestindo-me, considerando os sapatos. Você terá dez segundos para cada peça, ou seja, um minuto para despir seu Senhor. Cada minuto que você estourar no prazo será pago por palmadas em sua bunda.
Dizendo isso, pego o cronômetro e dou o start. Minha lobinha começa sua tarefa, a qual não coloco empecilhos, deixando-a realizar normalmente. O
primeiro apito, primeiro minuto transcorrido, suas mãos algemadas a atrapalham um pouco. Mas ela é rápida, consegue cumprir sua tarefa apenas 46
segundos após o prazo. Serão então 46 palmadas. Da primeira vez que ela executou esse comando, ela levou mais de quatro minutos, pois me acariciava
a cada peça retirada, arrependendo-se amargamente, pois levou tantas palmadas que foi obrigada a fazer uso da sua safeword. Agora ela está atenta, preocupando-se apenas em retirar as peças de roupa.
- Bem lobinha, a cada tapa deverás contar em voz alta e se errar na conta começarei novamente, até que acerte, portanto preste atenção.
Solto suas mãos, prendo a guia em sua coleira, e sentando-me na cama, mando que ela se sente de costas sobre meu colo, ajoelhada na cama. Enfio meu pau em sua buceta, e empurrando seu corpo faço-a apoiar-se no chão pelos seus braços. Sem gozar, advirto-a.
Plaaffftttt, primeiro tapa, e ela diz: Um, senhor. E assim, vai indo seqüencialmente, a cada lado de sua bunda um tapa, e ela contando certinho.
O tapa faz ela mexer sua bunda, e sinto seu corpo vir em minha direção. Vou aumentando a força das palmadas, e percebo que sua resposta vai se tornando
um pouco mais demorada que no começo, começam seus suspiros, pela dor que se acumula, e pelo tesão que vai sentindo com meu pau dentro dela. O rosado dos
primeiros tapas vai dando lugar ao vermelho forte, o calor no local dos tapas é sentido por mim. Por volta da metade ela começa a implorar, mas
continuo a sessão, dizendo a ela que se esmere na próxima vez e diminua seu tempo. Mas a dor é compensada pelo tesão que ela está sentindo, pois percebo ela mexer seu corpo como que explorando a invasão que faço em seu corpo. Os tapas seguindo sua seqüência e ela se mexendo, gemendo, gritando.
Vou ficando super excitado, com o movimento que ela faz, com a visão de sua bunda à minha frente e a cor que vai se formando, mudando do rosa ao
vermelho forte, ao calor que emana do local das pancadas. Ao dar a 46ª pancada, ela me responde com muita dificuldade, 46 Senhor, pois além da dor, existe o tesão que sente, e a proibição de gozar, deixando-a numa situação complicada. Aproveito o final da punição para passar as unhas por sobre as marcas, arrancando gritos de minha lobinha.
Pegando a guia, puxo-a em minha direção, fazendo com que ela tenha que se levantar pelos braços num esforço enorme para tentar subir o corpo para
ficar sentada sobre seu Dono. Ela consegue e mando-a sair de cima de mim.
Vejo a tristeza em seu olhar ao ter que tirar meu pau de dentro dela, mas ela o faz sem reclamar.
- Deite-se agora, minha lobinha.
Assim que ela o faz, dói-lhe a bunda, ao roçar contra o lençol, pois ela solta gemidos de dor. A cama possui em sua cabeceira e no outro lado, uma espécie de coluna, aquelas feitas em torno, desenhadas. Pego sua mão direita e amarro-a numa
das colunas. Fazendo o mesmo com a outra mão, deixo-a com os braços esticados e abertos. Faço o mesmo com sua perna direita, puxando-a o mais que posso pra baixo e amarrando-a numa das colunas. A perna esquerda, também, puxando-a, abrindo-a bastante, provocando leves gritos de dor, quando da estirada das pernas. Experimento para ver se está bem presa
fazendo cócegas em seus pés, percebendo que não dá pra ela escapar.
