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Sodomizado Pela Primeira Vez

Eles entraram no quarto de motel. Quem chamaremos de “E”, o cliente, estava evidentemente constrangido, mas ainda assim excitado. - Nunca fiz nada parecido, antes – disse com a voz trêmula para o garoto de programa. Garoto de programa, evidentemente, era apenas uma forma de dizer. Tratava-se de um homem grande, tipo atlético, moreno, cabelo curto com uma grande tatuagem no braço direito. - Você vai gostar, eu garanto. O garoto de programa, que chamaremos de “P” logo assim que entraram, começou a tirar a roupa. Sem camisa ele parecia ainda mais forte. Músculos definidos, peitoral grande, barriga moldada, gomo a gomo e todo depilado. Nenhuma gordurinha sobrando. “E” tremeu, um misto de medo e tesão. Em seguida, o garoto de programa desabotoou as calças jeans, que vestia. Olhou para “E” com uma cara safada e fez as calças deslizarem lentamente pelas suas coxas grossas e musculosas. Debaixo das calças, aquele homem enorme usava somente uma sunguinha vermelha e minúscula, que ressaltava seu membro, que adormecido já parecia grande e assustador. Ele deu uma rodopiada, lenta. Atrás, a sunguinha fio dental ficava enfiada no meio de suas nádegas, revelando seus glúteos firmes e bem definidos. - Agora, é sua vez – disse o garoto de programa. ‘E’ estava estático. Mal conseguia se mover. O rapaz se aproximou d’Ele. Começou a desabotoar a sua camisa, botão por botão. Com a camisa já aberta, passou sua mão pelo peitoral mais modesto de ‘E’. Acariciou os mamilos de seu cliente, já excitado. A outra mão enfiou por dentro das calças d’Ele e apertou seu sexo, já enrijecido. - Tá duro! Não disse que você ia gostar? O garoto de programa tratou de arrancar a camisa de ‘E’. Depois, desabotoou as calças de seu cliente. ‘E’ tratou de arrancar os sapatos do jeito que dava, sem desamarrá-los. O garoto de programa abaixou e tirou as calças de ‘E’, deixando-o totalmente nu. - Você tem muito pelo, disse o rapaz. Vamos ter que dar um jeito nisso. Deita na cama e relaxa! Ele obedeceu. O rapaz tirou de sua mochila um tubo de espuma de barbear e o derramou primeiro no meio das pernas de seu cliente. - Vamos começar por onde mais me interessa. Lentamente, o garoto de programa começou a depilar todo o sexo de Ele, sua virilha, sua barriga. Ele estava ficando mais e mais excitado. Depois de alguns minutos, Ele estava com seu sexo inteiramente liso. O rapaz raspara inclusive o seu saco. - Assim fica muito mais gostoso, disse. Dizendo isso, o garoto de programa segurou o pau de E, já bem duro e o enfiou em sua boca. Começou a chupar com vontade. Ele ficou louco. Era muito bom! Ele gemia como louco. Com a mão livre, o rapaz aproveitava para apertar os mamilos de E, aumentando ainda mais o seu prazer. Ele gozou dentro da boca daquele homem forte, que engoliu tudo. - Agora, acho que você vai ficar um pouco mais calmo pra gente prosseguir. O homem seguiu depilando o tórax de E. Depois, as suas pernas. - Agora, vira de bruços. E fica de quatro. Preciso depilar essa bundinha gostosa. Ele obedeceu. O homem espalhou a espuma pelas nádegas de Ele, espalhou por entre sua bunda, deixando-a invadir o seu rego e cobrir o seu cuzinho virgem. Depois, com delicadeza, raspou tudo, cada pelo. Deixou para o fim a entrada do cu d’Ele. Aproveitou para acariciar e massagear aquela entrada ainda bem apertada, mas que ele logo teria o prazer de alargar. Com uma toalha, o garoto de programa limpou toda aquela espuma. - Agora está perfeito, disse para E. Mas pode ficar ainda melhor. Trouxe uma coisinha pra você vestir. De sua mochila, o garoto de programa tirou uma espécie de colant ou maiô masculino. Era uma peça intrigante. As tiras da frente, que sustentavam o sexo, serviam ao mesmo tempo como uma espécie de suspensórios, pois subiam até os ombros de quem a vestia aquele colant extremamente ousado. As tiras desciam pelas costas e se encontravam pouco acima da altura da bunda, numa tira única que penetrava em meio às nádegas. - Vai no banheiro e veste isso. Você vai ficar ainda mais gostoso. Ele foi para o banheiro e vestiu a peça. Se olhou no espelho e se sentiu extremamente sexy. Quando voltou para o quarto, as luzes haviam sido apagadas. Não viu o garoto de programa de imediato. De repente, ele surgiu por trás dele. Abraçou Ele por trás e mordeu sensualmente o seu pescoço. Segurou um dos braços de “E” para trás. - O que você vai fazer comigo? - Você vai gostar. Eu garanto. Nesse momento, “E” sentiu uma algema se fechando em um dos seus pulsos. “E” gemeu. - Você vai me algemar? - O que você acha, sussurrou em seu ouvido. - Não faz isso. Me solta. Me deixa ir embora daqui, falou “E” ofegante, quase que pedindo para ser fodido. O garoto de programa trancou a outra algema no pulso ainda solto de “E”. - Agora você é todo meu. - Não! Eu quero ir embora! Me solta - disse “E” de forma muito sensual e provocante. Eu to com medo. Você é muito grande. Vai me arrombar todinho! - Eu vou te comer gostoso, meu veadinho. Você vai