Pronto. Minha lobinha está totalmente à minha disposição. Toda exposta, imobilizada, vendada.
Seus peitos, um convite. Seus bicos, à espera. Minha boca suga seu bico direito. Sinto que ela leva um pequeno susto, pois sem a visão ela não esperava o que poderia acontecer. Seu biquinho brinca em minha boca, minha língua o prensa em meus dentes, mordisco-o, mordo-o, chupo-o, deixando-o durinho, gostoso. Coloco uma porção maior de seu peito em minha boca, quase sugando-o por completo. Puxando o bico com os dentes, gemidos saem de sua boca, e antes de solta-lo, coloco um prendedor, que o abraça fortemente.
Chupo seu seio agora, de forma a deixar uma marca roxa, como um carimbo, minha marca.
Levanto, e silenciosamente dou a volta na cama, indo em direção ao outro peito, fazendo o mesmo, mas com uma brincadeirinha a mais, pois enquanto
mordo seu biquinho, brinco com o outro que está com o pregador. Os gemidos tornam-se mais freqüentes, soando como música aos meus ouvidos.
Saio de perto e sento-me observando minha presa ali, linda, amarrada, esticada, sem saber o que virá a lhe acontecer, me deixando ainda mais excitado.
Passado alguns torturantes minutos, tanto pra ela quanto pra mim, percebo sua leve agitação, sua angústia do que pode estar se passando.
Suas pernas abertas, sua buceta raspadinha ali, se mostrando, me chamando, implorando por mim. Sento-me na cama ao seu lado. Invado sua bucetinha com
um dedo, sentindo ela dar uma pequena retesada no corpo pelo susto, impedida pelas cordas. Meu dedo brinca com seu grelinho, mexendo, entrando, saindo,
apertando, ela molhada, seu suco lubrificando meu dedo. Mais um dedo... Dois dedos, a invadindo, sentindo seu interior, explorando, apertando, mexendo, criando mais e mais vontade dela sentir algo maior, mais duro, preenchendo-a. Retiro meus dedos e dou a ela pra chupar, sentir o sabor de
seu néctar, mandando-a limpar meus dedos, deixando-os limpinhos. Volto a coloca-los na sua buceta. agora movimentando-os pra dentro e pra fora, num movimento contínuo, cada vez mais rápido, dois dedos, três dedos, entrando e saindo. Ela começa a gemer, começa a implorar pra que permita que a deixe gozar. Meus dedos entrando e saindo, cada vez mais rápido, ritmicamente, o dedão esfregando seu grelinho, ela dizendo que não vai agüentar, quando então paro de repente. Retiro meus dedos dela, e coloco-os novamente em sua boca, mandando-a chupa-los.
Volto a deixa-la quieta, só, isolada pela falta de visão. Abro o frigobar e pego algumas pedras de gelo, deixando-as ao meu alcance. Segurando uma entre os dedos, deixo cair seu degelo em seus bicos, presos pelos pregadores, seus bicos quentes pela pressão, entrando em contato com a frieza das gotas que caem. Um por vez, arranco o pregador sem abri-lo,
puxando-o, ouvindo seu grito de dor. Colocando a pedra de gelo em minha boca, chupo seu bico, ele estando dormente, com a dor da retirada do
pregador, e o gelo em minha boca, mais a mordida, faço-a gritar mais um pouco. O mesmo fazendo no outro bico, calo seus gritos com um beijo, um
beijo gelado, uma troca de calor, sua boca quente, minha boca gelada com a pedra de gelo, um contraste maravilhoso.
Solto minha lobinha... suas mãos primeiro... ela esfrega os pulsos, doloridos pela tensão da corda. Suas pernas em seguida, a marca das cordas formando um circulo em cada perna... que coça... ela leva suas mãos à marca. Mando-a ficar de joelhos no chão, a minha frente... Pegando meu pau com uma das mãos, e com a outra segurando a cabeça dela, bato-lhe no rosto com ele. Como se fossem tapas, ela leva algumas pancadas do meu pau, o que a faz abrir a boca, na esperança de ganhar ele como presente. O que acontece, dou a ela para que o chupe, segurando seus cabelos, empurro sua cabeça em minha direção, meu pau em sua boca, ela engasgando com o tranco que levou, mas rapidamente ela põe a mão nele, impedindo a entrada completa em sua boca. Com contínuos movimentos de vai e vém, empurrando sua cabeça com minhas mãos, minha lobinha, ajoelhada, suga meu pau com vigor, me deixando louco de vontade de possuí-la. Puxo sua cabeça pelos cabelos, a impedindo de continuar.
Levantando-a pelos cabelos, jogo minha lobinha na cama, de barriga para baixo. Novamente, prendo-a em posição de X, esticada, bem presa. Experimento através de cócegas em seus pés a firmeza da tensão das cordas. Bem firmes, pois apesar do protesto e da tentativa de tirar os pés, nada ela consegue.
Ajoelhando-me entre suas pernas, vejo minha lobinha ali, a minha disposição, pronta para tudo que eu quiser fazer com ela.
Uma massagem em suas costas, minhas mãos começando em sua bunda, subindo em direção ao seu pescoço, e quando chego aos ombros, meu corpo vai junto e meu pau, lubrificado pelo tesão que sinto, aliado ao molhadinho de sua buceta, invade seu interior. Volto para trás saindo de dentro de minha lobinha, e novamente minhas mãos seguem suas costas, meu corpo se inclinando e meu pau novamente invadindo sua bucetinha, várias vezes. Seus gemidos de satisfação demonstram o tesão que ela está sentindo. Ela me pede loucamente para permitir o gozo, sendo prontamente proibida de senti-lo.
Paro a massagem. Levanto-me. Deixo-a lá, imersa em suas vontades, em seu desejo de gozar. Como continua vendada, ela não sabe onde estou, o que estou fazendo, provocando-lhe um estado de atenção que a deixa super excitada.
Uma vela acesa em minhas mãos. Um acessório que a assusta, que a deixa apavorada. Deixo queimar o começo, criando bastante parafina líquida. Sua bunda, ainda vermelha das pancadas, esperando, implorando por um castigo, clamando por um ardor dessa vela acesa.
Deixo pingar uma gota em um dos lados de sua bunda, provocando um grito sentido de dor. Deixo claro a ela que se quiser fazer uso da Safeword, eu pararei imediatamente, mas ela subservientemente diz a seu Dono que ela suportará o máximo que der.
Vou pingando gotas, tentando formar aproximadamente um B desse lado, errando algumas gotas, retiro-as com rapidez, deixando cair novas, acompanhadas de seus gritos de dor, minha partitura musical, até formar a letra inicial de seu Dono. Após terminar o B, paro para visualizar minha obra. Perfeita. Ela chora, e sentindo a parada, agradece pelo término desse tormento, mas digo a ela que ainda tem o outro lado para executar. Implorando para que eu não faça isso, eu digo a ela que se quiser que eu pare que use a SW, no que ela resignadamente, aceita a seqüência do castigo.
Mais fácil de realizar, o W acaba sendo rapidamente construído com as gotas, e maldosamente reduzo a altura da vela, deixando mais quente o contato do pingo com sua pele. Seus gritos deliciosos, as mexidas de seu corpo, as tentativas de se soltar, são inúteis para ela. Termino o W.
Sua bunda vermelha servindo como fundo para as letras brancas BW. Lindo. Deixo-a ali chorando, um choro sentido de dor. Sento-me na cadeira junto à mesa, abro uma coca, e enquanto bebo fico ali admirando a beleza de minha lobinha deitada, amarrada, presa, com minhas letras estampadas em sua bunda.