ser a minha escravinha branquinha! Dizendo isso, “P” empurrou “E” sobre a cama. - Me solta! Ou eu vou gritar! - Vim preparado pra isso, minha bichinha! - “P” correu até a mochila e tirou de lá uma mordaça extremamente intrincada, que parecia se prender ao redor de toda a cabeça da vítima. “E” tremeu de tamanha excitação. - Quero ver você gritar com isso dentro dessa sua boca grande, bicha! “E” começou a gritar, mas não muito alto. - Não! Não me coloca isso! Por favor! Me solta! “P” pulou sobre a cama, segurou a bola da mordaça e enfiou dentro da boca de “E”. - Nãão!! Mmmmmmffff!!! Com uma agilidade impressionante, “P” prendeu duas correias no queixo de “E”,de forma que ele não podia abria a boca. Outras duas tiras, ele apertou atrás da cabeça de “E”, na altura da sua nuca. Ainda havia duas tiras que saiam das laterais, passavam ao longo do nariz de “E” e se prendiam a uma argola entre suas sobrancelhas. Essa argola, finalmente, estava presa a outra tira de couro, presa atrás da cabeça. Era impossível gritar por socorro daquela maneira. “P” passou a mão acariciando a bola presa dentro da boca de “E”, que o mantinha sensualmente com os lábios abertos. - Você fica muito gostoso amordaçado desse jeito. Geme pra mim, geme! “E” gemeu de tesão e medo. - Vamos colocar uma trilha pra esse momento. “P” ligou o som do motel. Tocava uma Britney Spears, Gimme More. - Perfeito! Você vai me dar muito esse cuzinho! “P” virou “E” de barriga para cima, sobre a cama. Pegou rapidamente dois pedaços de corda. Amarrou a primeira sobre o joelho direito de “E”. Puxou a corda para a frente e amarrou a extremidade no pé da cama. Isso obrigava “E” a ficar sobre seus joelhos e manter a perna bem aberta. Fez o mesmo com a outra perna. Com o rosto virado para a cama, “E” ficou de pernas abertas e com sua bunda arreganhada para as incursões do garoto de programa. - Agora, vou comer esse cu! “P” se aproximou de “E”. Colou seu tórax sobre as costas de “E”. Mordeu o pescoço dele com força. Suas mãos cruzaram o tórax de “E” e começou a beliscar o biquinho de seus peitos. - Esses peitinhos são bem sensíveis, não? Não posso deixar eles de fora dessa brincadeira. “P” levantou foi até a mochila e catou dois prendedores de peitos, que era unidos por uma corrente cromada. - Isso aqui vai dar conta das suas tetinhas, bicha! Com “E” amarrado praticamente de quatro, com as mãos algemadas para trás e as pernas amarradas abertas com os joelhos afastados sobre a cama, “P” aproximou os prendedores dos peitos de “E”.“E” gemia sensualmente de medo. “P” estimulou os peitinhos de “E” passando a corrente cromada e gelada sobre seus mamilos. Quando eles já estavam bem durinhos, deixou que os prendedores beliscassem os biquinhos. - Mmmmmmmmmffffff!!!! – gemeu “E”, de dor. “P” aproveitou para balançar a corrente cromada, o que fazia os prendedores além de beliscarem, torcerem os mamilos de “E”. Começou a acariar em volta dos mamilos, presos pelo acessório sado-maso. Enfiou outra mão por dentro do maiô fio-dental de “E” e começou a acariciar a parte detrás de seu saco. “E” já estava excitadíssimo. Mais um pouco e gozaria.“P” percebeu e parou. - Tá na hora de arrombar seu rabo, escravinho gostoso! “P” já havia deixado um tubo de KY estrategicamente colocado sobre a cama. Despejou boa parte do gel em sua mão. Puxou a tira do maiô de dentro da bunda de “E” e bezuntou a entrada de seu cu com o gel. Enfiou um dedo dentro de “E”, que protestou, sensualmente. - Mmmmmmmfffff!! Mmmmmmmffffff!!! Nnnnnnnnããaaaa!!! “P” então, enfiou o outro dedo no cu de “E”. Começou a enfiar e tirar com movimentos suaves. Com as duas mãos, abriu bem as nádegas de “E”. - Espero que você tenha feito o chuveirinho, como eu te falei. Se meu pau sair sujo de merda, dou na sua cara, sua bichona! Se prepara pra ser enrabado! “P” que ainda vestia a sunguinha fio dental, tirou o pau enorme para fora. Bezuntou de KY e forçou a entrada do cu de “E”. “E” agora gemia muito alto, era dor mesmo. - Quieta, escrava! Vou te comer de qualquer jeito. Se prepara que vai doer! “P” enfia o pau e força rabo adentro de “E”. O sexo de “P” rompe a entrada no anus e escorrega reto adentro. Os olhos de “E” se enchem de lágrimas. “P” enfia fundo e mantém seu pau lá dentro, por instantes. - Viu, bicha? Tô com meu pau dentro de você. Você é minha putinha, agora! Vou te comer muito gostoso! “P” começa a fazer movimentos suaves para dentro e para fora, sem deixar seu pau sair totalmente de dentro do cu de “E”. “E” resiste um pouco, a princípio. - Relaxa que eu te machuco menos! “P” começou a aumentar o ritmo dos movimentos. Seu pau foi crescendo dentro de “E”. Debruçou-se sobre ele. Puxou seus cabelos pra trás e começou a comê-lo com vontade! “E” sentia aquele caralho quente cortando-o por dentro. Mas de repente, ele já estava deslizando gostoso. “E” se entregou a sodomização. Gemia agora de prazer... - Me fode! Me fode! Sou sua putinha! Arregaça esse meu cú, pensava. Mas só conseguia gemer: Mmmmmmmmmffffff!!! E foi assim que gozou pela primeira vez pelo cu.