Terminado meu período de observação, solto-a, desamarrando primeiro suas pernas e depois seus braços. Mando-a ficar de pé, o que ela faz com uma pequena dificuldade já que suas pernas provavelmente estão dormentes pela posição forçada. Mantendo a venda, dou-lhe um beijo gostoso, invasor, sugador, quente, correspondido por ela. Um abraço apertado acompanha esse delicioso momento de recompensa que este Mestre proporciona a sua lobinha, por ter suportado com valentia sem usar de sua opção de poder parar a sessão.
Ele me pede que retire a venda o que não permito.
Ordenando que levante os braços e os mantenha acima da cabeça, pego uma corda, passo em volta de seu corpo na altura dos seios, e enrolo cada um deles bem apertado, fazendo com que eles se destaquem a frente do corpo, e prendo a corda na argola de sua coleira. Mandando que se deite, e mantenha as pernas encolhidas de forma a deixar os tornozelos encostados às coxas, prendo cada um deles deixando-os como se fossem uma coisa só. O tornozelo esquerdo junto à coxa esquerda e o direito junto à coxa direita. Junto seus pés, sola com sola, dedos com dedos, e os amarro dessa forma, fazendo com que ela fique sem condições de fechar as pernas. Seus pulsos, prendo com as algemas, e amarro-os na cabeceira da cama, numa das colunas.
Minha loba está então totalmente aberta para mim. Retiro sua venda, permitindo que ela veja seu Mestre, mas em compensação coloco uma mordaça bem apertada em sua boca.
Os peitos amarrados, como que clamando por um enfeite a mais, mostram seus bicos duros, pedindo para receberem meus pregadores. Aproximo-me dela, sento a seu lado, e abocanho seu peito direito, seu bico em minha boca, mordendo-o, chupando-o, brincando com ele entre meus dentes e minha língua, esticando nessa pressão de língua e dentes até que ele escape e se solte, provocando gemidos em minha menina. Sentindo a dureza do bico, vejo que ele está pronto a receber seu algoz, seu grilhão, seu pregador, o qual é posto como se fosse uma medalha de honra, ornamentando esse seu peito gostoso. Seus olhos demonstram a dor desse aperto. Sugo a parte de cima de seu peito, até deixar uma pequena marca roxa, como uma reserva de território. Minha marca. A marca do Lobo Negro. O mesmo é feito do outro lado. A marca também é deixada em seu peito.
Sua buceta raspada, lisinha, se destaca em suas pernas totalmente abertas. Meus dedos procuram por ela, invadem-na, um, dois, três dedos penetrando, num entra e sai com vigor, molhados, explorando seu interior, apertando seu grelinho, seu suco escorrendo por entre meus dedos. Seus olhos se fecham. Aproveito para ao mesmo tempo que enfio os dedos novamente, puxar um dos pregadores. Olhos arregalados, um gemido alto abafado pela mordaça. A dor se fazendo presente, contrapondo-se ao tesão, os dedos continuando a entrar e sair, transformando a dor sentida em mais tesão ainda. Solto sua mordaça. Ela me implora, quase chorando, para deixa-la gozar. Eu digo que deixarei. subo por cima dela, esfregando meu pau em sua buceta, passando ele pelo grelinho, ela presa, mal podendo se mexer, enfio meu pau, de uma só vez, entrando e saindo, lentamente, aumentando cada vez mais o ritmo, e percebendo que ela vai gozar, puxo de uma vez o outro pregador, a dor desse gesto lhe provoca um gozo que ela chega a urrar, seu grito, o estiramento de seu corpo, o gozo forte, faz seu Mestre gozar junto, inundando-a com seu mel, misturando-se em seu interior. Seu corpo mal podendo se mexer com suas pernas completamente imobilizadas, a dor do arrancar do pregador, junto com a sensação do pau de seu Dono dentro dela, a faz gozar de forma a deixa-la completamente extasiada, mole, acabada, suportando o peso do corpo de seu Mestre, também plenamente satisfeito com sua amada.
BLACK WOLF - JULHO/2002